Senso Prático Sobre os Gestores da Seguraça Pública

Quando o novo Comandante do Policiamento da Capital, tenente-coronel Gilmar Batinga, assumiu o cargo destacou que "faria de tudo para reduzir os atuais índices de violência em Alagoas". Passados seis meses de sua gestão, a violência só aumentou!
De acordo com ele, na época da posse, o principal objetivo da troca "foi alavancar a parte operacional da corporação". Pelo jeito, de acordo com as publicações em BGO, a única parte alavancada foi o número de dispensas médicas.
Na visão de Batinga, a estratégia já vinha sendo traçada pelo seu antecessor, tenente-coronel Mário da Hora, que chegou a ser elogiada pelo novo comandante. "Esta ação já vinha sendo feita com competência. Nós assumimos para aumentar o número de abordagens e reforçar o policiamento ostensivo com mais ações", colocou ainda. Como falar em "competência" quando estamos diante de um quadro onde a cada mês a criminalidade tem crescido de maneira assustadora no Estado de Alagoas? Será que os dados estatísticos estão errados?
De acordo com Batinga, as ações do Comando de Policiamento da Capital, apesar de ter uma preocupação especial com o tráfico de drogas, não iria se restringir apenas a isto. "Não podemos restringir as ações. Há este problema e a gente sabe que muitos dos delitos hoje em dia estão associados ao tráfico, mas o principal desafio é aumentar o número de abordagens, sem sacrificar a tropa", destacou, reconhecendo o problema com o número do efetivo. Certo. Porém, me digam uma coisa: houve aumento no número de abordagens, mas houve aumento no número de armas ou drogas apreendidas? A resposta é não! Logo, a estratégia não deu certo. E sabe por quê? Porque a tropa está desmotivada, está fadigada e não tem simpatia pelas pessoas que estão ditando os rumos da corporação (até cego vê isso).
De acordo com o ex-comandante geral da Polícia Militar de Alagoas, "o momento era de ter o apoio da tropa". "Juntos nós podemos muito", colocou Dário César que voltou a reforçar o discurso da união dentro da corporação. "Estarei me dedicando diuturnamente enquanto estiver no cargo para atender às necessidades da população", colocou ainda. "Ter o apoio da tropa"... "União"... Como ter o apoio da tropa virando-lhes as costas? "Juntos", ex-comandante, todos nós sairíamos ganhando e não apena uma meia dúzia (não é preciso dizer os nomes das pessoas que mais ganharam alguma coisa nos últimos tampos, porque todo mundo já conhece as peças). Vossa senhoria não se dedicou nem para a sociedade nem para a sua própria instituição.
Dário César ressaltou – durante a posse de Batinga – a necessidade de o comando ouvir mais a população. O comandante ainda analisou os índices de violência divulgados naquela semana e que colocaram Alagoas como Estado que registra o mais alto número de homicídios. De acordo com ele, os dados se referem ao período compreendido entre 1997 e 2007. A população clamou, pediu, gritou por socorro, e quem ouviu? Resultado: a população tem padecido cada vez mais nas mãos da criminalidade. Há seis meses o discurso é que os dados estatísticos eram de outros governos, de outros comandos, blá, blá, blá... E agora? Qual é a desculpa diante dos números da violência no ano de 2010?
"Vivemos um momento político que serve para potencializar erros e acertos de uma gestão. Temos que ver com calma estas questões. A potencialização da violência não é salutar para ninguém", frisou. Dário César colocou ainda que pretende aumentar a eficiência da PM no atendimento à população, mas alfinetou: "querem me taxar de 'mais operacional'. Isto não existe. Estou aqui como um gestor e o que precisamos fazer é otimizar nossos recursos humano e material para atender a sociedade". De fato, Dárius, você não foi mais operacional, nem nunca foi. A operacionalidade nunca foi a sua praia. Até eu que sou recruta sei disso. A propósito, Dárius, já que Vossa Senhoria tem MBA em Gestão Empresarial com Ênfase em Pessoas, caso queira aumentar a eficiência de alguma área ou algum setor reveja (se é que você conhece) a Lei da Teoria do Rendimento Decrescente. Vai por mim. Do contrário, PEÇA PRA SAIR, será mais digno que ser exonerado por incompetência.
... "SEGUE-SE OS DEMAIS".

3 comentários :

Anônimo disse...

"Ave Cesar"
Realmente na PMAL somente existe união dos que são protegidos e promovidos pelos grupo do imperador de acordo com interesses pessoais (promoções, gratificações e não trabalhar). A maioria dos policiais militares foi marginalizada, vive aterrorizada (ameaças, punições injustas e tranferências, perseguição,...) Antigamente existia a ingerência política, hoje além desta existe tb outra força oculta que promove oficiais por um prato de galinha cabidela.

PM revoltado disse...

... "SEGUE-SE OS DEMAIS".

Anônimo disse...

meus amigos quem conhece os coroneis daqui sabe que a maioria so servem para gabinetes,tai o exemplo o senhor darius cesar 13 anos de vida militar ele passou com o senhor fernando collor,vamos fazer uma experiemcia e vamos mandar ums coroneis para passar um tempo comandando um batalhão em sp ou rj para ver como ele vão se sair so sabem dizer vamos punir porque e mais facil pega o senhor batimga e manda ele comadar a rota para apreender a trabalhar aqui é facil qualquer um faz

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