Duvidoso e imoral

Gente, o que significa "ser praça na cabeça dos oficiais", em especial os coronéis de polícia? A indagação é um pouco complexa, mas não é preciso muito esforço para chegarmos a conclusões que dariam situações antagônicas, não escapando do preconceito abrangente ao polo ativo ou passivo. E as postagens que temos mostrado aqui, juntamente com os comentários, nos trazem essa certeza.
Embora a Legislação Penal Militar faça previsão de majoração da pena para o oficial em caso de cometimento de crime contra o subalterno, na prática, quando a praça comete o crime contra o oficial, quem "se dá pior" em todos os sentidos?
Raciocinem comigo. O que aconteceria se uma praça chamasse um oficial de ladrão? De igual modo, por que não acontece nada (do que deveria acontecer) quando um coronel chama – publicamente e através de mídia radialística e internet – um sargento de ladrão? Situações como estas, que foram formuladas em um caso concreto, revela-nos preconceitos, revela-nos a distância que existe entre oficiais e praças.
Vícios, dos mais variados, ambos os quadros tem. Mas assim como a própria Legislação Penal Militar agrava a pena do oficial, pela qualificação oriunda da sua formação, dizendo implicitamente que o mesmo tem de ser mais comedido em suas ações, da mesma forma os regulamentos disciplinares também deveriam proceder. Em certos casos o procedimento é até previsto, mas o corporativismo nojento acaba prevalecendo.
Destarte, não é permitido ao militar agir com amadorismo, cobardia, incorreções em suas ações e, sobretudo, desrespeito aos pilares básicos (hierarquia e disciplina) das instituições castrenses a que pertencem. Sendo assim, ações sensacionalistas nos procedimentos inerentes à vida militar também não são admitidas, mesmo quando do exercício de mandato classista. Afinal, o militar tem que ser discreto em seus atos.
Mas então, onde é que se espera chegar com tudo isso? É aí que entra o foco da nossa matéria. O presidente (não eleito) da Caixa Beneficente, em nome da sua diretoria e da publicação no site da entidade, chamou um sargento de ladrão, acusando-o de "ter pago as suas contas particulares com recursos da entidade", gerando um "desfalque de mais de R$ 20 mil".
Conforme publicação no site, "foram apenas QUATRO dias no cargo", para que acontecesse algo "no mínimo, duvidoso e imoral", realizado pela diretoria do sargento Alberto, que, conforme a denúncia, fez "pagamento ao advogado Fernando Maciel que cuida dos assuntos particulares do sargento e de todos os seus processos que vem tramitando na justiça", situação esta que pode fazer o sargento Alberto Santos "parar na prisão". Ademais, conforme divulgado, contra o sargento "existe no Tribunal de Justiça um processo que tramita na 13ª Vara Criminal onde ele foi condenado a mais de dois anos de reclusão e está beneficiado, cumprindo pena em liberdade. Mas qualquer processo que desabone sua conduta ele poderá ter seu benefício suspenso imediatamente." Para maiores esclarecimentos sobre essa informação clique aqui.
Pelo exposto, deixamos no ar a pergunta: e se fosse o contrário?

8 comentários :

St Andrade disse...

O Cel Ivon está posando de santinho la na CB, mas todos sabem a forma imoral que utilizou para chegar lá. Todos sabem que ele está se "locupletando" dos recursos da Caixa com uma bandeira de falso moralismo. Eu proponho que todos os associados das associações militares pedissem baixa, pois só assim esses caras não teriam o que roubar!

Uma Policial disse...

Independente de quem parta as acusações e de quem seja o acusado, a Corregedoria da PMAL deveria apurar, pois no fim o que fica manchado é o nome da instituição, pois no mundo civil vão dizer: "um PM fez isso ou aquilo". No mais, essas coisas não deveriam ser externadas como aconteceu, afinal, esse tipo de situação exposta existe em qualquer associação ou sindicato (até na Almagis acontece), mas ninguém vê essas coisas serem comentadas ou divulgadas publicamente. Sendo assim, de acordo com a matéria, eu penso que está todo mundo errado!

Jenésio, o Pecador disse...

"E se fosse o contrário?"

Se fosse o contrário o sargento seria acusado de difamação, mesmo que estivesse falando a verdade!

Ou alguém duvida?

Anônimo disse...

Vcs Praças que têm tanta raiva dos Oficiais, façam CFO seus incompetentes!!!!!!!!!!Ha já fizeram e não passaram no vestibular!!!Incompetentes!!!!!

Anônimo disse...

Vcs oficiais fazem de tudo para que nos praças nao passemos no vestibular, que muitos de vcs nao fizeram, a nao ser que tenha sido o vestibular da FACILMA (Faculdade da Denilma) ou da UNIROCHA (preciso dizer mais?) A maioria é r2 e entrou pela janela.

Vcs nao tem nenhumm interesse na ascencao de nenhum praca no CFO, tanto é verdade que somente alguns bombeiros que teem a escala condizente com as suas obrigacoes tinham tempo para estudar e o nos, PMS, miseraveis tratados como burros de carga trabalhando nos poca oio de 12 por 24 e tendo ainda extra, limpe a boca pra falar des praca seu oficial desmoralizado!

Zé de Sá disse...

Oficiais da FACILMA/UNIROCHA kkkkkkkkkkk, a maioria não tem capacidade mental pra comandar muitos soldados, principalmente de 2002 aos atuais, a maioria dos oficiais atualmente não tem a metade do QI de uma formiga!!! uashuahsau

Anônimo disse...

Baixa já na Caixa Beneficente, vamos deixar de picuinhas, temos que deixar de enriquecer esses oficiais que não valoriza a contribuição do sócio.

romario disse...

BANDO DE LADRÃO....E VC QUE CHAMA NOS PRAÇAS DE incompetentes, CUIDADO NO FALA, POIS VC É UM DAQUELES FEITO NAS COXAS...

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