O Exterminador da Operacionalidade

Um leitor do Batalhão de Eventos, enviou-nos o seguinte relato:
Nobres companheiros, aqui vos passo algumas informações do que acontece no "playground" do Exterminador da Operacionalidade (aquele que é o descomandante de todos os Batalhões da capital); o BPE, que já foi um dia operacional, hoje mais parece um "Rattus Norvegicus" nome científico do rato de laboratório o qual é submetido a todo tipo de experiência. Por lá chegam determinações em cima de determinações (de boca) do descomandante da capital – Exterminador da Operacionalidade –, a primeira foi a proibição do uso de capas táticas sem as quais os policiais não podem levar a arma reserva, lanterna, carregadores suficientes além do necessário rádio transmissor; queria eu saber a fundamentação dessa determinação [que nem mesmo ele cumpre], mas como por aqui, na PM, o que funciona e bem é o RQUERO, sei que não terei uma resposta plausível; a segunda determinação incompreensível foi a que não se pode compor as viaturas com mais de três homens mesmo as viaturas desse nobre Batalhão estando quebradas em sua maioria. Não sei se o Exterminador da Operacionalidade sabe [se é que não se trata de algo com consentimento seu], mas todos os dias em que há expediente é retirado uma viatura do serviço operacional para pegar e levar o Gerente do Batalhão; e por fim a terceira é que para não liberar o pessoal mediante a execução de um policiamento ostensivo a pé com duração de seis horas, visto que não há viaturas e a culpa não é do material humano, ele, o Exterminador da Operacionalidade [que quando era capitão na RP vivia reclamando publicamente das OPOs do extinto CPC], determinou que seja cumprido um P.O. de três horas pela manhã e três a tarde para que o pessoal escalados nas viaturas não saiam cedo [sendo que entre uma jornada de três horas e outra, temos de ficar de prontidão na Unidade].
Ainda de acordo com o tema da postagem, outro leitor (dessa vez do 5º BPM), nos informa que:
"Mal foi inaugurada a Base Comunitária do Selma Bandeira, já bateram o focus sedan, prefixo 22-0857, que não pode sair das adjacências da Base para prestar apoio a companheiros que estejam em apuros; isso é um absurdo."
Ainda sobre a batida, foi revelado que: "foi uma batida estúpida, quando a Vtr estava sendo manobrada após uma visita de rotina, que acabou com o para-choque da viatura; e o pior é que isso não vai dar em nada para o motorista, que já bateu outras viaturas parati lá na Base e ficou por isso mesmo. Coisas assim também precisam ser denunciadas, pois não é apenas o comando que avacalha com tudo, haja vista que tem muito praça que são verdadeiras almas sebosas, indignas de fazer parte da instituição Polícia Militar."
Taí, recado dado! Agradecemos a contribuição pelas informações sobre estes "exterminadores da operacionalidade".

10 comentários :

Anônimo disse...

Os verdadeiros homens não gostam de usar esse novo modelo de colete!

Anônimo disse...

Foi o que eu percebi, porque só a sorridente tenente josiene desenrolada e a coronela estao de colete bege canavial? AU AUUUUU?

Seu Madruga disse...

"Operacional Ativo" é diferente de "Operacional Passivo"...
Hum, tô começando a entender a mensagem subliminar!!

Anônimo disse...

Pulicia do GPM de Canapi


Policiamento

Não fosse a constatação feita pelos próprios policiais de que a cidade é 'tranquila' e sem muitos incidentes, a segurança de Canapi estaria extremamente comprometida. Com a delegacia completamente fechada - devido à greve da Polícia Civil -, na Polícia Militar o esvaziamento é visto a partir da porta do posto.

De acordo com policiais que atuam no local, só existem dois plantonistas por dia e a única viatura da cidade está quebrada. Por isso, quando a necessidade exige, os PM’s fazem uso do veículo particular. "Eu uso minha moto. Aqui até temos uma viatura, mas ela em manutenção tem mais de um mês. Nunca voltou do conserto", disse o militar que preferiu ter sua identidade preservada.


veja mais na gazeta:

http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=234000

é alagoas no caminho do beeeeeeemmmmmmmm

Anônimo disse...

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI5170329-EI17080,00-O+risco+da+alagoanizacao+da+federacao.html

Anônimo disse...

Sobre a colisão da VTR da Base Comunitária do Selma Bandeira, estava de serviço no dia o motorista nunca bateu uma VTR, foi a primeira vez que isso ocorre e pode ocorre com qualquer um que esteja ao volante de um carro, como foi colocado no blog, não teve nada de acabar com o para-choque, o que aconteceu foi apenas uma fissura, espero que os colaboradores deste blog coloquem os fatos de maneira verdadeira para não denegrir a conduta dos companheiros.

Anônimo disse...

Pela filosofia do Policiamento Comunitário a VTR não pode atender ocorrências fora de sua área de atuação, mais em casos de apoio a qualquer companheiro de qualquer batalhão próximo a base, a guarnição dará apoio, como já foi dado anteriomente, basta perguntar as guarnições que tiverão tal apoio!

Bravo Papa Eco disse...

E teve um Tenente que ia ser punido porque estava usando a capa tática e alguém viu e ligou pra o batinga... não sei o que aconteceu

Indouto disse...

E com isso quem mais sofre é a população, pois policiais sem
terem confiança por não portarem uma segunda arma ou capa tática, não desempenham seu serviço bem!

Viva ao RQUERO!

Cabo Êta disse...

Pensamento do dia:

"Ninguém é tão feio como na identidade,
tão bonito como no Orkut,
tão feliz como no Facebook,
tão simpático como no Twitter,
tão ausente como no Skype,
tão ocupado como no MSN,
tão bom como no Curriculum Vitae,
nem mais fofoqueiro que o Briosa em Foco!"

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