E a história se repetiu

Na manhã deste domingo, 31, uma megaoperação da Polícia Militar apreendeu alguns materiais no Conjunto Benedito Bentes, área do 5º BPM, mais especificamente na parte central do conjunto ao lado da Praça Padre Cícero, onde habitualmente se realiza a "feira livre".
Na ocasião, foram utilizados cerca de 160 policiais militares; sendo 64 policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), 46 agentes do Batalhão de Polícia de Rádio Patrulha (BPRp), 15 homens do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), 10 policiais do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) e 15 policiais do 5º BPM (assim como vários P2 do CPC).
Segundo o TC Dorgival, esta ação, que foi orquestrada pelo Comandante do CPC, o Coronel Gilmar Batinga, "é uma ação que será constante aqui no bairro. Visto que algum produtos são frutos de roubos e contravenções. Quem tiver nota do material apreendido deverá procurar a sede do batalhão e o objeto será liberado", ressaltou.
O leitor, atento, pode perguntar: "e a história se repetiu, em quê?" Respondemos! Pelo efetivo empregado e pelo resultado da "megaoperação", esta ação foi semelhante às que falamos nas postagens: "A cobra 'ia' fumar..." e "A culpa é de quem?".
Desta vez, a megaoperação "exitosamente" conseguiu apreender algumas aves silvestres, CDs "supostamente" (de acordo com o entendimento do Superintende da PF em Alagoas) piratas, algumas máquinas caça-níqueis (sendo que as máquinas que ficam na Avenida Garça Torta, e da mesma forma no Frei Daminhão, Carminha, Selma Bandeira, dentre outras áreas, nem foram "lembradas") e várias bicicletas de origem supostamente duvidosa. Essa megaoperação só não foi mais desastrosa por um simples detalhe: um revólver foi apreendido. O que nos faz concluir que se todo esse efetivo não estivesse concentrado em um só ponto, muito mais armas poderiam ser apreendidas nesta chuvosa manhã de domingo! Portanto, diante de todas estas ações, supostamente "exitosas" e "profícuas", só nos resta orar:

Fazer um "beiçinho"

O projeto do vereador Galba Novaes, intitulado de "bico legal" tem tirado o sono da cúpula ineficaz que tomou de assalto a nossa Segurança Pública e, com suas ações nada profícuas e exitosas, tem sido a principal responsável pela epidemia de violência recente, ao qual o secretário Dário, o César, tem correlacionado como uma  "leve dor de cabeça", esta que vem ceifando vidas de pessoas humildes – que nada tem a ver com a sede de poder destes desonrados líderes.
Este projeto, já existente em outras unidades federativas onde a polícia é mais eficaz, consiste em remunerar o policial militar em suas horas de folga, efetivamente trabalhadas na própria corporação, com dotação orçamentária oriunda do Poder Executivo Municipal, através das verbas vindas do PRONASCI/SENASP; verbas estas, que, diga-se de passagem, são devolvidas aos milhões por incompetência dos nossos gestores em realizar um simples projeto que seja a ser aprovado para que estas sejam liberadas nos respectivos bancos. Lamentável.
Esta forma de remuneração teve como reflexo em outros Estados: a redução da violência paralelamente ao aumento do efetivo de serviço diário, pois o policial prefere fazer seu "bico" para sua própria corporação, onde estará legalmente amparado, naquilo que é o seu mister e deixaria de, como eu, que vendo minha folga a prestar segurança em um mercadinho do interior, ter de submeter-se a serviços "extraoficiais" para acrescer a sua renda familiar.
Mas (e para nossos líderes sempre existe um "mas"), a intenção desta cúpula, não caminha nesta direção. Tudo porque "eles" não nos querem "pagar", mesmo que não diretamente, por algo que já fazemos de graça, de forma ilegal.
Explico: Como não temos a previsão direta de nossa carga horária definida em lei (mas em contrapartida temos o RISG – Regulamento Interno de Serviços Gerais do Exercito Brasileiro que deveria ser usado a nosso favo, vide artigo 121 do Estatuto da PMAL), o governo (leia-se: o comando) escala-nos (e não de hoje) em exaustivas e imorais atividades extras não remuneradas. Em resumo: eles recusam-se a nos pagar por algo que já fazemos de graça.
– "Espera aí, Montana. Você esta querendo dizer que o Estado prefere que trabalhemos sem receber por isso?" – Exatamente, meus queridos leitores.
Conversei ontem com o Dr. Júlio, que estes dias está ocupado com alguns processos relativos à promoção de praças (inclusive o meu), que prometeu: nos próximos dias escreverá sobre o assunto, detalhadamente. Podem aguardar!
Falando em Dr. Júlio...
Houve um reboliço desnecessário em duas postagens recentes publicadas aqui. Primeiramente, gostaria de deixar a minha visão de praça sobre a matéria Atenção Tribunal de Ética da OAB:
Particularmente eu conheço a pessoa do Major Rutemberg, até porque sou natural de Arapiraca, cidade onde o mesmo reside e tem seu escritório de advocacia. Sei que trata-se de boa pessoa – como pessoa. Não sei se os senhores lembram que existem várias e várias "mazelas" na corporação que usam e abusam do poder e dos bens públicos em seu proveito próprio. Isso por si só já é errado, convenhamos.
Em contrapartida, nós mesmos já denunciamos e continuaremos a denunciar figuras como:
O Major Amorim e sua firma clandestina de segurança (que todos nós conhecemos bem) que presta "serviços" de segurança a shows, jogos de futebol, vigilância de ruas (pense como isso dá dinheiro) dentre outros;
O Tenente Coronel "alto e gordo" Lima Junior, e sua "assessoria" de segurança (sic) "legal", que – ainda – presta "serviços" à Carajás Construções (e que devem ser a fonte de renda que possui que faz com que sua conta bancária seja igualmente "alta e gorda", juntamente com o fato de economizar combustível para ir ao trabalho, pois a Caminhonete do BPA sempre vai buscá-lo em sua bela, cara e imensa, casa no Condomínio Reserva do Vale, próximo ao Conjunto José Tenório, na Via Expressa);
Ou o Capitão Elisiário, sempre abrigado há vários anos na Assembleia Legislativa e sua segurança privada na OSCIP Tocqueville, além de vários "bicos" no centro da cidade;
Seguindo esta linha de raciocínio, mesmo não se tratando de má pessoa, como não poderíamos denunciar o "desdobro" do major em questão, em ter se inscrito na OAB ilegalmente e efetivamente advogar de forma clandestina, sabendo-se impedido e proibido por Lei Federal? Aqui as denúncias não passam pelo crivo do simples ataque pessoal ou irresponsável, mas pelas atitudes incompatíveis com o exercício do Serviço Policial Militar.
Temos excelentes militares, oficiais e praças capacitados (outros nem tão excelentes assim) impedidos de advogar, pois optaram por servir à sociedade dentro da nossa PMAL. Ou vão dizer que o Major não sabia o que fazia?
Da mesma forma, temos inúmeros processos administrativos, de diversas situações, em que policiais são acusados de terem duplos empregos – na maioria soldados, cabos, sargentos – perigando até mesmo "perder a farda" por conta disso. Assim sendo, seria incoerente de nossa forma que "o pau que desse em Chico, não pudesse também dar em Francisco".
Já o coitado da praça, não pode sequer fazer um "beiçinho" numa mercearia, visando somente fazer como que "a panela de casa possa fazer fumaça", pois se o Corregedor ou o Comando Geral flagrar, sabemos muito bem o que acontece.
E vamos continuar denunciando, inclusive as vulnerabilidades dos batalhões e as "manobras" dos "desenrolados" de nossa caserna, custe o que custar, e doa a quem doer. E assim, enquanto a "piscina está cheia de ratos", vamos continuar trabalhando e "vivendo sem nenhum arranhão, da caridade de quem nos detesta".

Confirmando as "fofocas"

Tudo que sabemos ou tomamos conhecimento, ou agente publica ou repassa para que a imprensa faça a devida divulgação. Eis o porquê de toda semana haver três ou quatro matérias que nem nos corredores das unidades é motivo de comentários. Mas nem por isso nos sentimos traidores. Fazemos o que fazemos para que as coisas erradas parem de acontecer, assim como para que tenhamos um ambiente de trabalho melhor a cada dia. Sobre esta situação, veja-se, por exemplo, as seguintes matérias e o seus desfechos.
Matéria: A RP agoniza
Desfecho: Nada foi feito na unidade referida, mas no RPMon o alojamento foi "melhorado" logo após a matéria.
Desfecho: O Comandante Thúlio mandou reforçar a guarda e posicionar uma Vtr em um local estratégico.
Com isso, caros leitores, ao contrário do que foi dito, conseguimos atingir o nosso objetivo que era fazer com que as nossas autoridades fossem alertadas e que algo fosse modificado. Portanto, ponto positivo para os Comandantes do RPMon e do BOPE, e ponto negativo para o TC Jordânio, que sai da RP sem deixar saudades. Aliás, já vai tarde! A propósito, já que tocamos no assunto "transferência", recomendamos ao Maj Jairisson que faça o que o TC Jordânio não fez no que se refere às melhorias, e finalmente dê um jeito tanto no alojamento dos cabos e soldados como na segurança da unidade. Aproveitando o ensejo, orientamos aos demais comandantes de unidades que façam o mesmo, para que não sejamos obrigados a revelar a vulnerabilidade de cada uma das nossas unidades.
Ainda sobre o Comandante Thúlio, como ele – mesmo que a contra gosto – tratou de reforçar a unidade, por hora não iremos revelar uma situação envolvendo um assalto que ocorreu no Supermercado Cesta de Alimentos, no começo de 2010, lá no Jacintinho (tá lembrado, Thúlio?).
Dando continuidade ao assunto "tudo que sabemos ou tomamos conhecimento, ou agente publica ou repassa para que a imprensa faça a devida divulgação" (mesmo que tenhamos que esperar um tempinho), assim que constatamos que quase 200 viaturas estavam paradas por falta de gasolina, rapidamente tratamos de levar essa situação ao conhecimento da imprensa com inúmeras provas. E o resultado foi que em poucos dias estava sendo divulgado (pelo site Cada Minuto) a seguinte matéria:
Viaturas da Polícia Militar param por falta de combustível
Algumas das viaturas da frota da Polícia Militar de Alagoas estão sem combustíveis. A informação foi confirmada pelo Coronel Mário Sérgio, da Agência de Modernização de Gestão e Processos (Angesp). O oficial, no entanto, explicou que o problema, que atingiu aproximadamente 150 veículos, estará sendo resolvido dentro dos próximos dias.
Mário Sérgio afirmou que existem viaturas com e sem chip na frota da PM. Os carros com chip têm a ordem de abastecimento autorizada on-line e 11 postos em Maceió estão credenciados para o serviço. O processo para os veículos sem chip é outro e foi nesse tipo de viatura que faltou gasolina.
"Uma parte do combustível acabou, mas já estamos resolvendo isso. Para as viaturas com chip está tudo ok", colocou o Coronel. Indagado se o problema está afetando o policiamento no Estado, Mário Sérgio garantiu que não.
A reportagem do Cada Minuto entrou em contato com o comandante do Policiamento na Capital, Coronel Gilmar Batinga, e ele disse que a informação da falta de combustível "não passava de fofoca".
A informação da falta de combustível, para o Coronel Mário Sérgio, que disse  que isso "não afetou o policiamento no Estado", e para o Cornel Gilmar, para quem essa informação "não passa de fofoca"... Pelo visto, é uma coisa banal. Infelizmente, parece que estas autoridades somente têm esse posicionamento porque não aconteceu nada nem com eles nem com um de seus parentes. Além do mais, pelas declarações do Batinga, o mesmo foi para a escola apenas para merendar, razão pela qual não aprendeu que o significado de fofoca (de acordo com o "pai dos burros") é: "conversa informal e geralmente distorcida sobre a vida alheia; coisa de quem não tem conteúdo para conversar e não tem o que fazer"; o que não é o nosso caso. Pelo exposto, Gilmar, quem confirma fofoca é o quê? Assistamos ao vídeo:
Com base no teor das afirmações do Comandante Geral, no que se refere ao "cobrimento" ou "recobrimento" de áreas, como é que o mesmo explica o descobrimento não-cobrimento das áreas onde aconteceram as mortes a seguir, as quais ocorreram logo após o lançamento do novo layout do site da Corporação?
Por fim, uma última reflexão em cima do que falou o Comandante Geral: "se a PM não tem nem como custear a manutenção dos seus próprios veículos ou recursos para adquirir fardamento para a tropa, como é que vai manter em funcionamento os GPS que entre aquisição e manutenção custam milhões?"

Site da PM permite que população faça denúncias

Polícia Militar cria nova ferramenta para incentivar a colaboração da população
A partir de hoje [28/07/11], a população ganha mais um canal de comunicação com a Polícia Militar de Alagoas (PM). No novo layout do site da corporação, lançado nesta quinta-feira (28), é possível fazer denúncias de ações criminosas.
O tenente-coronel Luciano Alcântara destacou a implementação do webmail (para uso interno) e do disk-denúncia online como diferenciais no novo site da PM. "A população não precisa ter receio porque não será necessário que a pessoa se identifique".
Para o Comandante Geral da PM, Luciano da Silva, o site é uma forma de interagir com a sociedade. "Esse é o nosso cartão de visita. Ele está mais interativo e informativo. Até pessoas de outros estados acessam pedindo ajuda para localizar parentes".
Para conhecer o site da corporação, basta acessar http://www.pm.al.gov.br/.
OBS: O site pode até estar "bonitinho", mas o conteúdo é o mesmo. Ainda bem que o "cartão de visita" da PMAL não é a foto do seu comandante!

Atenção Tribunal de Ética da OAB

Ao caminhar pela orla, observando as idas e vindas das ondas do mar, eis que encontro um velho amigo que estava um tanto quanto apreensivo e até um pouco preocupado... Perguntei então qual o motivo para esse estado de espírito, e após alguma hesitação o velho companheiro me faz uma revelação estarrecedora.
O motivo da preocupação foi a descoberta de que um causídico não estaria honrando o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94), e o nobre companheiro – que sentindo-se impotente por não poder denunciar essa situação no Tribunal de Ética da OAB – acabou revelando o porquê do seu estado de espírito.
– Dr. Júlio, você conhece um advogado lá em Arapiraca chamado Rutemberg?
– Não! Por quê?
– Fiquei sabendo que ele é PM da ativa, e não deveria compor os quadros da Ordem.
– Meu Deus! Como é que você fala uma coisa dessas, homem?
– Confira no site da Ordem, meu amigo, que você vai confirmar esta revelação.
Diante dessa informação, fizemos as nossas diligências e descobrimos que o Dr. Rutemberg em questão é Major da PMAL, e exerce as atividades como P2 do CPA-I. Pelo exposto, sem nenhuma dúvida, afirmamos que o Major Rutemberg exerce ilegalmente a advocacia. Ademais, o mesmo tem até um escritório em Arapiraca, conforme há de se verificar na sua ficha cadastral com a cópia da sua OAB.
Segundo o Estatuto da Advocacia, Lei 8.906/94, militares na ativa não podem advogar, sendo esse um impedimento total. Vejamos:
"Art. 28. A advocacia é incompatível, mesmo em causa própria, com as seguintes atividades:
V - ocupantes de cargos ou funções vinculados direta ou indiretamente a atividade policial de qualquer natureza;
VI - militares de qualquer natureza, na ativa."
É cediço que dezenas de praças e oficiais militares da PMAL (para não dizer do Brasil inteiro) têm formação jurídica, mas não podem inscrever-se na OAB, mas o major, de alguma forma, achando-se mais esperto que todos, tratou de burlar a lei. Em sendo assim, e por desempenhar na PM uma função que requer confiança, afinal "a P2 é a polícia da polícia", ninguém poderia esperar que uma autoridade acima de qualquer suspeita fosse um dos maiores violadores da lei.
Não sei se o Major Rutemberg é uma das almas sebosas da corporação, mesmo porque não o conheço, mas de toda forma, desde já o juízo de valor que faço sobre ele não é nada bom. Pelo que ele fez, eu o equiparo a qualquer criminoso.

O vulnerável BOPE

Continuando a série de denúncias que chegam até nós, agora são as "mazelas" da "casa de praia" que são expostas por seus membros, confiram:
"Ao tempo em que solicito que vocês divulguem o teor desse texto aproveito para dizer que toda a tropa está gostando do surgimento deste canal de denúncias.
Só quem não deve estar gostando muito e sofrendo com isto devam ser os membros do alto clero, que jamais imaginavam que as suas ilegalidades e as fraquezas da nossa instituição um dia iam chegar a ser escancaradas. Eu mesmo pensei que ia para a reserva e não veria o que vejo hoje: o medo estampado no rosto dos que nos oprimem e o receio de que alguma coisa errada que praticam venham a parar no Briosa em Foco.
Bom, sou guerreiro Bopeano à quase duas décadas e ostento a farda preta com orgulho e dedicação desde os áureos tempos de Base Pantera, quando sofríamos comendo o pão que o diabo amassou no que hoje é o Canil. Acontece que a nossa casa de praia não é mesma depois da chegada desses "brincantes" ao poder. Estou falando especificamente do Cel Luciano, que a cada dia vem destruindo o que já não era bom, com a sua falta de aptidão para comandar, ou melhor: para gerenciar o que quer que seja muito menos uma tropa quase bicentenária como a nossa.
Todos sabem onde fica a nossa base, incrustada entre o Pontal da Barra e Avenida Assis Chateubrian, mas o que os senhores não fazem ideia é a facilidade de adentrar no que deveria ser a mais bem guardada unidade da nossa capital. Os fundos do quartel dão para uma área de restinga, sem muretas os quaisquer barreiras para serem transpostas, e hoje servem de passagem para moradores, carroças de burro que adentram pelo porto das lanchas do pontal e desembocam no campo que fica exatamente na retaguarda do GSA/BM.
Basta caminhar poucos metros para passar pelo alojamento e sem qualquer dificuldade acessar o pátio interno bem defronte a reserva de armamentos, pois o único posto que existe de guarda hoje efetivamente com a redução imposta pelo comandante geral a todos os batalhões, nas suas respectivas guardas – e que também chegou ao BOPE – é o da vanguarda. Se soubessem e desejassem, os mesmos bandidos que são capazes de invadir um barraco e retirar sem dificuldades uma dona de casa e esquartejá-la em via publica também teriam até menos barreiras para transpor em invadir esta OPM e dominar os PMs que ficam de pronto-emprego em seus alojamentos, e subtrair os armamentos e até mesmo os veículos de nossa carga.
O que digo aqui, antes de qualquer coisa, é que deveríamos sim, expor as nossas mazelas, como um grito de socorro, antes que algo demais grave aconteça.
Estou certo de que os amigos do Briosa em Foco não vão "acochambrar" e vão mostrar a sociedade mais esta mazela promovida pelos donos da PMAL.
Um grande abraço do amigo de sempre, e obrigado por permitir meu depoimento neste espaço.
Sd. Revoltado"
Abrimos novamente o espaço ao comandante da Unidade citada, bem como aos que dirigem a nossa PMAL para refutar, caso desejem, as denúncias aqui postadas. Ficaremos felizes em nos retratar caso alguém venha a público dizer que estamos mentindo, mesmo sabendo serem verdadeiras estas afirmações. Reconhecer nossos erros é também sinal de dignidade, Luciano!

TC Pinheiro recebe homenagem em Minas Gerais

Há algumas semanas o coronel Pinheiro foi condecorado pelos relevantes serviços prestados à comunidade. Vejamos a matéria:
O ex-comandante do 11º Batalhão de Polícia Militar, sediado em Penedo, e atual chefe da Assessoria Militar do Ministério Público Estadual, coronel Marcus Aurélio Pinheiro, foi agraciado em Belo Horizonte (MG), com a medalha do Alferes Tiradentes. Todos os anos a Polícia Militar de Minas Gerais concede a medalha às autoridades civis e militares que se destacaram por suas atuações junto à sociedade.
Ao receber a honraria, a mais importante da Polícia Militar de Minas Gerais, o coronel Pinheiro, que é natural da cidade de Penedo, se emocionou e agradeceu aos colegas de profissão, destacando que tudo que fez e faz até hoje, é com o objetivo de acreditar que é possível sim termos um mundo melhor.
"Foi um momento marcante na minha história. Primeiro coroa uma trajetória profissional, já que iniciei meus estudos como oficial militar naquele Estado, bem como reforça as ações de parceria entre Ministério Público e Polícia Militar", afirmou o coronel.
A solenidade de entrega da medalha do Alferes Tiradentes contou com a participação de diversas autoridades que também foram homenageadas como o general Fernando Vasconcellos Pereira, comandante da Escola de Sargentos do Exército Brasileiro; a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Maria Filomena de Luca Miki, e o comandante da PM de Alagoas, o coronel Luciano Silva.
A medalha entregue ao coronel Pinheiro e as outras autoridades recebeu o nome do patrono da Polícia Militar de Minas Gerais, Alferes Tiradentes, herói da Inconfidência Mineira que serviu no Regimento Regular de Cavalarias de Minas.
O que a Polícia Militar de Minas Gerais não sabia sobre este homem aparentemente centrado na honradez e na justiça pelo cargo que galgou e exerce, é que recaem denúncias sobre a referida autoridade que fora agraciada naquele Estado, conforme consta em seus assentamentos, onde podemos confirmar uma apresentação à delegacia de Santa Luzia do Norte. Isso porque no mês de junho passado o coronel Pinheiro invadiu uma residência, na cidade de Santa Luzia do Norte, de arma em punho, ocasião em que espancou um cidadão e não atirou na pessoa agredida porque chegou alguns familiares da vítima, e após vários apelos ele resolveu não atirar, mas espancou bastante a vítima e ainda saiu difamando a família do agredido dizendo que "tinha batido em um maloqueiro, sem pai nem mãe".
Conforme nos foi revelado, o Boletim de Ocorrência somente foi feito graças a um irmão da vítima, que garante "vou levar o caso a diante, seja ele quem for".
Essa ocorrência já está com mais de um mês e não sabemos qual será o seu desfecho, pois até nos assentamentos da referida autoridade o que consta é uma apresentação como "testemunha" (?), ao contrário dos informes que nos revelam que o coronel é acusado e não testemunha.
Sobre o histórico funcional do coronel Pinheiro, o que pouca gente não sabe, muito menos a sua sobrinha que é lotada no BOPE, é que o mesmo perseguiu muitos policiais por onde passou. Sendo que em certas ocasiões não media as consequência quando se dirigia aos subordinados com termos pejorativos ou com ameaças de transferências.
Quando de sua passagem pelo BPTran, por exemplo, Pinheiro ganhou muito "status" por conta da "influência" que exercia sobre as guarnições para "liberar condutores embriagados e/ou sem CNH", enfim, o de praxe... Durante essa época no BPTran, o coronel Pinheiro criou alguns problemas naquele batalhão por conta da sargento Luzia, esposa do coronel Jordânio, isto porque este coronel morre de ciúme da Luzia. Razão pela qual o Jordânio quase chegou às vias de fato com um sargento, que quase foi mandado dessa para a outra vida (por conta desse ciúme louco). Bem, mas esta postagem, é claro, é sobre o coronel Pinheiro e não sobre o coronel Jordânio. Mas é fato que a sargento Luzia sempre foi beneficiada pelo Pinheiro... E quem trabalhou com ele no BPTran, quando de sua passagem por lá, sabe que isso é verdade!
A propósito, por que será que a fama do coronel Pinheiro é de "pessoa muito desenrolada"?

O resultado das ações "exitosas" e "profícuas"

Que a Rede Globo tinha feito uma matéria sobre a nossa segurança pública no último final de semana, disso nós já sabíamos. Ainda assim, foi vergonhoso ver a nossa condição de campeão no ranking da violência no Brasil, estampado nacionalmente no Bom Dia Brasil, conforme matéria a seguir:
Alagoas está no topo da lista dos Estados com mais homicídios do país
São 60 homicídios para cada 100 mil habitantes. A impunidade é grande. O número de peritos é insuficiente. Falta até espaço para armazenar corpos.
No mapa da violência, um lugar se destaca no Brasil: Maceió (AL). É a cidade onde os pais temem pela vida de seus filhos e os filhos choram a morte dos pais. Durante duas noites, a equipe de reportagem do Bom Dia Brasil acompanhou o trabalho de policiais na capital. Encontrou tristeza, descaso e, sobretudo, impunidade.
Anoitece em Maceió. É o prenúncio de mais um fim de semana de violência na cidade. A equipe de reportagem do Bom Dia Brasil acompanha uma noite na rotina dos policiais na sexta-feira (22), justamente quando aumenta o índice de criminalidade.
Em uma sala, há todo um sistema integrado de monitoramento. Os policiais recebem as ocorrências e, da sala, partem para atendê-las. "Infelizmente, já começamos desta forma", lamenta um policial.
A equipe de reportagem segue a viatura. Quinze minutos depois do chamado, às 20h, várias outras equipes já haviam chegado para atender a ocorrência. "Certamente com droga. O que é que ele veio fazer? Ele tinha 16 anos", indagou Elísio Alves, pai da vítima.
De acordo com o mapa da violência, último levantamento divulgado pelo Ministério da Justiça e pelo e Instituto Sangari, Alagoas ocupa o topo do ranking da violência no Brasil. São 60 homicídios a cada 100 mil habitantes.
A equipe de reportagem do Bom Dia foi informada pela Polícia Militar que em outro local da cidade aconteceu mais um homicídio, mas a equipe decidiu ficar à espera da perícia. "Depende como está a situação lá fora. Tem casos que não demora e o pessoal chega rápido, mas tem casos que sim", afirmou o sargento Marcos Viana, da Polícia Militar de Alagoas.
Em 50 minutos, os primeiros peritos chegam ao local. "A dificuldade é grande. Nós somos cinco peritos, no máximo, por dia para responder pelo Estado todo", conta o perito José Fernando da Silva.
A Associação Brasileira de Criminalística recomenda que a cada cinco mil habitantes haja um perito. Em Maceió, o ideal seriam 600, mas a equipe é de 40. O Instituto de Criminalística na capital também não está equipado com laboratórios de toxicologia, química e biologia, o que torna quase impossível a analise cientifica das provas recolhidas pela polícia.
"Atualmente não tem dado as respostas de que precisa. O perito tem de ter os subsídios do laboratório para confirmar ou refutar a hipótese que ele está defendendo naquele caso", afirma Rosa Coutinho, diretora do Instituto de Criminalística de Alagoas.
Logo na recepção, o flagrante da falta de estrutura: a fiação exposta coloca em risco o funcionário. Mas este é o menor dos problemas. Um médico legista conta que muitos exames dos exames necessários em caso de homicídio não poderão ser feitos por falta de material e estrutura.
"Em relação à perícia, que eu falo, que a gente faz hoje aqui, a que se fazia há 30 anos. É basicamente a mesma coisa. A única coisa que melhorou foi a questão da identificação. Só. Mas, no exame em si, de melhorar, de poder elucidar alguma coisa, nada. Nenhuma necropsia. Tudo o que naquela época se fazia a gente faz hoje", relata um médico legista.
Por onde a equipe passou, constatou-se a falta de higiene. Não há espaço sequer para armazenar os corpos. "Quando não tem, a gente manda enterrar e depois desenterra. Não tem como ficar aqui", acrescenta o médico legista.
A ausência de uma estrutura adequada levou o IML a queimar, logo após a perícia, as roupas e o lençol que enrolavam o corpo da estudante de fisioterapia Giovana Tenório, assassinada no início do mês passado. Segundo o diretor, não há onde guardar as provas no instituto.
"Quando o legista acha necessidade de recolher esse material, é feito isso e torna-se um caminho de custódia. Como não houve nesse caso, obviamente para o legista não tinham importância aquelas vestes. Para os peritos criminais, provavelmente também não, porque se tivessem teriam guardado", explicou Gerson Odilon, diretor do Instituto Médico Legal de Maceió.
Todas essas deficiências contribuíram para que Alagoas integrasse outro ranking: segundo o Conselho Nacional do Ministério Público, há 3.944 processos de homicídio não concluídos no Estado. Rodrigo Cunha é advogado e ainda sofre a dor da perda dos pais: a deputada federal Ceci Cunha e o marido dela, assassinados em uma chacina quando ele tinha 17 anos. Alguns dos suspeitos chegaram a confessar o crime em um vídeo feito pela Polícia Federal, mas todos os envolvidos permanecem em liberdade.
"Isso, para a família, é como se fosse uma faca que continua sangrando. A gente precisa, tanto para diminuir um pouco essa sensação de impunidade, que se chegue ao fechamento final desse processo e que se chegue, pelo menos, ao júri, que é o que a gente vem buscando há mais de 12 anos", lamentou o advogado Rodrigo Cunha.
"Esta é a nossa dificuldade, porque nós temos diversos crimes para julgar. O estoque de crimes passa muitos anos para ser julgado. Isso porque nosso sistema judiciário também é pequeno. Temos também a questão da nossa perícia, que não está aparelhada para que a prova material ligue aquele criminoso ao seu ato delituoso. Por fim, nós temos também uma polícia judiciária, que é a Polícia Civil, ainda muito lenta", declarou Dário César Cavalcante, secretário de Defesa Social de Alagoas.
O secretário de Defesa Social de Alagoas também reconheceu as deficiências da perícia. O Instituto de Criminalística afirmou que já solicitou ao governo do Estado a realização de um concurso público para contratação de novos peritos.

"Cabueta"

Cenas de horror, monstruosidade e intolerância foram registradas na madrugada deste domingo, 24, no Conjunto Carminha, no bairro do Benedito Bentes, em Maceió. Uma mulher foi arrancada de casa, enquanto dormia junto com seus filhos, e foi esquartejada na principal avenida do conjunto.
A barbárie aconteceu durante a madrugada, enquanto a doméstica Maria de Lourdes Farias de Melo, 27, dormia em sua residência, localizada na quadra N, nº 23. "A porta foi arrombada e provavelmente os assassinos a tiraram da cama enquanto dormia, junto com dois filhos. Ela foi assassinada há pouco mais de 200 metros de sua residência. Os vizinhos chegaram a ouvir dois tiros", disse o tenente Celso, do 5º Batalhão da Polícia Militar, que atendeu a ocorrência, junto com equipes do Batalhão de Polícia de Rádio Patrulha.
A cena é monstruosa. Na avenida que liga o conjunto ao Aterro Sanitário, principal via de acesso, o corpo da mulher sangrava bastante, visto os membros amputados. Ela estava deitada, com o ventre para cima, sem a cabeça e o braço esquerdo decepado, ao lado do corpo. A cabeça estava há pouco mais de 20 metros do corpo. "Também encontramos um revólver municiado ao lado do corpo. Quem fez isso deve ter se assustado com alguma movimentação e saiu às pressas", disse o oficial.
Como se não bastasse a crueldade do assassinato, os monstros que fizeram o crime bárbaro ainda usaram um dos membros da vítima para escrever na parede da residência que fica ao lado onde o corpo foi encontrado as palavras "CABUETA". A polícia suspeita que o nome tenha sido escrito com o braço da vítima. Os assassinos tentaram colocar a cabeça de Maria de Lurdes em uma estaca, lembrando outro crime ocorrido no mesmo local, na páscoa deste ano.
2º ESQUARTEJAMENTO DE MULHER
Não é a primeira vez que uma mulher é esquartejada no Conjunto Carminha. Em outubro do ano passado, precisamente no dia 22 de outubro de 2010, outra doméstica, Valderez Nascimento de Sena, 41, também foi brutalmente assassinada, dias depois de ter denunciado um vizinho, por tráfico de drogas. Em cima de seu corpo, os assassinos deixaram um bilhete com a mesma palavra "CABUETA".
Um crime brutal, que se repete, e precisa ser esclarecido com urgência pelas autoridades competentes.
OBS: Assim que soube desse crime macabro, a cúpula da segurança pública tratou de abafar o caso determinando que o corpo fosse recolhido rapidamente, tentando evitar que o fato fosse divulgado amplamente pela imprensa. Porém, como nem todos coadunam com as "políticas" adotadas pelos nossos gestores, alguém tratou de contribuir com a divulgação deste episódio, mesmo após a "advertência" de que não acionassem a imprensa. Afinal, para uma "meia dúzia", a quem só interessa as situações "profícuas", não é bom que as verdades venham à tona!


A culpa é de quem?

Temos alertado, através das nossas redes sociais, desde janeiro sobre os problemas que ocorrem na nossa corporação. De lá pra cá, muitas foram as vezes em que mostramos as ações desastrosas que estão sendo desencadeadas pela atual cúpula da Briosa. Em um de nossas postagens, cujo título "A cobra 'ia' fumar...", fizemos uma reflexão sobre uma "megaoperação" onde "116 policiais, entre civis e militares cumpriram 40 mandados de prisão na favela do galpão, no vergel do lago". Na ocasião, 3 pessoas foram presas, 2 cobras jiboia apreendidas (!?), bem como uma certa quantia em dinheiro (que não chegava a 100 reais), 10 pedras de crack, e 23 bombinhas de maconha.
À frete da operação referida estava o, à época, TC Gilmar Batinga, que diante dos resultados tratou de mobilizar a imprensa alagoana em peso para que ele e as demais "otoridades" pudessem posar para as fotos e prestar esclarecimentos sobre a forma como foi conseguido realizar aquele "grande resultado".
Passaram-se os meses, outras "grandes operações" vieram e os resultados não foram menos desastrosos. O exemplo disso, esta semana mais três fiascos foram cometidos em sequência, e todos presenciaram.
No primeiro momento, dois menores assassinaram um policial federal aposentado, e a "Ronda Cidadã", mesmo a poucos metros de distância de ocorrência não conseguiu evitar a ação delituosa. Além do mais, mesmo estando os três policiais fortemente armados e com armamento superior não conseguiram alvejar o meliante, que fugiu à pé, deixando para trás uma guarnição que estava motorizada com um caro zero, bem dizer com menos de uma semana de uso.
Em outra ação, dois dias após, o BOPE e o DEIC apresentou um cidadão, honesto, como sendo o integrante de uma quadrilha acusada de participar de dois assaltos recentes, sendo um à loja Suprimax, no centro de Maceió, e outro à CIRATRAN da cidade de Atalaia. Em relação ao cidadão João José dos Santos, um comerciante trabalhador, que vende celulares, relógios e equipamentos eletrônicos, numa pequena loja na região central de Maceió, o mesmo foi preso pelo BOPE, acusado inicialmente de receptação culposa e posteriormente acusado de integrar a quadrilha investigada. O que as nossas "otoridades", que deram diversas entrevistas difamando o cidadão não foram capazes de fazer, foi revelar a verdade apresentada e defendida pelo cidadão, conforme veio á tona no blog do Célio Gomes, cujo texto reproduzimos abaixo.
Um cidadão vítima do Estado
Na Divisão Especial de Investigação e Captura (Deic), o comerciante ficou por cerca de cinco horas. Foi algemado e tratado como bandido pelos policiais. Depois de anunciarem a prisão de uma "quadrilha", as autoridades apresentaram os três "marginais". Os outros dois detidos não tiveram o que alegar. Estão presos até agora. João José, ao contrário, provou que trabalha dentro da lei. Não é bandido.
Vítima desse erro ridículo da polícia, ele foi solto na mesma tarde da quarta-feira. Continua com sua ficha limpa, como sempre. O que também não muda é a humilhação pela qual passou, segundo conta. Apesar de tudo, não pretende processar o Estado – não quer atrair mais confusão para sua família. Ele é casado e pai de quatro filhos.
Por exibir sua foto e reproduzir as informações erradas da polícia a seu respeito, a Gazeta pede desculpas a João José dos Santos. O governo deveria fazer o mesmo. Abaixo (em azul), as palavras da vítima do Estado:
1. "Foi o delegado, depois de conversar com minha esposa, que trouxe as notas de minhas mercadorias, que mandou tirar minhas algemas. Mas aí já tinha sido exposto como bandido. Os policiais não deram importância nem quando um dos acusados disse que eu não tinha nada a ver com o esquema".
2. "Como não devo nada, abri minha loja sem temer. Mas foi aí que começou a abordagem. Em momento algum ofereci resistência, porque trabalho certo".
3. "Só estou falando aqui porque preciso limpar meu nome. Até o rapaz de quem comprei um carro recentemente está me ligando, para eu passar logo o veículo para o meu nome, temendo alguma coisa".
4. "Só fiquei chateado porque, mesmo depois de deixar os policiais vasculharem meu estabelecimento, acabei sendo levado. Sou vítima da violência e jamais estaria ligado a ela, enquanto os bandidos estão por aí".
No episódio mais recente, ocorrido na última sexta-feira, tal qual no episódio que citei no começo deste texto, outra "megaoperação" foi realizada. Desta feita, segundo Gilmar Batinga, "100 policiais, entre militares da PMAL e da Força Nacional cumpriram 26 mandados de prisão na cidade de Rio Largo". Na ocasião, 4 pessoas foram presas (uma delas, por ser a esposa do procurado), bem como aproximadamente 1 kg de maconha, uma balança de precisão, três cartuchos de calibre 12, sementes de maconha, 100 munições de arma calibre 22 (que estavam abandonados num terreno baldio perto da casa onde foi cumprido um dos mandados, sendo que a maioria dessas munições estavam sem condições de uso), uma espingarda de pressão (para matar passarinho), uma pistola enferrujada (sem condições de uso), um revolver calibre 38 (que ninguém da imprensa viu), e nenhuma quantia em dinheiroDesta vez, nenhuma cobra foi apreendida. Acho que as mesmas ficaram espertas!
Pelo exposto, enquanto uma "meia dúzia" enche a boca para falar que estas ações foram "exitosas", que o resultado é "digno de parabéns", resta-nos apenas lamentar e perguntar: Diante de tantos fiascos, "a culpa é de quem?"

Guarnição da bef

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