O resultado das ações "exitosas" e "profícuas"

Que a Rede Globo tinha feito uma matéria sobre a nossa segurança pública no último final de semana, disso nós já sabíamos. Ainda assim, foi vergonhoso ver a nossa condição de campeão no ranking da violência no Brasil, estampado nacionalmente no Bom Dia Brasil, conforme matéria a seguir:
Alagoas está no topo da lista dos Estados com mais homicídios do país
São 60 homicídios para cada 100 mil habitantes. A impunidade é grande. O número de peritos é insuficiente. Falta até espaço para armazenar corpos.
No mapa da violência, um lugar se destaca no Brasil: Maceió (AL). É a cidade onde os pais temem pela vida de seus filhos e os filhos choram a morte dos pais. Durante duas noites, a equipe de reportagem do Bom Dia Brasil acompanhou o trabalho de policiais na capital. Encontrou tristeza, descaso e, sobretudo, impunidade.
Anoitece em Maceió. É o prenúncio de mais um fim de semana de violência na cidade. A equipe de reportagem do Bom Dia Brasil acompanha uma noite na rotina dos policiais na sexta-feira (22), justamente quando aumenta o índice de criminalidade.
Em uma sala, há todo um sistema integrado de monitoramento. Os policiais recebem as ocorrências e, da sala, partem para atendê-las. "Infelizmente, já começamos desta forma", lamenta um policial.
A equipe de reportagem segue a viatura. Quinze minutos depois do chamado, às 20h, várias outras equipes já haviam chegado para atender a ocorrência. "Certamente com droga. O que é que ele veio fazer? Ele tinha 16 anos", indagou Elísio Alves, pai da vítima.
De acordo com o mapa da violência, último levantamento divulgado pelo Ministério da Justiça e pelo e Instituto Sangari, Alagoas ocupa o topo do ranking da violência no Brasil. São 60 homicídios a cada 100 mil habitantes.
A equipe de reportagem do Bom Dia foi informada pela Polícia Militar que em outro local da cidade aconteceu mais um homicídio, mas a equipe decidiu ficar à espera da perícia. "Depende como está a situação lá fora. Tem casos que não demora e o pessoal chega rápido, mas tem casos que sim", afirmou o sargento Marcos Viana, da Polícia Militar de Alagoas.
Em 50 minutos, os primeiros peritos chegam ao local. "A dificuldade é grande. Nós somos cinco peritos, no máximo, por dia para responder pelo Estado todo", conta o perito José Fernando da Silva.
A Associação Brasileira de Criminalística recomenda que a cada cinco mil habitantes haja um perito. Em Maceió, o ideal seriam 600, mas a equipe é de 40. O Instituto de Criminalística na capital também não está equipado com laboratórios de toxicologia, química e biologia, o que torna quase impossível a analise cientifica das provas recolhidas pela polícia.
"Atualmente não tem dado as respostas de que precisa. O perito tem de ter os subsídios do laboratório para confirmar ou refutar a hipótese que ele está defendendo naquele caso", afirma Rosa Coutinho, diretora do Instituto de Criminalística de Alagoas.
Logo na recepção, o flagrante da falta de estrutura: a fiação exposta coloca em risco o funcionário. Mas este é o menor dos problemas. Um médico legista conta que muitos exames dos exames necessários em caso de homicídio não poderão ser feitos por falta de material e estrutura.
"Em relação à perícia, que eu falo, que a gente faz hoje aqui, a que se fazia há 30 anos. É basicamente a mesma coisa. A única coisa que melhorou foi a questão da identificação. Só. Mas, no exame em si, de melhorar, de poder elucidar alguma coisa, nada. Nenhuma necropsia. Tudo o que naquela época se fazia a gente faz hoje", relata um médico legista.
Por onde a equipe passou, constatou-se a falta de higiene. Não há espaço sequer para armazenar os corpos. "Quando não tem, a gente manda enterrar e depois desenterra. Não tem como ficar aqui", acrescenta o médico legista.
A ausência de uma estrutura adequada levou o IML a queimar, logo após a perícia, as roupas e o lençol que enrolavam o corpo da estudante de fisioterapia Giovana Tenório, assassinada no início do mês passado. Segundo o diretor, não há onde guardar as provas no instituto.
"Quando o legista acha necessidade de recolher esse material, é feito isso e torna-se um caminho de custódia. Como não houve nesse caso, obviamente para o legista não tinham importância aquelas vestes. Para os peritos criminais, provavelmente também não, porque se tivessem teriam guardado", explicou Gerson Odilon, diretor do Instituto Médico Legal de Maceió.
Todas essas deficiências contribuíram para que Alagoas integrasse outro ranking: segundo o Conselho Nacional do Ministério Público, há 3.944 processos de homicídio não concluídos no Estado. Rodrigo Cunha é advogado e ainda sofre a dor da perda dos pais: a deputada federal Ceci Cunha e o marido dela, assassinados em uma chacina quando ele tinha 17 anos. Alguns dos suspeitos chegaram a confessar o crime em um vídeo feito pela Polícia Federal, mas todos os envolvidos permanecem em liberdade.
"Isso, para a família, é como se fosse uma faca que continua sangrando. A gente precisa, tanto para diminuir um pouco essa sensação de impunidade, que se chegue ao fechamento final desse processo e que se chegue, pelo menos, ao júri, que é o que a gente vem buscando há mais de 12 anos", lamentou o advogado Rodrigo Cunha.
"Esta é a nossa dificuldade, porque nós temos diversos crimes para julgar. O estoque de crimes passa muitos anos para ser julgado. Isso porque nosso sistema judiciário também é pequeno. Temos também a questão da nossa perícia, que não está aparelhada para que a prova material ligue aquele criminoso ao seu ato delituoso. Por fim, nós temos também uma polícia judiciária, que é a Polícia Civil, ainda muito lenta", declarou Dário César Cavalcante, secretário de Defesa Social de Alagoas.
O secretário de Defesa Social de Alagoas também reconheceu as deficiências da perícia. O Instituto de Criminalística afirmou que já solicitou ao governo do Estado a realização de um concurso público para contratação de novos peritos.

14 comentários :

Thiago disse...

Eu moro em Pernambuco, mas não sinto nenhum orgulho em dizer que sou PM em Alagoas.

Assessoria BEF disse...

Agentes afastados da UIM vão à Central de Polícia fazer BO contra Sepaz

Eles também prometeram mover processo por calúnia e por danos morais

Gazetaweb - Lázaro Calheiros

Os 25 agentes da Unidade de Internação Masculina (UIM), que foram afastados das funções no mês de junho, foram nesta segunda-feira (25) à Central de Polícia, no Prado, fazer um Boletim de Ocorrência (BO) contra a superintendente da UIM, Mônica Sarmento, e o Secretário de Estado de Promoção da Paz (Sepaz), Jardel Aderico.

Os agentes alegam ainda que vão entrar com um processo de calúnia e danos morais no Juizado especial Cível e Criminal porque, depois das demissões, a superintendente acusou os 25 de tortura e espancamento contra os reeducandos.

Um dos agentes afastados que trabalhou como ex-coordenador de fiscalização da UIM, Givaldo Santos, disse que os funcionários da UIM ficaram 42 dias sem trabalhar aguardando uma justificativa da superintendente para o afastamento. A resposta de Mônica Sarmento chegou há 15 dias.

Segundo Givaldo, a superintendente respondeu aos 25 agentes afastados que todos estavam demitidos das funções. "Vimos a declaração da superintendente publicada nos sites de notícias dizendo que nenhum dos agentes afastados voltaria as funções e que estavam demitidos. Por isso, procuramos um advogado e viemos até a Central de Polícia fazer o BO contra a Sefaz e a superintendente da UIM", diz Gilvado.

Outro que trabalhava como fiscal da equipe de monitores da UIJA, Elvis Paulo Alves, denunciou que dois dias após o protesto feito no dia do anuncio do afastamento dos 25 agentes, que bloqueou a Avenida Durval de Góes Monteiro, a superintendente contratou policiais militares e outros agentes do Gape para cuidarem da segurança dos reeducandos. Os agentes afastados denunciaram que os atuais trabalham armados.

A Gazetaweb tentou entrar em contato com o secretário estadual Jardel Aderico e com a superintendente Mônica Sarmento, na tarde desta segunda-feira. O secretário Jardel Aderico não respondeu às ligações porque estava em Arapiraca acompanhando a visita da presidente Dilma Rousseff. Mônica Sarmento não atendeu às ligações.

Anônimo disse...

Deveria ser feito em Alagoas o mesmo que se fez nos paises árabes, revolta popular, paralisia de tudo e pressão para a renuncia dessa corja que infesta o estado. Mas infelizmente o povo e muito alienado e se contenta com pão e circo na hora das eleições de um regime "democrático". Que vergonha, bem que o batman poderia existir...

Sargento Carvalho disse...

Ah, que saudades do Rubens Quintela e do Coronel Amaral...
Que bom seria se um deles viesse a estar no teu lugar, Dadá!

os malas disse...

“Sinceridade‏”

Em Homenagem a todos os baitolas da PMAL

Um capitão da PMAL entra em uma concessionária Mercedes.
Olha ao redor, então acha o carro perfeito e começa a examiná-lo.
Ao inclinar-se para sentir o revestimento de couro, deixa escapar um sonoro peido.
Muito envergonhado, ele nervosamente dá uma olhada para ver se alguém notou o pequeno acidente, esperando que nenhum vendedor aparecesse naquele momento. Porém, ao virar-se, dá de cara com um vendedor que já estava atrás dele.
- Bom dia, senhor. Como posso ajudá-lo hoje?
Muito sem graça, ele pergunta:
- Por favor, qual o preço deste adorável veículo?
O vendedor responde:
- O senhor me desculpe a sinceridade, mas se o senhor peidou somente ao vê-lo, vai se cagar todo quando souber o preço!

Assessoria BEF disse...

Governo anuncia projeto de criação de novos cargos para a Perícia Oficial

por Gilca Cinara

A falta de estrutura da Perícia Oficial de Alagoas é assunto nacional. Durante o Seminário Nacional do Poder Judiciário, em Alagoas, o tema foi discutido com a ministra do Supremo Tribunal Federal (SFT) Carmem Lúcia e o vice-governador do estado, Thomas Nonô. De acordo com dados, a Perícia Oficial do estado conta apenas com 40 servidores, quando na realidade, o ideal seriam 600 profissionais. Para suprir a necessidade, Nonô anunciou que será entregue um projeto com a criação de novos cargos na Perícia, ao governador Teotonio Vilela, amanhã.

A pretensão do vice-governador é que o projeto seja discutido até esse semestre na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE). “A perícia é realmente o calcanhar de Aquiles do processo. Se você conta com boas provas criminais, terá uma boa decisão judicial”, afirmou Nonô.

Nonô não antecipou o número dos novos cargos nem quais seriam. “O governador Teotonio Vilela levou quase três anos para reverter a escalada vertiginosa da violência. Hoje está estabilizado, mas ainda temos grandes e vai ter que ter várias atividades em várias faixas para combater” , reforçou Nonô.

Ao ser questionada sobre as falhas existentes em processos criminais, a ministra do SFT, Carmem Lúcia salientou que o trabalho investigativo leva ao resultado de uma decisão e qualquer demora nessa etapa pode acarretar no atraso do processo. A ministra disse ainda que as visitas feitas pelo CNJ em todo o país servem para todos conhecerem a realidade do Judiciário e até mesmo para o juiz apresentar as dificuldades encontradas em sua demanda.

Assessoria BEF disse...

Deputado cobra ocupação da Polícia Militar no Conjunto Carminha

“Estado precisa reagir e enfrentar traficantes que degolaram dona de casa”.


por Assessor

Durante entrevista ao radialista Oswaldo Barbosa, no programa Microfone Aberto da rádio Correio AM, o Deputado estadual Jeferson Morais (DEM), lamentou que nenhuma ação enérgica tenha sido adotada pela Secretaria de Defesa Social contra os traficantes que esquartejaram a dona de casa Maria de Lourdes Farias de Melo, 27 anos, no dia 24/07.

“Não posso acreditar que o Estado vá tratar esse caso apenas como mais um homicídio ocorrido na periferia de Maceió. O tráfico de drogas no Conj. Carminha afrontou a sociedade e o próprio Estado quando invadiu a casa e matou Maria de Lourdes”, disse Morais, alegando que esperava uma resposta à altura de quem de direito: “até porque o Estado que sempre esteve ausente naquela comunidade, tem agora a obrigação de se impor, usando todos os meios possíveis”.

O parlamentar lembrou que esta é a segunda vez que traficantes cometem crime semelhante, na região. “A pena de morte foi implantada por eles no Conjunto Carminha. Se desconfiam de algum morador, levam a vítima p/ o meio da rua e diante de crianças, as vezes filhos da pessoa que será executada, cometem barbaridades e ainda fincam a cabeça de suas vítimas em estacas, como troféus”, desabafou o Deputado.

“Diante de crime tão brutal, cujas fotos escabrosascirculam na internet, imaginei que alguma atitude firme fosse adotada. Acho que ainda existe tempo pra que isso aconteça, caso contrário como ficam os moradores do conjunto?”, indagou.

Alguns moradores, disse o Deputado, começam a abandonar suas casas, pois sabem que podem ser as próximas vítimas. “O Conjunto Carminha, onde moram milhares de pessoas de bem, pais e mães de família, não pode ser dominado por uma meia dúzia de bandidos que matam para impor o medo e não devem continuar imunes a lei”, finalizou.

Assessoria BEF disse...

‘Não temos nada o que comentar’, diz Nonô sobre matéria da Globo

por Gilca Cinara

O vice-governador do estado José Thomas Nonô conversou com a imprensa durante o Seminário Nacional do Poder Judiciário, em Alagoas, e comentou a matéria, exibida na manhã desta segunda-feira (25), no telejornal Bom dia Brasil, da Rede Globo. Nonô afirmou que o Estado não tem o que comentar sobre os dados mostrados, uma vez que os números correspondem à realidade vivida.

“Não temos nada o que comentar. Nós estamos diante de um problema de grande magnitude. Abrimos o Estado para que todos possam conhecer a realidade e o problema. O que ninguém pode esperar é um resultado rápido e imediato”, colocou Thomas Nonô.

A matéria mostrou que Alagoas é o único estado do país, que lidera todos os rankings sobre a violência. De acordo com os dados, no estado são registrados 60 homicídios para cada 100 mil habitantes.

Porém, o vice-governador ressaltou que o número de inquéritos de homicídios sem conclusão não corresponde ao real dado. “Na matéria eles mostraram um número muito além da realidade com 3.944 mil inquéritos. Isso poderia ser retificado”, concluiu.

Assessoria BEF disse...

Associação dos Delegados rebate declarações do secretário de Defesa Social

por Assessoria

O presidente da Adepol Alagoas, delegado Antônio Carlos de Azevedo Lessa, voltou a cobrar do governo do Estado investimentos e melhores condições de trabalho para os delegados de polícia e os policiais civis (agentes e escrivães). A declaração do dirigente de classe dos delegados veio a propósito da afirmação do secretário de Defesa Social, coronel Dário César, em reportagem de rede nacional, de que “nós temos também uma polícia judiciária, que é a Polícia Civil, ainda muito lenta”, para justificar os altos índices que coloca Alagoas como primeiro no ranking de homicídios no país.

“As carências no quadro de pessoal, como as precárias condições de trabalho oferecidas a esses servidores são visíveis”, afirma Antônio Carlos de Azevedo Lessa.

A violência, no entender do presidente da Adepol-AL, é um somatório das condições socioeconômicas que afeta a sociedade alagoana, especialmente as camadas mais pobres, por falta de políticas públicas, e também das deficiências apresentadas pelas Perícia Forense, polícias Civil e Militar, devido à falta nos últimos anos de um adequado planejamento para a área de segurança pública no Estado.

Antônio Carlos Lessa lembrou que cerca de 70% dos crimes de homicídio, em Alagoas, têm alguma ligação com as drogas. E lamentou que o Estado não disponha, até agora, entre outros instrumentos de uma casa de recuperação de drogados. “A prevenção deve ser um dos pontos prioritários para o combate à violência”, afirmou.

A Polícia Civil alagoana, segundo ele, hoje enfrenta sérias dificuldades pela falta de estrutura da instituição, tanto material como de pessoal. “A realização de concurso público deve ser realizado em caráter de urgência”, disse, lembrando que o pedido para que isto aconteça foi encaminhado ao governo desde o ano de 2008. “Em virtude da carência de pessoal, as delegacias alagoanas estão abarrotadas de inquéritos sem a devida conclusão”.

“Vivemos hoje uma carência de 56 delegados de polícia e mais de 1000 agentes e escrivães. Devemos interiorizar a Polícia Civil em Alagoas, pois temos atualmente delegados trabalhando em até quatro delegacias, e em muitas delas não tem sequer um agente de polícia”, prosseguiu.

Além disso, outro fator que colabora com a violência é a falta de estrutura também da Polícia Militar de Alagoas. “A Polícia Civil, constitucionalmente, só começa a atuar quando o crime já aconteceu. O policiamento ostensivo e preventivo é atribuição da PM e esse trabalho vem sendo feito de forma deficitária, haja visto a grande número de assassinatos, o tráfico de drogas e os assaltos registrados”, explicou.

A situação tende a se agravar a partir de agosto, pois os delegados de polícia vão fazer cumprir a carga horário de 40 horas semanais determinadas na Lei Estadual nº 6.441, de 31 de dezembro de 2003. A Lei diz que o servidor que cumprir carga horária de 12 horas terá 36 de folga, e se o plantão for de 24 horas, a folga deve ser de 72 horas.

Outro aspecto de fundamental importância para agilizar o trabalho da polícia judiciária é a retirada imediata de presos das delegacias do interior do Estado, permitindo que os delegados e policiais passem a exercer sua real atribuição que é a investigação – sua atividade-fim.

“Apesar das dificuldades enfrentadas, os delegados e policiais civis têm se dedicado diuturnamente, até com sacrifícios pessoais e abdicando de alguns diretos constitucionais, no combate à criminalidade. O que queremos é que o governo estadual invista na área de segurança pública garantindo a paz à sociedade alagoana”, concluiu.

Grupo de Pesquisa em Segurança Pública disse...

A cúpula da segurança pública está totalmente perdida.
Infelizmente somos gerenciados por amadores.
E o preço disso tudo é muito caro!

Anônimo disse...

Combater o crime organizado é uma questão de trabalho conjunto: Governo X PM... Agora, quando só um dos lados cumpre a sua parte aí nada dá certo, vejamos: o PM troca tiro com o mala e dar a vida pela sociedade e o governo do estado nos premia com 7% de aumento... É brincadeira, ele tá nos zoando.

Jenésio, o Pecador disse...

O único que fez ações "exitosas" e "profícuas" foi Jesus. O "resto", é resto! Essas supostas ações "exitosas" e "profícuas" são um tormento para o Povo de Deus!

MEFIBOSETE disse...

LEMBRO DA CELERE FRASE DO TEN CEL PRINCIPE, EX COMANDANTE DO BOPE-RJ: NÓS SOMOS OS INDESEJÁVEIS, CHEFIADOS PELOS "INCOMPETENTES", FAZENDO O INDISPENSÁVEL PARA OS INGRATOS.

ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE, COM PASSOS DE FORMIGA E SEM VONTADE.( LULU SANTOS)

Anônimo disse...

Jenésio, vai o recado:
1)A sentença de Jesus: "procura e achará" equivale a dizer: "encontrarás o que desejas".
2)Guarde cuidado no modo de exprimir-se; em várias ocasiões, as maneiras dizem mais que as palavras.
3)As suas reclamações, ainda mesmo afetiva, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
4)Nunca impossível descobrir algo de bom em alguém ou em alguma situação para o comentário construtivo.
5)Um chefe não tem a obrigação de revelar ao subordinado os problemas que lhe preocupam o cérebro, tanto quanto o subordinado não tem o dever de revelar ao chefe os problemas que porventura carregue no coração.
6)Quando você não possa grafar boas referências, em relação à determinada pessoa, vale mais silenciar quanto a ela.

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