Onde está a polícia "quando 'você' precisa"?

Em julho, o próprio secretário de Estado da Defesa Social, Dário, o César, em entrevista ao Bom Dia Brasil (TV Globo) fez algumas declarações sobre o quadro lastimável da segurança pública no Estado:
1. "Essa é a nossa dificuldade, porque nós temos diversos crimes para julgar. O estoque de crimes passa muitos anos para ser julgado. Isso porque nosso sistema judiciário também é pequeno".
2. "Temos também a questão da nossa Perícia, que não está aparelhada para que a prova material ligue aquele criminoso ao seu ato delituoso".
3. "Por fim, nós temos também uma polícia judiciária, que é a Polícia Civil, ainda muito lenta".
Essas declarações foram divulgadas no País inteiro. Algumas semanas após estas divulgações, eis que visualizamos uma matéria "muito curiosa" no portal da Gazeta de Alagoas, logo em baixo de uma propaganda do governo do Estado – que insiste teimosamente em afirmar que a "polícia está mais perto" quando a população precisa. Pareceu até ironia. Vejamos o fato:
Ainda em relação ao portal, foi exatamente o editor-geral da Gazeta de Alagoas, Celio Gomes, quando da entrevista de Dário, o César, quem afirmou:
"Se as áreas de criminalística e investigação têm graves problemas, é obrigação da Secretaria de Defesa Social resolvê-los".
"Curioso que a sinceridade do secretário contrasta, radicalmente, com as peças publicitárias do governo que estão por aí. Diante do quadro, o menor problema é a reação nas corporações citadas por Dário César: comprou uma briga com meio mundo".
E agora, Dário, que tens (mais) a dizer?

6 comentários :

Anônimo disse...

http://cadaminuto.com.br/noticia/2011/08/15/advogado-que-teve-filho-baleado-e-morto-diz-que-intencao-de-bandidos-era-matalo Que major é esse????

Briosa em Foco disse...

AL deve pagar adicional de periculosidade a agentes penitenciários‏

O juiz convocado José Cícero Alves da Silva, em atividade na Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), monocraticamente, manteve, a decisão de primeiro grau que determinou que o Estado de Alagoas pagasse adicional de periculosidade com base nos cálculos sobre o subsídio dos agentes penitenciários. O Estado havia entrado com pedido de suspensão da decisão.

O magistrado entendeu que o pedido do estado não deve prosperar por restarem ausentes os requisitos necessários à sua concessão. “A percepção do adicional de periculosidade pelos agravados está em consonância com a Lei Estadual n° 6.682, de 10 de janeiro de 2006, que criou o cargo de agente penitenciário do Estado de Alagoas” argumentou o juiz convocado.

O juízo de primeiro grau entendeu, em análise aos contracheques dos servidores, que o Estado não havia incorporado o adicional de periculosidade na parcela única do subsídio, diante disto, determinou a implantação do adicional.

O juiz convocado José Cícero Alves, notou que seria mais grave, conceder o efeito suspensivo ao presente recurso do que manter a decisão combatida, por se tratar de verba com caráter alimentar. O relator do processo negou o pedido de suspensão para evitar o perigo de irreversibilidade e por não entender como não sendo verdadeiras as alegações do Estado.

Anônimo disse...

Anônimo, é o Major Herófilo Pantaleao Ferro.

Anônimo disse...

que tambem nao foi incorporado o adicional de periculosidade no subisio da PMAL.

Anônimo disse...

Bobinho esse major não é? nunca foi pra rua na vida aí fica com tempo de sobra pra roubar a mulher dos parentes e fazer besteiras. E paga um embuste só. é o fim do mundo! ou melhor, da pm!

Anônimo disse...

se fizer uma varredura na PM sobram poucas pessoas honestas e de bem. Meus Deus,que coisa horrível!
Uma sistema corrompido.

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