Pantaleão "esqueceu" de dizer a verdade

Moradores das comunidades do Clima Bom e do Vergel do Lago, conforme matéria da Gazetaweb, estão aterrorizados com os índices de criminalidade e – acreditem – com a "efetividade" da ação policial, isso porque desde a inauguração da Base Comunitária, ocorrida no último dia 04, a unidade enfrenta "problema de manutenção". Ainda segundo a matéria, o "problema estaria afetando o patrulhamento na área do Osman Loureiro; já no Vergel, moradores dizem que os assaltos ocorrem a metros de distância da PM".
Segundo as comunidades citadas, falta combustível para as motos utilizadas no patrulhamento diário. "A base comunitária está perfeita, mas falta combustível para manter os veículos rodando", denuncia uma moradora da região.
Apesar do problema denunciando pela população, para o Major Pantaleão, responsável pela base localizada na Praça Virgem dos Pobres, no Vergel do Lago, os trabalhos estão ocorrendo normalmente, e da seguinte forma: "temos quatro homens por turno realizando rondas em motos e carros. Visitamos as residências, conversamos com os moradores e investigamos as denúncias", ou seja, o major nega que esteja faltando combustível para as viaturas. E acrescenta: "estamos aqui para que haja uma proximidade entre a polícia e a população. Eles devem denunciar os crimes e as irregularidades para que os responsáveis sejam presos e a violência então diminua".
Major, acorda! O povo está denunciando que está sendo roubado a metros da base, que nada faz porque não tem combustível para prevenir ou "correr atrás". Portanto, major, se "a participação da comunidade é fundamental para que o trabalho surta o efeito desejado" (conforme suas palavras), não diga que "os trabalhos estão ocorrendo normalmente" quando os próprios moradores da comunidade afirmam que "o combustível ofertado é insuficiente para a quilometragem exigida pela ronda, o que já incidiria nos números da violência, com o possível aumento de furtos na localidade".
Já dissemos em outra postagem que a inauguração dessas bases comunitárias não passam de "fantasias e alegorias", que gasta milhões em propagandas enganosas, como as da foto a baixo, e agora nos mostram alguns resultados nada "profícuos". A propósito, em breve estaremos denunciando uma situação inerente a estas bases.
Voltando ao assunto da falta de combustível, será que o Comandante Luciano virá a público novamente com aquela desculpa das viaturas "não chipadas"? Para que os amigos leitores relembrem o caso, vejam o vídeo:


3 comentários :

fim de mundo,mas a família é daqui,tem que aguentar. disse...

povo,não se engane,aquilo ali é um pmbox melhorado,porém daqui a alguns meses aquela vtr bonita vai baixar ou ser desviada devido a alguma ideia maravilhosa de algum cmt esplendido que nunca foi pra rua e fica lendo relatório adulterado e se baseando nele.e outra,quem é bom não quer ficar ali sendo alvo de vagabundo e sim nas ruas.vai começar a aparecer as falhas de construção e ficar todo remendado e até luz e água vai faltar,quanto querem apostar?é só aparecer outro policiólogo que se baseia em doutrinas de outras regiões do pais onde a realidade é outra e os problemas são bem mais amenos no que se refere ao governo estatal,por que aqui a situação é única!e olha que eu já conheci quase todas.em outros estados a saúde é precaria mas a educação é padrão e o indice de violencia é mínimo por exemplo(tem as falhas mas não em tudo,saca?) e aqui?nada presta!
a única teoria que poderia dar certo é a do caos!pesquisem...

Assessoria BEF disse...

Justiça autorizou entrada de obesos na PM

Numa das turmas, havia um aluno com 158 kg, que não conseguia sequer fazer uma flexão em barra e também caminhava com dificuldades

| FELIPE FARIAS – Repórter

A Justiça autorizou o ingresso de alunos no Curso de Formação de Praças (CFP) da PM que tinham sido reprovados no teste de aptidão física. O contingente dos que recorreram às ordens judiciais para entrar na Polícia Militar como soldado levou a corporação a ter de abrir novas turmas para acomodar cerca de 90 a 100 alunos, que devem se formar no final do ano.

Os alunos chegaram sedentários, em condicionamento físico classificado como “zero”. Esse tinha sido o motivo da reprovação deles no teste de aptidão física, uma das etapas do concurso de acesso ao CFP.

Numa das turmas, havia aluno com 158 kg, que não conseguia fazer uma flexão em barra (aquela em que se eleva o corpo usando a força dos braços) e caminhava com dificuldade.
Ainda assim, os responsáveis reconhecem que durante o curso, que começou em fevereiro e se encerrou no início deste mês, as turmas se superaram e todos os alunos obtiveram a média 5,0 para aprovação.

Comandante defende preparo da tropa

| MAURÍCIO GONÇALVES - Repórter

Após as queixas do presidente do Tribunal de Justiça (TJ), Sebastião Costa Filho, contra “policiais barrigudos que não têm condições de dar uma carreira”, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Luciano Silva, chama a atenção dos militares que estão fora de forma. “Recebemos esta declaração do desembargador como uma crítica construtiva, serve como alerta individual, para cada um que está acima do peso. Não é só uma questão estética, é de saúde”.

O comandante disse não querer polemizar, mas saiu em defesa do preparo físico da tropa, frisando que a crítica não reflete o peso de toda a corporação. “Como qualquer instituição, a PM tem suas dificuldades, não é composta 100% de atletas, mas tem uma boa maioria, cerca de 70%, em boas condições físicas”. Apesar da defesa, um cálculo simples mostra que 30% do efetivo de 8 mil militares têm uns quilinhos a mais para correr atrás dos bandidos. Ou seja: 2.400 policiais acumulam gordura.

Polícia busca autor de disparos contra PM

Quanto ao assassinato do subtenente Roque, o comandante da PM revela que o serviço de inteligência já recebeu informações e está bastante engajado nas investigações, com o reforço da Radiopatrulha e do Bope, para dar apoio à Polícia Civil nas investigações. “Temos informações sobre suspeitos, e a relação deles com o tráfico é uma possibilidade, mas esta é apenas uma das linhas de investigação”, informa.

Apesar dos informes da PM, o delegado do 1º Distrito Policial (1º DP), Alcides Andrade, afirma que ainda não há suspeitos e o crime é de difícil solução.
“Estamos em contato constante com a P2 (serviço de inteligência da PM), o material deles também é pouco ainda, não é muito diferente do que a gente tem, mas hoje este crime é a nossa prioridade absoluta, por se tratar de um agente de segurança pública, fardado, no seu local de trabalho, que não se trata de um lugar qualquer, foi na Escola de Magistratura do Poder Judiciário”, frisa o delegado.

ASCOM da PMAL disse...

VIATURAS DA POLÍCIA MILITAR PARAM POR FALTA DE COMBUSTÍVEL EM ALAGOAS

Cerca de 20 veículos estavam sem gasolina; essa é a segunda vez este ano


| Gazetaweb

Pela segunda vez no ano, faltou combustível em viaturas da Polícia Militar (PM). Durante quarta (17) e a quinta-feira (18), a PM ficou com 20 veículos parados por falta de gasolina. As áreas precisaram ser cobertas com outros automóveis, gerando um desfalque na corporação.

De acordo com o responsável pelo setor de logística da Polícia Militar, Mário da Hora, de 80 a 90% das viaturas possuem chips, de modo a não haver problema com falta de combustível. “Essas viaturas podem ser abastecidas em postos normais. Essa outra minoria, que não tem o chip, só pode ser abastecida nos postos policiais”, explica.

Conforme o coronel, a falta terminou prejudicou os trabalhos da corporação. “É lógico que houve prejuízo, porque tivemos que utilizar as viaturas com chip para percorrer uma maior quilometragem, cobrindo as áreas das que estavam paradas. No entanto, não foi nada que tenha provocado um colapso no policiamento”, relata.

Segundo o coronel, esta é a segunda vez que o problema acontece. “Tivemos falta de combustíveis, da última vez, no mês de março deste ano”. A instalação dos chips nas viaturas, cuja meta é que abranja 100% dos veículos, resolvendo o problema da falta de combustíveis, está sob responsabilidade de um outro órgão do Estado, a Agência de Modernização de Gestão de Processos (Amgesp).

A reportagem da Gazetaweb tentou entrar em contato com o responsável pelo setor, coronel Mário Sérgio, mas não obteve êxito. O espaço está aberto para esclarecimentos.

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