120 DIAS

Caros amigos, ao tempo em que os saúdo, gostaria humildemente de solicitar que a íntegra do e-mail a baixo fosse reproduzida em vosso espaço, o qual tornou-se um referencial de lutas em busca de melhorias para a classe militar do Estado de Alagoas.
Em meio a tantas situações que estamos vivenciando, é oportuno salientar que a Caixa Beneficente em nossa gestão, tem se mostrado atuante na busca por melhorias para os militares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, em especial os nossos sócios.
A nossa gestão, diga-se de passagem, pela primeira vez, estará levando 100 alunos, bem como a nossa banda de fanfarra, para o desfile que ocorrerá em 07 de setembro, algo que é importante para o ensino e para a educação, bem dizer para edificação dos valores cívicos dos nossos alunos. Esta demonstração, acima de tudo, de civilidade, é uma demonstração de que a nossa entidade, o Colégio Floriano Peixoto, é participativo e está inserido nas questões que são importantes para a sociedade. Essa iniciativa é a nossa grande novidade, nesse momento, a qual fazemos questão de divulgar.
A segunda questão, diz respeito a nossa gestão que está completando 120 dias. Nós assumimos o colégio em 27 de abril, e a partir daí estamos desenvolvendo um trabalho, acima de tudo, de recomposição, de reconstrução da nossa entidade. Estamos com várias comissões desenvolvendo o que nós chamamos de "auditorias independentes". Estas auditorias estarão trazendo onde está o problema do endividamento da Caixa Beneficente, e qual a solução que nós podemos implantar. E são compostas de pessoas preparadíssimas [os diretores] que estão fazendo parte dessas comissões. Nós temos oficiais e praças (soldados, sargentos), advogados, contadores, dentre outros profissionais. E nós estaremos empregando o nosso Conselho Deliberativo, até o final deste mês, em três auditorias, para que, a partir daí, a gente adote providências urgentes. Pois esta é uma questão de moralidade, esta é uma questão, acima de tudo, que diz respeito aos recursos que são dos nossos sócios [os associados]. Então, nós fizemos questão de fazer esse tipo de trabalho.
Projetos futuros
Uma outra questão, que é a parte de investimento, diz respeito ao fato de que estamos investindo maciçamente na área médica, onde nós temos mais de trinta profissionais, dentre médicos, enfermeiros, atendentes... E nesse consenso estamos sendo muito procurados, coisa que até algum tempo não ocorria porque éramos uma entidade totalmente descredenciada, e sem a credibilidade devida, a qual merece ter; porque trabalha, essa entidade, com pessoas da segurança pública, como o policial militar e o militar do Corpo de Bombeiros. Então, hoje nós somos procurados para fazer convênios e parcerias, que até então não eram cogitados. Nós ficamos muito felizes quando fomos procurados pela nossa respeitada Reitora da UNCISAL, a Dra Rosângela, querendo firmar um convênio com a Caixa Beneficente, o que nos deixou felizes, acima de tudo, porque nós já estávamos pensando na instalação de um serviço, em nosso centro médico, que envolvesse um centro acadêmico. Um centro que faça com que essa juventude que sai da universidade ou que ainda está nas salas de aula, tenha um ambiente de estágio. E como nós temos filhos de militares, policiais militares e bombeiros, que estão fazendo universidade, e que precisam desse apoio, que muitas vezes eles não têm, nós estamos fazendo convênios nesse sentido; estamos criando no nosso organograma o centro acadêmico, onde nós traremos estes filhos dos militares, e estaremos convidando estes estagiários, para fazer parte desse projeto. Pra gente é uma satisfação, é um investimento nos recursos humanos e, além de tudo, um apoio muito grande para os militares, policiais e bombeiros. Esta é a grande novidade que a nossa gestão está desenvolvendo juntamente, também, com a UNCISAL, na pessoa da Dra. Rosângela.
O rombo da caixa
Não podemos jamais, como se sabe, negar sobre a existência desse rombo. Mas a nossa gestão é pautada na transparência, e como prova disso nós temos levado à nossa entidade os amigos que nos interrogam a respeito para conhecer, para mostrar, a nossa realidade, uma realidade que precisa ser conhecida pelo nosso associado. Além disso, nós temos muitos amigos na imprensa, a quem também ocasionalmente os convidamos para conversar e mostramos a nossa realidade. Independente disso, estaremos sempre levando a nossa realidade para toda comunidade miliciana.
É uma verdade que nós que temos débitos, os quais temos de admitir, vem de 15 ou 12 anos atrás, que são débitos gritantes. Hoje nós temos um débito muito alto, mas quase todo ele, por exemplo, é previdenciário. E o nosso débito previdenciário é de quase 8 milhões de Reais, que obrigatoriamente nós temos que pagar e iremos honrar esse compromisso de alguma maneira. Obviamente que nós estamos procurando os órgãos competentes para isso, bem como os advogados renomados para nos ajudar nessa situação.
Como se sabe, o Brasil cresceu e se tornou o que é hoje, porque de algum modo ajudou as empresas de pequeno porte a se fortalecerem no seu lastro principal que é com a comunidade mais carente. Então, nós estamos partindo por esse caminho, estamos com uma banca de advogados muito forte para nos representar, nesse sentido, junto à Justiça Federal. Estamos também com um convênio, cito, com uma resolução, a de número 12, de 2010, com o Tribunal Regional do Trabalho, com a excelentíssima presidente, Dra. Vanda Lustosa – uma pessoa magnífica, com uma educação diferenciada –, que tem realmente visto a nossa vontade de trabalhar, e acima de tudo o nosso respeito por aquilo que é dos outros. E em cima desse consenso, nós estamos mostrando que existe um débito, sim; mas nós estamos pensando em nosso debito, e numa forma de negociar, e estamos negociando. Em razão disso é que estamos marcando reuniões com as autoridades. Nós temos débito com o FGTS (Fundo de Garantia), e já marcamos uma reunião com o superintendente da Caixa Econômica Federal; já estamos com tudo agendado. Estamos com uma reunião marcada com os dirigentes da Justiça Federal, para que a gente mostre a nossa realidade e diga: "o grande objetivo desta entidade é com o sócio; o grande objetivo desta entidade é trazer saúde a uma categoria da maior importância no sistema de segurança pública e acima de tudo no sistema social, que é a Polícia Militar, que é o Corpo de Bombeiros".
Hoje nós temos muito sócios, mas quando nós chegamos tínhamos apenas uns 3.200. E em 120 dias, pela credibilidade, pela transparência, pelo trabalho que nós temos mostrado, o qual é um trabalho diferenciado, nós estamos com quase 4.000 sócios. Hoje nós trouxemos para o sócio dignidade e respeito. E sendo assim, nenhum sócio que procura a Caixa Beneficente deixa de ser atendido. E se ele quer fazer um exame que nós não temos ainda, ele vê que nós estamos correndo atrás junto aos nossos senadores e a nossa bancada federal. E para que todos possam ter uma ideia da nossa responsabilidade, do nosso compromisso, há duas semanas atrás estivemos em Brasília, de onde saímos com a certeza de que em breve teremos algum tipo de ajuda federal.
Estamos trabalhando num projeto de criação do Centro de Diagnósticos da Caixa Beneficente. E brevemente teremos raio-x (fixo) e aparelho de endoscopia; esteira ergométrica, nós já temos, mas vamos comprar uma de ponta; ambulância, nós já temos duas, assim como também uma Vã, mas estamos fazendo uns acordos com algumas entidades para a doação de mais três ou quatro URs (Unidades de Resgates) – e estamos trabalhando fortemente nisso, tanto é que podemos garantir que a coisa está bem avançada. Hoje o nosso policial, se ligar dizendo "estou precisando de uma ambulância", nós temos como enviar a ambulância à casa dele, temos como leva-lo ao hospital que ele deseja, bem como levá-lo de volta, e isso chama-se dignidade e respeito.
Estamos também fazendo o pedido de um aparelho de coposcopia e um aparelho de eco cardiograma. E isso está orçado em 800 ou 900 mil reais, e nós estivemos em Brasília para isso. Fizemos visita aos gabinetes dos senadores, e ficamos felizes ao sermos recebidos pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello, que se prontificando disse: "pode ter certeza que eu estarei colocando uma das minhas emendas parlamentares para apoiar a Caixa Beneficente". O senador Renan Calheiros, da mesma forma, muito educado, muito atencioso, nos disse: "eu abraço as causas que são para defender a dignidade, principalmente daqueles que protegem a sociedade; e a Polícia Militar protege a sociedade, e o Corpo de Bombeiros protege a sociedade". Então, podemos afirmar que fomos muito bem recebidos pelos senadores e ficamos muito felizes por isso. Além do mais, quero acrescentar que fomos muito bem recebidos pelo deputado Carimbão, que também se posicionou fortemente para apoiar esta entidade, a Caixa Beneficente.
Por todas estas razões, nós dizemos para vocês que o sucesso da nossa gestão não depende do representante "Presidente da Caixa Beneficente", o Coronel Ivon. Mas acima de tudo, de um grupo de amigos, de uma equipe de soldados, de uma equipe de sargentos, de uma equipe de oficiais, que veste a camisa da Briosa Corporação. Que veste a camisa da Caixa Beneficente, que usam até a palavra do presidente com liberdade, porque sabem qual é a meta do presidente. A meta que tem por lema: "se for para ajudar o policial militar assim como o bombeiro, assim haveremos de proceder". Sendo assim, ninguém [da diretoria] precisa ligar para o presidente para saber se toma essa ou aquela atitude, porque todos estão previamente autorizados a resolver os problemas que surgirem, a exemplo do que ocorre no HGE, quando muitas vezes os militares são jogados no chão dos corredores ou mal atendidos, algo que para todos nós é inadmissível.
Eis a razão de termos um canal direto com os militares e as suas famílias, que nos procuram a todo instante sempre que se veem em meio a algum problema de saúde. Para que se tenham uma ideia sobre essa situação, nosso telefone, sábado e domingo, não para, o que para nós é muito satisfatório, porque a ligação e resultante da nossa credibilidade perante o associado. Ainda ontem nós pagamos o exame de um policial militar, que foi feito em caráter de urgência, pois envolvia uma cirurgia, cujo valor foi de R$ 3.000, que foi dividido, negociado, com o hospital, porque essa é a nossa realidade. E nós estamos aqui para salvar a vida do militar. E o militar, "senhor empresário", está na rua para salvar a sua vida, para salvar a vida do seu garoto que está no colégio. Então nós precisamos do apoio do empresariado e além de tudo dos donos de clinicas e de hospitais. E por nós temos recebido esse apoio dos empresários, dos proprietários de clínicas, ocasião em que desde já eu agradeço ao Dr. Wanderlei, uma pessoa formidável, que está nos ajudando nessa questão, nesse acordo que nós estamos fazendo na área de saúde. Também agradecemos ao Hospital Sanatório. Aproveitando o ensejo, externamos a nossa tristeza com a questão do Hospital do Usineiro, algo lamentável, que precisa ter apoio do Estado, pois milhões de pessoas precisam dos serviços que ali são ofertados.
PEC 300
No que diz respeito à PEC 300, quando estivemos em Brasília nós tocamos bastante nessa questão que ainda está em fase de negociação.
A nosso ver, a PEC 300 não diz respeito apenas à questão salarial, mas sobretudo à dignidade, a autonomia e independência dos militares. Nesse sentido, devemos sempre nos lembrar que o Ministério Público, de 1988 ao dias atuais, despontou, e foi a sociedade quem ganhou com isso. Porque acima de tudo o Ministério Público conseguiu o que a sociedade clamava, ou seja, independência nas decisões. Não existe interferência governamental porque o Procurador Geral de Justiça é independente. Assim, quem faz com que ele decida é a lei, é a legislação, e a mesma coisa tem que acontecer com a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.
Nós temos que ser uma entidade, uma Polícia Militar ou Corpo de Bombeiros Militar, de Estado e não governo. De Estado, porque nós somos regidos pela Constituição Federal e por um Estatuto próprio. Sendo assim, o militar tem que saber: "qual é a sua missão", a qual é cumprir a Constituição Federal, cumprir o Código Penal, o Civil, e as demais leis em si, pois esta é a missão do policial militar e do bombeiro militar. Portanto, deve o militar apoiar quem quer que esteja no governo, o que não quer dizer que deva ficar atrelado às decisões governamentais.
Com a PEC 300, os militares praticamente passarão a ter um duodécimo, onde os governos não vão decidir sobre os vencimentos dos militares, e por consequência os comandantes não estarão com a cuia na mão em cada maio de cada ano, para negociar data-base, nem as nossas associações irão às ruas para ficar fazendo mobilizações ou movimentos, porque automaticamente nós vamos ter uma data-base nacional, e o ganho para a sociedade será enorme.
A gente precisa fazer o governo entender, e o PSDB do governador Téo Vilela já vem marchando nessa linha, algo que os demais governadores do Brasil deveriam também entender e chamar pra si essa responsabilidade, que não se trata de uma questão de salário, e sim de dignidade, autonomia, e acima de tudo, o povo precisa disso. O povo não quer uma polícia que seja patrimonialista, onde, por exemplo, na Ponta Verde, o índice de criminalidade é quase zero, e no Tabuleiro dos Martins, é recorde no Brasil, bem dizer do mundo, um verdadeiro absurdo. Portanto, repito: nós não podemos ter uma polícia patrimonialista, e sim uma polícia independente na sua área de atuação, com soberania nas suas decisões, e que trabalhe para ajudar o governo de quem quer que seja, qualquer que seja o partido.
Essa é a ideia da PEC 300. E é por isso que nós defendemos essas propostas. Foi com esse discurso que nós levamos essa proposta aos senadores e aos deputados federais. Em fim, a importância dessa PEC é de valor inestimável. O povo precisa ser orientado nesse sentido, para lutar com a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar, para que a PEC 300 passe no congresso, isto é, passe no senado, e passe na câmara federal.
Fonte: recebido por e-mail

11 comentários :

Anônimo disse...

Nós devíamos prender os ladrões... Mas temos que cortar a própria carne, né?

Anônimo disse...

Ivon meu comandante. Estamos com vc meu chefe. Bote pa arrombar nesse luciano safado.

Anônimo disse...

kkkkkk! o coroné precário( taradinho) quer dar uma de bom moço. To morto!!!!!!!!

CBMAL disse...

Concurso deve abrir 600 vagas para Corpo de Bombeiros em Alagoas

O Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBM/AL) planeja realizar um concurso público para a categoria ainda este ano. A informação foi passada ao portal Tudo na Hora pelo chefe da assessoria de comunicação do órgão, coronel Paulo Marques. Ele deu a notícia em primeira mão, na manhã desta quarta-feira (7), durante o desfile em comemoração ao Dia da Independência do país, na Praia da Avenida.

Paulo Marques disse que o comando do Corpo de Bombeiros vem negociando com o governador Teotônio Vilela Filho a realização de um novo concurso público. “Já conversamos e solicitamos ao governador a realização do concurso ainda para este ano. As negociações estão avançando e esperamos realizar o certame até dezembro”, disse ele.

O coronel disse que, atualmente, o Corpo de Bombeiros trabalha com menos de 50% do efetivo que o órgão necessita. “É preciso aumentar nosso contingente de homens. Hoje temos déficit no número de pessoas”, afirma Paulo Marques. “Esperamos mais 600 bombeiros com o novo concurso”. Ele informou, ainda, que a entidade tem base em apenas seis municípios alagoanos.

O último concurso público para o Corpo de Bombeiros em Alagoas aconteceu no ano de 2006 e contratou mais de 600 oficiais para a corporação.

Rafaela de Almeida disse...

Parabéns, Comandante Ivon. Estamos com o senhor!

Anônimo disse...

Parabéns Cel Ivon pelo trabalho que vem desempenhando na Caixa, temos a certeza que o Sr. juntamente com sua equipe está de parabéns pelas conquistas alcançadas e com certeza alcançará mais. Continue assim trabalhando pelo policial militar que certamente Deus dará em dobro tudo que almejá.

Anônimo disse...

Quando é um praça que dá uma furada de R$ 10,00 ou 20,00 reais vais preso e pode até ser expulso? O que vai ser feito com esses OFICIAIS LADRÕES DA PMAL?

Uma Policial disse...

Parabéns à Briosa em Foco pela sensibilidade em divulgar o material recebido, o que demonstra que existe feedback entre vocês e os leitores que enviam material para postagem.

Anônimo disse...

Parabéns por tudo o que o senhor tem feito e com certeza fará mais.Nota-se a diferença do que era a Caixa Beneficente e o que ela está se tornando.Transparência e humildade acima de tudo.Siga em frente, com a coragem e a sabedoria que lhe é peculiar.

Sócio da ASSOMAL disse...

“Estão querendo desarticular as associações”, disse Maj Fragoso

Teotônio Vilela afirma que lei incentiva a criação de associações com diversas denominações

Após a publicação da matéria no site do Supremo Tribunal Federal (STF) na última segunda-feira (05), onde o governador de Alagoas, Teotônio Vilela, ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4648), questionando a lei estadual que trata da licença para policiais e bombeiros militares quando eles exercem mandato em entidades de classe, a Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal), por intermédio do seu presidente, major PM Wellington Fragoso, se posicionou contra a atitude do governador.

Na ação, o governador sustenta que a Lei Estadual 7.203/2010, editada pela Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas, é inconstitucional porque trata de matéria cuja iniciativa é privativa do governador do Estado. Por essa razão, afirma que a lei afronta o artigo 61 (parágrafo 1º, inciso II, alíneas “a” e “f”) da Constituição Federal. Para a Assomal, há um grande equívoco no artigo 61, pois não trata da matéria a respeito.

A Lei 7.203/2010 foi aprovada pela Assembleia Legislativa no dia 26 de outubro do ano passado após ter sido vetada pelo governador. O veto foi derrubado e a lei passou a assegurar aos policiais e bombeiros militares o direito de tirar licença para exercer mandato classista em confederação, federação e associação de classe representativa da categoria a que pertençam, sem prejuízo da remuneração, dos direitos e das prerrogativas inerentes ao cargo.

De acordo com o major PM Wellington Fragoso que já entrou em contato com a Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais (Feneme) e Associação dos Oficiais Militares do Brasil (AME) Brasil, para tomar as medidas cabíveis judicialmente, o Governo está perdido, pois ao invés de cuidar da saúde, educação e segurança dos alagoanos, fica perseguindo os líderes de associações militares. “Estão querendo calar as entidades de classe, dificultando os direitos constitucionais da livre exposição de idéias, voltadas ao bem-estar comum, mas não iremos ficar calados. Através da Feneme e AME Brasil, já acionamos nossos advogados para solucionar esta questão”, disse Fragoso.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES, CLIQUE AQUI.

Sócio da ASSOMAL disse...

Major da PM é atropelado e morto em Recife

É com muito pesar que toda diretoria da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal) informa o falecimento do médico veterinário e major PM José Vieira Bezerra (51), ocorrido na manhã do último domingo (04), na Avenida Bernardo Vieira de Melo, no bairro de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, capital pernambucana. O Oficial faria 52 anos no dia 20 deste mês.

O corpo do major foi liberado na noite de ontem pelo Instituto de Medicina Legal (IML), de onde seguiu para a cidade de Arapiraca, interior de Alagoas e será sepultado às 17h no Cemitério Pio XII.

Na oportunidade, os diretores da associação homenageiam este grande profissional que, durante anos exerceu com empenho sua profissão.
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