AMADORES INCOMPETENTES (Cia Ltda)

Alguns meses atrás dissemos que a cúpula da Segurança Pública em Alagoas era gerenciada por amadores, mas com o passar do tempo chegamos à conclusão que estas pessoas (Dário César e Luciano Silva, e "Cia LTDA") eram – na verdade – incompetentes para os seus atuais cargos. E muitas foram as vezes em que afirmamos e provamos isso.
Muitos colegas, mesmo não compactuado com o muito de errado que existe, ficaram horrorizados com as nossas afirmações, ainda mais por um simples detalhe: se dissemos o que dissemos sobre o Secretário de Segurança Pública e o Comandante Geral, e outro tanto de mazelas, poderíamos falar sobre qualquer um deles e isso não podia acontecer.
Eu lembro que houve um certo rebuliço quando o assunto não apenas nos corredores do QCG ou de algumas unidades "isoladas" da capital eram "as postagens do Briosa em Foco", pois muita gente, de uma forma ou de outra, sempre tinha algo a esconder.
Hoje, passados alguns meses do início das nossas atividades, apesar de nem metade das nossas denúncias estarem sendo devidamente apuradas, podemos dizer que estamos felizes pelas singelas vitórias que estamos tendo, assim como com a confirmação do que há muito tempo estamos falando aqui, conforme pode ser verificado na seguinte matéria da Gazeta de Alagoas:
Governo perde recursos de R$ 40 mi para Segurança Pública de Alagoas
Por causa de erros em projetos, Estado não consegue emplacar propostas
O governo de Alagoas perdeu a oportunidade de receber até R$ 40 milhões para investir no combate à violência. Os dois editais lançados este ano pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (SENASP/MJ) não tinham limites para a quantidade de projetos por Estado. Alagoas só apresentou dois. Ambos foram reprovados porque tinham erros primários. O edital de chamada pública número 1, lançado no dia 18 de julho, previa o "aprimoramento da gestão de recursos humanos e das condições de trabalho; a prevenção, redução ou eliminação de riscos e acidentes de trabalho e de adoecimentos; e atividades de prevenção em saúde e de promoção de qualidade de vida".
O edital número 2, lançado em 22 de julho, destina recursos para a área de educação em segurança pública, com o "aprimoramento das estruturas físicas e aprimoramento do ensino".
No primeiro edital, cada projeto poderia chegar a R$ 1 milhão e o conjunto das propostas alcançaria o teto de R$ 10 milhões. Já no segundo, o valor por projeto tinha o limite de R$ 2 milhões, com o máximo previsto de R$ 30 milhões por órgão habilitado, que no caso de Alagoas é a Secretaria de Estado da Defesa Social (SEDS). Acontece que os dois únicos documentos apresentados cometeram erros crassos, ignorando itens descritos nos próprios editais.
POLICIAIS CRITICAM DESCLASSIFICAÇÃO
Entidades que representam os trabalhadores da área de segurança reagiram com indignação ao saber que o Estado deixou de ganhar recursos para investir em antigas reivindicações, como investimento na saúde do policial, melhoria da qualidade de vida, condições de trabalho e qualificação profissional.
Para o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (SINDPOL), Josimar Melo, o governo não tem uma política séria de combate à violência. "Os gestores são incompetentes para conseguir estes recursos. Na elaboração desses projetos, a Secretaria de Defesa Social (SEDS) nem sequer ouviu os policiais, não consultou as bases, ficou só com as opiniões dos tecnocratas".
Josimar afirma que o governo não tem nem ideia das demandas dos policiais de Alagoas. "Tanto é que está fazendo concurso para apenas 150 policiais, um número irrisório, uma piada".
E agora, Dário César e Luciano Silva? A sociedade espera respostas!

22 comentários :

Anônimo disse...

Befe como sempre vcs bo parromba com esses otaro

Anônimo disse...

Erros primários:

"b" com "a" = "ba"
"b" com "e" = "be"
"d" com "a" = "da"
"D" com "L" = "De se Lamentar"

Anônimo disse...

Esse dário é caba de peia topado.

Rocha tamos com vc meu irmao

e vc dada, vc eh caba safado.

Cabo Êta disse...

Amigos, fiquei sabendo por um conhecido que dirige para uma certa "otoridade" lá na SEDS que o Dadá e o Lulu mandaram grampear os telefones de todos os suspeitos que fazem esta página, em especial os telefones dos que não fazem parte da panelinha (oposição), e esse grampo NÃO FOI AUTORIZADO, foi coisa da 2ª seção. Muitos estão no grampo, aguardando que falem algo que os liguem as postagens, para assim intensificar as investigações. E quando perguntado sobre quais os nomes dos grampeados, nosso amigo foi seco ao afirmar: "todos os suspeitos, incluindo Ivon, Marinho, J Junior, Simas, Fragoso e o Bugarim". Fica aí o alerta. Maiores informações eu passo por e-mail.

Anônimo disse...

CB ÊTA, CABRA DE PEIA, VOCÊ TAVA SUMIDO. TAVA ONDE? QUE MOITA É ESSA?

Feddie Mercury Prateado disse...

Veha baiano... venha. venha baiano... venha baiano.... atichinararnanarara, venha baiano, baianooooooooo

Cabo Êta disse...

É a moita da sabedoria, amigaão, pois até "um burro em silêncio é mais sábio que essa gestão a SEDS".

Anônimo disse...

KKKK CB ÊTA, MEU PARÊA, VOCÊ NÃO PRESTA, NÃO VALE NADA, MAS EU GOSTO DE VOCÊ KKKK

Anônimo disse...

Vocês querem desmoralizar as autoridades desse Estado? Isso não se faz!

Assessoria BEF disse...

Quanto vale a vida de um policial?

Um tenente da Polícia Militar de Goiás foi morto a tiros por um ex-soldado. A família do oficial foi à Justiça pedir danos morais e o Estado foi condenado ao pagamento de R$ 30 mil. Houve recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde o ministro Benedito Gonçalves, da 1ª Turma, em decisão publicada em 10/8/2011, acolhida por unanimidade, entendeu que esse valor não era exorbitante, pois a morte foi "motivada por vingança em razão do exercício do cargo público por ele ocupado e ocasionada por comprovada negligência estatal", e ressaltou que "...o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, analisando o conjunto fático probatórios dos autos, concluiu que o Estado de Goiás deveria ser responsabilizado, por não ter tomado as providências que estavam a seu alcance para proteger a vítima, tenente da Polícia Militar que participou do procedimento disciplinar administrativo instaurado contra seu algoz, ex-soldado da Polícia Militar, mesmo tendo ciência das ameaças de morte que estavam sendo realizadas". Desse modo, o recurso não foi aceito e a sentença, de R$ 30 mil, a título de danos morais, pela morte do filho, foi mantida em favor dos seus pais.

Já em 15/9/11 foi publicada a decisão do Recurso Especial nº. 1.210.778, julgado pelo STJ, pela mesma 1ª Turma, também por unanimidade. Nesse processo, contudo, o relatório ficou a cargo do ministro Arnaldo Esteves Lima. Discutiu-se indenização por dano moral decorrente da morte em serviço de um cabo do Exército, causada em acidente automobilístico, onde o motorista da viatura, um soldado, foi condenado por homicídio culposo (quando não há a intenção de matar).

O caso teve início em Santa Catarina, onde o juiz que primeiro analisou o caso entendeu pela inexistência de danos morais e no não acolhimento do pedido da promoção para o posto hierarquicamente superior (sargento).

A família recorreu para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, onde os desembargadores entenderam que a promoção ao posto de sargento era devida, mas não o pedido de danos morais.

Inconformada, a família levou o caso ao STJ, onde o relator, ministro Arnaldo Esteves, discorreu no seu voto que, comprovado que a causa do acidente foi a má direção do motorista da viatura, o Estado deve ser responsabilizado.

"Se é certo que eventuais acidentes em serviço envolvendo viaturas militares possam ser enquadrados dentro do risco inerente à própria atividade militar, não é menos certo que deve ser considerada extremamente improvável que a morte de um militar ocorra em razão de homicídio praticado por um subordinado seu".

E sobre as pessoas que fariam jus ao dano moral, explicou: "Embora a indenização por danos morais seja devida, em regra, apenas ao lesado direto, ou seja, a quem experimentou imediata e pessoalmente as consequências do evento danoso, há hipóteses em que outras pessoas a ele estreitamente ligadas também experimentam danos de forma reflexa– dano moral por ricochete ou "préjudice" d’affection–, em virtude dos laços afetivos e circunstâncias de grande proximidade, aptas a também causar-lhes o intenso sofrimento pessoal".

E com base na lei 12.257/10, que concedeu indenizações aos militares brasileiros mortos quando do terremoto no Haiti, arbitrou esse valor em R$ 500.000 - R$ 150 mil à viúva, R$ 100 mil para cada um dos dois filhos e R$ 75 mil para cada um dos pais do militar.

Não questiono a dor e o sofrimento suportados pelos familiares que perdem um ente querido e até duvido que algum valor compensará a falta de quem se ama. Entretanto, não é de hoje que as indenizações por danos morais possuem como parâmetro a ausência de lógica, o que constitui verdadeira injustiça.

Com o exemplo dos casos mencionados, ambos julgados por uma mesma turma STJ em prazo pouco maior de 30 dias, pela morte de um tenente (policial) a família recebeu R$ 30 mil, e pela de um cabo (do exercito), R$ 500 mil.

Vladimir Polízio Júnior
Defensor público

Assessoria BEF disse...

Quanto vale a vida de um policial?

Um tenente da Polícia Militar de Goiás foi morto a tiros por um ex-soldado. A família do oficial foi à Justiça pedir danos morais e o Estado foi condenado ao pagamento de R$ 30 mil. Houve recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde o ministro Benedito Gonçalves, da 1ª Turma, em decisão publicada em 10/8/2011, acolhida por unanimidade, entendeu que esse valor não era exorbitante, pois a morte foi "motivada por vingança em razão do exercício do cargo público por ele ocupado e ocasionada por comprovada negligência estatal", e ressaltou que "...o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, analisando o conjunto fático probatórios dos autos, concluiu que o Estado de Goiás deveria ser responsabilizado, por não ter tomado as providências que estavam a seu alcance para proteger a vítima, tenente da Polícia Militar que participou do procedimento disciplinar administrativo instaurado contra seu algoz, ex-soldado da Polícia Militar, mesmo tendo ciência das ameaças de morte que estavam sendo realizadas". Desse modo, o recurso não foi aceito e a sentença, de R$ 30 mil, a título de danos morais, pela morte do filho, foi mantida em favor dos seus pais.

Já em 15/9/11 foi publicada a decisão do Recurso Especial nº. 1.210.778, julgado pelo STJ, pela mesma 1ª Turma, também por unanimidade. Nesse processo, contudo, o relatório ficou a cargo do ministro Arnaldo Esteves Lima. Discutiu-se indenização por dano moral decorrente da morte em serviço de um cabo do Exército, causada em acidente automobilístico, onde o motorista da viatura, um soldado, foi condenado por homicídio culposo (quando não há a intenção de matar).

O caso teve início em Santa Catarina, onde o juiz que primeiro analisou o caso entendeu pela inexistência de danos morais e no não acolhimento do pedido da promoção para o posto hierarquicamente superior (sargento).

A família recorreu para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, onde os desembargadores entenderam que a promoção ao posto de sargento era devida, mas não o pedido de danos morais.

Inconformada, a família levou o caso ao STJ, onde o relator, ministro Arnaldo Esteves, discorreu no seu voto que, comprovado que a causa do acidente foi a má direção do motorista da viatura, o Estado deve ser responsabilizado.

"Se é certo que eventuais acidentes em serviço envolvendo viaturas militares possam ser enquadrados dentro do risco inerente à própria atividade militar, não é menos certo que deve ser considerada extremamente improvável que a morte de um militar ocorra em razão de homicídio praticado por um subordinado seu".

E sobre as pessoas que fariam jus ao dano moral, explicou: "Embora a indenização por danos morais seja devida, em regra, apenas ao lesado direto, ou seja, a quem experimentou imediata e pessoalmente as consequências do evento danoso, há hipóteses em que outras pessoas a ele estreitamente ligadas também experimentam danos de forma reflexa– dano moral por ricochete ou "préjudice" d’affection–, em virtude dos laços afetivos e circunstâncias de grande proximidade, aptas a também causar-lhes o intenso sofrimento pessoal".

E com base na lei 12.257/10, que concedeu indenizações aos militares brasileiros mortos quando do terremoto no Haiti, arbitrou esse valor em R$ 500.000 - R$ 150 mil à viúva, R$ 100 mil para cada um dos dois filhos e R$ 75 mil para cada um dos pais do militar.

Não questiono a dor e o sofrimento suportados pelos familiares que perdem um ente querido e até duvido que algum valor compensará a falta de quem se ama. Entretanto, não é de hoje que as indenizações por danos morais possuem como parâmetro a ausência de lógica, o que constitui verdadeira injustiça.

Com o exemplo dos casos mencionados, ambos julgados por uma mesma turma STJ em prazo pouco maior de 30 dias, pela morte de um tenente (policial) a família recebeu R$ 30 mil, e pela de um cabo (do exercito), R$ 500 mil.

Vladimir Polízio Júnior
Defensor público

Atchifani disse...

As autoridades desse estado, incluindo DARIO O CESAR que esta la no twitter pra quem quiser ver m perfil dele vestido de mulé já são desmoralizadas por elas mesmo.

Coronel Veio de vergonha na cara disse...

Esses minino mago gesto, gesto, peste de gestor. caba seveigoin merece eh tudo uma pisa de bima de boi. Ah meus tempo de quarté!

Coronel Veio de vergonha na cara disse...

Na minha epuca ninguem bulia com meus minino. As tropa era meus minino,

Coronel Veio de vergonha na cara disse...

ns minino feio, buchudo, chei de varize. Tinha uns minino mais afoto, que tumava de cachaca, mas ai a gente pegava butarra pa dento, darra um bain de pipoca, umas lapada e sortava.
Notu dia elesvinha pidi abença.

Hj so tem desmoralizado nssa secretaria de seilaoquela. Ainda butaro um minino, ta de lucianjo, luciano... sei la, o minino parece que é "meio duentinho"...

Anônimo disse...

Carta aberta ao governador de Alagoas

on 27 de setembro de 2011

Senhor governador do Estado de Alagoas,

Não conheci seu pai - o que considero uma pena, a julgar pelo que li sobre ele, em especial o livro “Teotônio, o Guerreiro da Paz”, do jornalista Alves Marcio Moreira – e embora ainda adolescente, me emocionei com a poesia do Milton que viraria um dos hinos da campanha pelas Diretas no País. Ainda hoje, passados tantos anos, me pego cantando a canção – seja pela beleza dos versos, seja pelo que eles representaram na história do País:

“Quem é esse saltimbanco
Falando em rebelião
Como quem fala de amores
Para a moça do portão?”

Filhos de pessoas ilustres costumam dizer que não há nada mais pesado do que o sobrenome do pai. Confesso que não sei se teria estrutura de carregar um apelido famoso, porque isso requereria de mim muito mais esforços. Preservar o sobrenome de alguém importante é uma tarefa árdua e não menos penosa. Por isso lamento pelo senhor, governador. Imagino que não deve ser nada fácil suportar um Teotônio Vilela sublinhado – imagine a carga! – por um sonoro Filho. Costumo dizer que sobrenome se constrói; já sobrenome construído, é preciso trabalhar dobrado sob pena de manchá-lo. O senhor não parece ser uma má pessoa. Já tive a oportunidade de conversar algumas vezes com vossa excelência – todas elas no exercício da minha profissão. Quem analisa a conjuntura política do Estado, no entanto, tem outra impressão. E esta, infelizmente, é a que está ficando. Dá desgosto ver Alagoas ocupar manchete negativa na imprensa nacional – quase sempre relacionada à violência, saúde e educação. Eu tenho orgulho de ser alagoano – mesmo com meus colegas de profissão de outros Estados vindo me cumprimentar, nos encontros de trabalho pelo Brasil a fora, sempre com a velha frase: “Ah, você é do Estado daquele político lá, né?”. Não. Eu sou de um Estado que tem muita gente boa, em todas as áreas de atuação. Quer ver? Música? Hermeto Paschoal, Djavan, Jararaca (da dupla Jararaca & Ratinho)... Cinema? Cacá Diegues, Jofre Soares... Literatura? Lêdo Ivo, Graciliano Ramos, Jorge de Lima... Mas sei que tem algo errado com o lugar onde moro, sim. Não vou fechar os olhos, como o senhor parece ter feito (governador, o senhor é filho do Menestrel, lembra!?). Antes mesmo que o senhor queira saber quem eu sou, eu respondo: sou uma estatística, governador. Uma estatística do seu governo. Entrei para essa – gostaria de dizer seleta, mas infelizmente não cabe o termo aqui – categoria hoje. Estou sendo obrigado a me mudar de onde moro pela violência desenfreada que toma conta do Estado. Obrigado a deixar o lugar onde fiz amizades, vínculos e – mais do que tudo isso – construí um lar. Tudo isso porque homens armados invadiram, nesta manhã de terça-feira, o pequeno condomínio onde divido espaço com alguns moradores, arrombaram as casas e ameaçaram pessoas – inclusive crianças. Tudo em plena luz do dia, sem a interveniência do Estado. Eles sabem que nenhum mal será lhes feito. A polícia não age – e não é por culpa dos profissionais existentes no Estado. Antes, é pela falta deles. Não temos médico, professores e policiais suficientes. E o que temos, trabalham em situação adversa. Falta tudo do lado dos mocinhos – de colete a ambulância. E os bandidos sabem fazer conta – mesmo sem escola, que, infelizmente, estão caindo aos pedaços. Estou deixando um lugar de gente simples, mas tão humana que já me dói a despedida. E não é por culpa dos bandidos. É por culpa da omissão do Estado, senhor governador. Mas antes de me mudar, gostaria de dizer que torço para que tudo isso seja revertido em tempo hábil. Torço por vossa excelência. Francamente, gostaria que, no futuro, o senhor fosse lembrado como Teotônio Vilela Filho. E não apenas como filho do Teotônio Vilela – pai.

Anônimo disse...

Dizem que dário e luciano se juntaram com liberato e com mais uma merrequinha do Lima Jr, compraram um circo pra ter uma VIRACAO

Resultado?

São tão maus admnistradores que até o anão do circo cresceu...
...e acabou levando uma "parte" por ter descumprido o disposto no artigo 32 LVII "descumprir ordem de superior"


Pândego, ein?

Assessoria BEF disse...

Estes presidentes são tão incompetentes, que até mesmo na esfera judicial eles manejam o instrumento errado para trancar as suas ações criminais. Vejam essa informação no BGO nº 181, de 27 de setembro de 2011. Agora, para os presidentes das respectivas associações o atendimento do "adivogado" é dessa qualidade, quem dirá pro sócio. Tâmo tudo lascado. Por isso: vamos aderir à campanha: DESASSOCIAÇÃO EM MASSA.

Anônimo disse...

Parece até que o Té tem um caso com o Dário ou o Luciano, pois esses dois são que nem aquele 'buraquinho', só fazem merda e perduram nos cargos... Tem algo muito estranho aí...

Anônimo disse...

Será que o Téo tem algum caso com o Dário ou o Luciano? É muito na cara, pois os caras são que nem aquele buraquinho que só faz merda e estão se mantendo no cargo... è no mínimo estranho, vcs não acham?

Jenésio, o Pecador disse...

Será que depois de velho o Téo foi na do Dadá? Digo, foi na "onda", na "onda". Vixi, deu no mesmo. Vamos refazer a frase: "Será que depois de velho o Téo passou a gir como o Dadá?" - ficou melhor agora?

ASCOM da PMAL disse...

Alagoas mantém 20 convênios com a Senasp no valor de R$ 41 milhões

A Secretaria de Estado da Defesa Social (Seds) mantém 20 convênios no valor total de R$ 41 milhões com a Secretaria Nacional de Seguraça Pública (Senasp). O secretário da Defesa Social, Dário Cesar, afirma que, dentro da determinação do Governo de Estado, de manter o combate ao crime como prioridade, tem procurado todas as oportunidades de captação de recursos para execução de projetos de combate à violência. “O Governo de Alagoas obteve seu melhor desempenho na execução dos projetos em parceria com o governo federal”, afirma.

O secretário destaca a importância da parceria com o Ministério da Justiça para a melhoria dos indicadores da segurança em Alagoas. “Sempre estamos em busca de oportunidades e de recursos. Por fazermos parte de um estado pobre, todo recurso é bem-vindo e o desenvolvimento de todos esses projetos junto ao Ministério da Justiça nos engrandece e nos faz desenvolver um melhor trabalho na Segurança Pública", comemora o secretário.

A Seds concluiu esta semana a aplicação dos recursos oriundos da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) nos projetos de construção das Bases Comunitárias de Segurança e da melhoria das condições de atividade dos profissionais, com aquisição de viaturas, armas, motos e munições. Com 100% da execução desses dois convênios, Alagoas alcança seu melhor índice de desempenho junto à Senasp. Só nesses dois projetos, a Seds aplicou a quantia de R$ 8.814.876,94.

Atualmente, Alagoas mantém vinte 20 convênios com a instituição federal, um investimento superior a R$ 41 milhões. Parte desses projetos está em execução e outra parte encontra-se em fase de licitação.

Dentre esses convênios, destacam-se a capacitação de 600 agentes penitenciários, o reaparelhamento do Corpo de Bombeiros, inclusive com a compra de um veículo escada giratória, a modernização e reaparelhamento da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico e a construção dos laboratórios do Instituto de Criminalística e da Perícia Oficial de Alagoas.

Outros três projetos estão em fase de conclusão. O convênio Fazendo Arte, voltado à qualificação profissional dos reeducandos, atingiu 70% da execução. A implementação do Centro Integrado de Operações da Defesa Social (Ciods/AL), com novos computadores e rádio digital, alcançou o índice de 80% e o reaparelhamento das corregedorias, que compõem os órgãos de Segurança Pública do Estado, está com 82% realizados.

[Fonte: Ascom SEDS]

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