Atenção Leitores - Movimento Tolerância Zero

Atenção Leitores!
Um de nossos membros viajou esta semana. Por motivos óbvios não pudemos informar o exato momento. Podemos adiantar que ele está em Sergipe, em contato com Policiais Militares desta coirmã coletando subsídios para implantação no âmbito da nossa corporação juntamente com o CBMAL do Movimento Tolerância Zero.
Na próxima semana já teremos as diretrizes formatadas e a proposta apresentada para a tropa.
Pedimos a adesão em massa, e a disseminação entre a corporação. O Movimento só terá eficácia se a adesão for maciça. CHEGA DE COVARDIA.
Lembrem-se: estamos gastando do nosso bolso sem apoio de associações compradas e descomprometidas com o efetivo militar, expondo a nossa cabeça a ira de nossos inimigos, quais sejam o Secretário de Defesa Social, o Comandantes Geral, comandantes do EMG e demais OPMs e Corregedor Geral, tudo isso porque a tropa pediu, ou melhor afirmando: exigiu que implantássemos imediatamente este modelo.
O fiel cumprimento depende de vocês. Façam o possível.
A GUERRA ESTA DECLARADA. É AGORA OU NUNCA.
E você? Vai desertar dessa luta que é POR VOCE?

12 comentários :

Anônimo disse...

deveriamos fazer um movimento de desassociação em massa

Anônimo disse...

É por aí! Vamos nessa!

Anônimo disse...

EXCELENTE iniciativa, espero que a tropa que já foi, e é massacrada por escalas DESUMANAS, serviços extra NÃO REMUNERADO, salários INDIGNOS, PÉSSIMAS condições de trabalho, alojamentos VERGONHOSOS que maia parecem masmorras, venham a aderir essa iniciativa e JAMAIS desanimar.

JUNTOS somos MUITO FORTES!

Meia Bola. disse...

TO dentro vamos espalhar nos quarteis!

Ai comandate:

OOOOOOOTARRRRRRRRRRRIOOO.

Anônimo disse...

PARECE QUE OS SRS ESTÃO LENDO MEU PENSAMENTO, TENHO DITO AQUI, SE ACOVARDADR NÃO VAI DAR EM NADA, TEMOS QUE TOCAR O TERROR, PELA MORALIZAÇÃO DA PMAL, NÃO ACEITE SUBERNO, NEM FECHE OS OLHOS PRO ANTIGÃO QUE ACEITA, SE VC VER UM OFICIAL OU SEJA QUEM FOR FURANDO OU SABE DE ALGUM PODRE, ARME UM FLAGRANTE E PRENDA ESSE BANDIDO, PQ NÓS SOMOS POLICIA, QUEM QUISER SE COMPORTAR COMO BANDIDO QUE SOFRA AS CONSEQUENCIAS, ISSO SERVE PRA POLITICO, JUIZ A BOBA DA PESTE, QUANDO ELES ENTENDEREM QUE NÓS SOMOS A LEI E QUE SEM NÓS NADA SE FAZ, ELES VÃO NOS RESPEITAR E ATÉ TEMER.

Anônimo disse...

SE VC FOR COMPRAR UM REFRIGERANTE E O VENDEIRO QUISER LHE DAR, NÃO ACEITE, NÃO ACEITE NADA DE GRAÇA DE NINGUÉM, SE NÃO TIVER DINHEIRO VEJA SE O COLEGA TEM, PEÇA EMPRESTADO O DINHEIRO DO LANCHE PRA PAGAR QUANDO RECEBER, E SEJA UM POLICIAL HONRADO. MOVIMENTO PELA MORALIZAÇÃO DA PMAL!!!NÃO PREVARIQUE, TRABALHE!! FIQUE DE OLHO EM QUEM TEM O HÁBITO DE FURAR, IMPEÇA-O, SE SOUBER DE ALGUM ARREGO DE OFICIAL, CMTE DE OPM OU CIA DO INTERIOR (COMO DO BANCO DO BRASIL OU USINA), JUNTE PROVAS, TIRE FOTOS, VAMOS BOTAR ESSES LADRÕES NA CADEIA QUE É O LUGAR DELES!!!

Briosa em Foco disse...

Quanto vale a vida de um policial?

Um tenente da Polícia Militar de Goiás foi morto a tiros por um ex-soldado. A família do oficial foi à Justiça pedir danos morais e o Estado foi condenado ao pagamento de R$ 30 mil. Houve recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde o ministro Benedito Gonçalves, da 1ª Turma, em decisão publicada em 10/8/2011, acolhida por unanimidade, entendeu que esse valor não era exorbitante, pois a morte foi "motivada por vingança em razão do exercício do cargo público por ele ocupado e ocasionada por comprovada negligência estatal", e ressaltou que "...o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, analisando o conjunto fático probatórios dos autos, concluiu que o Estado de Goiás deveria ser responsabilizado, por não ter tomado as providências que estavam a seu alcance para proteger a vítima, tenente da Polícia Militar que participou do procedimento disciplinar administrativo instaurado contra seu algoz, ex-soldado da Polícia Militar, mesmo tendo ciência das ameaças de morte que estavam sendo realizadas". Desse modo, o recurso não foi aceito e a sentença, de R$ 30 mil, a título de danos morais, pela morte do filho, foi mantida em favor dos seus pais.

Já em 15/9/11 foi publicada a decisão do Recurso Especial nº. 1.210.778, julgado pelo STJ, pela mesma 1ª Turma, também por unanimidade. Nesse processo, contudo, o relatório ficou a cargo do ministro Arnaldo Esteves Lima. Discutiu-se indenização por dano moral decorrente da morte em serviço de um cabo do Exército, causada em acidente automobilístico, onde o motorista da viatura, um soldado, foi condenado por homicídio culposo (quando não há a intenção de matar).

O caso teve início em Santa Catarina, onde o juiz que primeiro analisou o caso entendeu pela inexistência de danos morais e no não acolhimento do pedido da promoção para o posto hierarquicamente superior (sargento).

A família recorreu para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, onde os desembargadores entenderam que a promoção ao posto de sargento era devida, mas não o pedido de danos morais.

Inconformada, a família levou o caso ao STJ, onde o relator, ministro Arnaldo Esteves, discorreu no seu voto que, comprovado que a causa do acidente foi a má direção do motorista da viatura, o Estado deve ser responsabilizado.

"Se é certo que eventuais acidentes em serviço envolvendo viaturas militares possam ser enquadrados dentro do risco inerente à própria atividade militar, não é menos certo que deve ser considerada extremamente improvável que a morte de um militar ocorra em razão de homicídio praticado por um subordinado seu".

E sobre as pessoas que fariam jus ao dano moral, explicou: "Embora a indenização por danos morais seja devida, em regra, apenas ao lesado direto, ou seja, a quem experimentou imediata e pessoalmente as consequências do evento danoso, há hipóteses em que outras pessoas a ele estreitamente ligadas também experimentam danos de forma reflexa– dano moral por ricochete ou "préjudice" d’affection–, em virtude dos laços afetivos e circunstâncias de grande proximidade, aptas a também causar-lhes o intenso sofrimento pessoal".

E com base na lei 12.257/10, que concedeu indenizações aos militares brasileiros mortos quando do terremoto no Haiti, arbitrou esse valor em R$ 500.000 - R$ 150 mil à viúva, R$ 100 mil para cada um dos dois filhos e R$ 75 mil para cada um dos pais do militar.

Não questiono a dor e o sofrimento suportados pelos familiares que perdem um ente querido e até duvido que algum valor compensará a falta de quem se ama. Entretanto, não é de hoje que as indenizações por danos morais possuem como parâmetro a ausência de lógica, o que constitui verdadeira injustiça.

Com o exemplo dos casos mencionados, ambos julgados por uma mesma turma STJ em prazo pouco maior de 30 dias, pela morte de um tenente (policial) a família recebeu R$ 30 mil, e pela de um cabo (do exercito), R$ 500 mil.

Vladimir Polízio Júnior
Defensor público

Briosa em Foco disse...

Estes presidentes são tão incompetentes, que até mesmo na esfera judicial eles manejam o instrumento errado para trancar as suas ações criminais. Vejam essa informação no BGO nº 181, de 27 de setembro de 2011. Agora, para os presidentes das respectivas associações o atendimento do "adivogado" é dessa qualidade, quem dirá pro sócio. Tâmo tudo lascado. Por isso: vamos aderir à campanha: DESASSOCIAÇÃO EM MASSA.

cão! disse...

os pit´s tão dentro!

Cabo Montana disse...

Contamos com a participação de TODOS.

VAMOS DEFLAGRAR O NOSSO MOVIMENTO.

Anônimo disse...

pra que fazer isso, agora, se nao podemos nesse momento reividicar aumento, data base so em maio meu filho, prepara as coisa pra março e abril começa, fazer isso agora é queima combustivel em vao.

Anônimo disse...

Se não furarmos vamos passar fome, kkkkkkkkkkkkkkk

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