A indisciplina dos hipócritas

Um dos pontos inerentes as minhas postagens neste espaço consiste em reportar-me às situações de cunho normativo que envolva a PM, seja no âmbito interno ou externo. E desde que começamos as nossas atividades assim eu tenho procurado proceder.
Eu, do ponto de vista do cidadão comum, aquele que é alheio às normas castrenses, acreditava que os policiais militares devessem andar sempre com as suas identificações à vista, isto é, com o seus nomes de "guerra" na tarjeta.
No entanto, ao perceber que uns militares usavam a identificação no uniforme e outros não, procurei inteirar-me dos porquês, bem como pesquisei a legislação que me foi recomendada, e a conclusão que cheguei, no que se refere ao uso do cadarço de identificação (termo técnico que a legislação da PMAL aplica à tarjeta), é: "os oficiais da PM de Alagoas além de indisciplinados são também hipócritas". E eu fundamento estas afirmações.
No dia 04 de outubro de 2005, o Soldado Ábdi Ferreira Félix foi preso em flagrante e recolhido a "área", por ordem do (hoje) TC Thúlio, simplesmente porque se recusou a cumprir a determinação de providenciar o seu cadarço de identificação, por ser dever da Polícia Militar pagar todo o uniforme para cabos e soldados, o que foi interpretado como desobediência à ordem de superior hierárquico. Em decorrência disso, o Procurador Militar entendeu que "(...) não caracterizava crime a conduta do paciente, a privação da liberdade que lhe foi imposta não se revestia de legalidade". Resultado: o Auditor Militar acolheu o parecer do Ministério Público, no sentido de conceder o Relaxamento da Prisão, nos termos dos art. 246, § 2°, do CPPM, determinando a imediata expedição do alvará de soltura ao Soldado Ábdi. E fez mais, determinou, ainda, a imediata instauração de procedimento para apuração de possível abuso de autoridade do oficial responsável pela prisão ilegal, recomendando, também, que o soldado Abdi Ferreira Félix fosse removido da RP, para evitar perseguições, e lotado em outra unidade militar.
Tempo depois, no dia 16 de novembro de 2009, o Soldado Argenário Velames de Almeida foi preso, também em flagrante, pelo mesmo motivo que o Soldado Ábdi, ou seja, porque estava sem a tarjeta e se recusou a providenciá-la, sendo que a sua condução ao Presídio Militar não se consumou por motivos ignorados, apesar de o oficial que ordenou a prisão ter dito na imprensa que somente liberou o Soldado Velames porque o mesmo se encontrava "em tratamento médico, sendo acompanhado por psicólogos". Sobre este episódio, existe até um vídeo, o qual disponibilizamos a seguir:

Pois bem, feito esta digressão, é fácil concluir que o não uso da tarjeta (para quem deve usar) consiste em transgressão disciplinar, conforme disposto no artigo 9° e art. 31, III, do RDPMAL.
Por conseguinte, como pode o Comandante do Policiamento da Capital apresentar-se publicamente, ou posar para fotos de jornais de grande circulação no Estado, não estando devidamente fardado? Será que as suas atitudes são justificadas pelo fato de que o mesmo chegou ao topo da carreira, ou, mais ainda, será que agora que "fechou", o Cmte do CPC acha-se acima do bem e do mal e das normas do RDPMAL?
Não temos a resposta para estas indagações, mas temos o que preceitua a nossa Carta Magna em seu art. 5°, II, que diz: "ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude lei". E por "lei", entenda-se "norma", haja vista o sentido lato da palavra. Logo, o Comandante Gilmar vive comentendo esta transgressão.
Por tudo que foi apresentado, é fácil concluirmos que gastamos muito tempo analisando uma situação aparentemente de pouca importância. Mas os elementos decorrentes dessa situação não são tão simples assim. Dois soldados foram constrangidos e tivram as suas liberdades de locomoção cerceadas quando da cobrança de uma obrigação da qual os mesmos eram isentos. O uso do uniforme é uma prerrogativa que enseja direitos e obrigações e existe previsão legal para tanto. As praças de pré (cabos e soldados) estão isentos do uso completo do uniforme ou de suas partes se não os houver recebido. O mesmo não se aplica de sargentos acima, e aí entra a obrigação legal que implicitamente diz: "graduados e oficiais tem a obrigação de usar o uniforme completo".
Para finalizar, vamos a mais uma situação do Comandante do Policiamento da Capital, o Coronel Gilmar. Enquanto todos os militares que estão a baixo dele têm a obrigação de ter um adesivo no veículo autorizando a passagem pela área interna do QCG ou para estacionar na área de visitantes, o nosso "ilustre" comandante, que não tem adesivo algum no seu veículo, mantém o seu carrão estacionado na área interna, isto é, em frente ao CPC, o dia inteiro sem que ninguém lhe importune.

27 comentários :

Sócio da ASSOMAL disse...

Talvez seja por isso que o Coronel Gilmar, em recente reunião no CPC, tenha dito para uns recrutas que "não vai cobrar o uso da tarjeta para os soldados".

Jenésio, o Pecador disse...

O Povo de Deus fica triste quando vê que alguns abençoados ficam ocupados com essas rotinas de pecados, perdendo a alegria de se envolver com situações realmente significantes, as quais poderiam lhes engrandecer pessoalmente, e principalmente com o grande trabalho de Deus ao redor do mundo.

Anônimo disse...

GILMAR, PONDERA AS TUAS VEREDAS KKKKKKKKKKKKK

Anônimo disse...

BRIOSA EM FOCO, em qual norma está previsto o uso obrigatório do CADARÇO DE IDENTIFICAÇÃO (TARJETA DE IDENTIFICAÇÃO). Se souber, favor responder dizendo o NÚMERO e ANO DA LEI, ARTIGO e INCISOS. Um abraço.

Anônimo disse...

Canalhas, mediovres e sem moral esse comando da PM de alagoas, fazem muito mais, passeiam com carro publico, se diverte com a gasolina publica, compram e ganham presente para liberarem as coisa. ou seja uma mar de lamas. Ai vem o MORALISTA de plantão O LU<, de quem todos tem que obedecer. OU seja é tudo uma merda só.cambada sem moral

Anônimo disse...

A polícia militar melhorou muito.Meu pai era militar e o regime era muito severo.Minha mãe colocava goma nas fardas que meu pai vestia e passava com ferro à brasa.Eu, engraxava suas botinas, enquanto meu pai limpava sua arma para está em perfeito estado para o trabalho.Logo cedo todo mundo acordava, pois meu pai tinha que trabalhar e chegar cedinho no quartel.Muitas vezes chegava triste e chateado tendo que dar continência até a um animalzinho que estava na entrada o quartel,mas era o regulamento.O dinheiro era pouco para sustentar mais de 8 (oito) filhos criar e educar.Tudo era muito difícil.Não gosto muito do regime militar, mas o que deu para perceber no vídeo apresentado , foi que esse militar que estava sendo recolhido, estava muito prepotente, tratando seu superior com uma certa falta de respeito.O outro militar superior , foi até um tanto tranquilo e equilibrado diante de tal situação.Isso foi o que deu para perceber.Não conheço nenhum dos dois envolvidos, apenas sou um observador.Agora, digo uma coisa: ninguém entra nessa área militar enganado.O regime é esse!Quem não tiver estômago para aguentar , tem que procurar sair fazendo outros concursos ou outras atividades menos rígidas.O que tembém não dá é deixar tudo avacalhar, senão a instituição perde a credibilidade.Não deve ter excessos de rigidez disciplinar , mas também não pode haver esculhanbação.Abraços a todos os militares.

Dr Júlio disse...

Em resposta ao leitor que perguntou sobre "em qual norma está previsto o uso obrigatório do CADARÇO DE IDENTIFICAÇÃO (TARJETA DE IDENTIFICAÇÃO)"...

O que tenho a informar é:

O respaldo é o RUPMAL – Decreto 35.269 (de 08.01.92):

Art. 31 – Os policiais militares terão, sobre seus uniformes, elementos de pronta identificação a saber:
1. Identificação da PMAL;
2. Identificação da OEM;
3. Identificação do Cmt Geral da Corporação;
4. Identificação Pessoal

§ 4º - A identificação Pessoal é feita por plaquetas, cadarços e letras gravadas nas peças superiores, obedecidos o uso e a descrição conforme previstos (...).

Art. 38 – É vedado ao policial militar:
1. O uso de uniformes em circusntâncias ou condições diferentes das que estão estabelecidas em legislação específica ou neste Regulamento.

***

Não cumprido o RUPMAL, aplica-se o RDPMAL – aprovado pelo Decreto 37.042 (de 06.11.96)

Art. 30 - São transgressões disciplinares leves:
I - andar o policial militar a pé ou em coletivos públicos com uniforme inadequado, contrariando o Regulamento de Uniformes da Corporação ou normas a respeito;

Art. 31 - São transgressões disciplinares médias:
III - apresentar-se desuniformizado, mal uniformizado ou com o uniforme alterado.

Espero ter ajudado o amigo. Infelizmente, não posso deixar meu telefone para contato por motivos obvies.

Um forte abraço,
Dr Júlio

Anônimo disse...

Dr. Julio, meu irmao! Estamos juntos!
Obs: e o terreno na levada, já vendeu?

Abracos!
Cb Veio

Anônimo disse...

Vai Mario da Hora, manda prender o Batinga, kkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

Militarismo ultrapassado... Tudo evolui, os animais evoluem, os vermes evoluem, as doenças evoluem, os estados brasileiros evoluem ( exceto Alagoas-é só comparar com os demais estados nordestinos) mas somente esse MILITARISMO hipocrita, desonesto, injusto, facista, anti-democrático, ditatorial e seboso, não evolui... Porque?

Anônimo disse...

ora nem uniforme a policia estar fornrcendo aos cabos e soldados,tem batalhão que paga uma gratificação e os oficiais obrigam os policiais a comprar a targeta e outras parte sdo niforme alegando que a gratificação é para isto estamos vivendo na ditadura dos coroneis e se não fiser ja sabe recebe uma ajuda para conhecer o interior mais distante que exitir em alagoas a famosa banguela por desobedecer é asim que trabalha a cupula da famosa briosa manda quem pode obedece quem precisa e pondera quem é doido mas eu tenho a certeza de uma coisa um dia todo mundo vai responder perante o nosso DEUS

CAPITA BONFA disse...

CORONEL MARIO DA HORA EA GORA VAI MANDAR PRENDER O BATINGA

Sócio da ASSOMAL disse...

Aposentadoria dos Policiais Militares

O tema aposentadoria sempre foi e será motivo de discussões e divergências, notadamente quando mencionadas as de caráter especial. Necessário, portanto, ponderar acerca dos motivos que as fundamentam e no caso específico a que se aplica aos Policiais Militares da Brigada Militar, praças e oficiais, modernamente denominados Militares do Estado.

Lei estadual prevê que a aposentadoria voluntária dar-se-á aos trinta anos de serviço, se homem, e vinte e cinco anos, se mulher. Já a inativação compulsória, via de regra, aos trinta e cinco anos de serviço. Regramento este muito semelhante aos aplicados aos Militares Federais, sendo oportuno considerar que as Polícias Militares são força auxiliar e reserva do Exército, fazendo jus ao tratamento especial dirigido a esta categoria de servidores públicos.

Mas o que justifica, então, este tratamento distinto? Respondo: as exigências diferenciadas a que estão submetidos.

Para maiores informações: clique aqui.

Anônimo disse...

Quando esse militarismo seboso vai ser extinto?

GRUPO DE PESQUISA EM SEGURANÇA PÚBLICA - GPSEG disse...

Senhores editores do BEF: Solicitamos, humildemente, que os senhores permitam a publicação do seguinte comentário:

O Coronel Ivon respondeu, há uns 2 anos atrás, um PDO sobre alteração de uniforme, pois em uma operação do MP, ele se encontrava vestido com uniforme preto do BOPE, mas com as luvas de oficial, sendo que no uniforme preto os distintivos devem vir na gola. Resultado? Dadá mandou abrir PDO contra o Coronel Ivon pela seguinte acusação de alteração de uniforme: se apresentar em publico com uniforme fora dos padrões, e um outro monte de besteiras. E isso foi motivado por uma foto que o Coronel Ivon tirou e que foi divulgada na Gazeta. Tal qual acontece com Coronel Batinga, que posou sem a tarjeta de identificação em várias reportagens, tanto escritas como televisivas (em ambos os casos tendo saído também em reportagens da Gazeta). Eu me lembro do fato acontecido, e diante do exposto, por uma questão de justiça e isonomia, venho publicamente cobrar do comando postura igual à que foi adotada contra o Coronel Ivon.

Albino Erivaldo disse...

Até aqui, os comentários dessa postagem são bastante "profícuos". Parabéns pela pertinência do assunto, "Dr Júlio". É nessas horas que a gente vê o quanto a nossa corporação é – dentre outras coisas – parcial, e quantas arbitrariedades e injustiças são cometidas contra contra as seguintes partes: os mais fracos e a oposição.

Anônimo disse...

PENSE NA CENA ENGRAÇADA QUE VI OUTRO DIA LÁ NO CPC. O NOSSO "AMIGO", O COMANDANTE BATINGA, FICOU MUITO PUTO DA VIDA PORQUE TINHA FEITO UMA REUNIÃO PELA MANHÃ E POUCAS HORAS DEPOIS ESTAVA NO BEF UMA MATÉRIA TRATANDO DO ASSUNTO QUE FOI MOTIVO DA REUNIÃO. "TEMOS UM TRAÍRA INFILTRADO", ESSE FOI O SENTIMENTO QUE FICOU ESTAMPADO NA CARA DO GILMAR, QUE NÃO PONDERA AS SUAS VEREDAS E AGORA MAL SABE EM QUEM CONFIAR. ATENÇÃO ÍNDIO E ADELINO: PASSARINHO QUE ANDA COM MORCEGO DORME DE CABEÇA PARA BAIXO. PENSEM UM POUCO MAIS EM SI MESMOS.

Capitão PM disse...

Senhores, hoje a BEF é o melhor blog do estado de Alagoas, independente do seguimento abordado, e os mais de 400 mil acessos em menos de oito meses é a prova disso. Ninguém que esteja do lado do que é correto contesta a legitimidade do que é colocado aqui. Agora, eu alerto para uma coisa: vocês já estão sabendo que muitas pessoas estão á procura de vocês, e estas pessoas vão tentar de todas as formas "desmontar" este trabalho que a cada dia revela o quanto a PM precisa ser repensada. Boa sorte a todos, se cuidem.

cão! disse...

o problema é que tem gente que é sem vergonha mesmo,do praça ao oficial,tem oficial que tá loko pra saber a origem do site,agora eu pergunto,por quê?tá devendo,ou quer ganhar pontos com alguém?a pm é justa?tá tudo bem na corporação?e praça que quer também vantagem e pontos junto a quem de direito.
que desgraça não?acabaram com os valores de vez!a vergonha e a moral não são mais prioridades,a prioridade agora é se dar bem,mesmo fazendo papel de cabra de pêia e passar por cima de tudo e de todos.mas cuidado,pode ser que apareça algum homem de verdade...não procurem não,pois ao encontrar,desejarão nunca ter feito isso...

Anônimo disse...

Gilmar. se Anote.

Tá sem a "sargeta"

Anônimo disse...

adorei esse video,admiro muito esse blog,o certo é certo,cade q prenden o tal do gilmar, quer dizer q ele poder tudo....

Anônimo disse...

Não é o militarismo que é ruim, são os militares do comando que usam esse regime para humilhar e se sobrepor sobre seus companheiros de trabalho. Contra isso que lutamo. Um oficial ou graduado, não são melhores que um soldado, tão pouco piores, somos todos iguais em cargo hierárquicos diferentes e juntos fazemos uma corporação. É o pensamento de superioridade que esculhamba.

Anônimo disse...

mizerento do coronel diz que o sd ta se a targeta, porém era para o velames ter perguntado o porque ele estava sem boina?, o regime só vale para os praças, o ministerio público aqui não existe, pq se existisse já teria visto que não existe policiais, a quantidade é pouquissima e que esse governador com seus babões:dadá, lulu, e batinga, estão tentando tapar o sol com peneira. adoro ser policial, porem peguei ódio por militarismo, por isso to estudando para trocar de policia.

Anônimo disse...

Normas ultrapassadas. Se o próprio comandante não dá exemplo como ele pode cobrar tal situação...

Militarismo bagaço... Instituição fraca...

Anônimo disse...

Qual é a situação envolvendo o soldado Ítalo?

Anônimo disse...

Amigo, a parte envolvendo o SD Ítalo é esta:

Para finalizar, vamos a mais uma situação do Comandante do Policiamento da Capital, o Coronel Gilmar. Enquanto todos os militares que estão a baixo dele têm a obrigação de ter um adesivo no veículo autorizando a passagem pela área interna do QCG ou para estacionar na área de visitantes, o nosso "ilustre" comandante, que não tem adesivo algum no seu veículo, mantém o seu carrão estacionado na área interna, isto é, em frente ao CPC, o dia inteiro sem que ninguém lhe importune.

Pois certo dia, o Ítalo ao tentar entrar na área do QCG sem o adesivo foi proibido, ocasião em que o sentinela disse que todos os carros deveria ter adesivo, pois esta era a ordem do Gilmar Batinga. E então o Ítalo perguntou: "todos, sem exceção?". "Sim", respondeu o sentinela. "E de quem é aquele carro ali sem o adesivo?" "Aquele carro", respondeu o sentinela, "é do coronel Gilmar". "Então, parêa", disse o Ítalo, "se ele tá cobrando, tem que dar o exemplo. Eu vou falar com ele..." Algumas semanas após esse episódio, o fato saiu na postagem "A indisciplina dos hipócritas"... E o Gilmar ficou achando que o Ítalo foi quem publicou por uma simples razão: quando o Ítalo foi cobrar o adesivo do carro do Batinga, haviam apenas 4 pessoas na sala. Uma era o Gilmar, outra era o Ítalo e as outras duas eram "seus 'leais' servos"...

Anônimo disse...

ENQUANTO EXISTIR MILITARISMO NA POLICIA, SO QUEM VAI PERDER E´ A SOCIEDADE, POIS OS POLICIAS VAI TER UM GRANDE DESISTIMULO DENTRO DA SUA PROFISSAO QUE SE CHAMA MILITARISMO, O QUE ADIANTA PRENDER BANDIDOS SE OS POLICIAIS SAO TRATADOS DO MESMO JEITO, PERCA DA LIBERDADE, ACORDA B R A S I L. ACORDEM POLITICOS DESSA NAÇAO A SOCIEDADE PEDE SOCORRO PARA AQUELES QUE ARRISCAM A VIDA EM DEFESA DELA E SAO TRATADOS COMO BANDIDOS.

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