O Juramento de Hipócrates ou dos HIPÓCRITAS

Aos companheiros que desconhecem, hoje, 18 de outubro, se comemora o dia do médico. Profissão bela, da qual o estigma do bem sucedido profissional confunde-se com a árdua missão de cuidar e atenuar a dor.
Quando criança muitos de nós, passando ao largo da ideia vocacional, imaginamos o que iramos ser quando crescer: "Policial", "Bombeiro, "Médico". Em brincadeiras infantis, duvido que ninguém nunca tenha incorporado alguma ou até mesmo todas estas profissões. A fração esmagadora jamais desconfiaria naquela época de descobertas que hoje estaríamos ostentando o nome da Grande Polícia Militar de Alagoas. Grande sim, embora pequenos, patéticos e desonrados sejam estes que hoje a comandam.
Mas o que vemos hoje na nossa instituição é de chocar. O CHPM serve apenas para fazer as vontades do Comandante Geral e do Secretário de Defesa Social, e é incapaz de atender o seu servidor dignamente.
Os oficiais médicos que lá estão, e que são médicos, tratam da pior forma possível os militares que lá frequentam, em sua maioria apresentando reflexos da sistemática de trabalho aplicada hoje em dia pelos incompetentes que tomaram de assalto como bandidos a instituição e que pipocam no corpo do militar em forma de doenças associadas ao desgaste da sobrecarga de trabalho (clique aqui).
A Junta Médica do CHPM é um setor de se lamentar e deveria já ter sido objeto de investigação tanto por parte do Ministério Público Estadual quanto pelo CREMAL – isto em termos de estrutura e de descompromisso dos profissionais com a Ética Médica – pois não são poucos os casos onde os membros dessa junta tentam empurrar o policial doente para o serviço a todo custo. Cardiopatas, dependentes químicos, portadores de doenças ósseas, Doentes do aparelho neurológico, todos, eu disse TODOS, estão sendo revertidos como aptos ao serviço policial por determinação do Coronel Gilmar, Comandante do CPC e com a antiética corroboração da Diretora de Saúde, TC Eliana. Não importa para tal se o militar tenha ou não condições de trabalhar, ou que haja parecer contrário – a ordem é clara: reverta ao serviço, nem que seja "apto com restrições".
E por falar em TC Eliana...
Poucos conhecem o desvio de função existente no CHPM e a liberdade que os médicos têm lá dentro. Tamanha é a folga e o descompromisso com o serviço militar que alguns deles não se dão nem ao trabalho de esconder seus segundos empregos – algo até permitido pela lei – o acumulo de dois cargos de médico, sendo um deles em esfera civil. O que é imoral é que o profissional médico militar exerça as suas funções externas à caserna – que para nós vamos chamar de "virações" – em horário que deveria estar prestando serviço a PMAL.
Peguemos o exemplo da Dra Eliana, dermatologista. Tenente Coronel da ativa, atual diretora da DS e presidente da junta médica, a "mandachuva" daquele centro médico, não se furta em esconder sua segunda ocupação como médica e de clinicar, mesmo em horário que deveria estar em expediente no quartel em seu consultório que divide com o também Tenente Coronel Trigueiros, cardiologista da PMAL, ambos na Rua Pedro Monteiro, 137. Isso mesmo companheiros: é só atravessar a rua que fica por trás do Quartel Geral para encontrar ambos os militares que deveriam estar prestando seus serviços à sociedade, na forma pela qual fizeram concurso público para médicos da PMAL, em regime de dedicação integral, inclusive com PLANTÕES, mas estão "dignamente" fazendo as suas "virações" em consultório particular – e a quem interessar possa, atendem por diversos convênios.
Outro exemplo que deve ser mencionado é o que se refere ao TC Trigueiros. Com especial atenção à sua conduta ilibada.
Poucos sabem, mas o TC Trigueiros foi condenado a uma pena de 7 anos e seis meses de reclusão inicialmente em regime fechado, oportunidade em que o Promotor Flávio Gomes, solicitou na execução da sentença a exclusão do militar do serviço ativo pela prática do crime hediondo (clique aqui). Não bastasse isso, o médico ainda responde um outro processo por improbidade administrativa – isto mesmo, improbidade administrativa, mau trato com o que é público.
O "doutor" foi sentenciado por ter abusado sexualmente de sua enteada que à época contava com 7 anos de idade (clique aqui), é conhecido pela imprensa e pelo quartel como "o coronel pedófilo". Nem isto foi suficiente para que estes mesmos Secretário de Defesa Social e Comandante Geral, que tanto se empenham em livrar a corporação dos maus policiais – estes são aqueles que não comem no mesmo chiqueiro que eles – sem empenhassem em ver um pedófilo condenado ainda no seio da nossa corporação, e desde a época da condenação o então Capitão Trigueiros já foi promovido a Major e a Tenente Coronel. UMA IMENSA VERGONHA.
Finalmente, chegou a vez do médico campeão de reclamações no seio da tropa e não menos importante que as demais mazelas do CHPM (que oportunamente também falaremos a respeito). Vamos falar da figura mais arrogante e grosseira desta turminha suja: o Capitão Audir, que habitualmente chega para trabalhar entre 8:30 e 8:40, quando deveria chegar às 7:00, conforme "canta no BGO".
Estúpido, "ignorante" e mal educado! Estes adjetivos por si só já o qualificam. Não é raro ver militares desentenderem-se com ele em seus atendimentos na junta médica, por suas manifestações verbais em termos nada educados. Contudo, por mais incrível que possa parecer, no ano de 2010 um cabo respondeu a procedimento disciplinar ordinário e acabou sendo punido por referir-se em atendimento médico pelo deselegante e agressivo tratamento que lhe "chateou deveras", a saber: "VOCÊ"!
Não, os senhores não leram errado não. O Cabo foi punido com 10 dias (isso mesmo, dez dias) de prisão por ter se dirigido ao digno e competente Capitão Audir, com o desrespeitoso termo "você". A ideia não poderia ter sido de outra pessoa – que nos desculpem as "pessoas" – senão do intelectual e sempre justo subcomandante geral à época, o desprezível e canalha Coronel Luciano Malvadeza, sempre a fazer jus a sua alcunha.
Descobrimos com o triste episódio recente, em que o Cap. Audir reduziu a professora Gisélia Albuquerque a condição vegetativa através de um erro médico (clique aqui), ao anestesiá-la de forma incorreta, que o mesmo também é da turma que acumula cargos, a exemplo do Cel Liberato (clique aqui). Pelo exposto, "revelamos" que além de "dar serviço" na Junta Médica da PM e seus plantões de atendimento – que via de regra servem somente para homologação de dispensas médicas, pois na corporação este médico praticamente não faz mais nada – ele também trabalha como médico no SAMU, além de operar junto ao Hospital do Açúcar.
Ainda sobre este grande Dr. (que às vezes atende o "seu pessoal" no CHP, quando deveria estar atendendo pela Junta Médica). e outro que segue a risca a sua cartilha, recebemos de um de nossos leitores (pelo briosaemfoco@hotmail.com) o seguinte e-mail:
O Major Nobre é o tipo de médico que dizem ser um dos melhores do Estado, mas no âmbito da PM é estilo Cap Audir, ou seja, um dos piores.
Um cabo velho que perdeu o rim, e estava operado, e na iminência de perder o outro, e quando ele foi homologar a dispensa médica de 30 dias (na verdade ele só estava pegando o que ainda restava), o Dr. Nobre, na ocasião, disse que o que ele (o cabo velho) tinha era algo simples, razão pela qual iria 'contrariar' o atestado que dava direito ao cabo de permanecer mais de 100 dias afastado do serviço, e disse que o colocaria 'apto com restrição'.
O cabo velho, disse: "Dr, eu já estou fudido, pois não sei quanto tempo de vida ainda tenho pela frente, mas pra eu levar mais um pro inferno comigo custa pouco". E o Nobre ainda retrucou: "O que você tem qualquer mulher tira de letra. Eu já operei muitas mulheres em situações piores que você e sei o que estou afirmando, porque em pouco tempo elas já estavam de volta à rotina como se nada tivesse acontecido. Eu vou te deixar inapto para o serviço de Vtr e de guarda e o serviço noturno, e vou recomendar que você cumpra apenas o serviço de permanência na unidade, mas só pela manhã, ou seja, vou te colocar 'apto com restrições', está certo?".
O Cabo velho, levantou-se da cadeira com dificuldades, olhou nos olhos do Nobre, apontou o dedo na cara dele e disse: "Coloca a sua mãe, a sua esposa, as suas filhas, a suas irmãs, e qualquer outra quenga da sua família no meu lugar, seu cabra de pêia". E virando-se de costas, levantando a camisa e passando a mão no local da operação perguntou: "Tá pensando que essa porra aqui é o quê?" Nisso, o Nobre olha para o Audir (aquele mesmo) e diz: "Tá vendo, Audir, a gente não pode nem fazer uma brincadeira que estes praças só falta engolir a gente. Tão tudo nervosinho, estão tudo estressado". Comigo não essa não, – disse o Audir – "se ele faz isso comigo eu meto a caneta e não quero nem saber". Para encurtar a história, o cabo velho acabou ficando "apto", tempos depois, apenas para ser promovido, mas já voltou para a LTS.
Quanto ao Dr Audir, por ironia do destino e para cumprir o que havia dito, deu uma canetada no irmão do cabo velho só porque foi chamado de "você" pelo outro irmão. A história do "você" decorreu porque o Audir perguntou ao irmão do cabo (que também era cabo) "que dispensa era aquela", tendo como resposta: "Dr, eu estou cheio de problemas de saúde, já fiz um bocado de exames, e não entendo nada desse código aí não. Mas qualquer coisa "você" pega esse livro aí perto da sua mão [o livro era o Código Internacional de Doenças, que estava em cima da mesa] que ele vai te mostrar o que eu tenho". Resultado: o Audir exigiu respeito, o cabo exigiu que o Dr falasse baixo com ele, e que o respeitasse, e no final o cabo foi punido com 4 dias de prisão. Moral da história: a nossa Junta Médica é assim: "você entra ruim e sai pior". E segundo o se comenta nos corredores do CHPM, temos os melhores médicos do Estado, mas é melhor procurá-los em suas clínicas particulares, através de algum plano de saúde ou até mesmo particular, caso contrário teremos um atendimento pior que o ofertado no HGE.
E em outro e-mail, outro militar nos revela:
O Major Nobre diz para o pessoal que se consulta com ele, que ele é acostumando a fazer cirurgias de remoção de rins, fígado, ou seja, cirurgia de sua especialidade,  e que os militares da PM, ainda que percam um rim são capazes de levantar um saco de cimento, mas porque é trabalham na PM, querem fazer corpo mole. E aí ele reforça dizendo que as mulheres que ele operou são mais dispostas que os militares que ele atende no CHPM.
O Capitão Audir, este cara não sei como é médico, não homologa as dispensas de imediato. Ele fica fazendo perguntas, mesmo não sendo a área dele, questionando se era mesmo preciso aquela dispensa médica, porque o militar adoeceu, olhando para a caneta... para a dispensa... Alegando que tem como o policial trabalhar ou então tentando fazer – nos casos mais críticos – que o militar fique "apto com restrições", sendo que o "seu normal" é tratar mal, com grosseria, atendendo o telefone em plena consulta. Este cara, que diz ser correto, costuma chegar no serviço perto das 9:00. Quem quiser flagrar basta ir no Hospital da PM num dia de quarta-feira, dia em que ele atende pela junta médica, e confirmar essa informação. Ah, tem mais uma coisa: ele leva os pacientes dele, que normalmente são pessoas de aparência humilde, para serem atendidas no CHPM.
Senhores, numa instituição onde traficantes (Leonardo Gamito), assaltantes (Sd. Afonso), estupradores (TC Trigueiros), todos condenados pela justiça, gozam das benesses do sistema em que os que deveriam primar e respeitar via regulamento da Polícia Militar, passando pela "punição exemplar" de um humilde cabo por 10 dias onde seu crime foi apenas chamar o poderoso capitão que estava de serviço na junta médica de "você", e seguindo ainda por este mesmo prisma, oficiais médicos que fizeram o juramento de Hipócrates, para seguir em sua vida profissional como médicos, malandramente rasgam este mesmo regulamento acumulando cargos na administração civil e iniciativa privada, dando de ombros para o que são pagos para fazer – atuar dentro da Polícia Militar buscando a excelência desse sistema médico que lá está presente e na qual se comprometeu a servir "mesmo com o sacrifício de sua própria vida" – ainda existe alguém que venha dizer que nós que compomos o Briosa em Foco, que nos arriscamos diariamente além das nossas funções policiais, que protegemos a sociedade, "se necessário com o sacrifício de nossas próprias vidas", somos os criminosos apenas por divulgarmos toda essa sujeira que constantemente se jogava para debaixo do tapete!
A conclusão – óbvia por sinal – e de que desde que Dário, o César e Luciano Malvadeza, dois seres desprovidos de idoneidade moral, que não servem de exemplo nem para seus próprios familiares, quiçá a seus pares – muito menos a tropa que comandam – assumiram seus gordos e fartos cargos, a epidemia de falta de moral e o desgaste da instituição tronaram-se um câncer que não há remédio que cure, muito menos médicos para retirar-nos da UTI em que nos encontramos.

26 comentários :

Briosa em Foco disse...

Aos profissionais do CHPM que são da área da saúde, em especial os médicos que honram o juramento feito e tratam bem a tropa miliciana, externamos os nossos sinceros parabéns.

Dário, o César disse...

Valeu ALUISIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Anônimo disse...

eu estava de lts e esse cafageste do audir me colou "apto com restrições", quando deveria continuar inapto. e com isso o batinga mandou o batalhão me escalar pra fazer relatório nas bases comunitárias, sendo que eu tive de fazer curso na rp pra isso...

Jenésio, o Pecador disse...

O Povo de Deus não se consulta com essas pessoas.

Jenésio, o Pecador disse...

Alguém ainda tem coragem de levar os seus filhos para se consultarem com estes “Drs”?

Anônimo disse...

O BATINGA TEM...

Zero um e Zero dois, as coisinha do sertão disse...

RAaz, é de assustar, voces do BEF são onipresentes é? Até as fotos voces conseguem puta que los parios.

Briosa em Foco disse...

Imagina então, quando divulgarmos as fotos que tiramos de documentos que estavam no birô do Dário, o César...

Anônimo disse...

Senhor, abencoe esses minino do befe fazei com que nunca peguem eles que eles tao salvando a nossa pulicia senhor, eu te peco meu senhor

Highlander disse...

Só posso dizer depois disso tudo... Valeu Aluísiooooooo !!!!

Jenésio, o Pecador disse...

Vamos todos orar por isso!

Anônimo disse...

Como diria o Juao Beltrao: "Ele não tem competência para ser secretário"
Porra, dadá sendo desmoralizado ate pra o JB, vai ter moral pra quem ein?

Tah ruim viu?

Quanto a isso so tenho a te dizer: VALEU ALUISIO!

Anônimo disse...

Quem é ALUISIO???

Anônimo disse...

TODAS as postagens deste blog já deveriam ser enviadas no momento da postagem ao MP, a TODOS os veículos de comunicação e até os deputados e vereadores para ver se tem alguma mudança!

Pedro disse...

Leio a pagina de voces todos os dias, apesar de nao ser policial, gosto de estar sempre antenado com os assuntos que se referem a nossa cidade.
Uma coisa posso afirmar, é a de que os tais gestores não tem mais condições de permanencia em seus cargos. Pelo teor das alegações de vocês, e pela ânsia em livrar-se desse site manifesta pelos dirigentes das instituições que são exibidas em suas trapalhadas, dá para perceber que apesar de não assinarem o site as denuncias são graves e va de regra são acompanhadas de provas materiais.
O que chama a nossa atenção é a falta de respeito com os comandanntes, e a isso não culpo os que escrevem o blog, pois desde pequeno aprendi que respeito tem quem faz por onde tê-lo. Se eles não respeitam seus superiores, é sinal de estes mesmo não fazem por onde serem repeitados.
Em síntese: uma instituição baseada em hierarquia e disciplina, respeito onde os subalternos não mantem a mesma, logo o problema esta na ausência de comando, e este deve ser mudado.
Abraço a todos.

Pedro Rubens Quintela Cavalcante
Jornalista

Soldado Pfem Ana disse...

Caro Pedro Rubens Quintela Cavalcante,

Como você mesmo disse: "se 'nós' não respeitamos nossos superiores, é sinal de estes mesmo não fazem por onde serem respeitados". Esta sua análise é precisa. Reconheço, em nome dos demais colegas, que pagamos pesados boa parte das vezes, mas o desrespeito que sofremos por parte dessas pessoas dentro do nosso ambiente de trabalho nem se compara ao que fazemos contra elas. Veja-se por exemplo o caso do Dr Audir, que por um simples "você", fez com que um pai de família ficasse preso por 10 dias. Imagina como esse cidadão, trabalhador, honesto, teve de chegar em casa e dizer que "iria ficar preso por quase duas semanas" apenas porque se dirigiu a um colega de serviço por "você". E existem mais exemplos, com fartas provas e tudo mais, conforme você bem reconheceu, mas que até a presente data não tiveram a devida atenção por parte dos setores competentes. Contudo, isso não nos fará esmorecer. Como disse o poeta:

E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.

E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.


Obrigada pela sua participação em nossa página. Volte sempre!

Anônimo disse...

Associação de peritos denuncia falta de combustível para carros oficiais
Ocorrências teriam deixado de ser atendidas por falta de combustível

A redução da cota de combustível tem preocupado as Associação de Peritos Criminais. Conforme a associação, durante um dos plantões, uma equipe tentou reabastecer a viatura para complementar a escala e, no posto de combustíveis, só havia disponível pouco mais de três litros.

O combustível disponibilizado, por viatura, semanalmente, continua de 80 litros, considerado insuficiente para uma atividade onde os profissionais são constantemente requisitados, visto o número de homicídios, acidentes e outras ocorrências.

No caso, especificado, os peritos retornavam de um homicídio ocorrido durante a noite, no interior, e tiveram de ficar parados. Por essa razão, resolveram que, todas as vezes que se depararem com esse problema (falta de combustível), vão oficializar a situação por meio de relatório e enviar à direção, o que já ocorreu.

Segundo a assessoria de comunicação da Perícia Oficial do Estado, esse problema não existe. “Quando a cota de combustíveis estiver acabando, basta que o diretor solicite mais combustível, que ele é liberado. A acusação é fruto de desentendimentos recorrentes entre os peritos e a direção do órgão”, disse a assessoria.

Fonte: Gazetaweb

Anônimo disse...

Tem oficial que só vai aprender as coisas quando os seus filhos sofrerem o que era para eles sofrerem. Eu tô com tanta vontade de pegar uns dois que são da mesma unidade...

Anônimo disse...

“NEM O MÉTODO DE SADDAM HUSSEIM FUNCIONARIA AQUI EM AL"
Deputado criticou aparelho da segurança pública no Estado; bancada de Vilela reagiu e diz que Governo está trabalhando

“Nem o método de Saddam Husseim funcionaria aqui em Alagoas. Se o governo não investir em segurança e se as polícias não forem pra rua, não haverá nada que diminua a violência no Estado”. Essa foi a declaração feita pelo deputado João Beltrão (PRTB), durante o final da sessão desta terça-feira (18), na Assembleia Legislativa de Alagoas. O discurso do parlamentar foi feito quando quase mais nenhum deputado estava em plenário e o petista Judson Cabal utilizava a tribuna da Casa de Tavares Bastos para falar sobre os índices de criminalidade que apontam Alagoas como o Estado mais violento do País.


“Existem muitas autoridades fabricadas dentro da faculdade e que não saem de trás de um birô. Trabalhando assim, Alagoas nunca deixará de ter os piores índices. Vamos falar do secretário de Defesa Social, por exemplo. Qual é a experiência que esse rapaz tem para comandar a segurança pública? Ele pode até ser amigo do governador, mas capacidade e competência para assumir o cargo, eu não sei não. A única coisa que sei é que o Estado vai de pior a pior”, disparou João Beltrão, ao se referir ao secretário Dário César.

O peerretebista chegou a dizer que, em sua cidade natal, Coruripe - localizada no Litoral Sul do Estado -, foi ‘disseminada’ uma onda de homofobia e que a Polícia Civil não estaria investigando os assassinatos. “Infelizmente vemos todos os dias a violência tomando ainda mais conta de Alagoas. Na minha região, os homossexuais estão morrendo toda a semana e os assassinos abrem os cadáveres, tiram os fatos, as vísceras, cortam os punhos das vítimas como se estivessem brincando com os corpos. Lá, só não pega o bandido quem não quer, quem está acostumado a viver por trás de um birô e nem sai para investigar”, alfinetou.

Todas as críticas promovidas por Beltrão foram feitas em aparte realizado no pronunciamento do deputado Judson Cabral (PT). O petista havia utilizado a tribuna da Casa para dizer que havia recebido um documento, apócrifo, que contestava os dados da ONU, que, há pouco mais de uma semana, divulgou relatório apontando que Alagoas era o estado mais violento do País.

A defesa do líder do governo

O líder do governo na Casa de Tavares Bastos, deputado Edval Gaia Filho (PSDB), defendeu a gestão do colega tucano Teotonio Vilela Filho. “O Estado tem feito a sua parte, mas é preciso lembrar que o governo já encontrou uma situação complicada e os números da violência nas alturas. O Poder Executivo tem comprado armas, viaturas, coletes, tem preparado seus policiais. Os investimentos estão sendo feitos e os alagoanos vão começar a sentir isso em breve. É prioridade do governo Teotônio Vilela Filho reduzir os índices de criminalidade”, argumentou o peessedebista.

“Esses investimentos são do governo federal e não do Estado, como está se querendo mostrar. Apenas para refrescar a sua memória, parte do teto do IML desabou essa semana e há quanto tempo o governo sabe que aquele prédio está funcionando em péssimas condições? O Instituto Médico Legal é um instrumento importante, por exemplo, para o andamento de muitas investigações, mas, nada se faz por ele. Isso é uma vergonha. A falta de polícia nas ruas também é um problema crucial. Eu fui vítima da violência e quase toda a minha família já foi assaltada. Até hoje, nada foi recuperado e sequer tivemos uma satisfação por parte das autoridades constituídas para desempenhar tal papel. Não adianta investimentos apenas para tapar buraco. É preciso agir imediatamente”, cobrou Judson Cabral.

Fonte: Gazetaweb

CAPITÃO BONFA QUE NUNCA DEU ALTERAÇÕES disse...

Um soldado(vestido civil ou fardado) passa em um local aonde se encontra um Coronel da PMAL (vestido civil ou fardado) bebendo e fazendo algazarras, o soldado percebe que aquele ato fere o decoro da classe. Ele, o soldado, em momento algum pode se apresentar ao Coronel e solicitar que o mesmo seja preso. O soldado deve nesse caso conhecer a legislação castrense e o nome do comandante GERAL efetuar a prisão do Coronel OU usa o nome do GOVERNADOR (que é o comandante imediato das PMAL), utilizando da força moderada (aquela força que vai responder aos impulsos do coronel com relativa ordem de prisão). O Coronel já dominado com uso da força, reúne o maior número de testemunhas, chama a policia, lavra o flagrante e conduz o militar pervertido a unidade militar que o mesmo esteja subordinado ou a unidade onde o comandante desse quartel seja superior ao oficial arruaceiro.

cabo.loso disse...

Gente, me tirem uma dúvida. Outro dia vi no shopping o Oliveira, aquele da 5ªsessão, passeando e comprando roupa para o "sobrinho", ( a propósito, em lojas bem caras)um rapaz alto, forte, de boa aparência, diria até que eles estavam se divertindo. mas o que eu queria saber mesmo é: O Oliveira é parente do Bonfim? por favor ajude-me a esclarecer essa grande dúvida...

Anônimo disse...

Médicos são condenados em Taubaté-SP

Réus levaram 17 anos e seis meses por usar laudos falsos no diagnóstico de morte cerebral para extirpar rins de pacientes vivos

| ELIANE TRINDADE – Folhapress

Taubaté, SP – A Justiça condenou na noite de ontem [20.10], em Taubaté (140 km de São Paulo), o urologista Rui Noronha Sacramento, o nefrologista Pedro Henrique Torrecillas e o neurocirurgião Mariano Riore Júnior por homicídio doloso (intencional).

Os réus foram condenados a 17 anos e seis meses pelos crimes e podem recorrer da decisão em liberdade. Eles foram acusados de usar laudos falsos no diagnóstico de morte cerebral para extirpar rins de quatro pacientes para transplantes.

Por volta das 20h, o conselho de sentença deixou a sala secreta do Fórum Central de Taubaté para entregar ao juiz Marco Antônio Montemor a deliberação sobre o caso.

O ponto central que eles deveriam responder ao juiz era se houve extrações de rins sem diagnóstico de morte encefálica e se isso causou a morte dos pacientes.

O promotor Márcio Augusto Friggi de Carvalho defendeu que as nefrectomias bilaterais (retirada dos rins) em quatro pacientes, entre setembro e novembro de 1986, foram realizadas pela equipe médica do Hospital Santa Isabel sem a devida comprovação de morte cerebral.

fulano disse...

A medica responsavel pela ultra sonografia no CHPM da expediente na assembleia ou coisa assim e mal aperece no CHPM por esse motivo é p´reciso consultar o cabo responsavel pelo setor quando ela vira para poder marcar uma ultrasonografia.

Sócio da ASSOMAL disse...
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Anônimo disse...

ACS/AL convoca os associados para Assembleia Geral

A diretoria da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Alagoas (ACSPMBMAL) convida todos os seus sócios para a Assembleia Geral que ocorrerá no dia 1º de novembro, às 14h, no Clube Social em Guaxuma.

Na assembleia serão discutidos diversos assuntos, entre eles: A solução para o débito do INSS, o aumento do aluguel do Clube, verificando a possibilidade de permanência ou entrega do local, atualização de informações dos processos abertos da ACS/AL e a venda do terreno em Marechal Deodoro (AL).

O presidente da ACS/AL, cabo PM José Soares, aguarda todos os sócios da entidade para esta importante assembleia, pois serão tomadas diversas decisões acerca da associação. “É de suma importância a presença de cada um para que possamos discutir os rumos da ACS/AL que serão tomados nesta assembleia”.

Fonte: http://www.acsalagoas.org.br/portal/?p=4051

Sócio da ASSOMAL disse...

Senado debaterá unificação das forças policiais

Foi instalada na manhã da última quinta-feira (20) no Senado a Subcomissão Permanente de Segurança Pública, que deverá trabalhar em conjunto com recém-criada comissão de juristas para colaborar na redação do projeto de reforma do Código Penal.

A subcomissão é subordinada à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Seu presidente, eleito nesta quinta, é o senador Pedro Taques (PDT-MT).

Ao anunciar a instalação do grupo, o presidente da CCJ, Eunício Oliveira (PMDB-CE) informou que a ideia de criar a subcomissão surgiu do interesse comum dos senadores que já vinham debatendo o tema com frequência nas reuniões da CCJ.

- Vamos reunir todas as matérias que já estão em tramitação, inserir novos debates e apresentar instrumentos para que os poderes os executem, garantindo maior segurança e tranquilidade à população e as punições devidas – disse.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES, CLIQUE AQUI.

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