Jus Esperniandi: "a César, o que é de César"

Em meados de outubro de 2010 o então Comandante Geral da PMAL, o Coronel Dário César, lançou o informativo "Briosa em Foco". Na ocasião foi dito que "o periódico seria mensal" e que "nas próximas edições, a PM queria contar com a colaboração da tropa para a construção desse projeto, que recomeça sua caminhada de cara nova, para que ele possa representar um diferencial em notícias, entrevistas, atualidades, orientações e entretenimento úteis ao policial e seus familiares" (clique aqui).
No mês seguinte ao lançamento do "jornalzinho" do Dário César, eis que foi publicada no BGO 208, de 16 novembro, a PORTARIA N° 055/2010 - GCG/ASS, que PROIBE A DIVULGAÇÃO DE ASSUNTOS INSTITUCIONAIS NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO POR MILITARES DESAUTORIZADOS.
Para que o leitor saiba como foi essa determinação, veja-a a seguir:
O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso das atribuições legais que lhe são conferidas pelo Art. 75, incisos I e V, da Lei Estadual n. 6.399, de 15 de agosto de 2003 (LEI DE ORGANIZAÇÃO BÁSICA DA PMAL), c/c o art. 31 e art. 39, IX e X da Lei nº 5.346/1992 (ESTATUTO DA PMAL) e, considerando necessidade de normatizar as condutas dos Policiais Militares relativas à concessão de entrevistas ou comunicação, por meio da mídia escrita, falada, televisiva e eletrônica, assunto de competência legal da 5ª Seção do Estado Maior Geral – PM/5, RESOLVE:
Art. 1º Proibir a divulgação, por militar não autorizado, de assuntos sigilosos ou reservado, administrativo, estrutural e estratégico da Polícia Militar, por meio de mídia escrita, falada, televisiva e eletrônica.
§ 1º Cabe ao militar que atender à ocorrência policial militar ou àquele competente para solucioná-la, prestar informações à imprensa em geral, desde que sejam de ordem técnica, devendo comunicar imediatamente à Assessoria de Comunicação da Polícia Militar.
§ 2º As informações, fotografias e/ou filmagens da ocorrência deverão ser dirigidas ao e-mail: ascom.pmal2@gmail.com.
Art. 2º Determinar que, seja informada à PM/5, toda ocorrência policial militar de natureza relevante, constando os dados pessoais da vítima (nome completo, telefones de contato, endereço residencial, comercial e e-mail) e, se possível, do acusado.
Art. 3º Estabelecer que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação, ficando a resolução dos casos omissos a cargo do Comandante Geral.
Quartel em Maceió, 16 de novembro de 2010.
Dário Cesar Barros Cavalcante – Cel QOC
COMANDANTE GERAL
Foi exatamente nesse momento que fui procurado em minha seção por dois policiais que estavam dispostos a propagar informações à tropa. Na época, devido à nossa atuação junto à imprensa, lembro-me bem, fui procurado com o fito de prestar orientações e – principalmente – para compor essa equipe que estava se formando. Rejeitei de imediato, mas fui seduzido pela proposta  (clique aqui).
No mês seguinte, ou seja, mês de dezembro (de 2010, lembre-se), e com um grupo mais ampliado, deliberamos por lançar o nosso informativo eletrônico, e como as nossas ações obviamente iriam de encontro às pretensões do comando, resolvemos "pegar carona" no nome do informativo criado pelo Coronel Dário e ir de encontro de forma contundente contra o que acreditávamos estar sendo feito de forma errada; e como a promessa de "lançar mensalmente o jornal da corporação" não foi cumprida...
E assim, em janeiro deste ano começamos as nossas atividades. Nossa ação, ainda mais diante do "deslocamento" do nome do jornal para a página, soou tal qual "fazer a cobra provar do próprio veneno".
A nosso ver, ações como a proibição de divulgação de assuntos institucionais nos meios de comunicação é uma forma de autoritarismo (algo que não se viu em comandos anteriores, a exemplo do comando do Coronel Ronaldo), e que não pode perdurar nos dias atuais, ainda mais diante do que estabelece o Texto Constitucional.
"Eles falam de 'democracia', mas agem com mãos de ferro e impondo a ditadura", assim define um colega nosso, oficial da reserva, que muito tem contribuído com as nossas atividades. Este nosso amigo secreto também é preciso ao afirmar: "mesmo depois da saída do Coronel Dário, do Comando da PMAL, o seu sucessor [sem querer citar o nome do Coronel Luciano] tem dado continuidade aos abusos contra a tropa", como há de se verificar no BGO 205, de 03 novembro, a NP nº 488/11-CG/CORREG, com a seguinte redação: DETERMINAÇÃO DO CMT GERAL – REINÍCIO DOS TRABALHOS DE PROCESSOS ADMINISTRATIVOS DISCIPLINARES SOBRESTADOS POR DISPENSA MÉDICA, LTS E AGREGAÇÃO POR LTS DOS ACUSADOS.
O teor dessa NP é o seguinte:
O Comandante Geral da PMAL, no uso de suas atribuições legais, consoante o Art. 4º da Lei nº 6.399, de 15 de agosto de 2003, dessobresta os Processos Administrativos a seguir relacionados e determina aos Diretores, Chefes e Comandantes de Unidades e Subunidades Independentes que apresentem através de ofício os Policiais Militares sob sua responsabilidade, que se encontram respondendo a Processo Administrativo Disciplinar (Conselho de Justificação, Conselho de Disciplina, Sindicância ou Processo Disciplinar Ordinário-PDO) e estejam de dispensa médica, LTS, ou agregados por LTS, aos respectivos Encarregados, quando solicitado, de acordo com o Art. 83 do Estatuto da PMAL (Lei n° 5.346 de 26/05/92) c/c o Art. 49 das Instruções Normativas para a Elaboração de Processo Administrativo Disciplinar (Portaria nº 01/2000-ASS/CG), conforme discriminação abaixo:
Em consequência, se o acusado não comparecer para a instrução do Processo Administrativo Disciplinar, os Oficiais Encarregados deverão cumprir o disposto no caput do Art. 69 e seus parágrafos das Instruções Normativas para a Elaboração de Processo Administrativo Disciplinar.
Diante do exposto, eis que um dos interessados protocolou o seguinte requerimento:
Vê-se, diante do exposto, que os canalhas (clique aqui) gastam tempo, recursos, bem como subaproveitam os oficiais da PMAL em sindicâncias e outros procedimentos, apenas para perseguir de forma descarada e violando os direitos da tão sofrida tropa, esquecendo-se (eles), que quem perde com isso é tanto a Corporação como principalmente a sociedade, que cada vez mais conta com uma tropa desestimulada, mas que nem assim aceita de forma passiva tudo isso que está lhe oprimindo.
Em suma, cabe assim resumir: o Jus Esperniadi, ou seja, o "direito de espernear", chegou de vez à Corporação, o que tem feito com que cada vez mais policiais não aceitem o ditames impostos pelo comando.
Moral da história: NADA COMO DEVOLVER O VENENO RECEBIDO CONTRA QUEM O DISTRIBUI.

19 comentários :

Anônimo disse...

É humanamente impossível entender como um ciddão que saiu de Alagoas Apirante, para carregar a maleta de Fernando Collor em Brasília, voltando anos após no posto de Major pode, agora, ser Secretário de Defesa Social e ainda indicar e manter no cargo o Cmt e o Subctm Geral. Qual q experiência que esse cidadão tem com a tropa e com a operacionalidade?

Anônimo disse...

A Intenção de vcs são boas, mas eu não acredito no MP. Tantas denúncias feitas e comprovadas e nada foi feito, nada muda... Eu estou de braços cruzados. Um abraço a todos e não precisa postar esse comentário...

Anônimo disse...

Bote parrombar capitao rocha, vc étopado meu irmao!!!!

Anônimo disse...

verdade é uma só as denuncias do BRIOSA EM FOCO possuem a credibilidade que alguns acham que tem, em decorrencia ninguém está nem ai, o Briosa só serve como um desabafo dos excluidos: Sgt Heleno, Sd Velanmes e cia ltda, vai terminar perdendo o interesse da tropa, pois na cúpula ele é despresado.
Vou dar um conselho, esqueçam as questões sexuais, pois demonstram imaturidade e preconceito, se atenham a questões técnicas e mostrem resultados, boa sorte...

Anônimo disse...

Tráfico impõe toque de recolher no Village Campestre

Uma população refém do medo. É assim que se encontra a comunidade do conjunto Village Campestre II, na parte alta de Maceió. Nesta quarta-feira (16), a situação chegou ao limite, quando mães e alunos receberam um recado ousado de traficantes: "fechem as escolas mais cedo e fiquem em casa porque vai haver tiroteio".

O toque de recolher provocou correria no conjunto. Pais e mães desesperados tiveram que deixar o que estavam para fazer e ir buscar os filhos na escola. "Estava trabalhando e mandei um parente ir correndo pegar meu filho de 7 anos na escola", comentou uma moradora, que não se identificou com medo de represálias dos traficantes.

Segundo a ameaça, haveria um tiroteio entre os traficantes e policiais militares que estavam fazendo investigações no local. O toque de recolher foi cumprido pelos moradores, mas não houve qualquer confronto.

Na denúncia feita pela população ao Tudo na Hora, também há informações de uma disputa sangrenta entre quadrilhas rivais de traficantes. "Praticamente todo dia há um homicídio entre eles. Os jovens estão se matando na disputa por ponto de venda de crack e maconha", diz outro morador.

O comandante de Policiamento da Capital (CPC), coronel Gilmar Batinga, afirmou que denúncias semelhantes chegaram à Polícia Militar e que policiais do serviço de inteligência estão infiltrados no Village Campestre II.

"Chega muita denúncia sem fundamento. O pior é que a população quando a polícia chega no local não ajuda na identificação dos criminosos. Faltam informações concretas. Quem puder ajudar é só ligar para o disque-denúncia através do número 3201 2000, que a identidade é mantida em sigilo", afirmou Batinga.

O coronel também fez questão de ressaltar que a população do Village fique tranquila porque jamais a polícia iria fazer alguma ação que colocasse a vida dos moradores em risco.

Fonte: Tudo na Hora

Anônimo disse...

Aos Exmº Srs. Representantes.
Do Tribunal de Justiça, da Assembleia Legislativa, do Ministério Público Federal, do Ministério Público Estadual, da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Gabinete do Governador, da Polícia Federal, da Secretaria de Defesa Social, do Conselho Estadual de Segurança Pública e dos Órgãos de Imprensa.

Excelentíssimos Senhores,

Venho por intermédio do presente, mesmo contra os meus princípios, mas por me sentir na obrigação moral, relatar graves fatos sobre um oficial da polícia militar de Alagoas que conseguiu ludibriar ao longo dos anos diversas autoridades, políticos e empresários, com o objetivo de se locupletar com recursos públicos. O que agora apresento são fatos concretos, fáceis de serem comprovados pela RECEITA FEDERAL, POLÍCIA FEDERAL, MINISTÉRIO PÚBLICO, POLÍCIA CIVIL E POLÍCIA MILITAR, esse grito de alerta tem como maior argumento o que vem acontecendo na bela Cidade de Maceió, nunca na história de Alagoas se exterminou tanto, isso é um verdadeiro genocídio, e tudo com a conivência macabra de um coronel chamado DÁRIO CÉSAR, por ação ou omissão, conseguiu o triste "Recorde" de mais de mil mortos em 05 meses, durante sua desastrosa passagem no comando do policiamento da Capital. Dentro dos quartéis os grupos de extermínio se proliferam e tem horário e escalas combinados, e justificam suas ações com o discurso do seu comandante maior: “temos que limpar a cidade dos bandidos", e os bandidos são os viciados em droga pobres, homossexuais e acompanhantes. O pérfido coronel conhece intimamente todos os policiais envolvidos com o submundo do crime e nada faz para evitar esse extermínio generalizado, procure a delegada Maria Aparecida de Araújo, ela tem em mãos um inquérito envolvendo o coronel Dário. Essa denúncia é muito grave e os fatos falam por si, vejamos:

Anônimo disse...

Esse comando é só trapalhadas...

Anônimo disse...

1- O Coronel Dário César Barros Cavalcante, à época Capitão da PM, ficou à disposição de Collor de forma ilegal, no período de 1989 a 1992, quando Presidente da República, onde recebia o salário de capitão da polícia alagoana sem sequer responder pela função, e o que é mais grave, após o impeachment de Collor, o coronel golpista permaneceu em Brasília, sem compromisso com o pobre Estado de Alagoas, desfrutando de um recurso recebido de forma fraudulenta, por ter prestado um grande favor a um "amigo seu empresário” (Adivinhem quem? Começa com J), pois detinha informações "privilegiadas" antes do Plano Collor, um favorzinho que garantiria uma gorda aposentadoria, apenas R$1.200.000,00(um milhão e duzentos mil reais), inclusive é fácil de constatar, é só checar a movimentação bancária desse cidadão na época que não tinha outro meio de vida a não ser o salário de polícia;
2- Dário César, o pseudo-paladino da justiça, foi indiciado pela própria Polícia Federal em 1994, por falsificação ideológica, declaração fraudulenta a órgão federal, que por ser servidor público ainda poderá ser condenado por mais de 06 anos de cadeia, mas ainda temos esperanças, apostamos na Polícia Federal independente e sem ingerência política, Delegado Luna mande desenterrar o inquérito das gavetas do Departamento de Polícia Federal de Brasília e terá uma grande surpresa, o inquérito foi instaurado no dia 13 de junho de 1994;

Anônimo disse...

3- Com dinheiro do erário alagoano, o substituto eventual de PC Farias, com a maior cara de pau, cursou a faculdade de direito no Centro Universitário de Brasília, no período de 1989 a 1995, e como Dário não poderia estar em dois lugares ao mesmo tempo, quem trabalhava por ele em Alagoas para justificar o seu salário de oficial? Com a palavra o comandante geral da polícia militar. Tudo isso é fato, e, portanto fácil de constatar. Senhores, o que o coronel Dário César fez na vida de 1992 a 1998? Deu um grande golpe de mais de R$ 600.000,00(seiscentos mil reais) aos cofres público alagoano, para se ter uma ideia da ousadia do nefasto oficial, apenas com a declaração do salário de capitão à época registrado no imposto de renda, comprou uma loja de "grife", a M-Office, no Shopping Iguatemi, em meados de 1992, não se sabe o valor, mas só o condomínio mensal era coisa de R$ 10.000,00(dez mil reais), é incrível a facilidade desse cidadão em burlar a lei, pois nada consta em seu nome, para não ser injusto apenas três carros tipo Honda Civic e Ecosport, e dois ou três imóveis de padrão médio, comprados inclusive guando ficou agregado à Prefeitura de Rio Largo (checar diário oficial de junho de 2004), óbvio sem trabalhar, e mais uma vez à disposição da asquerosa e repugnável política da província de Alagoas, coisa que ele adora fazer: ganhar dinheiro sem trabalhar, ah se na época já fosse o atual Superintendente da Polícia Federal, Dr.Luna, certamente esse cidadão já estaria na cadeia. A propósito, tudo isso após ser expulso da Gazeta de Alagoas em 2004, onde detinha um cargo de Diretor, e motivo da exclusão? Mais uma vez adivinhem?

Anônimo disse...

4- O malandro após 06 meses, parasitando pela prefeitura de Rio Largo, graças à prefeita Vânia Paiva, foi expurgado sem aviso prévio, Deus sabe o motivo, mas perguntem a prefeita sobre o salário do farsante, pois não consta na declaração do seu imposto de renda. Indignado o policial voltou então a receber o salário da PM sem trabalhar, agora como coronel, passou assim uns 04(quatro) meses, só vindo a se apresentar no quartel da PM para fazer o curso que o habilita à promoção de coronel.

Autoridades do Estado de Alagoas, tudo isso é fato e deve ser comprovado, o que relato é por protesto e revolta, pois o patife consegue ludibriar a todos, "é um lobo com pele de cordeiro", coronel Dário César é capaz de vender até a própria mãe pela maldita ambição de poder e dinheiro. Pelo bem do Estado de Alagoas e da Instituição policial militar, apurem os fatos, pois encontrarão muito mais do que está exposto. É cabível ao comandante geral da polícia militar, até em demonstração de total isenção e respeito à sociedade alagoana, a obrigação no mínimo de investigar sumariamente a denúncia, sob pena de responder também penalmente, por conivência e omissão, pelos crimes praticados pelo coronel vigarista Dário César.
Maceió, 27 de junho de 2008.

Jenésio, o Pecador disse...

O Povo de Deus também á de ter o seu dia de vingança, pois assim está escrito nas escrituras sagradas.

Anônimo disse...

CADA MINUTO
12/11/2011 05:41









“É mentira. Tudo aqui tem prestação de contas”, diz comandante do CFAP da PM


por Dulce Melo






Assessoria

A instauração de Processos Disciplinares Ordinários (PDO’s) determinada pelo Comando-Geral da Polícia Militar, conforme publicação no Boletim Geral Ostensivo (BGO) nº 182, de 28 de setembro de 2011, causou rebuliço no Curso de Formação Complementar de Praças (CFCP) para soldados, cabos e sargentos que acontece no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), no bairro do Trapiche.

Os PDO’s são para apurar o não pagamento de uma taxa de R$ 20,00 por alguns alunos. A denúncia é de que a cobrança do valor seria ilícita, mas o Comando garante que cumpre Decreto Governamental.

O Cadaminuto não conseguiu falar com o comandante-geral, coronel Luciano Silva, mas ouviu o subcomandante, coronel Dimas Barros Cavalcante, também a comandante do CFAP, tenente PM Ana Paula e estendeu o assunto ao comandante da Academia da Polícia Militar, coronel Paulo Sérgio.

Conforme o coronel Dimas,pelo Decreto Governamental, que engloba as duas unidades militares de formação – CFAP e Academia - para qualquer curso ministrado, o aluno tem por obrigação pagar uma taxa simbólica que serve para a manutenção.

“Não é ilícito, está lá no decreto. O dinheiro arrecadado, pelo que sempre todos souberam é para aquisição de material a ser usado pelos alunos. Se é uma determinação e foi descumprida, no nossa regime militar se trata de uma indisciplina que como qualquer outro caso considerado não grave, é apurada por PDO”, explica o subcomandante.

Os denunciantes alegam que só quem pode cobrar qualquer valor do servidor público é a Secretaria da Fazenda. Também questionam o não recebimento de um comprovante de pagamento e a não prestação de contas.

“É mentira. Fazemos a prestação de contas mensalmente, todos os alunos assinam que tomaram conhecimento. Tudo aqui é comprado com nota fiscal, voltado para a administração, para a manutenção do curso. Não sei mais o que falar sobre isso. Na verdade, acho que as pessoas vêm perdendo os valores morais. Filhos não aceitam mais a disciplina dos pais, outras pessoas não querem mais cumprir o que mandam as leis, os regimentos, mesmo sabendo que tudo faz parte do processo”, afirma a tenente Ana Paula.

Já que foram mencionadas as duas unidades militares, o Cadaminuto também manteve contato com o coronel PM Paulo Sérgio, comandante da Academia. Ele se disse tranqüilo no tocante ao assunto questionado.

“Nosso trabalho aqui é muito transparente. Tudo que fazemos os oficiais tomam conhecimento e é publicado no boletim interno. No curso de habilitação para oficiais, que é de subtenente a tenente, e também no de formação de oficiais, de cadete a tenente, tem uma pessoa responsável para fiscalizar cada centavo. Depois da prestação de contas, todos assinam. Logo, não há problemas”, enfatiza o coronel Paulo Sérgio.

Os oficiais afirmam que muitas denúncias já foram feitas e levadas, inclusive, ao Ministério Público, mas, ao apresentarem o decreto e também as documentações ficam respaldados.

Anônimo disse...

Associação diz que volta à corporação não é bem vista por militares da reserva

por Emanuelle Oliveira

O anúncio de que a Assembleia Legislativa de Alagoas deu parecer favorável ao Projeto de Lei que prevê o retorno de 800 policiais da reserva para a ativa, em funções administrativas, causou insatisfação em muitos militares, inclusive naqueles que fazem parte da Associação dos Oficiais da Reserva. A proposta será apreciada para depois ser votada.

Com isso, os policiais que estão nessas funções passariam a fazer o trabalho ostensivo nas ruas. 700 militares assim como 50 policiais civis e 50 bombeiros seriam “convidados” para voltar à ativa, ganhando um adicional de R$ 700. Mas, segundo o presidente da associação, coronel Campos, o Governo do Estado deveria realizar um concurso público.

“Essa proposta não é bem vista. Já cumprimos nosso serviço na PM, agora os que estão na reserva só querem descansar. A remuneração não é interessante, pois já temos nosso salário e uma vida organizada. A maioria dos militares que conheço não quer retornar. É preciso oxigenar a tropa, com um novo contingente. Duvido que haja um policial da reserva que queira, não compensa, embora haja aqueles fanáticos pela PM”, afirmou.

Ele ressaltou que os militares que estão na reserva teriam dificuldade para desempenhar funções burocráticos e que já cumpriram 30 anos de serviço e não teriam disposição para voltar a trabalhar no Quartel. O coronel disse ainda, que os candidatos da reserva técnica é que deveriam ser convocados.

“Tudo é bem diferente agora, houve uma modernização no trabalho e isso não condiz com o perfil de muitos militares. A maioria era acostumada com o trabalho ostensivo. Acho um contrasenso o governo dizer que quer renovação na tropa e concordar com esse projeto. Tem muita gente desempregada, querendo entrar na Polícia. Trabalhei durante 31 anos e só estou na associação a pedido de colegas”, disse.

Fonte: Cada Minuto

Anônimo disse...

OLÁ COMPANHEIROS, MUITO BEM COLOCADA A MATÉRIA, MAS VINDO DE UM CIDADÃO COMO ESTE ( CAP ROCHA LIMA ), UMA PESSOA SEM CARATER ALGUM, QUE QUANDO PASSOU PELO 4º BATALHÃO SÓ CHEGAVA BEBADO, E AINDA POR CIMA, LIBERAVA UNS MAU-CARATER COMO ELE, PARA FURAR BEBIDAS, ENQUANTO PUNIA OS QUE ALÍ TRABALHAVAM, POR NÃO COMPACTUAR COM ESSE MALOQUEIROS FARDADOS...

SE PROCURAR SABER:BASTA APENAS PERGUNTAR AO CAP ROCHA LIMA, DE QUEM ELE LEVOU UM TAPA NA ORELHA, AO CHEGAR EMBRIAGADO E OFENDER UM PRAÇA NO 4º BPM

Anônimo disse...

Se a mensalidade escolar é "legal", conforme o Cel Dimas disse na imprensa, quando chegou até a afirmar que "existe um decreto governamental que legaliza a cobrança", então o que justifica a seguinte publicação contida no BGO nº 215?

Vejam a publicação:

NP Nº 144/2011 – SEC/5º BPM - SOBRESTAMENTO DE PDO: O TC QOC PM Cmt do 5º BPM no uso de suas atribuições legais, em atenção ao Ofício s/nº/2011-PDO da lavra do Cap QOC PM HEATHCLIFF DAMASCENO GAMA, que fora designado para proceder PDO de Portaria nº 090/11-PDOSec/5º BPM, de 27 de outubro de 2011, sobresta o referido Processo Disciplinar Ordinário devido ao fato de encontrar-se aguardando resposta à solicitação nº 02/11-5º BPM, encaminhada ao Comando do CFAP, referente à legalidade da Taxa Escolar.

Anônimo disse...

GAZETA DE ALAGOAS 20-11-11
DINHEIRO FÁCIL. Empreendimentos estão na mira dos bandidos em AlagoasCorreios e loterias se tornam o alvo Por: LELO MACENA - REPÓRTER
Locais de grande movimentação de pessoas e de quantias consideráveis de dinheiro, as agências dos Correios e as casas lotéricas de Alagoas se transformaram em alvo preferido dos bandidos. Os números confirmam: do início de março passado até o final da tarde da última sexta-feira, 18 casas lotéricas foram assaltadas em Alagoas. A situação dos Correios é ainda mais dramática. Somente este ano 34 agências foram atacadas e roubadas pelos bandidos, na capital e no interior. O número equivale ao dobro do total de ocorrências registradas no ano passado (17 assaltos) e coloca Alagoas no topo do ranking de estados com o maior número de assaltos a agências dos Correios.

Alagoas conseguiu esse título quando já registrava 25 assaltos, ainda em setembro, número suficiente para bater São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Distrito Federal. Os dados foram revelados durante seminário sobre segurança, pelo gerente corporativo do Departamento de Segurança dos Correios, Márcio Varallo Ribeiro.

De setembro pra cá foram mais 9 assaltos. A última “vítima” foi a agência dos Correios de Coqueiro Seco, invadida por cinco homens armados, na tarde da última quinta-feira. Um cliente chegou a ser agredido. Foi o quarto assalto à agencia somente este ano.

Descrentes na polícia, lotéricos se blindam

Invasão, troca de tiros e pessoas feridas. As cenas de violência deixaram sequelas nos funcionários da casa lotérica de São José da Laje, palco do mais violento dos 18 assaltos registrados a lotéricas, de março passado até agora.

Por volta das 10h, cinco homens armados invadiram o estabelecimento, renderam os clientes e iniciaram o assalto. Na fuga, os bandidos foram surpreendidos por policiais. Houve troca de tiros. Duas pessoas que passavam pela rua, uma senhora e um rapaz, rua foram atingidas. O pânico tomou conta das ruas da pacata cidade.

“A minha gerente está abalada até hoje, ainda não voltou a trabalhar. Os outros funcionários trabalham com medo”, diz o dono da lotérica, Reginaldo da Silva, ao relatar o clima de insegurança que vivem os donos de lotéricas do Estado.

Em Novo Lino, o dono da lotérica da cidade, Edvaldo Almeida, vive assustado.

Anônimo disse...

TUDO NA HORA
Hotel fazenda é assaltado em União, na véspera do Dia da Consciência Negra
16:51 - 20/11/2011
Da Redação, com Tribuna União
Os assaltantes levaram todo o dinheiro do caixa e fugiram

Os assaltantes levaram todo o dinheiro do caixa e fugiramO Quilombo Park Hotel, localizado em União dos Palmares, foi assaltado na tarde deste sábado (19), véspera do Dia da Consciência Negra. Três homens armados invadiram o hotel fazenda, situado na Serra dos Frios, renderam funcionários e levaram o dinheiro que estava no caixa.

Segundo informações de funcionários, dois dos assaltantes eram menores de idade. Eles não invadiram os chalés, onde em um deles estava hospedado o cantor Edson Gomes, que fez um show na cidade pela comemoração ao 20 de novembro.

No momento do assalto, por conta das festividades do feriado estadual, havia muitos hóspedes no hotel. Após apontarem a arma e ameaçarem a recepcionista, os assaltantes fugiram.

O delegado regional Antônio Nunes Cabral vai ouvir vítimas e testemunhas a partir desta segunda-feira (21).

Anônimo disse...

19/11/2011 06:23









Associação diz que volta à corporação não é bem vista pela reserva


por Emanuelle Oliveira






Arquivo CadaMinuto

O anúncio de que a Assembleia Legislativa de Alagoas deu parecer favorável ao Projeto de Lei que prevê o retorno de 800 policiais da reserva para a ativa, em funções administrativas, causou insatisfação em muitos militares, inclusive naqueles que fazem parte da Associação dos Oficiais da Reserva. A proposta será apreciada para depois ser votada.

Com isso, os policiais que estão nessas funções passariam a fazer o trabalho ostensivo nas ruas. 700 militares assim como 50 policiais civis e 50 bombeiros seriam “convidados” para voltar à ativa, ganhando um adicional de R$ 700. Mas, segundo o presidente da associação, coronel Campos, o Governo do Estado deveria realizar um concurso público.

“Essa proposta não é bem vista. Já cumprimos nosso serviço na PM, agora os que estão na reserva só querem descansar. A remuneração não é interessante, pois já temos nosso salário e uma vida organizada. A maioria dos militares que conheço não quer retornar. É preciso oxigenar a tropa, com um novo contingente. Duvido que haja um policial da reserva que queira, não compensa, embora haja aqueles fanáticos pela PM”, afirmou.

Ele ressaltou que os militares que estão na reserva teriam dificuldade para desempenhar funções burocráticos e que já cumpriram 30 anos de serviço e não teriam disposição para voltar a trabalhar no Quartel. O coronel disse ainda, que os candidatos da reserva técnica é que deveriam ser convocados.

“Tudo é bem diferente agora, houve uma modernização no trabalho e isso não condiz com o perfil de muitos militares. A maioria era acostumada com o trabalho ostensivo. Acho um contrasenso o governo dizer que quer renovação na tropa e concordar com esse projeto. Tem muita gente desempregada, querendo entrar na Polícia. Trabalhei durante 31 anos e só estou na associação a pedido de colegas”, disse.

Anônimo disse...

GAZETA WEB
20.11.2011 | 19h39

Jornalista da Gazeta tem carro arrombado na porta de escola

Severino Carvalho realizada prova do concurso do IFAL; câmeras flagraram ação

Janaina Ribeiro

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O carro ficou estacionado por poucas horas, apenas durante o tempo em que a vítima respondia às questões do concurso do IFAL. Mas o jornalista da Gazeta de Alagoas, Severino Carvalho, não esperava que, ao voltar, seu automóvel estaria arrombado. O criminoso levou vários objetos que estavam no interior do carro, todavia, ele só não contava com o fato de ter sido filmado pelas câmeras do circuito interno do Colégio Diógenes Jucá Bernardes, situado no bairro do Farol.

De acordo com o jornalista, que já registrou boletim de ocorrência na Central de Polícia, no Prado, o bandido furtou o pneu do step, uma máquina fotográfica Sony, um forno microoondas, um aparelho celular, uma pasta para notebook e o aparelho de som.

Toda a ação criminosa foi filmada pelas câmeras do circuito de segurança contratado pelo Colégio. O homem utilizou um Gol preto para chegar até o local. Em seguida, estacionou o automóvel atrás do Prisma de propriedade do jornalista e, ao descer do seu veículo, forçou o capô do carro e cortou o fio da bateria. Na sequência, arrombou uma das portas e começou a efetuar o furto.

O bandido estava usando uma camisa branca e uma bermuda branca. As imagens do circuito interno já foram liberadas pela unidade de ensino e foram entregues à Polícia Civil.

“Eu lamento que o nosso Estado esteja sem controle à violência. Sou jornalista e já fiz muitas matérias mostrando a situação da criminalidade e, quando nós escrevemos sobre o tema o governo sempre contesta e diz que está tudo bem. O que aconteceu é uma prova de que a situação é bem diferente da propaganda oficial”, desabafou Severino Carvalho.

Segundo ele, no primeiro dia do teste, em setembro, uma dupla de policiais militares até esteve nas proximidades do colégio, o que deu uma sensação razoável de segurança aos candidatos. “Mas, lamentavelmente, dessa vez, não havia nenhum PM. Sabemos que não existe efetivo para dar conta de uma população tão grande”, afirmou o jornalista.

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