Nossa UPP: Usurpação do Policiamento Público

Nosso dia a dia tem sido assim: combatentes cansados, excedendo o horário de serviço, fazendo HORA EXTRA de GRAÇA, e como se isso não bastasse, se a viatura sair 500 metros do QUADRANTE a guarnição leva canetada (porque as novas VTR's são monitoradas por GPS). Daí eu pergunto: deveríamos investir em segurança pública ou em equipamentos e tecnologia pra punir o praça? Por que não investir em câmeras no centro da cidade ou em lugares mais críticos?
Outro dia, como já se não bastasse o nosso estresse, ainda tivemos de tolerar um empresário revoltado.
O caso foi assim: certo dia, nas proximidades do PM BOX PAJUÇARA, um cidadão desce de um carro bem luxuoso solicitando que os combatentes fossem até o estabelecimento dele, pois ele acabara de ser assaltado.
Diante da situação, o comandante da guarnição disse: Senhor, vamos passar essa situação para o CIODS, mas o senhor terá que ligar para o 190 e abrir um B.O. Infelizmente não poderemos ajudá-lo nesse momento, pois o COMANDANTE DO CPC determinou que não podemos sair do quadrante. Além do mais, estamos somente nós dois aqui, e não tem ninguém para ficar aqui no PM BOX. O senhor terá que...
O empresário, interrompendo a fala do parêa, desabafa: "rapaz isso é um absurdo, eu pago a vocês pra que?"
– Calma, senhor... O senhor está equivocado, pois eu sou funcionário do Estado e não recebo nada do...
O empresário interrompendo novamente a fala do parêa, de forma estressada disse: "Tá me desculpe... Mas é que eu dei R$ 2.500,00 [isso mesmo dois mil e quinhentos reais] para o comandante dos senhores e ele me garantiu que eu teria uma guarnição fazendo a ronda próximo do meu estabelecimento, para minha segurança, e que eu poderia contar com os senhores a qualquer momento, mas vejo que me enganei!".
Na verdade, o cidadão não se enganou: ele foi enganado. Praça agora é segurança privada é?
Para ciência dos senhores, essa venda de serviço de segurança privada que o nosso Comandante do CPC faz, vem desde a época em que o mesmo era Subcomandante da RP, e ela acontece com mais intensidade nessa época de fim de ano... Não sei por quê?
Já que não podemos contar com a aprovação da PEC 300, está na hora de deflagrarmos o Tolerância Zero, assim como fizeram em outros Estados, assim como nossos vizinhos vão fazer novamente no Estado de Sergipe!

10 comentários :

vasconcelos disse...

Essa postagem demonstra como esse comando ditador trata aqueles a quem deveriam proteger gratuita e espontaneamente. Quem conhece o comandante Gilmar sabe que essa matéria retrata a verdade sobre o que acontece nos bastidores dos locais por onde ele passa. Aliás, o CPC por si só é um antro de comandantes corruptos. A matéria é demitida, bem como tem sido destemida a maioria das matérias de vocês, onde se mostra o vergonhoso casos da nossa POLÍCIA MILITAR DE ALAGOAS, que nessa gestão (desde que Dário César foi comandante do CPC) atingiu um triste recorde: o de ser uma das pires fases da história da Coporação.

GRUPO DE PESQUISA EM SEGURANÇA PÚBLICA - GPSEG disse...

O lucro líquido que muitos oficiais tiram com a venda dom policiamento, o com a oferta de “jagunços” para fiscalizar as ruas das nossas cidades, o famos viagias noturnos, rende-lhes um valor maior que o que ganha o ocupante do posto de Comandante da Polícia Militar. E poucos são os que tem a coragem necessária para enfrentar de frente essa situação. Eu diria até que até a presente data nenhum comando ousou investigar isso, muito embora se saiba abertamente quem são as pessoas que privatizam a segurança pública, tanto em nome da corporação, quanto presta fora dela as “assessorias”.

Anônimo disse...

Os desvios, e demais afanos (do verbo afanar) dos bens materiais e o fato de que nada acontece aos seus praticantes, como se vê atualmente na PM, “roubam” a esperança dos policiais honestos, e contaminam aqueles de personalidade fraca.

Anônimo disse...

Como anda mal a nossa corporação! Eu nunca pensei que fosse ver esse tipo de situação acontecendo, ou seja, os podres do que acontece no nosso dia a dia sendo revelado publicamente. Mas que bom por isso. Infelizmente, no nosso meio, tem gente que confunde o termo HONRA com LOCUPLETAÇÃO! Deve ter se "formado" na mesma escola da Turma da Denilma!

Anônimo disse...

Do blogueiro ao governador tucano: “Teo, acorde deste sono profundo”

Chega de dizer que tudo está bom, governador! As inserções nas emissoras de rádio e de TV não dizem a realidade dos fatos e não conseguem enganar aos alagoanos

Arrte Produzida:Reyneri Canales

Na educação os tetos das escolas estão caindo, na saúde crianças cardiopatas morrendo e na segurança as balas partem de todos os lados matam os alagoanos impiedosamente, a maioria pessoas pacatas, trabalhadores que saem de casa para ganhar o pão, como têm ocorrido com tantos taxistas e outros profissionais, e são eliminados pela truculência de dos vivem à margem da sociedade ditando as ordens num estado onde a violência impera por falta de m ao forte do poder público.

É preciso que o governo do tucano Teotonio Vilela caia na real.

Já assistimos a um filme semelhante em preto e branco no terceiro governo Suruagy. E o mesmo pode se repetir se o barco do governo tucano continuar navegando sob o controle de alguns assessores que não estão nem aí para os ventos do norte ou do sul. Eles se auto denominam super gênio e acham que tudo está bem enquanto o Estado navega – como diz o cantor sergipano José Augusto em uma de suas canções – “como um barco sem vela e sem leme nas ondas do mar...”

O que faz o governo pecar são esses assessores que se julgam gênios e estão lá todos muito bem! Cercam e blindam o governador como se fosse uma joia de sua propriedade, enquanto os alagoanos vivem vive o pavor do medo de serem assaltados ou mortos em sua própria ou na próxima esquina. A estes, só resta pedir a proteção de Deus para os livrar com seus familiares da tenaz violência ou mesmo de um teto de escola que pode desabar sobre a cabeça de seu filho.

Mas não é só isto. Existe também o medo de ter um filho morto por falta de socorro pela falta de uma ambulância em casos de emergência, como aconteceu recentemente com o menino Riquinho em Palmeira dos Índios. Até hoje, Ryneri Canales, pai do garoto, aguarda uma resposta do governo sobre as providências tomadas pelo desumano comportamento do diretor que negou a liberação da ambulância para trazer seu filho a Maceió, onde receberia cuidados necessários no Hospital dos Usineiros.

Não! Isso não pode continuar acontecendo em Alagoas... E temos a certeza que esta não é a proposta do governo do cidadão Teotonio Vilela Filho, mesmo que pareça adormecido diante de tanta incoerência numa gestão que todos esperavam que fosse melhorar o padrão de vida dos alagoanos, principalmente em áreas essenciais como segurança, educação e saúde.

Faço um apelo ao meu governador para despertar desse sono profundo. Digo “meu” porque votei e continuarei votando nele, apesar de entender ser urgente uma faxina no seu staff e aproveitar os bons ventos que sopram embalando o governo da presidente Dilma Rousseff, pressionada pela imprensa que tem responsabilidade e compromisso de defender os interesses sociais.

Chega de dizer que tudo está bom, governador! As inserções nas emissoras de rádio e de TV não dizem a realidade dos fatos e não conseguem enganar aos eleitores, que sofrem na pela as conseqüências de uma gestão que, a continuar assim, deve seguir o mesmo conselho que o publicitário Aloísio Alves deu ao governador Suruagy quando divulgou meia página no jornal Gazeta dizendo: “Governador, peça pra sair e não volte mais...”

Anônimo disse...

No 4º. BPM é a mesma coisa o Comandante de lá, recebe propina para fazer policiamento dos Bancos!!!! Temos que denuncia-los. Esse cara só comanda pelo celular, nem aparece na unidade, como fazia no 9º. BPM. Lá ele recebia R$ 2000,00 e aí cadê a corregedoria para esses ladrões!!! É o mesmo grupo do Nê da Rocinha. KKKKKKKKK.

Anônimo disse...

seria bom se os praças pedissem aos empresarios para fazer uma denuncia na tv e radio sobre essa robalhera do comando, pois, a grande maioria da população não acessa o briosa em foco, ficando assim sem conhecimento dos fatos. nós pms sabemos mas a população não sabe.

Anônimo disse...

Lei do Governo que cria comissionados na Polícia Militar burla Constituição

Militares da reserva voltarão ao serviço para cumprir funções administrativas, mas aprovados em concurso não serão convocados

Da Redação

O projeto de lei do governo estadual que convoca 800 policiais militares da reserva para assumir funções comissionadas é irregular. A proposta já foi aprovada na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado (ALE), mas vai contra a Carta Magna brasileira. Para procurador, solução seria convocar candidatos aprovados no último concurso público.

A ideia do governo é trazer de volta à ativa 800 policiais que estão afastados do serviço. Eles iriam substituir PMs que estão nas funções burocráticas e de guarda de patrimônio público. Para voltar ao trabalho, cada reconvocado ganhará R$ 700 em comissão. Com a medida, o objetivo do governo é colocar até 800 militares para cumprir com a atividade fim da corporação. Isso reduziria a carência de policiais nas ruas dos municípios alagoanos. Aprovado na CCJ, o projeto deve ser votado pelos deputados neste mês.
Da Redação
Procurador Luciano Chagas diz que solução é convocar aprovados em concurso da PM feito em 2006
A proposta até parece ser positiva, mas é irregular. Em um de seus dispositivos, o artigo 37 da Constituição estabelece que tipos de funções podem ser cumpridas por servidores
comissionados. “As funções de confiança [...] e os cargos em comissão [...] destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento”, diz a lei máxima brasileira. O problema é que o tipo de serviço que será desenvolvido pelos militares reconvocados não se encaixa com o que determina a legislação. “É difícil de imaginar que existem 800 funções de direção na Polícia Militar”, declara o procurador Luciano Chagas.

Para o procurador, o governo tem que convocar os candidatos aprovados no concurso público realizado em 2006 para suprir a ausência de militares nas ruas. “Tem que nomear quem foi aprovado. O Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que, havendo vagas disponíveis, os aprovados têm que ser convocados”, afirma. A decisão do STF foi em 11 de agosto deste ano. Chagas ainda ressalta que o projeto de lei tenta burlar a legislação. “De acordo com a lei, o policial militar que completa 30 anos de serviço é obrigado a ir para reserva”, pontua.

CLAROS – O jornal Extra já mostrou em reportagem publicada em agosto deste ano que o efetivo da Polícia Militar de Alagoas (PMAL) tem carência de mais de oito mil membros. A informação é da própria corporação, que rotineiramente avalia seu quadro de praças. De acordo com relatório divulgado em janeiro deste ano, o estado precisa de 10.068 soldados, mas só tem 1.856. A situação é ainda pior quando analisado o quadro militar completo.

Somando todas as patentes de praças alagoanos - soldados, cabos, sargentos e subtenentes –, seriam necessários 15.202 militares, mas o estado só conta com 6.766. O claro é de 8.436 agentes de segurança pública. O número equivale a mais de 55% de déficit humano na corporação. “Com essa quantidade de claros, 800 policiais não dá conta nem em Maceió”, considera o procurador Chagas.

Dados da PMAL registrados em 2000 revelam o descaso com o efetivo da corporação. Há mais de dez anos, Alagoas contava com 4.113 soldados, o que significa 2.257 militares a mais do que nos dias de hoje. “Não dá para entender como um estado cresce, mas seu efetivo diminui. Não faz sentido”, comenta o procurador. Mesmo com um quadro humano maior que o atual, à época já havia carência de militares no estado. “O problema é sério. Se continuar assim vai acabar com a polícia. Pode fechar a corporação”, ressalta Chagas.

Anônimo disse...

Extra Alagoas - AL
14/11/2011 - 11:26


Paulo Brêda: “Necessidades urgentes em segurança pública tiram foco do Conselho”

Presidente do Conselho de Segurança considera que é preciso realizar concursos, mas também é necessário rever estrutura das polícias em Alagoas

Victor Avner - victoravner@yahoo.com.br

Com índices cada vez mais alarmantes, a insegurança em Alagoas tem sido constantemente mostrada em periódicos nacionais e até internacionais. Foi em meio à crescente onda de violência que o Conselho Estadual de Segurança Pública foi criado, em maio de 2007, com o objetivo de criar planos para trazer o estado de volta à tranquilidade.

Entretanto, a sociedade ainda não consegue receber as respostas procuradas. De volta ao Conselho, Paulo Brêda assumiu a presidência do órgão no final de agosto. O advogado considera que a necessidade de soluções imediatistas prejudica a elaboração de um planejamento estratégico. “É muito difícil pensar na segurança pública daqui a 20 anos quanto você chega na segunda-feira de manhã com 14, 15 homicídios no fim de semana”, pontua.

Para Brêda, é necessário repensar as estruturas da segurança em Alagoas. “É uma mudança radical do funcionamento da Polícia. É o que nós estamos propondo e a Secretaria de Defesa Social já está trabalhando. Mas tem que vencer resistências enormes”, avalia.

Anônimo disse...

Nós temos que nos espelhar em Sergipe para formarmos uma Policia e Corpo de Bombeiros Militar e Policia Civil de vergonha. Receber melhor para trabalhar melhor por nosso Estado ao invés de mendigar diarias da Força Nacional para melhora de vida camaradas

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