CBM alerta para cuidados com fogos de artifício

Tradicionalmente usados nas comemorações de fim de ano, os fogos de artifício podem dar brilho e beleza ao réveillon, mas podem também representar perigo para crianças e adultos que não tomarem o devido cuidado ao incrementarem suas comemorações.
Em primeiro lugar, é imprescindível localizar uma loja especializada nesses tipos de produto. Na hora da compra, é importante olhar na embalagem e verificar se os fogos têm o pré-requisito de faixa etária, pois têm certos tipos de fogos que menores de 18 anos não podem soltar. Siga as orientações do fabricante e peça mais informações na hora da compra, em caso de alguma dúvida de como proceder com fogos de artifício. É muito importante seguir as instruções das embalagens. Acidentes são comuns com pessoas que não empregam os fogos de forma correta.
Aos comerciantes, a principal orientação é não vender fogos de artifício a menores de idade desacompanhados de seus responsáveis, já que o procedimento é proibido por lei. Já aos usuários, o Corpo de Bombeiros recomenda uma leitura atenta das informações dos fabricantes dos fogos de artifício sobre procedimentos de segurança. Os danos mais comuns são dilacerações, amputações de dedos e alguma lesão auditiva ou no globo ocular. Para evitar ferimentos, é importante usar os prolongamentos e bases de lançamento que são comercializados junto com os fogos. Como se trata de um show pirotécnico, para a garantia do sucesso, é aconselhável deixar para os profissionais especializados em fogos de artifício.
As pessoas devem estar em um lugar aberto e seguro durante o réveillon. Evitar ambientes fechados e proximidades das redes de eletricidades. A distância para explodir os fogos com segurança é de 30 a 50 metros de pessoas, edificações e carros. É preciso ter um cuidado especial com as crianças.
Em caso de acidentes, o Corpo de Bombeiros recomenda que se ligue 193 ou 192 (SAMU).
Além dos cuidados com os fogos de artifício, também são necessários outros cuidados: evitar a combinação explosiva de álcool e direção ajuda a diminuir os índices de acidentes de trânsito, comuns em eventos de grande porte. O cidadão deve se lembrar que ele põe em risco a vida dele e de terceiros.

Adeus Ano Velho, feliz Ano Novo

Nós, que fazemos parte do efetivo do 6º BPM de Alagoas, em Maragogi, fazemos nossa despedida ao ano que se vai e saudamos o novo ano que vem chegando com o seguinte pedido:
"Querido ano velho, pedimos a vossa senhoria que leve junto com senhor tudo que não prestou para o 6º BPM neste período e que ainda está vigorando, começando pelo comando (ausente) – que nada trouxe de bom para nós. Um comando gerenciado por uma pessoa que assim que chegou no batalhão foi logo tirando nosso direito de descanso, reduzindo nossa escala de folga de 3 para 2 dias, sob a ameaça de transferência dos insatisfeitos para unidades bem distantes, simplesmente para fazer a vontade do governo comandante geral, não estando nem aí para o bem estar da tropa ou até mesmo para a legislação vigente. Este comando, melhor dizer, o comandante da unidade, não gastou um centavo com melhoria da alimentação e nem com a reforma dos chiqueiros que chamamos de alojamentos, mas tem gastado bastante dinheiro com a construção de uma casa de vidro (aquário) sem nenhuma finalidade, assim como tem gastado consideráveis recursos para construir casa para cachorros. E para não falarmos de outras coisas desse comandante, vamos apenas dizer que o mesmo literalmente entregou o comando ao capitão mais corrupto da PMAL, e este por sua vez fez tudo que não deveria, sendo que um dos seus maiores defeitos foi ter agido sem o mínimo de respeito com a tropa local.
Sendo assim, querido ano velho, leve também este subcomandante chamado capitão Bulhões, conhecido no BPM como capitão 'bilhões' em decorrência das furadas que realiza utilizando o nome da unidade. Um homem não apenas corrupto, mas também imoral, conforme toda PM sabe, e que assumiu o comando do batalhão na total ausência do comando, e que desde então 'manobra' tudo sozinho, conforme as suas vontades. Uma pessoa que vive se intrometendo na função do P1 (que praticamente é um zé ninguém) para 'encaixar' ou liberar quem lhe oferta benefícios, como peixe, camarão, bebidas em troca de 'outras facilidades'. Este capitão é um falso moralista, que cobra daqueles que têm vergonha na cara (e não lhe dá nada) e fecha os olhos para os que lhe dão frutos do mar ou então das pistas. Sobre esta situação, podemos dizer que ele 'administra' a escala do BPRv escando lá aqueles que dividem as furadas com ele; prova viva é o soldado Jasiael (o protegido do capitão bilhões), que hoje é a vergonha do 6º Batalhão – um soldado da turma de 2006, considerado o maior furão no posto do BPRv. Vale salientar que não é possível que ninguém, nenhuma autoridade, não saiba o que este soldado estar fazendo no posto do BPRv. Ele não aborda os veículos, o que ele faz é um verdadeiro roubo a mão armada; seus serviços são da seguinte forma: ao entrar de serviço, o mesmo não sai da pista, aborda sozinho os motoristas dos carros e extorque na maior cara de pau, mesmo que o motorista e o veículo esteja com tudo nos conformes. Certa ocasião, quando Jasiael foi afastado do posto ele ficou doente, pois dizia a todos que fazia outro salário lá. Mas o mais surpreendente é que ele andou dizendo a todos que faria um 'acordo' com o capitão para voltar para o posto e... Voltou sim: 'por determinação do bilhões'!
Por isso, ano velho, reitero o pedido: leva este sub que persegue, que bota a honrada farda da briosa e sai pelas cidades atrás das furadas, que recebe frutos do mar do sargento Fernando (péssimo rancheiro, mas que nem por isso não sai do rancho; obs: não dá para entender como é que o melhor rancheiro – Rivaldo – foi trocado por um sargento que cozinha coçando a bunda e temperando a comida com matos do jardim do quartel). Voltando ao sub bilhões... Este cara não respeita nem mesmo os oficiais que o auxiliam na unidade, e está marcado como o subcomandante que mais deu cadeia nos últimos 10 anos no BPM. Agora fica a pergunta: 'por que nada acontece com este corrupto?'
Em relação a outras mazelas da nossa unidade, ano velho, não esqueça de levar também um ser deplorável chamado sargento Marcos, puxa saco de oficiais, traíra: um sargento que tem o maior prazer em ferrar os praças, e que defende com ar de provocação a escala de 1 x 2, com serviço extra no segundo dia de folga. Este sargento, por sinal, que não sabe trabalhar na rua (mas vive em Matriz comendo dinheiro dos comerciantes, em nome do Pelotão), é totalmente contra a escala correta de 1 x 3, e vive dentro da P1 só ferrando os demais praças. Recentemente este sargento, junto com o capitão bilhões, fez a escala de serviço dos militares que estavam de férias em dezembro os quais foram escalados para tirar serviço extra dia 31 de dezembro. O curioso é que ele tratou de tirar logo o nome dele desta lista.
E para não ser injusto com outros policiais da nossa unidade, ano velho, leva também estes capitães que estão no BPM e que não sabem ter moral, capitães que deixam o Bulhões pisar em suas cabeças, capitães que não decidem nada e tem mesmo atitudes que o recruta mais moderno.
Por fim, querido ano velho, leva contigo toda esta mala suja, descarrega dentro do mar e entrega este despacho para que o mar leve para bem longe, deixa tudo limpo para que o ano novo chegue e possamos viver um novo tempo."
Fonte: recebido por e-mail

Retrospectiva Anual

Durante a última formatura matinal do ano, ocorrida terça-feira (27), o Comandante Luciano Silva "fez uma breve explanação sobre as atividades no âmbito da segurança pública no ano de 2011". A imprensa, e o "inimigos" de plantão, como tem acontecido nos últimos tempos, prestou atenção ao que o comandante tinha a dizer; e a razão é bem simples: a crise da PMAL. Se é verdade que há que se comemorar o alto índice de armas apreendidas, por outro é de ser reconhecer que se não fosse a opressão, as escalas apertadas e os altos índices de LTS que disso decorre, associados à greve branca (não admitida pelo comando), o resultado seria muito superior ao que foi apresentado.
"Apesar dos problemas na área de segurança, temos enfrentado todos os dias e de forma bastante esforçada a violência", disse o comandante. Que não assume os fiascos e as suas falhas, bem como a de pessoas proeminentes em cargos estratégicos. Este ano, definitivamente, não temos o que comemorar no âmbito da segurança pública. E nem ao menos podemos admitir que o comando tenha feito algo de significativo em prol da sociedade. Se estivéssemos diante de uma guerra, em meio a tantos assassinatos, poderíamos dizer que estas mortes foram desastres naturais, mas nós não estamos em uma guerra – embora o que vivenciamos tenha status de guerrilha.
Temos muitos problemas, em amplo sentido, os quais não são admitidos em sua plenitude pelos nossos gestores, que reportam-se aos mesmos como "desafios". Apesar disso, em plena falta de recursos, não esquecendo que em 2012 a atenção dos políticos estará voltada para as eleições municipais, nosso comandante alienadamente ainda soltou mais essa: "A expectativa para o próximo ano é a melhor possível. Nas reuniões acerca do PPA (Plano Plurianual), observei que a segurança pública é uma das áreas que mais receberá investimentos". Mal sabe o nosso comandante que todo ano é a mesma coisa: eles (os políticos) criam essa expectativa, tal qual aconteceu quando da divulgação do concurso público para a área da segurança pública cujas provas, conforme divulgado em meados do ano, eram para ter acontecido agora em dezembro. Reprise: foi assim com o Secretário Sá Rocha, com o Rubin, e agora com o Dário César.
Há pouco mais de cinco anos este mesmo governo disse em campanha eleitoral que "contrataria mil policiais a cada ano". O mais surpreendente nisso tudo é que em seus cinco anos de governo não houve concurso público para área da segurança pública, e até mesmo os policiais da reserva técnica são oriundos do concurso da gestão do Ronaldo Lessa. Disso, tem-se a seguinte conclusão: as situações mais gritantes geralmente ficam no topo da lista das pretensões, mas as que são menos importantes são as que tem a devida atenção; a exemplo da milionária verba anual de publicidade, que poderia salvar milhares de vidas se fosse revertida para a segurança pública.
E o ano está acabando... Se você fizesse uma retrospectiva deste ano que passou, a nível de segurança pública, claro, o que apareceria em sua lista? Pense! Será que alguma ação do comando o fez acreditar que nossos comandantes estão profundamente preocupados com a segurança pública ou com a tropa?
Depois da decretação da prisão do Coronel Luciano Silva as suas ações demonstraram o quanto ele está abatido, aflito com a futura condenação penal e alheio ao convívio com a tropa, bem dizer com a segurança pública em si; ao contrário de Dário César que para manter-se no cargo faz questão de se mostrar atuante e participativo. E essa constatação pode ser confirmada nas formaturas matinais em que o Coronel Luciano não comparece(u), na solenidade natalina e mais recentemente na solenidade de juramento ao primeiro posto, onde Dário César "exitosamente" foi o centro das atenções.
Por fim, ao relembrar este ano que passou, pensei em não escrever sobre os acontecimentos negativos em nossa área! Por isso fiz este texto em forma de reflexão. Quanto ao ano que vem, não tenho receio de revelar que embora proclamemos perspectivas de melhoras, não podemos ignorar que o mesmo será um ano de decepções e dificuldades, bem como de dezenas de centenas de vidas ceifadas sem que possamos ao menos dar a essa onda de criminalidade uma resposta à altura. A minha esperança é que não quebremos o recorde de homicídios desse ano, que já passa da casa dos 2.300 assassinatos.
Em tempo: se tudo continuar correndo dentro do previsto, e se o presídio militar for realmente construído (ano que vem), aposto que – dentro de uns três anos, no máximo – o Coronel Luciano vai passar uns tempos por lá, não na condição de diretor ou de intendente. Lembrem-se que o nosso comandante está sendo processado e que para as penas até quatro anos o regime é o aberto; para as penas superiores a 4 anos ano o regime é o semiaberto e para as penas superiores a 8 anos a regra é o regime fechado. Contudo, é de entendimento pacificado que ao reincidente condenado à pena de reclusão, independentemente do quantum da pena aplicada, deverá ser submetido ao regime inicial fechado. Logo, basta que seja reincidente para ter que transitar pelos três regimes prisionais pela via da progressão. OBS: existem, até a presente data, 7 processos contra o Coronel Luciano Silva, 4 deles pelo mesmo motivo: descumprimento de ordem judicial.

Presentes de Natal

Natal. A tradição remonta de quase dois séculos. Momento de reflexão pessoal e comparações sobre objetivos.
Há quem diga que é a época que toca os corações humanos. Outros, um pouco mais maledicentes, dizem que é a data das hipocrisias: os sujeitos brigam o ano inteiro, e ao final, no Natal, estão todos compartilhando a mesma mesa (isto, levando em conta as relações familiares).
As crianças ainda têm a magia de que Papai Noel vem na Noite de Natal e, como foram "bons meninos", que o presentinho esteja disposto na árvore quando acordarem na manhã do dia 25 de dezembro.
O BRIOSA EM FOCO, inspirado no espírito natalino, traz ao leitor uma crítica bem humorada sobre o natal das principais figuras (nefastas ou caricatas) que foram o nosso enredo durante o ano de 2011 e apresenta o que eles possivelmente ganharam do bom velhinho neste natal.
Secretário de Insegurança Social – Dário "Tiririca", o César.
É inegável que o secretário foi um dos membros do governo que mais "trabalhou" este ano. Claro! Dá trabalho esconder e camuflar as estatísticas e formular mirabolantes planos para manter-se no cargo, e mais trabalhoso ainda é passar o ano a fazer as malas de inútil viagem em ridícula viagem.
À medida de suas palavras, e fazendo análise a elas, pensamos que talvez São Nicolau houvesse lhe trazido uma gramática ou até mesmo uma bolsa em um curso de oratória. Esta expectativa durou pouco, pois conhecemos o senhor secretário e sabemos que estudar não é muito a praia dele.
Então, pegando o gancho nos números vergonhosos do Instituto Sangari e no relatório da ONU que apontam para Alagoas como o Estado mais violento do País, e um dos mais sangrentos do mundo, e usando as próprias palavras do "gestor", em forma de macabra proporção e razões matemáticas, em que disse: "Que a polícia está para a violência assim como a aspirina esta para a dor de cabeça"; e a julgar pela incompetência e falácia em sua passagem (breve, graças a Deus) pela SEDS temos a certeza do que Papai Noel colocou embaixo de sua árvore: Um estoque reforçado de aspirina.
Comandante Geral da Polícia - Coronel Luciano "fora-da-lei", o Malvadeza.
Deste fica difícil negar, foi tudo menos um bom menino no ano de 2011.
Dedicou a sua vida ao serviço Policial: perseguiu, prendeu, não deu a menor trégua – tudo que um bom policial deve(ria) realmente fazer – com os bandidos. Mas este empenho todo foi usado em desfavor de sua própria tropa.
Jogou o nome da Polícia Militar na lama e ainda pisou em cima. Envolveu-se em mais escândalos do que qualquer outro comandante anterior e não soube honrar as platinas que carrega nos ombros; ainda hoje arrasta-se sem o menor respeito pelos corredores da caserna, simplesmente por não possuir a mínima dignidade em pedir para sair, correndo o perigoso risco de ser posto para fora!
Tachado pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral, entre outras figuras públicas e do alto escalão, tanto do Judiciário quanto do Legislativo e Executivo como "um marginal fora da lei, sem a mínima condição de comandar uma tropa".
Não nos resta dúvida de que o presente que lhe deva ter chegado às mãos, pra início, é o livro do jurista norte-americano Micheal J. Sandel, "Justiça: O que é fazer a coisa certa".
Esperamos que aproveite o presente para pensar e que esta reflexão o traga para o caminho dos que cumprem as leis, e que não mais permaneça no triste trilho dos malfeitores aos quais prendemos todos os dias, que também descumprirem o que preconiza a lei.
Comandante Metropolitano – Coronel "Major" Gilmar "escala extra" Batinga.
Se tem alguém que não pode reclamar do ano de 2011, é o Gilmar.
De rechaçado pelo Comando Geral, a esperança da salvação depois da desastrosa passagem do Coronel Mário, o Menino, pelo CPC, foi um pulo. O Eldorado das furadas do trabalho havia finalmente batido a porta do carregador de malas da assembleia abnegado profissional.
E foi alegria para muita gente. O Cb. Barros, O Cb. Adelino, O Cb. Índio...
Agora Gilmar pode, entre outras coisas, apertar todos os batalhões aos quais estão subordinados ao CPC e duplicar o número de PMs nas ruas através da sua filosofia ultrapassada e arbitrária da supressão de folgas e da ideia de que o policial é escravo essencial e que sua alegria é trabalhar sem remuneração, em seu horário de folga e em prol da sociedade (obs: o que o Batinga fala não corresponde ao que ele faz, ou seja, ele não faz o que fala).
Certamente o que ganhou de natal foi uma maquina fotocopiadora, para que possa assim reprografar mais e mais policiais para suprir a sua crescente vontade de escalar e deixar com que o pobre policial tenha seus momentos de lazer com a família.
E, convenhamos: Se Papai Noel não deu a ele esta máquina, é provável que ele possa comprar com o dinheiro das escalas do ENEM.
Outros personagens:
O nosso querido Tenente Coronel José Jordânio, mesmo não tendo pedido, certamente recebeu uma "bicicletinha" para poder pedalar sozinho sem ter de emprestar aos "coleguinhas".
Já o TC Everaldo "Tick", ganhou uma lancha de aço inox de presente da METALTEC. Quer dizer, ele pelo menos já atestou que recebeu a lancha...
A parcela lamentável deste descontraído e despretensioso texto é conhecer que a tropa não possui, neste natal, motivos para comemorar a não ser o valoroso bem que é estar na companhia de nossos familiares.
Que no próximo natal, possamos ter grandes mudanças e que lembremos destes personagens apenas como caricatos motivos para repudiarmos o período em que se locupletaram do poder e que esqueçamos a negra e manchada página de desonra que escreveram em nossa historia.
E, a toda família miliciana, nos que fazemos o BEF desejamos boas festas e um Feliz Ano Novo.

Casa grande e senzala

O ano é o de 2011, mas os avanços não foram tantos que pudessem nos colocar longe dos atrasos existentes no século XIX.
Coincidentemente, muitos perguntam o porquê da tropa ainda não ter se mobilizado em forma de revolta e motim de forma clara para a saída dos verdadeiros inimigos da polícia, e por conseguinte da sociedade como um todo, que hoje deixaram de ser os bandidos clássicos e passaram a ser os bandidos de terno e gravata (leia-se Secretário de Defesa Social Dário, o César, e sua cúpula) e de farda (Comandante Geral da PMAL Luciano, o Malvadeza, e seu Estado Maior Geral, e Comandos de Área, com raras exceções), estes, nas palavras das maiores autoridades do Judiciário Estadual, foras-da-lei sem a menor sombra de confiança e nem capacidade para exercício da função. Somos levados a concordar, pois fracamente: Aquele que não cumpre as leis, nada mais é do que um simplório marginal.
Mas, vamos diretamente ao ponto: o que leva a tropa a "ainda" não ter iniciado um levante aberto e tomado o poder dentro da instituição (e não vamos falar em democracia, pois como respeitar a democracia se esta ainda não nos alcançou? Temos todo direito de sermos antidemocráticos.)?
A resposta a esta pergunta está diretamente ligada a não evolução da própria PMAL, não somente em estrutura física e pessoal, mas com o aspecto intrinsecamente comportamental de que a caserna estadual ainda é meramente equiparada a uma fazenda produtora de cana de açúcar de dois séculos atrás. E a nossa tropa assim se comporta.
Vejamos o quartel como um grande engenho de açúcar, e o Comando Geral agindo como o grande coronel subordinado ao Estado. Este comandante, com o chicote na mão, exige que a praça e os oficiais subordinados trabalhem em seus batalhões de sol a sol e de domingo a domingo, sem folgas ou feriados condicentes com as suas limitações típicas. Esta mesma fração é a tropa urbana, perigosa como o negro da lavoura, o morador da senzala. Como ela representa uma massa forte e operacional, precisa sempre estar ocupada e a elas, caso transgridam, é necessário aplicação de castigos, na maioria das vezes cruéis e desarrazoados para servirem de exemplo para os demais, bem como com a seguinte finalidade: sufocar a possibilidade de um amotinamento em massa.
Incumbidos de tais castigos, vemos os comandantes de unidades e subunidades, que se comportam como os reais feitores responsáveis diretos pela aplicação das reprimendas. E cumprem sem questionar, pois a estrutura para eles lhe é benéfica: o feitor de hoje pode ser o coronel de engenho do amanhã.
Do outro lado da moeda, existem ainda as praças e os oficiais que representam o trabalho burocrático da instituição. Estes são equiparados às mucamas e aos negrinhos que realizam o trabalho doméstico dentro da casa grande. Vestem-se de forma diferente, até mais parecida com seus senhores e a eles, via de regra, não é dispensado o trabalho árduo de rua que é mister ao praça urbano. Circulam pela casa grande com certa liberdade e seus superiores até lhe demonstram um certo apreço e carinho. Entretanto, são e continuarão sendo, para todos os efeitos, meras propriedades.
Estes não revoltam-se pois tem medo de perder a falsa condição de proteção que possuem em sua atividade meio. Temem serem movimentados e compartilharem as senzalas que abundam os perigosos operacionais. Temem ir para a rua. Esse medo latente faz com que se apeguem a seu trabalho como cãezinhos domesticados e cumpram o seu papel laboral e a tropa que se lixe.
Esta é a realidade da Polícia Militar de Alagoas que a beira do século das transformações apresenta-se como uma instituição arcaica, arruinada, em crise moral e comandada por verdadeiros malandros, impondo a sociedade reais vexames no confronto com a marginalidade assumida.
A tropa não aceita mais o comando de amadores foras-da-lei.
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Depois das minhas merecidas férias, apresento-me para trabalhar justamente no dia 31 de dezembro, à noite, fazer o que não é?
Os colegas percebem que todos nós, quando saímos de férias, esperamos retornar e encontrar mudanças positivas no nosso ambiente profissional. Esperamos a saída de maus administradores e uma condição melhor de trabalho. Para quem labutou um ano sendo empregado justamente quando e onde as pessoas estão a divertir-se em suas folgas de finais de semana, não se torna possível ficar a vontade divertindo-nos com a nossa família. Mas deu até para sentir saudades do quartel. Acreditem, se puderem!

A tropa por inimiga

Eram ainda 20 horas de ontem quando, buscando compreender o que leva pessoas como o secretário de (in)segurança pública, Dário o César, e seu estagiário, Luciano Silva, mesmo que em menor mediocridade, a lidarem com seus subordinados desta maneira, foi que cheguei a conclusão obvia, porém complexa – sob o ponto de vista acadêmico – de que ambos observam a sua tropa através do olhar da despersonalização do inimigo.
A crítica simples é a de que o tratamento dispensado a seus funcionários emana de dois fatores essenciais da conduta dos pseudogestores: em prima face, a de que a fata de preparo acadêmico, que pode ser aferido com uma breve análise curricular de qualquer dos dois (e agravada com relação ao mandatário chefe, pois além de não possuir solidez curricular tem dificuldade de concatenar pensamentos e formular frases simples) aliada a razão da existência de, para eles, não-pessoas dentro de sua tropa.
Esta segunda premissa é justificada através de que estes indivíduos, que deveriam ser cuidados como uma joia, ainda são submetidos a um processo na qual já estariam insertos em um sistema punitivo, e, como inimigos, devem ser manejados como meros instrumentos de coação.
Para JAKOBS (2006, p. 36) esses tais inimigos – a tropa que Dário e Luciano enxergam – não podem ser tratados como cidadãos, nem muito menos como pessoa, uma vez que "um indivíduo ao qual não é permitido entrar num estado de cidadania não pode participar dos benefícios do conceito de pessoa".
E, diletos leitores, esta dualidade entre cidadão e inimigo é quem gera a instabilidade que hoje observa-se na caserna, pois a existência desta tais não-pessoas colide diretamente com a tradição de reconhecimento das garantias e direitos subjetivos como forma de limitar a atuação punitiva estatal.  Esta limitação não carece de normas previstas para que seja eficaz, ela advém da própria condição humana do Policial Militar.
Mas, na ideologia tosca e rasa de Dário, o mestre de picadeiro da SEDS, e de Luciano, o auto imolador castrense, existe a premente necessidade de uma restrição de liberdades de segunda geração e a justificativa de um Direito Administrativo Militar Estadual voltado para o "inimigo", de forma autônoma e diferenciada, com objetivo de combatê-los e sufocá-los em seus direitos e em forma residual, um tratamento diferenciado para os cidadãos (não comuns, pois os militares estaduais não se enquadraram ao conceito de cidadania de ambos).
Entretanto, o conceito de pessoa é normativo, isto significa dizer que é impossível estruturar uma norma desprezando a realidade fenomênica do ser humano. Desta forma, qualquer Estado Democrático de Direito deve assumir como requisitos da pessoa todas as características essenciais do Homem, e mais além, deverá respeitá-las e fazer seu reconhecimento aos indivíduos, sejam elas morais, ideológicas, religiosas ou o que o valha.
Dário e Luciano trafegam por um perigoso e ilegal caminho, no qual violam diariamente princípios basilares da nossa democracia e essencialmente o Princípio da Dignidade da Pessoa Humana, status constitucional que em seu seio representa o corpus normativo do conceito jurídico de pessoa. São foras da lei, são criminosos. São, ao meu ver, BANDIDOS. São a caracterização formal da chamada "Banda Podre das Polícias". São a personificação da má formação policial aliada à "picaretice" funcional. São ignóbeis e perseguidores, e, o pior: INCOMPETENTES.
A ideia que lhes passa pela cabeça é a diversa ao que é para o cidadão comum, ao qual é possível aplicar-lhe uma pena, de forma que sua personalidade não seja ocultada e desconsiderada, pois ainda assim ele seria tratado como pessoa, em resumo: um cidadão com direitos e garantias fundamentais preservados e observados. Mas para eles a tropa é um inimigo, e tal qual merece a imposição de sanções administrativas e criminais que não possuem a finalidade de manutenção da identidade de social, uma vez que a punição a ser imposta é tão somente uma lição de poder e uma demonstração de força, visando a coação de "perigos" para o comando. Esta pena não significa nada, senão atentar contra "o indivíduo perigoso para seus propósitos".
Neste sentido, propomos uma cisão nessas práticas escabrosas, com o afastamento sumário de ambos de suas funções e uma urgente INETRVENÇÂO FEDERAL no ESTADO, pois a segurança pública é dirigida por indivíduos que atentam para a democracia e contra o Estado Democrático de Direito, transformando os membros da força policial em inimigos aos quais eles devam combater, em detrimento dos verdadeiros inimigos, quer seja a criminalidade.
E após isso, submetam-se tanto Dário quanto Luciano a um tratamento psiquiátrico sério, pois até mesmo a esquizofrenia mais severa possui tratamento médico.

Autoimolação pública

Há pouco mais de um ano, na Tunísia, o ato de imolação pública de um líder religioso, deu início ao que o mundo conheceu como "a primavera árabe", uma série de revoltas que muito embora tenham levado a morte milhares de revoltosos libertou as principais nações norte-africanas do jugo opressor de ditadores que permaneciam há décadas no poder.
Prova maior não há de que a tirania, por mais severa que seja deve ter – e terá – um fim.
E tudo começou com um auto martírio.
Se é verdadeiro que os pilares da instituição militar são a hierarquia e a disciplina, é necessário pensar que existam valores intrínsecos a estes – e nem por isso secundários – a serem levados em consideração por todos os que permanecem na nossa caserna. Não é de outro modo que o militar deva ter certo pudor no trato com o que é público e ainda mais com suas atitudes da vida privada.
A moral, portanto, é este tal valor agregado que dá significância aos dogmas basilares da nossa Polícia Militar.
Entretanto...
Quem de nós não ficaria severamente abatido com o fato de ter sido preso? Quem de nós (com o mínimo de vergonha e amor próprio) não teria dificuldade em olhar no semblante da própria família e fazer a "mea culpa" sobre o ocorrido?
Qualquer cidadão de moral e bom senso é levado a crer que esta partícula aditiva tão importante é condição sine qua non de uma verdadeira relação baseada em respeito, tanto próprio quanto mútuo.
Mas, assim como "não existem pecados do lado de baixo do equador" também não existem pudores quando se trata de poder próprio e nem limites democráticos na visão do Coronel Luciano Malvadeza, o nosso Luiz XXIV. O homem não tem um pingo de amor por si.
No que tange ao respeito próprio parece-nos que Luciano quer ver o quanto de estragos à sua imagem a sua forma de gerir o causou. Desta maneira, apresenta-se em público – e para o seu público – em um deprimente espetáculo de autoimolação, a impor a si mesmo o flagelo da desconsideração de seus próprios subordinados que recusam-lhe até mesmo a responder-lhe a um simples bom dia em suas formaturas matinais junto ao Quartel do Comando Geral. Uma deprimente prova de desprestígio nunca dantes vista nesta antiga corporação.
Alguns lamentam o fato, outros apenas observam a formação de um círculo de abutres a esperar que a carcaça que se tornou a sala do Comando Geral liberte-se de uma vez de sua alma, perdida e entregue a indubitável exoneração.
O exemplo é edificante aos demais e próximos sucessores, para que não trilhem pelo mesmo caminho do seu antecessor e procurem a coesão com a tropa, sob pena de perambular pelos corredores daquele quadrilátero cáqui com a cabeça baixa por tamanha vergonha.
Como dito por Edward A. Murphy: "Não há nada que seja tão ruim, que não possa piorar". Este adágio popular ocidental encontra guarita no comportamento recente de Luciano, que foi protagonista esta semana que precedeu aos atentados terroristas do "dezembro negro" de uma das mais cômicas, se não fosse trágica, colocações fora de propósito já existentes em toda a história da PMAL, merecendo destaque até no periódico de maior circulação do Estado; a Gazeta de Alagoas:
Na Coluna Fatos e Notícias, na Gazeta de domingo:
O CORONEL E O CENTRO DA CIDADE
Tropa reunida no pátio do quartel-geral da Polícia Militar de Alagoas, em Maceió. Atenção para as palavras do comandante, o coronel Luciano da Silva.
No meio do palavrório, sobre o trabalho e ações militares, o comandante falou sobre o problema da violência urbana. E surpreendeu.
Ao dizer que estamos na época de final de ano, com o 13º salário no bolso, o coronel fez a seguinte recomendação aos seus comandados: evitem as ruas do Centro de Maceió; se não tiver como seguir essa dica, então deixem a bolsa em casa, não levem dinheiro, porque a coisa não está de brincadeira.
Sim, foi isso mesmo: o chefe da PM pediu para que sua tropa tenha cuidado e evite o Centro da cidade, onde estão as lojas do nosso comércio.
E agora? É surreal e trágico, ao mesmo tempo. A recomendação, nos termos em que ocorreu, parece ser um tiro no pé.
Ao ouvir um troço desses, o que o policial deve pensar? Estará motivado e seguro para exercer seu grande desafio? E o comandante? É incompreensível sua atitude. A coluna não consegue achar uma explicação lógica para o discurso do coronel.
Convenhamos, para quem tem amor próprio isso é pior que a morte.

A situação de terrorismo tende a piorar

Por assessoria SindPol
O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) ressalta que o Governo do Estado não entendeu a necessidade urgente no investimento no pessoal e nas condições de trabalho. A Secretaria de Defesa Social propõe medidas paliativas e ineficientes para a segurança pública como a contratação de 800 policiais militares da reserva, a centralização dos trabalhos das polícias (Central de Polícia), entre outras, que só fazem enfraquecer mais o setor.
O Sindpol vem desde 2009 denunciando o alto índice de violência que toma proporções alarmantes. As ondas de assaltos, arrastões, sequestros relâmpagos, incêndios a ônibus e assassinatos mostram apenas o que é estar no Estado mais violento do Brasil. Em 2011, foram assassinadas 2.226 pessoas, o que significa uma taxa de homicídios de 71,3 para cada 100 mil habitantes.
Enquanto isso, às delegacias de polícia estão sucateadas. O 3º Distrito Policial da Capital está fechado há um ano. As delegacias no interior abandonadas, enquanto o crime organizado se instala, promovendo a violência.
Os policiais civis continuam desmotivados, acuados e com medo da criminalidade, que avança de forma organizada, estruturada e bastante armada. Não há uma política pública efetiva de controle da violência. Há carência de efetivo, de equipamentos e de armamentos.
O Sindpol recentemente questionou o porquê da transferência do presidiário Levi Batista da Penha, o Baby do Complexo do Alemão, para pagar pena em regime semiaberto, que não existe, em Alagoas. Levy é ligado ao traficante Fernando Beira Mar e à facção Comando Vermelho.
O governo de Alagoas não investe na segurança pública, ao contrário do Estado de Sergipe que possui a Polícia mais eficiente do Brasil. O percentual de identificação e prisão dos infratores é de quase 70%, enquanto em Alagoas não ultrapassa a 5%. Um policial sergipano ganha, em média, R$ 6 mil. Enquanto o policial civil de Alagoas recebe apenas 30% da remuneração do Estado vizinho.
O clima de terror da sociedade alagoana não nasceu por acaso, e não pode ser apontado apenas o tráfico de drogas. O sociólogo e autor do estudo Mapa da Violência, Júlio Jacobo, já informou que a escalada do crime no Estado não tem uma única causa, e tem ligação direta com o enfraquecimento do sistema de segurança pública estatal, a migração de facções criminosas e a estreita ligação entre poder público e o crime.

Coronéis

Após o embate entre o Desembargador Orlando Manso e o estagiário de Hitler, Luciano Malvadeza, era dado como certa a troca do Comando da PMAL, pois a pressão era enorme, e finalmente para o restante da sociedade tinha sido divulgado a grande quantidade de absurdos jurídicos e ditatoriais que o Comandante da PM vinha realizando contra seus comandados.
As peças do tabuleiro de xadrez haviam sido mexidas e o xeque-mate da Rainha da Briosa era questão de tempo, e muitos já estavam mantendo contato para assumir o tão sonhado cargo de Comandante Geral. Alguns usavam argumentos de "laços de família", outros amizades de longas datas com políticos, uns usavam parentes políticos para chegar lá e outros corriam por fora, tal qual um cavalo paraguaio azarão.
Mas... O desembargador aumentou em demasiado o tom de voz contra a Rainha, exigindo a troca de comando, chegando a constranger o governador, que, em conversas com seus assessores, chegou à conclusão de que se cedesse naquele momento sairia enfraquecido politicamente. Eis que a ânsia de ver o Comandante Geral longe da instituição acabou por dar uma pequena sobrevida à Lulu (ou até a próxima prisão), que, e ao parece, vai passar as festas de fim de ano no trono, sem mandar é verdade, tal qual a Rainha da Inglaterra, que reina, mas não manda.
Bom, após essa pequena introdução (calma "máfia rosa", ainda não é o que vocês querem), chegamos ao que interessa. Quem são os candidatos assumir o maior posto da instituição? Quem está na briga para ser o nosso futuro comandante? Vamos abaixo elencar – em ordem alfabética – os mais fortes:
CORONEL BATINGA: Com Gilmar a PM vai tornar-se muito mais operacional, mas às custas de botar pra ferrar em cima de todos os subordinados. Tome-lhe escala extra e zero de reconhecimento. O Coronel Batinga tem a vantagem de saber muito sobre a área operacional, mas pesa contra ele ter se tornado uma marionete nas mãos do Dário e do Luciano. Sem contar que pairam comentários sobre uma certa inauguração do Extra... Será que Batinga terá força para um comando sem a ingerência do Dário ou envolvimentos com esquemas de furadas, a exemplo das furadas do Shopping Iguatemi?
CORONEL BUGARIN: Grande preferido do secretário Álvaro Machado. Seu nome foi diversas vezes cogitado durante a crise da prisão de Luciano para assumir a PMAL, mas Dário, o César, fez questão de falar algumas coisas desabonadoras de Bugarin para o governador. Essa briga vem da época em que o Dário deu uma rasteira no Bugarin e assumiu a Intendência Penitenciária, e quando lá chegou, só fez falar que o Buga fez um monte de coisa errada e era mau gestor. A favor do Bugarin está sua capacidade de conciliação e que o mesmo não aceitará ingerência no comando por parte do Dário. Conta com um bom apoio da tropa.
CORONEL DIMAS: Tal qual o irmão, não sabe nada de polícia. Ganhou de graça as gemadas, única e exclusivamente por ser o irmão do Dário. Em um possível comando do coronel Dimas, teremos uma Rainha da Briosa II, que governa, mas não manda. Não fará nada pela tropa e nem vai poder. Pontos positivos? Dizem que não é boneca igual ao irmão...
CORONEL IVON: Raposa criada. Esperto, articulador e conciliador. Ganhou pontos quando expôs a terrível situação da Caixa Beneficente, e tomou coragem de peitar um dos maiores larápios da história recente da PMAL: Adroaldo Freitas Gourlart Filho. Nome forte para assumir o comando e sua capacidade de articulação seria de bom grado para estimular a tropa e encaminhar projetos que realmente venham a beneficiar a corporação. Como não tem rabo preso com o Dário, faria um comando independente, afastando a nefasta sombra do secretario nos assuntos da PMAL. Teria um bom apoio da tropa. Contras? Discípulo do Coutinho. Se conseguir afastar-se deste coronel R/R faria um bom comando.
CORONEL MARINHO: Um nome certo, mas no momento errado. Marinho fechou coronel em uma época que não lhe daria muitas oportunidades de chegar à função máxima da corporação. Por onde passou deixou suas marcas como bom administrador. Vide o exemplo do Detran e do 3º Batalhão de Arapiraca. Bom administrador e articulador. Pode trazer vários benefícios para a tropa caso decida comandar para a instituição. Não está tão bem cotado por ter trabalhado na campanha do Lessa. Sempre que pode, Dário, O César, fala mal do Marinho, e essa briga pode resultar em um possível comando sem a ingerência da SEDS. Mas infelizmente, parece que o comando do Marinho vai ficar para depois de 2014. Teria o apoio de boa parte da tropa. Corre também por fora e pode ser o grande azarão.
CORONEL MÁRIO (O MENINO): Correndo por fora, faltam maiores apoios políticos, e para assumir o comando necessita ser um homem político. Tem fama de honesto e talvez não aceite que Dário queira se meter nos assuntos da corporação. Conhecimento sobre a PMAL? Pouco... Mário é cheio de teorias!
CORONEL PINHEIRO: Correndo por fora no MP. Gosta de falar um pouquinho mal do Luciano, mas na frente dele se faz de amigo. Conhecimento da PMAL? Pouco. Gosta mesmo é de "pedalar bicicletas"... Se for Comandante Geral, vai montar um batalhão de ciclopatrulhamento, tendo como comandante o Tenente Coronel Jordânio.
CORONEL DE EXÉRCITO (?): Essa seria a última opção. Em caso de não existir nenhum coronel da PMAL que possa assumir o comando, teríamos o plano B. Vantagens? Na primeira tentativa de Dário querer se impor, o coronel do EB mandaria sutilmente o Tiririca das Alagoas tomar no orifício corrugado e pediria pra voltar para casa. Contra? Seria uma desmoralização para todo o oficialato e sem contar que poderia ter uma rejeição por parte da tropa. Teria interesse reduzido em trazer benefícios para a tropa alagoana.
E vocês leitores? Quem poderia ser um futuro bom Comandante Geral? Façam suas apostas.

Retrospectiva da semana

As organizações criminosas, mais uma vez, estão tocando o terror na capital alagoana, desafiando as autoridades e promovendo uma nova onda de ataques violentos contra a sociedade. Em vários bairros de Maceió foram feitos "arrastões", onde os estabelecimentos comerciais foram assaltados, bem como estabelecido o "toque de recolher"; e quem ousou ficar nas ruas correu o risco de ser alvejado por tiros ou então de ser assaltado. Os ataques (re)começaram no início da tarde deste sábado (17).
Por enquanto não há relatos nos principais canais de notícias de Alagoas de que alguém tenha se saído ferido, mas é de conhecimento da nossa equipe (BEF) que em alguns locais houve troca de tiros. O CIODS ainda não informou à imprensa quantos ataques ocorreram até o presente momento (22:49), mas a noite, ou seja, a madrugada promete.
Até hoje ainda não foi atacado nenhum prédio público, bem como não houve nenhum confronto com a polícia. Contudo, ônibus e estabelecimentos comerciais tem sido o alvo preferido dos criminosos.
A Força Nacional, como sempre, ainda não mostrou a que veio, pois a sua presença revela-se apenas de forma ilustrativa, haja vista que seus policiais não conhecem a nossa realidade, o que certamente vai comprometer o desempenho das suas atividades (que ocorre sem nenhum contato com as viaturas de área nos locais onde eles atuam, isto é, se alguma viatura precisar de apoio, não conte com a Força Nacional).
Pelo menos quatro empresas de ônibus modificaram ou suspenderam o itinerário de certas linhas e o número viagens de suas frotas depois que os ataques reiniciaram na tarde de hoje. E a razão é simples: a polícia não tem como coibir os ataques que possam ocorrer, e como risco é certo, ninguém quer se expor.
Se é verdade que o passado no ajuda a escrever e vislumbrar o futuro, vamos rever o que aconteceu durante a semana, para que possamos tentar modificar o que está sendo vislumbrado para a semana que vem.

Moral da história: tamanha é a incompetência da cúpula da SEDS que uma dúzia de mala semi-analfabeto está conseguindo aterrorizar um Estado inteiro.

Guarnição da bef

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