Soldado da RP tem sua pistola furtada no 5º BPM

No dia 17 de novembro, mês passado, aconteceu um fato inusitado e que com certeza deveria sair nas páginas de todos os possíveis noticiários. Tal situação aconteceu no 5º Batalhão. O relato que será descrito agora foi contado por uma pessoa que destaca na referida unidade e que afirmou: "...a cada dia sinto-me mais enojada de trabalhar no 5º BPM".
A situação foi a seguinte: O Soldado PM Lopes, que destaca no BPRp, comandante de uma guarnição, que no dia 17/11/11 estava de serviço na área do 5º, foi acionado pela central para se deslocar ao racho do 5º BPM (isso foi aproximadamente às 20 horas).
O Soldado Lopes, em um determinado momento de sua parada com a guarnição no citado batalhão, parada esta que é de aproximadamente uma hora, deslocou-se ao banheiro para fazer suas necessidades e deixou sua pistola em cima do vaso sanitário. Ao sair do banheiro sem a pistola, em um intervalo de aproximadamente um minuto, o referido soldado voltou às pressas para o banheiro, pois lembrou que tinha esquecido sua pistola e para sua surpresa sua arma não estava mais no local.
O mesmo acionou as partes cabíveis e inclusive o Oficial de Operações do BPRp, o Tenente Maciel (que pelo que se viu no momento da sua chegada no local da ocorrência, não estava nem aí para o caso do Soldado Lopes), e o bafafá começo dentro do 5º BPM. Segundo essa pessoa que, repito, é lotada naquela unidade operacional, "teve companheiros seus que ainda tiraram onda da cara do Soldado Lopes dizendo: 'liga o chuveiro que pode ser que a pistola caia'". O bastardo que fez essa declaração não é um companheiro de farda e sim um monstro, bisonho, inimigo que quer ver a desgraça dos demais companheiros, pois a presente situação com certeza desencadearia a abertura de um IPM que só iria complica a vida do Praça.
Segundo a mesma pessoa, outro guerreiro do 5º BPM tentou mostrar que o Soldado tinha perdido sua pistola antes de chegar no Batalhão...
Depois do terrível clima criado e do Soldado Lopes ter sido ouvido por inúmeras pessoas (Oficias e Praças), o sol nasceu e pela manhã a enorme surpresa: a pistola apareceu toda melada de barro, como se tivesse sido enterrada. O problema é que a mesma apareceu perto do dick (local onde, na teoria, é para lavar os caros e etc.). Outro detalhe interessante é que no momento em que a pistola "sumiu" todos os soldados da Rp que puderam ir para o 5º BPM vasculharam tudo, inclusive o dick, e não encontraram a pistola. Ou seja, não se sabe o que aconteceu naquela madrugada dentro do 5º BPM, porém existe a certeza de que, das duas uma: ou havia um ladrão fardado ou um lobo com pele de ovelha.
Como pode a PMAL permitir isso? Como pode o Comande do 5º permitir ladrões no meio dos seus comandados?
Com isso, criou-se outro problema. Segundo um antigão do BPRp, as unidades que estão trabalhando na área do 5º BPM não querem mais ir jantar ou almoçar nesta unidade, gerando assim uma certa crise política interna. E com isso, fica claro que o efetivo da referida unidade de área está "cuspindo no prato que come", pois é o BPRp – quem tanto cobre a área do 5º BPM – que faz as atribuições do policias locais, que à noite, por estarem "muito cansados", vão "torar" (descansar ou dormir, para quem não sabe), fazendo com que "sobre" serviço para as guarnições do BPRp.
A praça do 5º BPM que relatou a situação do furto ainda afirmou o seguinte: "a situação no 5º é tão nojenta que mudo frequentemente para faixa da RP, pois naquela faixa tem serviço a todo momento. Além do mais, ainda não vi uma única vez os supostos guerreiros da minha unidade, se preciso for, quebrarem as regras ou normas sobre quem pode e como deve-se prestar apoio ou socorro ao seu companheiro de unidade, como fazem os militares da Radiopatrulha. Algo que demonstram o quanto os mesmos são muito unidos, algo que pude confirmar nas inúmeras vezes em eles prestaram ajuda a nós, aqui do 5º Batalhão (meu batalhão), uma unidade onde a grande maioria dos militares vão, sempre que possível, para ocorrência em marcha à ré, para não se envolverem com nada", frisou.
Ainda em relação ao extravio de material alheio, fato semelhante aconteceu com outro guerreiro. O soldado deixou, em determinado local, sua capa tática e a mesma veio a "sumir". Nesse caso, o problema é que as Praças envolvidas eram – também – da mesma unidade, o 5º Batalhão. Ou seja, se eles furtam até mesmo os companheiros da mesma unidade, quanto mais os das demais?
OBS: Quanto ao Tenente Maciel, Oficial de Serviço no dia do "sumiço da pistola", e que poderia desde a sua chegada no local da ocorrência ter gerenciado altivamente a situação, o que todo mundo sabe desse Oficial, com base em diversos serviços, é que o mesmo é medroso e enrolado, indigno de usar a braçadeira do batalhão que é considerado a Elite da PMAL.

25 comentários :

Anônimo disse...

Esse tenente é o nojo da RP!!!

Anônimo disse...

Meu amigo ñ generalize a situação do 5º BPM, pois guarnições cm má vontade e pessoas indignas de vestir a farda e ostentar luvas tm em tdos os quartéis sejam unidades operacionais ou não, se tm vergonha d está no 5º desenrrole saia, mas observe a sua volta, ñ se confia em tdo mundo, temos bandidos travestidos d policiais em tda a briosa começando pelo mais antigo q é o cmt geral, então seja esperto e ligeiro e ñ generalize a situação cm tods os companheiros do 5º, sabemos q tm ladrão em tdas as unidads.

Anônimo disse...

Isso é o mínimo... Já roubaram até o jogo completo do pneu, amortecedor e etc traseiro de uma moto da corporação quando ficavam nos fundos do batalhão! Sem falar no caso das larjotas que toda a guarda teve que pagar!!!O problema é que o comandante do batalhão está cercado de idiotas que babando e protegendo os safados do pms ladrões!!O correto é transferir para o 9º. Além do mas, existia no batalhão o Sgt Teobaldo um ladrão que foi excluido mais voltou para as fileira da briosa.Agora ele está no 4º. BPM, porém lá a coisa pega, os graduados de lá não vão deixar esse rato se criar!!! kkkk

Briosa em Foco disse...

Esclarecimento: a postagem acima surgiu de um relato que foi enviando para a nossa conta de e-mail, e nós apenas postamos após confirmar as informações contidas.

Anônimo disse...

Esse MACIEL É UM BAGAÇO.

2º Ten QOA "Bagaciel"... um cara que foi praça é medroso e enrolado no combate ao crime, mas corajoso quando o assunto é complicar a vida das praças do BPRP.

Éu Éu Éu Fora Maciel!

Éu Éu Éu Fora Maciel!

Éu Éu Éu Fora Maciel!

Anônimo disse...

e quem são os bons da rp?oficiais e praças?

Radio Patrulha disse...

EM RESPOSTA AO COMENTÁRIO ACIMA, GOSTARIA DE LEMBRAR O AMIGO QUE NO ANTEPENÚLTIMO PARÁGRAFO DA MATÉRIA "A RP AGONIZA" TEM UMA CITAÇÃO SOBRE OS BONS POLICIAIS DA UNIDADE.

O LINK DA MATÉRIA É: http://briosaemfoco.blogspot.com/2011/06/rp-agoniza.html

Tudo na Hora (parte 01) disse...

Dário Cesar: AL não tem mercado para "supertraficantes"

Denúncias de toque de recolher em comunidades da periferia, histórias de fuga de chefes do tráfico carioca para o litoral alagoano, escassez de policiais na rua, a demora na aprovação do concurso público para a área de Segurança e os já conhecidos e alarmantes indicadores de mortes violentas na capital. O primeiro ano do segundo mandato do governo Teotônio Vilela segue com imensos desafios no combate ao crime.

Em entrevista ao portal Tudo na Hora, o secretário de Defesa Social, Dário Cesar, pontou os pontos mais polêmicos de sua gestão à frente da pasta e falou de futuro. Ele acredita na eficácia de programas como a Ronda Cidadã e na estratégia de reforçar a segurança nas ruas aumento o efetivo, mas pondera: "a polícia está para a violência, assim como a aspirina para a dor de cabeça. Até ameniza, mas não cura".

Dário Cesar também critica o excesso de atenção à autoria de fatos ocorridos recentemente na periferia de Maceió, como o toque de recolher no Village Campestre e o ônibus incendiado na Forene. Para ele, buscar nomes de facções é "fazer publicidade de uma grife de bandidos" e essas denúncias e atos podem esconder interesses políticos, já que o próximo ano é de eleições. Confira a entrevista:

Tudo na Hora – Diante das ações contra o tráfico em estados como Rio de Janeiro, Alagoas entrou na rota alternativa para o crime organizado. Como o Estado está se movimentando para combater essa migração?

Dário Cesar – A questão do aumento do tráfico em Alagoas não se deve às operações que estão sendo realizadas no Rio de Janeiro. Até mesmo porque lá a polícia está espremendo os traficantes dentro da própria cidade e eles estão buscando locais alternativos dentro do Rio. É preciso esclarecer que para os traficantes cariocas o tráfico é um grande negócio que movimenta muito dinheiro. Para se ter uma ideia, apenas um fuzil chega a ser comprado no mercado ilegal por R$ 30 mil. Estados como Alagoas não tem mercado consumidor e estrutura para que essas quadrilhas se instalem aqui. O grosso do tráfico aqui é crack, droga que não interessa para os traficantes do Rio. O “Nem” (chefe do tráfico no morro da Rocinha) quando foi preso disse que não deixava o crack entrar na favela porque é vendido barato e mata o usuário. Em Maceió, um traficante vende uma pedra de crack por no máximo R$ 10 e consegue comprar uma casinha na favela por R$ 5 mil. Não é nesse mercado que os traficantes do Rio estão interessados.

TNH – O que fazer, então, para combater esse traficante que está atuando em Maceió?

DC – Uma recente pesquisa divulgada pela mídia revela que o crack já está sendo usado em 95% dos municípios brasileiros, o que mostra o avanço desta droga. Costumo usar uma frase que a polícia está para a violência, assim como a aspirina para a dor de cabeça. Até ameniza, mas não cura. O problema da droga é social. Vivemos num Estado onde um quarto da população é analfabeta e metade está abaixo da linha da pobreza. Mas estamos trabalhando com programas como o Ronda Cidadã, o policiamento comunitário de rondas ostensivas para combater o tráfico. Também é preciso explicar o problema com a legislação penal quanto ao adolescente, cada vez envolvido com o tráfico e daqueles que a lei considera usuário por ter sido flagrado com uma pequena quantidade da droga. É preciso que o sistema seja coerente. O menor tem responsabilidade para escolher o governante, mas não tem para responder criminalmente.

Continua...

Tudo na Hora (parte 02) disse...

Continuação:

TNH – Alguns episódios pontuais foram registrados e relacionados à presença de facções criminosas em Alagoas, como o ônibus incendiado na Forene. O que há de novidade neste caso?

DC – Há muito tempo o Centro/Sul não divulga mais o nome ou dá créditos a facções criminosas. É fazer publicidade de uma grife de bandidos. É enaltece-las. Por isso, a polícia evita falar em facção A ou B. Mas, sobre o atentado na Forene, ainda não temos nenhum dado concreto para afirmar se o ato foi praticado por facção criminosa. O que posso assegurar é que estamos investigado a fundo e a polícia vai chegar aos responsáveis.

TNH – As situações de violência têm sido registradas com mais freqüência em alguns bairros da cidade. Traficantes determinaram toque de recolher no Village Campestre e, mesmo assim, o Comando de Policiamento da Capital negou que houvesse necessidade de reforço policial na região. Outro caso envolve um evento da Câmara de Vereadores. Por que só a polícia não admite a existência desse tipo de ação?

DC – A polícia está trabalhando em toda cidade e está atenta aos casos de violência em determinadas áreas. No entanto, na maioria das vezes, a população procura a imprensa para denunciar a insegurança e a ação de traficantes, mas não procura a polícia. É preciso que haja uma queixa que detalhe. E através do telefone 181, o morador pode detalhar o que está acontecendo sem precisar se identificar. Todas essas queixas são apuradas. No caso do Village Campestre e outros, a polícia sempre foi até o local para investigar as denúncias feitas através da imprensa. O que temos que deixar claro é que a polícia não pode entrar em um clima de terror. Até mesmo porque pode haver outros interesses por trás destas denúncias, como por exemplo político, já que ano que vem temos eleições.

Continua...

Tudo na Hora (parte 03) disse...

Continuação:

TNH – Mesmo com investimento em armamentos e equipamentos de segurança feito pelo governo, Maceió ainda sustenta índices alarmantes de violência e está no topo do ranking como cidade mais violenta do país. Como se explicam estes índices? O número de policiais na rua é suficiente para inibir o avanço da criminalidade?

DC – Primeiro, é preciso esclarecer que não se pode atribuir a Maceió a condição de cidade mais violenta do país porque ela aparece como a que registra o maior número de homicídios por grupo de 100 mil habitantes. Existem outros crimes que não são considerados, como roubo, latrocínio, estupros. Outro ponto, é que somos um Estado que divulga a violência com muita transparência. Não se pode fazer comparativos se não temos o mesmo método de pesquisa. Para citar um exemplo, no Rio de Janeiro há um estudo do IPEA (Instituto de Pesquisas Aplicadas) que mostra ter havido mais de 6 mil mortes violentas com causas desconhecidas em 2009. Do jeito que é feito hoje, cada Estado conta a sua história do seu jeito. Não estamos aqui justificando que o número de mortes em Maceió não é preocupante. Claro que é e estamos trabalhando muito para reduzi-lo Só que, mais uma vez, temos que admitir que a questão não é apenas de Segurança Pública, mas que essa redução passa por uma mudança social que vem sendo feita pelo atual governo. Quanto ao número de policiais, existe sim uma carência de efetivo e para resolver este problema vamos realizar concursos públicos.

TNH – Os concursos para o aumento do efetivo nas polícias Civil e Militar foram anunciados pelo governador há alguns meses e este pediu celeridade nos processos. O que impediu o andamento dos concursos? Há previsão para divulgação dos editais?

DC – O atual governo assumiu o Estado com uma dívida de R$ 400 milhões e uma Polícia Militar com apenas seis viaturas. Faltavam coletes, armamentos e o efetivo era reduzido. Foi preciso sanar as dívidas, comprar equipamentos e viaturas e agora chegou a hora de investir em pessoal. O problema é que, para contratar, tem que obedecer a Lei de Responsabilidade Fiscal. Logo que o governo teve uma margem para contratar priorizou a área de Segurança Pública. Os processos dos concursos para Polícia Civil, Polícia Militar e Perícia Oficial, com vagas para todos os cargos, já passaram pelas secretarias de Gestão Pública, Finanças e Planejamento. Está agora na Procuradoria Geral do Estado para autorizar a contratação da empresa responsável por organizar o certame. Em seguida, vem a confecção e divulgação de editais. Não posso ainda precisar uma data, mas o processo já está em fase final. Enquanto não saem os concursos, vamos reforçar o policiamento com a contratação temporária de policiais da reserva para trabalhar em serviços burocráticos e na guarda de prédios, liberando 700 PMs, 50 policiais civis e 50 bombeiros para que atuem efetivamente no combate ao crime.

TNH – O coronel Luciano Silva, comandante da Polícia Militar, permanece firme até o fim do governo mesmo após tanta polêmica envolvendo seu nome? O senhor acha que há interesse de grupos em vê-lo longe do comando?

DC – O único que tem mandato fixo é o governador Teotônio Vilela Filho. Todas as demais funções são de caráter temporário, que podem sair a qualquer momento. Por isso, a permanência do comandante Luciano depende exclusivamente do governador. É prudente que eu não me manifeste sobre esse assunto. Com relação ao interesse de grupos na saída do comandante, é normal que aqueles que assumem funções públicas tenham pessoas favoráveis e contrárias. Mas não posso dizer se há um grupo específico interessado nisso.

TNH – A cobrança da saída do comandante pelo desembargador Orlando Manso, presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), pode atrapalhar o policiamento nas eleições?

DC – A Polícia Militar é maior que qualquer problema pessoal e vai continuar fazendo sua função constitucional como tem feito há 179 anos em Alagoas.

Fonte: Tudo na Hora

Anônimo disse...

A PM vai continuar fazendo a sua missão constitucional melhor ainda depois que pessoas como o Coronel Luciano Silva e você, Dário César, sairem dos locais onde vocês se encontram atualmente.

Anônimo disse...

Na minha época de 5° bpm secaram o tanque do aspira.O 5° bpm tem uma galerinha boa em fazer as coisas sumirem,mas isso é uma minoria.
Já o ten ''BAGUACIEL'' é extremamente fraco para assumir uma equipe da rp. Muito e muito medroso.Com certeza o melhor local para ele seria a DAL.

Anônimo disse...

Nesse 5BPM tem de tudo tem até um praça macetoso que só porque consegue material de construção, bebidas alcoólicas ´para as festas do batalhão, passa meses sem tirar um dia de serviço e eu fico me lascando trabalhando no lugar dele.Pode isso?

Anônimo disse...

Vixe, já teve Ten macetoso saindo do 5º pra se esconder no QCG, mais um bagaço não!

Anônimo disse...

Dário César parabéns pela entrevista, agora que o lulu tem q sair tem, o Sr. passou pelo comando e saiu ileso, más o lulu desmoralizou nossa PM, fora lulu para o nosso bem e quanto ao efetivo o Sr. tem q ter peito e acabar com as assessorias, elas so servem para privilegiar um bando de preguiçoso, eles ganham mais q o merecido e só cumprem expediente.

PM da Rua disse...

Que discurso bonito! Além de secretário que não disse pra que veio e coronel que nunca trabalhou, Dário é um especialista em 'negócio do tráfico'. Dizer que os bandidos do Rio não tão nem aí pra o mercado de drogas em Alagoas é quase uma advinhação. Acontece que, se Dário e esse governo leproso tivesse o dom de advinhar o que passa na mente criminosa, a violência em Alagoas era controlada. Ainda mais o Dário César arrombou com o governo Teo, quando disse que Alagoas é um estado de analfabetos e pobres. O governador tem 4 anos no mandato e foi senador por mais de vinte anos. Ou seja, segundo Dário César ele é um político incompetente e aproveitador que nunca ajudou o Estado a sair de baixo da 'linha da pobreza'. Parabéns secretário, isso é verdade mesmo. Continue assim.

Anônimo disse...

na rp só tem ladrão,estouram as bocas de fumo e levam tudo de valor.e esse ten. tem uma filha bastarda que vende droga.com certeza ele deve pagar droga de apreensão e dar pra ela vender.essa rp de hoje só tem bagaço,e só assistir a matéria do sequestro no clima bom,todos despreparados.

Sd disse...

A que ponto chegamos? Por isso a população não confia na polícia. Não devemos generalizar nem o pessoal do 5º nem o pessoal da RP, pois como sabemos em todos os batalhões temos gente de bem como também temos as mazelas. Na minha opnião a polícia deveria funcionar todos unidos com um unico pensamento que é combater o crime no nosso estado. Só tenho a lamentar...

Anônimo disse...

Cm diria nos anos 90 Cara, SÓ LAMENTO!!!

Anônimo disse...

Qual o nome desse pm macetoso do 5 bpm?

Anônimo disse...

quem com ferro fura com ferro sera furado,como se esses pitbulls santinhos não furassem nimguem eu acho é tome

Anônimo disse...

se os pitbulls se acham mais policia do os outros bpms de aréa que tomen conta da cidade sozinhos,eles não são os bons
então nada mais justo eles trabalharem mais do que os outros.

Anônimo disse...

Ninguém roubou a arma desse novinho, isso foi só pra ele aprender que não é o máximo, chega por aki se achando, não fala com ninguém, e comete um vacilo desse... foi só um susto pra ele aprender a ter humildade...

Anônimo disse...

E a pistola do soldado xavier que foi roubada dentro do BPRP,e que até hoje não descobriram quem a roubou.Quem foi o BANDIDO DO BPRP que a roubou?

Anônimo disse...

O lugar desse tenente é no lixo pois é isso q ele é....

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