Eles não cumprem as leis

Há anos os miliares estaduais vivem açoitados por um regulamento arcaico, ditatorial, que não lhes permite viver à luz da Carta Magna, a Constituição Federal de 1988, que elege no inciso III de seu artigo 1º, como fundamentos da República Federativa a DIGNIDADE! Ademais, é gritante a afronta que os militares vivem em relação aos seus direitos, ainda mais quando o inciso II do artigo 5º da mesma carta assegura:
ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.
Vejamos um vídeo:

Vejamos agora um texto do Advogado Welton Roberto:
Sobre a Prisão de Militares, Lei e Bom Senso
Neste final de semana, a “cantora” Rita Lee chamou os policiais militares de Sergipe de “cachorros”, “cavalos” e “filhos da puta” por, simplesmente, estarem cumprindo sua espinhosa – e honrosa – missão de garantirem a segurança do público presente ao show dela, assim como dela própria.
O governador Marcelo Déda, prontamente, defendeu seus praças e oficiais, condenou as agressões verbais de Rita Lee e parabenizou seus bravos militares.
Mas o assunto que quero abordar nada tem a ver com Rita Lee, ou com o governador sergipano.
Muito menos com o governador de Alagoas que, a priori, nada tem a ver com a ilegalidade, o descalabro, a vergonha, a insegurança e a falta de critério a qual o Conselho Estadual de Segurança Pública do Estado de Alagoas (Conseg) submeteu um grupo de militares acusados de crimes e delitos, no apagar das luzes de 2011.
Vamos lá!
Nosso Conseg, que é formado por gente de quilate, conhecimento, nobreza, honradez e sobriedade, determinou que os militares acusados de crimes e presos no Quartel deveriam ser transferidos para o presídio Baldomero Cavalcante.
E assim foi feito.
Repito: militares acusados. Não militares condenados!
Reforço que o Conseg é um organismo essencial no combate a este fantasma que aterroriza nossa sociedade. Destaco o papel aguerrido e grandioso deste Conselho, ressaltando minha confiança e a esperança do povo de Alagoas em suas sábias e consistentes decisões.
Mas, desta vez, o Conseg errou!
E errou feio!
Assim como errou a Vara de Execuções Criminais ao ratificar com a tutela do Judiciário este equívoco crasso, perigoso e temerário cometido pelo Conselho Estadual de Segurança Pública do Estado de Alagoas.
Enquanto em Sergipe o policial é respeitado, em Alagoas ele é vítima de flagrante falta de respeito. Já não bastassem os míseros salários que recebem e a falta de condições de trabalho a que são submetidos, ainda são subjugados a decisões em nada producentes, em muito falhas e desproporcionais.
É a Lei, é o Estatuto Militar, quem garante prisão especial em Quartel da corporação aos policiais militares ora transferidos para o Baldomero. Não se trata de um capricho, de uma mordomia, de uma benesse. Trata-se de uma prerrogativa.
E mais: os militares transferidos não foram ainda condenados. Ou seja, estão sob regime de custódia. E penitenciária é para réus condenados por seus crimes. O que não é o caso dos militares em questão.
Mas para além da grave afronta legal, há a questão da garantia de vida destes homens. Ora, se os presídios alagoanos não oferecem segurança para os presos civis, o que dirá da segurança a ofertar aos presos militares?
O militar é, nacionalmente, objeto de caça para parcela dos criminosos brasileiros. Sabemos que são os militares as primeiras vítimas, os primeiros a serem alvejados e assassinados em casos de assaltos e roubos, quando o bandido homicida descobre a profissão da vítima.
Também sabemos que muitos militares são obrigados a “esconderem” suas fardas e identidades de caserna quando não em serviço, sob risco de serem alvos de meliantes que não respeitam mais nem a Lei, nem o Estado, vendo no policial um inimigo a ser abatido impiedosamente.
Ora, em caso de uma rebelião, quem garantirá que os militares hoje “guardados” no Baldomero Cavalcante não serão os primeiros vitimados pela ira de reeducandos ensandecidos.
O militar, que realiza o policiamento ostensivo e é responsável por todo tipo e sorte de prisão, constrói involuntariamente uma série de “inimigos” em sua carreira. Inimigos que ele ou prendeu ou ajudou a prender em decorrência de sua missão policial.
Logo, colocar quem prende e quem é preso no mesmo ambiente não parece ser a medida mais cautelosa.
Muito pelo contrário, é apagar incêndio com álcool. É colocar galinha em meio à alcateia.
Ora, se os militares cometeram crimes, que sejam julgados e condenados, com direito a defesa. Se perderem a farda e condenados forem, que sejam privados da liberdade em penitenciárias comuns. Até porque se condenados forem e a farda não perderem, continuarão a ter direito à prisão especial em Quartel da corporação.
Se a Lei está falha aos olhos do Conseg, que se proponha uma alteração desta no parlamento. Mas que jamais se atropele a supremacia de nosso ordenamento jurídico e legal.
Se concordarmos com este arbítrio, abriremos um precedente nocivo.
Que o Conselho Estadual de Segurança Pública do Estado de Alagoas repense sua decisão que, por inócua, somente ameaça desestabilizar a já frágil harmonia de nosso sistema prisional.
Em tempo: comecei o texto citando o caso de Sergipe e a postura do chefe do Executivo sergipano no caso patético da cantora Rita Lee.
Claro que os casos são díspares, mas mesmo assim eles refletem o nível de deferência do Estado para com sua tropa.
Por isso, fica um apelo ao governador Teotônio Vilela Filho, que neste caso pouco pode fazer a não ser tentar sensibilizar nossos conselheiros estaduais de segurança para o fato de que a Lei e o bom senso precisam imperar em nosso estado.
Fonte: Blog do Welton Roberto
Para endossar as palavras do nobre companheiro causídico, bem como para corroborar com o que falamos no início do texto, apresentamos um ofício (logo a baixo) através do qual o Auditor Militar José Cavalcanti Manso Neto determinou – em 05 de janeiro – que o Comando da PMAL providenciasse a imediata transferência dos policiais militares presos no Baldomero Cavalcante para as suas respectivas unidades:
Passados quase 30 dias da ordem judicial, que foi recebida no dia seguinte à sua emissão, ou seja, em 06 de janeiro, vê-se claramente que nada foi feito, muito menos não houve qualquer mobilização das associações no sentido de fazer cumprir a determinação do outro Manso, a quem os amigos próximos carinhosamente chamam de “mansinho” – palavra esta que para os descumpridores da lei tem um sentido pejorativo. E assim, tal qual fez com o pai, o Coronel Luciano Silva vai fazendo também com o filho.

Lugar de militar é na assembleia

Companheiros Militares. Chegamos ao nosso limite. É hora de partirmos para o ataque!
O Governo, na pessoa do secretário Alexandre Lages, mais uma vez mostrou que não tem o mínimo respeito pela categoria e mais, que não teme o movimento dos servidores da segurança pública do estado de Alagoas. Em outras palavras: ele nos acha fracos.
No último dia 26 de Janeiro as associações foram enganadas numa reunião em que não aconteceu, pois o secretário não recebeu as lideranças na sede da SEGESP e ainda propôs, via “recado” que as negociações fossem marcadas para depois do carnaval.
Diremos não e boicotaremos o CARNAVAL assim como nossos companheiros sergipanos fizeram com o Pré-Caju.
Desta forma, lugar de Militar nesta quarta feira, 1º de fevereiro, às 15 horas é na sede da ARPMAL (na Rua Agnelo Barbosa, 398, no bairro do Prado - clique na foto para visualizar) para pressionar as lideranças a boicotarem o carnaval.
Assim, cada Briosiano tem a obrigação de comparecer e levar consigo familiares, e ficam também com a responsabilidade de telefonar para mais três companheiros, informando e convidando para lotar aquele espaço e mostrar que não aguentamos mais essa cúpula e este governo mentiroso e seu reajuste ridículo, combinado com escalas de serviço escravocratas de 12/24 x 12/48 e 24/48 (todas com as as famigeradas escalas extra, sempre no dia de folga).
Major Monteiro, o Tenente Stive, o Cabo Montana e a Soldado Ana estarão lá os apoiando.
Esta luta é nossa, não vamos recuar!

Coronel "bom" é coronel na RESERVA

"Fiquem atentos: Não é tão difícil reconhecer um"
GUARDADAS AS ELOGIOSAS EXCEÇÕES, VOCÊ CONHECE UM CORONEL “PESTE” NA RESERVA QUANDO:
1. Ele não tem mais um telefone 8833, e, por isso, não espere que ele retorne para falar à vontade se você der um “toque“;
1.1. Você o flagra em um posto de combustível, puto da vida, porque tá pagando o abastecimento do próprio bolso;
2. O único carro oficial a conduzi-lo for a ambulância do SAMU, caso ele precise acompanhar algum parente ou não tenha plano de saúde, ou, por outro lado, envolver-se em acidente de trânsito (o que não é difícil, já que não têm o hábito de dirigir porque que quem fazia isso pra ele era um motorista da PM);
3. Completando o item anterior, ele for obrigado a dirigir o próprio veículo, a não ser que encha a cara. Nesse caso a mulher vai dizer: “Ei, seu bunda mole, bebeu, passe a chave, e abaixe o vidro da porta pra não vomitar no carro”;
 4. Ao invés de “coronel”, ele passar a ouvir somente a palavra “vovô”, porque ocupação de coronel na reserva é levar os netos na escola;
5. Seus ouvidos não ouvirem mais a bajuladora frase “às ordens, meu chefe”, a não ser quando vinda do garçom ao trazer o cardápio, ou quando assiste a um filme de gangster, mas somente depois que a mulher acabar de assistir a novela;
6. A única farda que ele usa é um pijama de listinha de uma liquidação da C&A dado de presente por algum neto;
7. Seu telefone não toca mais, a não ser que seja mensagem da operadora oferecendo uma nova promoção pré-paga;
8. Não recebe mais ligações de parentes e amigos parados em blitz da PM. Caso algum parente desavisado cite o nome dele, o praça vai perguntar: “ele está comando qual unidade mesmo?” Se a resposta for: “ele está na reserva” (e se tratar de uma leseira feito o Luciano Silva), pode ser que o praça responda: “já foi pra reserva tarde. Diga a ele que eu desejei um péssimo dia. Aqui está sua multa...”.
9. Ele (coronel R/R), andando na orla, ao invés de ficar procurando quem tá “folgado” no posto, ficar querendo puxar conversa com os praças de P.O., pedindo a Deus que algum o reconheça para lhe prestar uma mísera continência (a exemplo do que o Brito faz, quase todo dia).
10. Ele notar que manda em casa somente mais do que o cachorro poodle, desde que ele não aborreça o cachorro. Nesse caso, a mulher vai botar ele para dormir na sala, enquanto o cachorro vai dormir tranquilamente na cama da madame;
11. Ele parar numa blitz (onde só tem praça) e nunca mostrar a identidade militar, preferindo primeiro dar uma de “amigo” para depois se identificar e pedir algum favor, se assim precisar;
12. Toda vez que tem oportunidade se põe a dizer que a “PM está desmoralizada”, esquecendo ter sido ele próprio um grande responsável por essa desmoralização;
13. Percebe que não pode ocupar seu tempo dando aulas. É que nenhuma escola do Brasil tem na grade curricular o Regulamento Disciplinar da PMAL; e ele só aprendeu a usar isso na vida;
14. A única reunião de coronéis que ele participa é por ocasião do jogo de damas e de baralho na inútil Associação dos Oficiais da Reserva;
15. Finalmente, começa a perceber que “tudo” que ele “fez” na PM foi uma grande m... Que poderia ter feito melhor, mas agora é tarde demais...
16. A mulher e os filhos começam a perceber que agora o coronel da reserva faz exatamente o que fazia na ativa: PORRA NENHUMA.
Por isso, o BEF, guardadas as elogiáveis exceções, deseja a todos os coronéis da reserva que, quando na ativa:
– perseguiram
– puniram injustamente
– usaram a corporação como o banheiro de casa
– deram em cima das policiais indefesas
– burlaram concursos para enxertar filhos no Cursos de Oficiais
– embolsaram as “contribuições” das parcerias ilegais com o setor privado (o famoso e escondido mensalinho da PM – dinheiro de usinas de açúcar, de shoppings centers, do CDL, da Coca-Cola etc., etc., etc.) e
– surrupiaram a “taxa” ilegal escolar roubada dos alunos do CFAP e da Academia...
...um péssimo 2012, 2013, 2014... assim com uma passagem de ida para alguma usina de beneficiamento nuclear do Irã.
Tomara que lá, eles sejam acusados de serem espiões dos Estados Unidos... (bang, bang, bang... ratatatá...) Toma bandido!

MUDANÇA SALARIAL, JÁ!

Chegou a hora do AUMENTO SALARIAL, estamos tendo todo o apoio da mídia, inclusive, pasmem, da Gazeta de Alagoas.
Temos agora que nos unir, do soldado mais recruta ao praça mais antigo, temos que começar A MUDANÇA, todas as policiais do nordeste tiveram ganhos reais, menos a PMAL. A mudança agora depende de nós, também temos o apoio da sociedade alagoana, que está alarmada com os altos índices de criminalidade.
Então vamos provocar a mudança, vamos parar as viaturas que não estão regularizadas, vamos denunciar na OAB (Seção de Direitos Humanos) as transferências irregulares (perseguições), VAMOS SAIR APENAS COM COLETES QUE NÃO ESTÃO VENCIDOS, VAMOS SAIR COM MUNIÇÕES QUE ESTIVEREM APENAS DENTRO DA VALIDADE, não estaremos nos omitindo, APENAS USANDO A LEI. Agindo assim ninguém poderá nos forçar a fazer nada, senão em virtude da lei, está na Constituição e está no nosso regulamento.
Se em cada unidade militar, em cada Companhia, em cada Batalhão 30% (trinta por cento) da tropa fizer isto, estaremos realizando a mudança, estaremos conseguindo nossos objetivos. A mudança tem que ocorrer em primeiro momento numa minoria para ser seguida pela maioria, vamos organizar passeatas com nossas esposas e familiares liderando e parando o trânsito, vamos sair nos principais jornais do Estado e do Brasil, vamos provocar a mudança, pois a mudança está dentro de nós.
Sejam a mudança, sejam homens, sejam corajosos, o nosso maior inimigo não está nas ruas e sim nos gabinetes, orquestrando uma política suja contra nós, querendo sempre nos humilhar, nos fazer de palhaço, tramando nas nossas costas para que além de não termos aumento tenhamos que realizar trabalho escravo com as Escalas irregulares que estão acabando com nossa saúde, com nosso convívio familiar e com nossa autoestima.
A mudança começou e cabe a nós realizar esta mudança, com salário digno, com escala digna e fazendo estes burocratas nojentos do governo nos respeitar, portanto PAREM AS VIATURAS IRREGULARES, NÃO USEM COLETES E MUNIÇÕES VENCIDAS, VAMOS FECHAR AS RUAS COM NOSSAS ESPOSAS E FAMILIARES E CASO O GOVERNO AINDA RESISTA, VAMOS PARAR NO CARNAVAL, NÃO VAMOS ACEITAR PROMESSAS E MAIS PROMESSAS, PRAZOS E MAIS PRAZOS DAS ASSOCIAÇÕES  QUE ESTÃO CORROMPIDAS, VAMOS A MUDANÇA JÁ.
14% – AUMENTO REAL – JÁ! CORREÇÃO DOS QUINQUÊNIOS, JÁ!
Abaixo matéria da Gazeta de Alagoas:
Fonte: recebido por e-mail – participe você também.

Entidades Militares irão promover Assembleia Geral

Lideranças das entidades militares Assomal, ACS/AL, Assmal, Aspra, Assorpobom, Arpmal e Abmal convidam todos os militares para a Assembleia Geral de Policiais e Bombeiros Militares de Alagoas que ocorrerá no dia 1º de fevereiro, às 15h, na sede da Arpmal que fica situada na Rua Agnelo Barbosa, 398, no bairro do Prado.
As pautas da reunião entre as entidades e seus associados são: a correção dos quinquênios, correção das datas bases mais os 7% de acordo com a Lei 6.824, escalas de serviço de 12/48 e 24/72, além da luta por melhores condições de trabalho para o bombeiro militar.
Os representantes das associações ratificam a presença de todos os militares interessados em melhorias para a categoria.
De acordo com o presidente da Assomal, major PM Wellington Fragoso, será iniciada mais uma etapa e as pautas são pertinentes, já que são de interesse dos militares. “Pretendemos conquistar, com muita luta, todas as reivindicações que colocamos. Esperamos que durante a assembleia possamos debater sobre os temas para juntos cobrarmos ao Governo nossos direitos”, ressaltou Fragoso.
Fonte: Ascom - Assomal

Batinga e o caminhoneiro de placas frias

Tomamos conhecimento que, pouco depois de assumir o CPC, o Gilmar Batinga, que vive gritando honestidade e arrotando arrogância, envolveu-se num caso de prevaricação e abuso da função pública. Foi o seguinte:
Uma guarnição do BPTRAN, comandada pelo Sargento Castro apreendeu um caminhão que seria de um cunhado do Gilmar.
Depois de apreendido o caminhão, o suposto cunhado ligou para o Comandante do CPC. De pronto, o Batinga pediu para falar com o Sargento Castro e "pediu" para liberar o veículo. O Sargento Castro informou que o caminhão apresentava irregularidade, mas o Batinga "insistiu" e o graduado não teve outra alternativa.
Nisso, o sargento ligou para o supervisor da unidade e o alertou sobre a irregularidade. O oficial subalterno então ligou para o Coronel Batinga e disse:
– Coronel, eu acabei de falar com o Sargento Castro. O senhor mandou liberar um caminhão de seu cunhado?
– Pois é peixe – disse o Batinga – eu pedi pra ele dar uma força lá, o cara é gente nossa...
– Mas, coronel, o sargento acaba de me passar que o caminhão tá com placa fria...
Foi quando o Batinga mudou o tom, e disse:
– Então recolha o sargento, foi ele que liberou.
O supervisor foi até o local e, aliviado ao ver que o caminhão ainda estava lá, informou ao sargento que o Batinga mandou recolhê-lo.
Claro que o sargento ficou puto não gostou e disse que ia chamar a imprensa.
Depois de muita discussão sobre o problema e a covardia do CMT do CPC chegaram a um consenso lógico.
O supervisor ligou de volta para o Batinga e disse:
– Coronel, o sargento está levando seu cunhado para a delegacia para autuá-lo em flagrante delito.
– Mas peixe, o que é isso?
– O supervisor respondeu:
– Coronel, eu não posso fazer nada. O sargento agiu corretamente quando me comunicou do fato...
Depois disso, não se sabe o que ocorreu. A fonte da informação não soube dar detalhes, mas acha que houve um "arrumadinho" do Batinga para aliviar a situação do cunhado dele.
Pra terminar, sobre os abusos do CPC, tipo aquela escala de 12x36 na RP, só resta dizer que o Coronel Luciano só não é mais burro por falta de espaço. O Batinga quer dar o tiro de misericórdia no Lulu quando coloca a "menina dos olhos" pra trabalhar numa escala doida dessa. "Vão" cair de pau em cima. E vai sobrar pra quem? Para o presidiário comandante, é claro.
E o Batinga? Bem, se por acaso você topar com algum parente dele com placa adulterada, veículo alienado, ou coisa parecida, melhor liberar, ou então faça logo o procedimento (sem alertar).
Mas se ele ligar, cuidado: grave a conversa, ou então faça como o Datena: "Pow! Me ajuda aí comandante".

A Prisão Dourada

"Tenta fazer esta experiência, construindo um palácio. Equipa-o com mármore, quadros, ouro, pássaros do paraíso, jardins suspensos, todo o tipo de coisas... e entra lá para dentro. Bem, pode ser que nunca mais desejasses sair daí. [...]. Está lá tudo! 'Estou muito bem aqui sozinho!'. Mas, de repente [...]! O teu castelo é rodeado por muros, e é-te dito: 'Tudo isto é teu! Desfruta-o! Apenas não podes sair daqui!'. Então, acredita-me, nesse mesmo instante quererás deixar esse teu paraíso e pular por cima do muro. Mais! Todo esse luxo, toda essa plenitude, aumentará o teu sofrimento. Sentir-te-ás insultado como resultado de todo esse luxo... Sim, apenas uma coisa te falta... [...] liberdade."
Fiodor Dostoievski, in "O Movimento de Liberação".
O texto de Dostoievski transcrito acima é uma perfeição de exemplo sobre como é cara a nós, humanos, a liberdade. Tudo, então, pode se resumir numa indagação:
Existe sentido, prazer ou alegria para uma vida humana sem liberdade?
De outro modo não se demonstrando, tudo vem a indicar que o homem, uma vez privado do doce afago da liberdade, é um animal como outro qualquer. É isso, caros briosianos, a liberdade é a pitada de sal que dá sabor à vida. "E se o sal for insípido, com que então se há de salgar?"
Podemos dizer que atualmente o comando caolho da PM se esforça a transformar o nosso ambiente de trabalho na "prisão dourada" de Dostoievski. Se muito já se disse que o trabalho dignifica o homem, eu prefiro dizer que é o homem o dignificador do trabalho. Todo e qualquer tipo de trabalho digno não pode prejudicar ou mutilar a liberdade, porque sem esta a dignidade não passará de palavra vazia.
Liberdade, moradia, trabalho... Quase o lema da revolução francesa: Liberté, Égalité, Fraternité.

Nada é mais caro ao homem do que a "Lili". Porém, mesmo sendo assim, é próprio do homem, e isso parece circular na medula óssea do ser pensante, o maior obstáculo para o exercício da liberdade. Imagine só.
Miserável ironia: o homem, animal que mais reclama liberdade é, ele próprio, seu pior inimigo.
O imbecil que não aceita ou não respeita a liberdade do semelhante, principalmente, diga-se, a liberdade de expressão, é um selvagem, um rude, uma serpente venenosa a ser aniquilada com pauladas na cabeça.
O militarismo, quando comandado pelos despreparados da vida, sempre foi um obstáculo à liberdade. Em seu nome, fizeram guerra, na guerra, se inventou a deserção, o pelotão de fuzilamento, a prisão arbitrária, a ordem absurda, o abuso de poder, a imbecilidade fardada e a intolerância à liberdade da palavra e do pensamento.
O maior milagre da vida foi o pensamento. Parece-nos a nós, homens e mulheres de fé e de luta, que todos os esforços de Deus pelos caminhos da natureza buscam o alcance do pensamento e da expressão do homem, a torná-lo o ser superior à semelhança do Grande Criador.
Então vem um asno fardado, um ridículo, querendo represar as águas do pensamento e o fogo das ideias humanas, que não se controla. Esse insignificante milico de birô tenta imitar a Deus, e busca sem sucesso desfigurar a natureza do homem. Na verdade, ele é o capeta fardado tentando em vão desfazer o trabalho divino.
"Sim, senhor. Não, senhor". O militarismo é, em si mesmo, contrário à ideia de liberdade. Imagine o militarismo mal conduzido, ou conduzido para interesses mesquinhos e safados.
Quando o comandante é um patife, o militarismo é um ambiente ideal para um oficial menino-mimado começar a brincar com o sentimento, a honra e a liberdade das pessoas. Esses crimes contra o ser humano são cometidos desde o primeiro dia de comando do crápula Luciano Silva.
Esse comandante, que se excita como uma mula no cio quando veste sua farda suja de autoritarismo, alimenta a ideia esquizofrênica de fazer da Polícia Militar de Alagoas a sua grande "Prisão Dourada".
Esse comandante psicologicamente doente e desequilibrado acha que nós, servidores do quadro da segurança pública do século XXI, viveremos felizes para sempre entre os muros do castelo dourado do Comandante Geral, habitado, segundo sua doentia concepção, por seres fardados, "oficiais honrados", praças felizes e "motivados", hierarquia e disciplina a gosto do freguês, receita de RDPMAL para tudo e mais alguma coisa, e nenhuma liberdade de expressão.
Esse "comandante louco" chegou a dizer na Gazeta de Alagoas que a "motivação do policial militar é servir à sociedade".
Um senhor de engenho diria que a motivação dos seus escravos era ter o que comer e beber todos os dias...
"A gente não quer só comida,
A gente quer comida
Diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída
Para qualquer parte..."
Tudo é prova de que o "fora-da-lei" que fede a 1964 surtou de vez. Ele se desligou da realidade da PM e montou um mundo de fantasia militarista que só ele vê.
O comandante geral é o nosso Dom Quixote, o cavaleiro ridículo com uma fantasia na cabeça que acredita que todos o levam a sério. Ele quer os militares como prisioneiros em seu castelo sem liberdade.
O Castelo dourado de Luciano não nos interessa. Quero trabalhar e servir à sociedade, é verdade. Só que aí, meu velho, tem a contrapartida. Motivação é uma via de mão dupla. O militar de Alagoas não é hermafrodita. Auto-estimulação e motivação autônoma, com o prazer que quer Luciano, só com masturbação. E, na verdade, o comando de Luciano é altamente brochante. Um harém sem tesão...
Vai aqui um aviso a Luciano e seus asseclas imbecis que sempre fugiram do compromisso e se esconderam por trás do poder em Alagoas: vocês não vão conseguir manter a gente na "prisão dourada" dessa filosofia militar imbecilista. Nós vamos pular os muros, não importa a altura, até porque a "engenharia" da PM só faz murinho mesmo.
Essa vergonhosa gestão da cretinice tem transformado vocês, aliados do Lulu, em ratos habitantes dos esgotos da democracia, moradores do apodrecido "castelo dourado" do QCG. Construa o seu castelo, Luciano, e se enfurne dentro dele, porque só um doido pode achar que meia dúzia de artigos de um regulamento decadente como você vão impedir que as pessoas se manifestem como bem entendam. Viva a liberdade de expressão tão cara às democracias – viva a internet.
Use o mesmo trator que você usou para derrubar o presídio militar e mande demolir o seu castelo de loucura, ou então ele vai desabar na sua cabeça medíocre.
Ou então, se meta no seu palácio-prisão, ignore a advertência de Dostoievski e viva sozinho com sua loucura. Morra entre as paredes sujas de sua masmorra, abandonado e esquecido, como um rei louco que perdeu o poder e o amor de seu povo, ou que nunca o teve.
Você não vai conseguir isolar a PM do mundo moderno. A sua ridícula ilha da fantasia não está aqui. Olhe para dentro de si. O seu oásis de opressão habita os limites de sua cabeça doentia.
Morte ao tirano, com ou sem um mártir. "A árvore da liberdade deve ser regada, de tempos em tempos, com o sangue dos patriotas e dos tiranos. É o seu adubo natural."
Como diria o Tiririca (sobre o seu comando): "RIDÍCULO, LULU"!

JANEIRO VERMELHO: AGORA E JÁ!

Amigos de farda, tenho quase 10 anos de caserna, sou da turma de 2002 e quando entrei na PMAL era deslumbrado pela autoridade, força coercitiva e fama que tínhamos. Os bandidos nos respeitavam, a taxa de homicídios não chegava nem a 500 mortes por ano. Éramos temidos até pelos bandidos de outros estados.
Hoje estamos completamente desmoralizados e os primeiros a nos desmoralizar foram os dois últimos comandantes (o anterior e o atual) que retirou nossa moral, nosso prestígio público e nossa vontade de agir e de querer fazer o nosso papel, de sermos os protetores da sociedade. Hoje, com dez anos de farda, não tenho mais nenhuma vibração, nenhum estímulo de prender ninguém, nem eu nem a minha guarnição, nem os meus companheiros do Batalhão, fazemos o velho feijão-com-arroz e quando escutamos um chamado, chegamos "rapidamente", em aproximadamente 40min a 1h (não é rápido? Tem viatura levando duas horas) e consequentemente os bandidos já se evadiram e quando ficam é um bêbado ou noiado qualquer que quer dormir no xadrez. Faz mais de seis meses que nem sequer aponto minha arma para ninguém, graças a Deus, pois quando penso no meu salário e na consideração que tenho do meu comandante, minha mão fica congelada e sequer alcança o coldre. Quando penso nas escalas extras não remuneradas finjo até não ver aquele bandido que passou por mim. Prevaricação? Não, não é prevaricação, é REVOLTA, pois estou sendo tratado como UM ESCRAVO (se fosse apenas eu, seria racismo, pois sou negro, mais me alivio que é PARA TODA A TROPA) que não tem opinião, não tem direitos e tem que trabalhar forçado sem ser remunerado.
Até eu andando armado, tenho medo de sair de casa, pois vemos nos BGO's a quantidade de praças e oficiais furtados e roubados, perdendo suas posses, perdendo suas armas, uma completa desmoralização da segurança pública de Alagoas. Vi na semana passada, pela TV a cabo um policial de Pernambuco  (soldado) que estava de folga e teve seu carro e arma roubados,  as 09:45min da manhã, às 11h da mesma manhã policiais localizaram o veículo na Av. Marcos Freire (beira mar de Olinda) e prenderam o assaltante e recuperaram a arma e o carro do Soldado, parecia filme de TV Americana, mais de doze viaturas entre carros e motos mobilizados. O nome disso é UNIÃO E COMPANHEIRISMO. Aqui, no ano passado encontrei meu carro com o vidro quebrado e o som e a arma foram furtados, fui ao COPOM e lá apenas foi registrada a ocorrência e o oficial disse que não podia demandar viaturas de outras áreas para lá (só tinha duas viaturas rondando a área) e não consegui que nenhuma me acompanhasse para abordar suspeitos nas favelas próximas à faculdade.  O nome disso: DESUNIÃO E FALTA DE COMPANHEIRISMO.
A Polícia do Ceará deu um grande exemplo de UNIÃO E COMPANHEIRISMO, pararam antes do ano novo, mesmo sabendo que a população poderia se voltar contra o pleito, mais não foi isso que aconteceu. Devido à alta criminalidade lá, a sociedade se uniu e apoiou o pleito dos policiais e agora vão ganhar em torno de R$ 2.600,00 fora as gratificações de trabalho diurno e noturno. Porque ganharam? Porque lutaram. Porque tem associações fortes. Porque tem União e Companheirismo. Porque tem um Líder na frente da tropa que realmente se importa com dignidade, com reconhecimento profissional, que se preocupa com seus semelhantes, que busca melhoria coletiva e não apenas melhoria pessoal individual, estes líderes não se corrompem, não se vendem, pois carregam o anseio da tropa nas costas.
Precisamos mudar nossa realidade, precisamos mudar nosso presente para que possamos ter um futuro melhor, precisamos mostrar a toda sociedade nossa insatisfação com as escalas extras, com a escala que ultrapassa nossa carga legal. Lembrem-se no Ceará eles lutaram até para baixar a carga horária de 46h para 40h e nós já temos nossa carga horária estabelecida em Lei de 40 horas conforme já consta em nossos contra cheques e trabalhamos na grande maioria mais de 60 horas semanais, UM ABSURDO! Precisamos mostrar a sociedade que estamos trabalhando insatisfeitos e mal remunerados e que nós é que somos os protetores da sociedade e estamos sendo injustiçados, humilhados e mal tratados pelo Governo e pelo Comando.
Vamos APOIAR EM MASSA O JANEIRO VERMELHO EM ALAGOAS, primeiro com uma DESFILIAÇÃO EM MASSA DAS ASSOCIAÇÕES, NÃO PRECISAMOS DELA PARA REIVINDICAR NOSSOS DIREITOS, as redes sociais estão ai para deflagrar qualquer movimento como pode provar no mundo árabe, onde uma revolução foi realizada em diversos países e derrubaram diversos ditadores, apenas se utilizando das redes sociais. Vamos começar com o movimento de desfiliação e SÓ VOLTAMOS A NOS FILIAR quando esses PRESIDENTES OMISSOS DAS ASSOCIAÇÕES DEMONSTRAREM QUE MERECEM NOSSO DINHEIRO LUTANDO PELAS NOSSAS REIVINDICAÇÕES, APÓS CONSEGUIRMOS NOSSAS REIVINDICAÇÕES ATRAVÉS DELES DEMONSTRANDO QUE REALMENTE LUTAM POR NÓS É QUE VOLTAMOS AS ASSOCIAÇÕES DE ORIGEM.
Não vamos mais engolir nenhuma balela, nem dos presidentes das associações nem do governador balela vilela, AUMENTO REAL JÁ! Estamos defasados já cinco anos, AUMENTO REAL JÁ DE 35% e CORREÇÃO DOS QUINQUÊNIOS.
Recado aos Líderes das Associações:
Acabou nossa paciência, criem vergonha na cara e nos representem como homens, de forma digna, como verdadeiros líderes e não apenas amealhando nosso dinheiro e empregando parentes.
Realizem a PARALISAÇÃO GERAL JÁ, unam os associados (ao menos o restante deles), vão aos Batalhões, preparem uma PARALIZAÇÃO, aproveite o CALOR DO MOMENTO, exponham os ganhos que os PM's do Ceará tiveram agora e vamos à luta.  Decretem e apoiem publicamente o JANEIRO VERMELHO, não aceitem mais promessas ou reuniões com representantes do governo em que só vocês saem com os bolsos cheios de dinheiro e nós ficamos só de promessas e desmoralizados.
Mostrem para toda a sociedade miliciana que AS ASSOCIAÇÕES FORAM CRIADAS PARA LUTAR, PARA REPRESENTAR OS ANSEIOS DA TROPA.
VAMOS PARAR JÁ, VAMOS ESVAZIAR OS PNEUS DAS VIATURAS, VAMO COLOCAR NOSSAS ESPOSAS NA FRENTE DOS BATALHÕES PARA NENHUMA OCORRENCIA SER ATENDIDAS, TEM VÁRIAS FORMAS DE PARALIZAR SÓ DEPENDEM DA INICIATIVA DE VOCES, SÓ DEPENDEM DE VOCES DEMONSTRAREM LIDERANÇA, CASO CONTRÁRIO VOCES NÃO TERÃO MAIS QUEM LIDERAR.
JANEIRO VERMELHO JÁ!
Fonte: recebido por e-mail (participe você também - juntos somos fortes)

Dário César criticou o trabalho da Polícia Militar

Há alguns anos, quando ainda vivia conspirando para chegar ao poder, o então TC Dário, o César, ex-comandante do BOPE e do Comando de Policiamento da Capital, "formado" em Direito (Brasília), como bem gostava de ressaltar, criticou o método utilizado pelos Comandantes da PMAL na época, rotulando-os como retrógrados no combate à violência...
Vejamos a seguir, o artigo na íntegra:
"A cada dia estou mais perplexo com o aumento da violência em nossa terra. Entre junho e dezembro de 2006, tive a oportunidade de comandar o policiamento da capital, Maceió mais outros nove municípios (Marechal Deodoro, Barra de São Miguel, Pilar, Coqueiro Seco, Santa Luzia do Norte, Satuba, Rio Largo, Messias e Paripueira).
Naquele período tivemos uma média de 56 homicídios/mês, número que me inquietava bastante. Entretanto, em novembro fiquei especialmente preocupado, pois atingimos a marca de 65 homicídios em 30 dias. A apreensão de armas de fogo ficou na média de 51 armas/mês, chegando a 61 apreendidas em agosto daquele ano.
O período foi curto, mas suficiente para me fazer chegar à seguinte constatação: mesmo considerando que estávamos num período eleitoral, onde os ânimos ficam tradicionalmente mais acirrados, ainda fazíamos um policiamento 'à antiga' – sem levar em conta nem os dados estatísticos – onde o PM ficava sempre correndo atrás dos malfeitores. Porém, o que outrora surtira algum efeito, porque não tínhamos tantos problemas assim, levou nossos dirigentes a consagrar formas retrógradas de atuação.
Lógico que a banalização do uso do crack, droga das mais perversas ao ser humano; a falta de políticas públicas voltadas à resolução do elevado índice de desemprego, mormente na massa trabalhadora mais jovem; o apelo à aquisição dos cada vez mais modernos e atraentes bens de consumo, muitos impossíveis de serem acessados por grande parte da população; a sempre gravosa distribuição de renda; o sentimento de impunidade, dentre outros fatores respondem por parte significativa desses números. Contudo, mesmo assim, constatei que nós da Polícia Militar há muito estávamos abordando o problema de forma equivocada...
Em 2008, só nos dois primeiros meses, segundo dados veiculados pela mídia, ocorreram 260 homicídios! Uma incrível média de 130 homicídios/mês, portanto, aumento de 130% em relação ao que tínhamos há pouco mais de um ano. Lembremos que, a continuar assim, esses números elevarão Maceió ao status de cidade mais violenta do Brasil, com uma média de mais de 150 homicídios/100 mil habitantes, deixando longe o município de Coronel Sapucaia, no Mato Grosso do Sul, hoje o mais violento.
Também ficarão distante Duque de Caxias – mais violento da baixada fluminense, e Recife, atualmente a Capital com maior número de homicídios do país, cerca de 90/100 mil habitantes. Por outro lado, dados oficiais apontam para uma média de apenas 50 armas de fogo apreendidas nesses meses, a mesma dos tempos em que o número de homicídios era muito menor e a Polícia Militar não contava com os serviços dos cerca de 1.000 jovens incluídos no seu contingente no decorrer de 2007.
O que está havendo?
O grito de indignação da sociedade clamando por uma nova polícia não tem ecoado dentro da caserna, não sensibilizando seus antigos dirigentes que teimam em continuar achando que prestam um relevante serviço à segurança pública, mas sem nada de novo apresentarem que amaine essa problemática.
Temos visto algumas blitzes nas ruas, é bem verdade, mas está claro que o problema não tem sido resolvido, muito ao contrário. Então nos restam algumas indagações:
1) Será que os horários e locais dessas operações não têm sido escolhidos tão somente para encher os olhos da classe média, formadora de opinião, saudosa dos tempos em que se andava pela cidade sem se deparar com um corpo crivado de balas ou um assaltante a mão armada?
2) Será que elas não deveriam ter como referência os locais e horários de maior incidência de delitos, fazendo baixar a criminalidade e, por conseguinte, dando uma maior sensação de segurança a essa mesma sociedade?
3) Será que não se enxerga que carecemos de uma completa reformulação nas velhas práticas de se fazer polícia? Será que não nos faltam comandantes, em todos os níveis, com uma visão mais contemporânea de segurança pública? Será que não precisamos quebrar os obsoletos paradigmas nos quais ainda se pautam grande parte daqueles que nos dirigem?
As respostas, apesar de parecerem óbvias, deixo à reflexão de todos!"
Você, Dário César, com suas teorias e a sua forma inflexível de comandar os subordinados – algo típico de quem não foi moldado no seio da tropa –, conseguiu ser pior que os policiais supostamente retrógrados que você criticou. Hoje vemos de camarote o seu fiasco. E ainda haveremos de vê-lo sucumbir, cada vez mais, suplantado na sua própria arrogância!

Guarnição da bef

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