Falta líder no comando da tropa

Leia abaixo o artigo da Redação do EMERGENCIA 190 lançado nesta sexta-feira (08.06). Nele, vê-se claramente o inconformismo das classes militares como também o amadorismo de uma gestão que “planeja”, “planeja”, “planeja”, mas que no fim “aguarda o confronto de informações do resultado do monitoramento de quem está por trás dos crimes em Alagoas”. Confira:
O planejamento para as execuções das medidas de segurança pública que constituirão o projeto piloto do Governo Federal que será lançado em Alagoas, visando à diminuição da violência, começa a preocupar lideranças de associações da Polícia Militar (PM).
O projeto foi discutido em Brasília, entre o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) que avalia como positiva a ajuda federal ao Estado.
“Estamos aprofundando as estratégias de segurança pública que devem ser definidas até a próxima semana e que serão anunciadas pelo ministro da Justiça, ainda este mês, em Alagoas”, disse o governador em matéria publicada na Agência Alagoas.
Mas alguns coronéis – denominados de coronéis fechados – que assinaram uma nota de solidariedade às famílias das vítimas da violência em Alagoas, temem uma “orquestração” contra eles.
“Já começa a circular na corporação que vem ai uma ofensiva contra os coronéis fechados que assinaram a nota. Seria um ataque do comando por sermos contra as imposições hierárquicas que foram adotadas desde a posse da cúpula. Não podemos afirmar, mas tem pessoas na Segurança Pública que comunga com o pensamento de adotar o nosso descrédito e até humilhação”, disse um dos oficiais que pediu para não ter o nome divulgado.
Já o presidente da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal), major Wellington Fragoso, se mostra preocupado com o que pode acontecer, caso não exista um investimento no homem que faz a Segurança Pública em Alagoas. Em entrevista ao EMERGENCIA 190 ele se mostrou temeroso com a quebra de hierarquia.
“A quebra da hierarquia já foi quebrada há muito tempo, desde que o secretário Dário César era tenente-coronel e comandava o CPC. Ele atacou os coronéis durante uma reunião do Conselho de Segurança”, disse o major que acrescentou: “Não podemos aceitar que funções destinadas a coronéis, que são de comando, sejam ocupadas por major. Atualmente a Segurança de Alagoas é comandada por duas pessoas. Isso tá errado. Nesta caminhada a corporação está bem desunida”.
Fragoso disse ainda que há nove meses os coronéis fechados tentam agendar uma reunião com o comandante da PM, mas não conseguem o encontro. Todos estão preocupados com a segurança dos alagoanos.
Em relação ao plano que está sendo divulgado para o combate a violência no Estado, em uma parceria entre os governos do Estado e Federal, o líder da associação destacou: “Essa operação já deveria ter acontecido. Isso já deveria ter sido feito. Não sei por que precisou morrer tanta gente para que somente agora a violência no Estado seja tema de discussão”, finalizou o oficial.
O presidente da Assomal negou qualquer boicote por parte de oficiais ou praças na chamada “Greve Branca” noticiada com exclusividade pelo EMERGENCIA 190. Na tarde da terça-feira (05) representantes das três principais associações militares do Estado estiveram reunidos discutindo a situação da violência no Estado e medidas a serem tomadas.
Por causa dos crescentes índices de violência, os policiais farão um ato público no próximo dia 13, no Calçadão do Comércio, às 13 horas, com representantes de todas as associações.
Na tarde da última quarta-feira (06) deputados estaduais aprovaram de forma unânime o projeto de lei que fixa o subsídio dos soldados da PM e do CB de Alagoas. A matéria, por solicitação do deputado Isnaldo Bulhões (PDT), foi votada em regime de urgência por solicitação do deputado Isnaldo Bulhões (PDT).
O projeto que estabelece valores que variam entre R$ 1.046,00 e R$ 2.343,00 será encaminhado para a provação ou não do governador do Estado.
O EMERGENCIA 190 também ouviu o presidente da Associação dos Praças, cabo Wagner Simas. Ele foi mais enfático. “Não estamos querendo a queda de nenhuma autoridade. Não podemos responder a violência com medidas políticas. O governo deve ter mais postura. Precisamos de uma ação conjunta com harmonia e que sejam distribuídas tarefas”, disse Simas.
“O que está causando a onda de criminalidade em Alagoas é a falta de um líder. Uma instituição como a Polícia Militar não pode ser comandada por duas pessoas. Falta um líder, falta diálogo, isso tudo trouxe desarmonia e a Segurança Pública perdeu a vez para a bandidagem”, avaliou Wagner Simas.
Por sua vez o presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Militares de Alagoas (ASSMAL), sargento Teobaldo de Almeida vê com preocupação o clima de violência em Alagoas.
“Este ano perdemos sete policiais. O governo quer culpar a própria polícia pela violência, mas Alagoas quer ter paz”, disse Teobaldo durante entrevista ao EMERGENCIA 190.
Ele aproveitou para criticar o que chamou de investimentos incorretos. “Alagoas não teve investimentos nos últimos cinco anos a favor que quem realmente participa do combate à violência. Não basta colocar carros, motos ou comprar coletes e armas. O poder contra a violência está nas mãos dos homens e das mulheres que fazem a Segurança deste Estado. Somente este ano perdemos sete policiais que foram por bandidos. Deturparam o foco e fazem investimentos que só agradam as vitrines e a população continua desprotegia”, disse o sargento que encerrou falando que as associações estão unidades para o combate a criminalidade.
A situação da violência nos bairros da Capital levou a Câmara de Vereadores de Maceió criar uma Comissão Especial de Inquérito (CEI), que deve investigar, a partir da próxima semana, o avanço da criminalidade Maceió.
Segundo o vereador Ricardo Barbosa (PT), presidente da CEI, o atraso dos trabalhos foi decorrente da contratação da consultoria, que vai subsidiar todas as discussões. O vereador explicou que haverá quatro sessões que vai ouvir os profissionais da área de segurança, intelectuais que estudam o tema da violência, familiares de vítimas e os gestores públicos.
O plano piloto que deve ser colocado em prática em Alagoas, contra a violência, está dividido em três partes e terá como alvo, além de prisões de suspeitos de assassinatos e tráfico de drogas, uma estruturação para a maior presença dos órgãos de segurança em bairros da periferia de Maceió e cidades onde mais se registram crimes.
“O planejamento está praticamente pronto. Aguardamos apenas o confronto de informações com o Ministério da Justiça e o resultado do monitoramento de quem está por trás dos crimes em Alagoas. As ações vão surpreender, não será nada pirotécnico, mas daremos uma resposta a sociedade, principalmente as famílias de quem perdeu os parentes para a violência”, destacou um dos assessores do secretário Dário César, que acompanhou o governador a Brasília durante a discussão do projeto.

12 comentários :

Luiz Alves disse...

D H
H ESTRATÉGIAS A
DISCURSO R
P PLANEJAMENTOM
O R O
C ESTUDOS N
R PROFISSIONALISMO
HI ER ARQUIA A
S EGURANÇA
IC O
AUTORIDADE
P
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A

ESTADO DE ALAGOAS, BRINCADO COM AS PALAVRAS E A VIDA DAS PESSOAS!

ASCOM da PMAL disse...

Agora, barreiras policiais são regulamentadas por Lei em Alagoas

por Assessoria

A realização de barreiras policiais, bloqueios e blitz no estado de Alagoas obedece agora normas e condições específicas, após a publicação da Lei nº 7.352, de autoria do deputado estadual Jeferson Morais (DEM), no Diário Oficial do Estado do dia 04 de maio.

“Garantir a segurança da população e a eficácia de operações policiais, são os objetivos desta lei” afirmou o parlamentar, justificando: “Uma barreira policial precisa ter identificação imediata para o cidadão e iluminação adequada, se a ação ocorrer durante a noite. Outro ponto polêmico que a lei trata é o uso de capuz por parte do policial, que a partir de agora será proibido em barreiras e blitz. Também foi ressaltado o critério para a busca pessoal, com o intuito de evitar qualquer tipo de abuso de autoridade. Em suma, essas regras trarão benefícios para a sociedade e para as forças policiais, preservando a integridade física e moral de todos.” Concluiu.

Jeferson disse ainda que elaborou o projeto de lei após diversas queixas de cidadãos que se sentiram constrangidos ou prejudicados durante a realização de barreiras ou blitz, mas também citou várias reclamações de policiais em relação às condições de trabalho nessas ações.

Briosa em Foco disse...

Militares promovem caminhada pela paz

Os militares alagoanos realizam, na próxima quarta-feira, 13, às 15h, uma caminhada pela paz no Centro de Maceió. A intenção é pedir ações de combate à criminalidade em Alagoas.

O ato público foi motivado pelas frequentes mortes de policiais militares em Alagoas e pretende chamar a atenção da sociedade para o descaso com a segurança pública.

A passeata está sendo promovida pela Associação dos Subtenentes e Sargentos Militares de Alagoas (ASSMAL) em parceria com as demais associações militares (ASSOMAL, ACS, ARPMAL e ASPRA).

Segundo levantamentos realizados pela ASSMAL, nos primeiros seis meses deste ano, 10 policiais foram mortos em Alagoas. “A violência que atinge toda sociedade, agora, bate na porta dos agentes de segurança pública. Foram vários policiais mortos este ano e não podemos aceitar tal situação. Queremos que o Governo trabalhe para que o problema da violência seja resolvido”, disse o presidente da entidade, sargento Teobaldo de Almeida.

No ato público, os policiais também pedem a aprovação dos projetos de fixação de carga horária em 36 horas semanais e implantação do Serviço Extra Voluntário (SEV), que prevê o fim dos famosos “bicos” realizados para empresários. Além disso, eles querem a reformulação do Código de Ética da PM.

“Não podemos mais perder militares para a criminalidade. Nossos heróis estão vulneráveis com os ‘bicos’ e ainda são explorados por empresários, que pagam entre R$15,00 e R$20,00 por oito horas de trabalho. Na tentativa de oferecer uma vida digna para sua família se submetem aos bicos. No nordeste, apenas Alagoas e Piauí ainda não aderiram ao Serviço Extra Voluntário”, afirmou Sargento Teobaldo.

A concentração do ato público está marcada para as 14h30 no Centro de Maceió (em frente ao antigo Produban).

Continua...

Briosa em Foco disse...

Continuação:

Policiais mortos em Alagoas

Em seis meses, dez policiais são mortos em Alagoas. O levantamento realizado pela ASSMAL aponta os crimes realizados contra policiais da ativa, reserva e reformados.

Também foram consideradas as mortes de dois policiais militares dos estados de Sergipe e Pernambuco, assassinados em cidades alagoanas.

O primeiro crime aconteceu no dia 16 de janeiro quando o cabo da PM, Cícero José Cordeiro dos Santos, 45, foi executado com pelo menos dois disparos de arma de fogo no Loteamento Porto Seguro, em Arapiraca.

Na quarta-feira, 18 de janeiro, pai e filho foram assassinados na cidade de Rio Largo. Uma das vítimas era o cabo da Polícia Militar de Pernambuco, Genival Brito da Silva, 50 anos. O policial fazia a escolta do filho, que já havia sofrido um atentado, quando foi perseguido por criminosos armados. As vítimas seguiam de moto no momento em que foram mortas.

Outro crime contra aconteceu no dia 14 de fevereiro. O sargento da reserva da PM, Jorge Carlos Pereira Rodrigues, 55, também foi morto a tiros. Ele foi atingido pelos disparos ao deixar uma agência bancária na Avenida Fernandes Lima, no Farol.

O soldado Valter de Sá Carvalho, de 32 anos, foi à quarta vítima da violência. O policial estava em um micro-ônibus voltando do serviço no 10º BPM quando foi morto por assaltantes que tentavam roubar o transporte complementar ao qual o PM viajava. O crime aconteceu na cidade de Atalaia em 15 de março.

No dia 28 de março, o sargento da Polícia Militar, Cícero Soares de Melo, 48 anos, foi assassinado a tiros no bairro de Santa Lúcia. O militar foi executado com vários tiros e os criminosos ainda levaram a arma do policial, uma pistola 380. No dia do crime, ele estava de folga da PM e fazia “bico” para panificações na região.

Cinco dias depois, o tenente da reserva, Manoel Cavalcante da Silva, 56, morreu durante um assalto a um ônibus da empresa Real Alagoas, que fazia a linha Maceió/Arapiraca. Ele voltava para sua residência em Arapiraca e teria reagido ao assalto. O caso aconteceu em um trecho da AL – 220, em São Miguel dos Campos.

Outro militar foi morto em Alagoas. Desta vez, o crime aconteceu na cidade de Palmeira dos Índios e a vítima foi o cabo da PM Gelvânio Gomes de Aquino, de 49 anos. No domingo, dia 20 de maio, o policial estava na companhia de seu genro, Eudes Basílio Lisboa, 38, em um parque aquático quando foi abordado por dois homens armados. O militar e seu genro foram atingidos pelos disparos e morreram antes mesmo de receber atendimento médico.

Um dia após o duplo homicídio, o sargento reformado da PM, Ary Dias dos Santos, 65 anos, foi vítima de uma suposta saidinha de banco na cidade de Marechal Deodoro. O PM - que fazia segurança em um supermercado da região – teria realizado um saque em dinheiro no Banco do Brasil quando foi abordado por dois homens em uma motocicleta preta. Os acusados efetuaram os disparos, que atingiram a cabeça da vítima. O policial chegou a ser socorrido, mas faleceu, horas depois, no Hospital Geral do Estado (HGE), no Trapiche.

No primeiro dia do mês de junho, Ronildo Santos Alves, 43 anos, foi executado em Olho D’Água do Casado. O cabo da PM de Sergipe estava com um amigo quando foi surpreendido por bandidos armados. Ele não teve chance de reagir aos disparos.

No domingo, 03 de junho, mais um policial é assassinado em Alagoas. O crime aconteceu em um posto de combustível em Chã do Pilar. O militar, que era lotado na 4ª companhia de Atalaia, fazia segurança do local quando foi assassinado.

andreiabrasil disse...

PESSOAL VAMOS BOTAR O CAPITÃO BOMFA PARA BAIXAR A MARIA PADILHA NO CORONEL LULU E DADA

andreiabrasil disse...

CADE O BONFA

andreiabrasil disse...

CORONEL QUE PEGAVA DINHEIRO DO BANCO E CIA

Siderlane.ATI disse...

Novos salários para militares vão ser pagos na próxima segunda

Reajuste será aplicado aos subsídios dos soldados; aumento foi sancionado nesta sexta-feira

Os salários relativos ao mês de maio dos soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas já serão pagos com reajuste. Nesta sexta-feira (08), o governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) sancionou a lei que fixa a nova tabela de subsídios para a categoria. A proposta do Executivo foi enviada essa semana à Assembleia Legislativa e foi aprovada em regime de urgência pelo Parlamento.

Os novos valores dos salários, de acordo com a Secretaria de Estado da Gestão Pública (Segesp), agora, depois da sanção do governador, serão depositados nas contas dos militares já no próximo dia 11. Os subsídios serão liberados na mesma data em que o Estado estará pagando a segunda faixa salarial dos funcionários públicos estaduais.

A proposta do Poder Executivo já contempla o reajuste de 6,5%, concedido este ano a todo o funcionalismo.

Como será o aumento

A nova tabela de subsídios para os soldados ficou dividida em três categorias: aqueles quem têm mais de 25 anos de instituição passarão a receber R$ 2.343,00; já quem possui até 24 anos, terá vencimentos de R$ 2,2 mil; e os soldados alunos, por fim, vão receber R$ 1.046,00.

A apreciação do projeto de lei nº 25/12, que fixava o valor do novo subsídio para a categoria, foi aprovado pela Assembleia Legislativa Estadual na última quarta-feira, em regime de urgência. Os deputados estaduais realizaram duas sessões, uma ordindária e outra extraordinária, para conseguir votar a mensagem governamental em duas discussões, como manda o Regimento Interno da Casa de Tavares Bastos.

Briosa em Foco disse...

Reproduzimos, a seguir, um texto extraído do blog da Dulce Melo:

Os coronéis se rebelaram e a caldeira esquentou

A cúpula da Segurança Pública foi pega de surpresa com a reação dos coronéis fechados a respeito do índice de violência em Alagoas. Alarmante, incontrolável e que deixa toda a sociedade em pânico, assim podemos defini-la. Logo em seguida, o governador anunciou uma viagem a Brasília com o objetivo de encontrar apoio para o combate à criminalidade e trouxe na bagagem a garantia da implantação de um Plano Nacional de Segurança que, segundo ele, vai acabar com toda a aflição dos alagoanos.

A incógnita gira em torno da falta de estratégias ou planejamento sério para evitar a proliferação do tráfico e tantas, mas tantas mortes em todas as regiões. São tantas as promessas feitas desde o início que passamos a ser devotos de São Tomé. O tal Plano Nacional de Segurança não seria mais um “psiu” para a sociedade? Enquanto afirmam que há essa preocupação e que buscam alternativas para protegê-la, prendem a atenção e a fazem esquecer as barbáries? Dizia a minha avó que “com banana e bolo se engana os tolos”. Creio que somos vistos dessa forma, não há outra justificativa. Porque o tempo vai passando, as tragédias acontecendo e o silêncio imperando? As autoridades se manifestam, percebam, somente depois que o povo esperneia.

O índice de insatisfação com a cúpula da segurança só não é maior que o da violência. Mas, acredito que estão no mesmo páreo. A tropa sempre manifestou repúdio, mas foi sendo ignorada, ignorada. As praças, apesar de serem a base da Polícia Militar, o maior número, nunca foram enxergadas de peso quando o assunto é se manifestar. Passam despercebidas. Mas, agora não. Agora foram os coronéis, os homens das gemadas e olhe que nesta sexta-feira mais dois se agregaram ao grupo dos 11 que assinaram uma nota de repúdio veiculada na imprensa. Ao todo são 16. Creio que as autoridades da PM e da Seds ficarão surpresas. Infelizmente nada posso adiantar.

Mas, de uma coisa tenham certeza: o processo de pressão ao governador Teotonio Vilela aumentou, foi fortalecido, recebeu apoio no palácio e, como dizem, o bicho vai pegar. Nesse ínterim há muita gente ficando inquieta, perdendo o sono. Soube até que tentando impedir as reuniões agendadas pelo grupo dos coronéis junto aos assessores do Governo.

Mas, não tem dado certo.

Anônimo disse...

emquanto so estiver morrendo policiais tudo bem, para os senhores politicos não faz falta a assembleia esta cheia de puxa sacos para protegelos,e o governo vem com este plano nacional de segurança que ja vem sendo anunciado desde do começo do ano e ainda queriam que os chefes do trafico esperasem para ser preso isto é uma piada, traz a força nacional paga-se um salario alto para fazer o mesmo que os policiais daqui fazem e recebem 4 vezes menos que eles e ainda querem q os daqui trabalhem com emtusiasmo e afinco.

Anônimo disse...

SO TEMOS NA POLICIA CHEFES FALTA-NOS LIDER DESTE TIPO A ACADEMIA NÃO FORMA.

Anônimo disse...

QUEREM SABER O EU PENSO VAMOS FAZER O QUE DIZ A CONSTITUIÇÃO, Q 50 PORCENTO DOS VOTOS MAIS UM TORNA A ELEIÇÃO NULA PORQUE NÃO FAZELO, OS POLITICOS TRIPLICAM OS SALARIOS DELES E NOS DÃO ESMOLAS E MUITOS FICAM COMTENTES COM AS ESMOLAS E DIZEM RUIM COM PIOR SEM ELE BANDO DE IDIOTAS VAMOS DAR A RESPOSTA NAS URNAS TENHÃO CORAGEM TOMEM UMA POSIÇÃO DESÃO DO MURO, É UMA VERGONHA O SE V COMPANHEIROS AGARRADOS NO SACO DOS POLITICOS E SENDO UMILHADOS POR MUITOS .

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