Poema de agradecimento à corja

Depois de mais de um ano metendo lapada no governo e, principalmente, na Cúpula da Segurança Pública, hoje eu vou fugir à regra e vou, simplesmente, “agradecer”.
Obrigado, excelências (senhores responsáveis pela Segurança Pública em Alagoas).
Obrigado por nos destruírem os sonhos e a oportunidade de vivermos felizes e em paz.
Obrigado pelos “exemplos” que se esforçam em nos dar, de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada.
Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar as coisas por que lutamos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pelas vossas “exitosas” e “profícuas” mediocridades.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer, o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente quem temos de rejeitar (Dário César, Luciano Silva, Sandro, Dimas, Gilmar Batinga, Liberato, Teotônio Vilela – dentre outros).
– Poema de Joaquim Pessoa (com adaptações)



3 comentários :

Vaqldevino disse...

E NÃO ESQUECENDO DE AGRADECER A NOS SUBMERTER-MOS A TRATAMENTO PSIQUIÁTRICOS.

Sócio da ASSOMAL disse...

Câmara aprova sistema de estatísticas de segurança

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, de forma simbólica, a criação do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e de Drogas (Sinesp). O projeto segue para a sanção presidencial.

Segundo o ministério da Justiça, o objetivo é compilar dados para ter estatísticas mais precisas sobre a situação da criminalidade no Brasil. “Hoje os números que temos sobre segurança pública são debilitados”, disse o ministro José Eduardo Cardozo, que esteve na Câmara antes da votação. Ele acredita que o sistema vai permitir aprimorar as ações do governo na área e dar mais transparência aos dados.

Para maiores informações clique aqui.

Luiz Alves disse...

Autos nº: 0000167-66.2012.0.00.0000
Ação: Auto de Prisão Em Flagrante
Indiciante:Justiça Pública
Indiciado: Luiz Alberto Alves Teixeira
DECISÃO
Versam estes autos sobre a prisão em flagrante ocorrida em 04 de janeiro de
2012, em desfavor do ora indiciado, pois este, recusou-se a acatar uma ordem de seu
superior hierárquico, tendo, em tese, incorrido no tipo penal militar de desobediência,
insculpido no artigo 301 do Código Penal Militar.
Após a marcha processual, verificou-se que a ordem emanada pelo superior
esbarrava em outra norma do nosso ordenamento jurídico, sendo assim, a ordem
emanada não era manifestamente legal.
Concedida vistas ao Ministério Público Militar, este pugnou
pelo arquivamento dos autos em epígrafe por não vislumbrar o cometimento de crime
militar.
Vejamos como disciplina o Código de Processo Penal Militar sobre o
arquivamento:
Art. 397 Se o procurador, sem prejuízo da diligência a que se
refere o art. 26, n#‹ I, entender que os autos do inquérito ou as
peças de informação não ministram os elementos indispensáveis
ao oferecimento da denúncia, requererá ao auditor que os mande
arquivar. Se este concordar com o pedido, determinará o
arquivamento; se dele discordar, remeterá os autos ao
procurador-geral.
Destarte acolho o pleito do Parquet, DETERMINANDO O ARQUIVAMENTO dos
presentes autos com fulcro no artigo 397 do Código de Processo Penal Militar.
Oficie-se desta decisão ao Comando Geral da Polícia Militar do Estado de
Alagoas.
Publique-se, registre-se e intime-se.
Maceió, 14 de junho de 2012
Juízo de Direito - 13ª Vara Criminal da Capital / Auditoria Militar
Av. Presidente Roosevelt, 206, Fórum Desembargador Jairon Maia Fernandes, Barro Duro -
CEP 57045-900, Fone: 3218-3538, Maceió-AL - E-mail: vcriminal13@tj.al.gov.br
fls. 1

José Cavalcanti Manso Neto
Juiz de Direito – Auditor Militar

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