O suicida de Dário César

Senhores responsáveis pelo Briosa em Foco, na matéria “Topado de problemas” (clique aqui) os senhores encerraram o texto deixando no ar uma pergunta direcionada ao Capitão Rocha Lima. Diante do exposto, solicitamos que seja publicado o texto que segue anexo, bem como as fotos e o vídeo. Desde já agradecemos a atenção dispendida.
Oficial da PM corre risco de praticar suicídio
Capitão é um dos cerca de sete mil militares que apresenta problema grave de saúde mental
Preso na Academia da Polícia Militar, no bairro do Trapiche da Barra, em Maceió, o capitão da Polícia Militar (PM), Antônio Marcos da Rocha Lima, ainda não recebeu a visita de nenhum médico da corporação, mesmo considerado uma pessoa com problemas graves em sua saúde mental.
Rocha Lima é um dos militares de Alagoas que luta contra o alcoolismo e doenças psiquiátricas, especialmente a depressão e a ansiedade. Somente em 2010 a Polícia Militar (PM) de Alagoas concedeu, através de seus médicos, 6.738 licenças médicas. O número representa quase todo o efetivo da PM no estado, que é de 8.025 homens.
O Centro de Assistência Social da Polícia Militar atende casos menos urgentes e faz encaminhamento dos pacientes psiquiátricos à rede pública de saúde. Mas o caso envolvendo o Capitão Rocha Lima, estranhamente, de acordo com familiares do policial, não é acompanhado pelo Centro.
Rocha Lima foi preso na última quinta-feira (22), após uma séria de denúncias. Primeiro ele deflagrou diversos tiros de pistola na casa do delegado da Polícia Civil (PC), Angélico Farias, na Barra Nova, município de Marechal Deodoro, Região Metropolitana de Maceió (RMM). Na sequência o oficial teria sido visto urinando, ainda armado com a pistola, em via pública, no bairro da Serraria, em Maceió, onde foi preso.
O Comando da Polícia Militar, através do major Amorim, da assessoria de comunicação da corporação, informou na última semana que Rocha Lima está preso sob a acusação de porte ilegal de arma, pois quando foi preso ele apresentava sinais de embriaguez e portava uma pistola.
Rocha Lima, tido por muitos colegas militares, como um dos melhores policiais que a PM tem para o trabalho de policiamento de rua, vive a cerca de um ano afastado de suas funções devido a sucessivos atestados psiquiátricos.
Debilitado emocionalmente, Rocha Lima enfrenta sua “exclusão” das ruas – decisão do Comando da PM – como uma sentença de morte.
Na opinião do advogado Tales Azevedo, que defende o oficial, todo o problema foi causado pela falta de medicamentos psicotrópicos, ministrados a seu cliente, mas que há cerca de dois meses, não tem acesso aos remédios Zylinox de 10 ml e Rivotril suspensos pelo Governo do Estado.
“O Capitão Rocha Lima passa por um sério tratamento psicológico e estranhamente o Estado suspendeu esses medicamentos”, disse o advogado.
Segundo Tales Azevedo o incidente iniciado na Barra Nova, foi em decorrência de uma crise nervosa ou surto.
“Desde o ano passado meu cliente faz tratamento ambulatorial e está afastado de suas funções na Polícia Militar, que injustamente o retirou do trabalho operacional, para lhe impor o serviço burocrático no hospital da corporação. Isso o deixou deprimido. Na quarta-feira a noite ele foi conversar com o amigo dele, o delegado Angélico e quando chegou à frente da casa, teve um novo surto”, relatou Tales.
“Ele tem constantes visões. Vê pessoas o seguindo, tem fortes dores de cabeça, pesadelos todas as noites, típico de uma pessoa em depressão por lhe roubarem o que mais ele é focada, que é o policiamento de rua”.
Outro advogado do capitão, Antônio Andrade, foi mais enfático e em entrevista exclusiva ao EMERGENCIA190 traçou o perfil fragilizado do cliente.
“A saúde mental do Capitão Rocha Lima se encontra extremamente fragilizada, pois, em razão dos problemas com o álcool e com a voraz perseguição administrativa no âmbito da caserna, ele desenvolveu sérios transtornos emocionais, com abruptas variações, além de uma frequente síndrome do pânico”, disse o advogado.
“A imagem que a sociedade tem do Rocha Lima é a de um homem forte, musculoso, de presença que impõe respeito. Eu, porém, vejo um homem sofrido, fragilizado, desamparado por muitos e tremendamente adoentado. Alguém que, por vezes, liga para mim chorando, quase sempre angustiado pela sensação de impotência e pelo fato de ser constantemente preterido em seus sonhos e ideais profissionais. Percebo que ele tem buscado mais do que a palavra de um profissional do direito, mas um conforto através de uma palavra de sabedoria”, completou ele.
Antônio Andrade comentou sobre os motivos das constantes licenças psiquiátricas, que segundo ele, já extrapolaram.
“Quero que saibam que esse histórico de licenças psiquiátricas já extrapolaram o período de um ano e, se o lapso não é muito maior, é porque, até mesmo contrariando orientações de familiares e amigos, o Rocha Lima tem buscado evitar sua reforma, pois, seu sonho, desde a infância, é atuar como militar de carreira. Quando conversamos com os pais dele ou mesmo quando podemos ver fotos da família, tomamos conhecimento de uma criança que, admirando a brilhante carreira que seu pai exerceu na Polícia Rodoviária Federal, desencadeou em seu íntimo o desejo de ser um militar e de servir ao povo alagoano com bravura e afinco”.
“Todavia, a patologia tem se agravado, de modo que nossa maior preocupação, nesse instante, já não é mais com a carreira, nem com a possibilidade de reforma, mas com o bem estar psíquico do Rocha Lima”, confirmou Antônio Andrade.
Parentes e amigos do oficial, ouvidos pelo EMERGENCIA190, diante do quadro psiquiátrico de Rocha Lima, admitem que ele corre risco de morte. Todos chamam a atenção da possibilidade do militar tirar a própria vida.
A possibilidade de suicídio, na opinião do advogado do capitão pode ser uma “válvula de escape” do cliente diante de seu quadro mental.
“Acredito que essa resposta depende de um parecer técnico de um psiquiatra. Porém, numa visão leiga, posso dizer que vejo um universo sombrio, pois é notório o agravamento do quadro de instabilidade emocional, as variações de comportamento, os sintomas da síndrome do pânico. Enfim, o temor existe e sei que ele é real, pois, as conversas com meu cliente revelam um espírito abatido e um desequilíbrio visível. Nessas circunstâncias, o suicídio passa a ser uma válvula de escape, uma alternativa verdadeiramente considerada”, respondeu Antônio Andrade.
Rocha Lima tem sido excluído de atividades de policiamento ostensivo por decisão do Comando Geral e até seu nome deixou de figurar no quadro de acesso para as promoções pelo fato de responder a Conselhos de Justificação, argumentação, que segundo seus advogados, não procede.
O primeiro caso que levou o oficial ao Conselho foi uma acusação produzida há mais de 10 (dez) anos, a qual gerou processo criminal, onde Rocha Lima respondeu a ação penal na 2ª Vara Criminal de Maceió e foi absolvido por sentença transitado em julgado.
Como detalhe, no ano passado o Comando determinou a reabertura do caso, sob o argumento da separação das instâncias judicial e administrativa, fazendo com que este fato, que não mais constava nas certidões que eram emitidas pela Corregedoria da PM, passasse a figurar como um Conselho de Justificação pendente, levando seus advogados a invocar o Tribunal de Justiça (TJ) de Alagoas.
“Isso não procede, pois já houve decisão definitiva sobre o caso, ademais, ainda que a esfera administrativa, num afã perseguidor e voraz, quisesse condenar, a punição disciplinar já estaria, há vários anos, prescrita. A perseguição que podemos identificar no segundo caso é ainda mais intensa, pois, diz respeito a fatos que partiram de denúncias ‘produzidas’ por um ex-informante da PM na região de União dos Palmares e São José da Laje, as quais resultaram numa prisão temporária decretada em desfavor de Rocha Lima, pela 17ª Vara Criminal, motivo que levou o Comando da PM a determinar a instalação de um Conselho de Justificação, embora, à época, sequer houvesse processo judicial, o que contraria as disposições da lei regente do Conselho de Justificação. Instalado o Conselho, os três oficiais nomeados fizeram um excelente trabalho de investigação, tendo confirmado que não houve a participação do oficial investigado nas acusações imputadas, de modo que o consideraram apto à permanência nos quadros da briosa PM, todavia, sugeriram punição disciplinar leve pelo fato de o oficial justificado haver andado com o tal ex-informante”.
“Discordando do parecer final do Conselho de Justificação, o Comandante Geral da PM se posicionou contrário aos autos e ao próprio Conselho, tendo enviado o processo disciplinar para o Egrégio Tribunal de Justiça de Alagoas, a fim de que fosse determinada a perda da farda e a exclusão do serviço ativo da PM, pleito que, à unanimidade de votos foi indeferido, uma vez que a Câmara Criminal acompanhou, integralmente, as conclusões do Conselho de Justificação, tendo mandado aplicar sanção disciplinar de natureza leve, porém, o Comando Geral desrespeitou a decisão judicial e aplicou a sanção mais grave que existe na esfera administrativa antes da demissão, que é a pena de prisão, fato que resultou, no ano de 2011, na ordem judicial de prisão do próprio Comandante Geral da PM. Ressalte-se que a decisão da Justiça prevaleceu – punição disciplinar de natureza leva –, porém, o preço para o meu cliente foi muito alto, pois, as perseguições tornaram-se mais evidentes”, relatou um dos advogados do oficial.
Um coronel – comandante de um dos batalhões da PM e com quem Rocha Lima já trabalhou, definiu a situação como atípica.
“É a mão do Estado sendo usada de modo indevido para destruir uma vida, atormentando-o, matando os sonhos de um oficial que sempre amou a farda e viveu em torno dessa vocação”, desabafou o coronel, que pediu para não ter o nome revelado.
Rocha Lima se encontra em um pequeno quarto na Academia da PM, onde tem recebido apenas visitas de familiares e dos poucos colegas de farda que podem ter contato com ele.
Alcoólico assumido e em tratamento, o oficial tem demonstrado um nervosismo acima do normal e algumas vezes é flagrado conversando, demoradamente, com pessoas criadas em sua imaginação.
“Já presenciamos ele brigando com a própria sombra e até pedindo socorro depois que achou que viu um fantasma querer matá-lo”, disse um parente de Rocha Lima.



A (re)tomada da Caixa

Quem tem telhado de vidro não deve(ria) jogar pedra no telhado dos outros. Quem imaginou que a atual diretoria da Caixa Beneficente dos Servidores Militares do Estado de Alagoas terminaria sua gestão sem encontrar resistência, ainda mais depois da denúncia do rombo, teve, na última sexta-feira, uma prova de que tudo que aconteceu até agora é apenas a ponta do iceberg.
Coronel Goulart e sargentos armados usam truculência e tentam “tomar” Caixa Beneficente
Um verdadeiro terror se instalou entre os servidores da Caixa Beneficente da Polícia Militar nesta sexta-feira (24). Os servidores do Colégio Floriano Peixoto, bem como de Centro Médico e da sede da diretoria foram surpreendidos por sargentos comandados pelo coronel da reserva, Adroaldo Goulart. Eles destituíram diretores e intimidaram os funcionários.
O coronel RR Goulart conseguiu na Justiça uma liminar que lhe dá o direito a ser reintegrado como associado e, consequentemente, retornar ao Conselho Deliberativo. A decisão foi do juiz Pedro Jorge Melro Cansanção e já cumprida. No entanto, o coronel se valeu de uma decisão anterior a sua reintegração e que ainda se encontra em fase de julgamento, pela qual o sargento Alberto tenta voltar à presidência da Caixa, decidiu convocá-lo, juntamente com alguns sargentos para invadir os espaços da instituição e tomá-la à força, embora nada o respalde no sentido do retorno do sargento Alberto.
Mesmo sem a Justiça, em momento algum, determinar o retorno do sargento Alberto à direção executiva da Caixa Beneficente, o coronel Goulart sem acompanhamento de um oficial de Justiça, o que seria lógico caso a decisão se estendesse à presidência, se achou no direito de invadir todas as repartições da Caixa, ameaçar funcionários, destituir e empossar diretores.
No Colégio Floriano Peixoto, os sargentos arrombaram a porta da direção e levaram todo o apurado do dia, cerca de mil reais. No Centro Médico, o oficial e seus comandados invadiram todas as dependências constrangendo médicos, funcionários, sócios e dependentes que aguardavam atendimento médico. As pessoas entraram em desespero e o diretor, tenente PM Adail, tentou fechar as portas para evitar um conflito, mas foi impedido e chegou a passar mal.
O coronel Goulart ordenou que os sargentos tomassem as chaves do local, destituiu o diretor, mudou e empossou “na marra” o sargento reformado Adalberon para o cargo. Na sede da Caixa, confiscaram documentos e ameaçaram trocar as chaves para que nenhum funcionário entrasse na próxima terça-feira (28).
Relembre o caso
Na época, toda imprensa publicou que o coronel Adroaldo Goulart foi afastado do Conselho Deliberativo depois de a nova diretoria detectar um rombo de R$ 10 milhões nos cofres da entidade. Conforme o coronel Ivon, presidente à época e que fez a denúncia, havia um esquema fraudulento dentro da Caixa Beneficente feito pelo coronel Goulart e conivência do advogado Cláudio Coelho – que inclusive acompanhou os invasores na sexta-feira. O advogado é acusado de desviar R$ 30 mil da Caixa e, segundo a direção executiva, há provas contundentes contra ele. Esse dinheiro desviado pelo advogado seria para o pagamento das causas trabalhistas. Coelho era o responsável pelo depósito dos valores, conforme o combinado com a Justiça, pegava o dinheiro na tesouraria da entidade, apresentava os comprovantes autenticados, mas foi descoberto que o advogado teria falsificado os comprovantes e não depositado o dinheiro. A atitude dele foi denunciada na OAB, no Ministério Público e ele assinou um termo de não mais se envolver com assuntos da Caixa Beneficente, o que descumpriu na sexta-feira.
Assim que assumiu a nova diretoria assumiu a Caixa, pediu uma auditoria e constatou na contas da entidade um esquema que desviou cerca de R$ 10 milhões. Somente dos pecúlios (as pensões das viúvas) foi desviado R$ 1,5 milhão. Além disso, mais R$ 8 milhões de débitos previdenciários foram constatados.
As denúncias também foram feitas ao Ministério Público Federal (MPF) e à Polícia Federal (PF) por haver suspeita do envolvimento de um funcionário público federal no esquema fraudulento. Quanto ao sargento Alberto ter sido destituído do cargo de presidente, mesmo com a primeira colocação na eleição, foi em seguimento ao Estatuto da Caixa Beneficente que não permite praça (de soldado a subtenente) participar do pleito como candidatos a presidente e vice. Impedimento este que a atual gestão, cumprindo compromisso de campanha já corrigiu, alterando o Estatuto para que na próxima eleição em 2014 todos igualmente tenham direito de voto e concorrer a qualquer cargo da entidade.
Do grupo que esteve sob ordens do coronel Goulart foram identificados os seguintes policiais: tenente Máximo; sargento André (irmão do sargento Alberto); sargento Leonardo e sargento reformado Adalberon. Além deles, o advogado Cláudio Coelho e também o candidato a vereador de Maceió, César Lira, presença até o momento inexplicável para a diretoria.
Fonte: Correio de Alagoas


Sobre o 10º BPM

Vi, na postagem sobre o Tenente Mahatman, que o Briosa em Foco tomou conhecimento da reportagem sobre uma investigação onde os PMs “plantaram provas” (clique aqui). No entanto, quero esclarecer alguns pontos importantes sobre este acontecimento.
O Tenente Mahatman é um de poucos oficiais que age de forma imparcial, seja rico ou seja pobre o tratamento dado por ele é igual. O marginal, vulgo Léo, como todos sabem, é traficante, porém, neste dia ele estava limpo, a droga realmente foi colocada na casa dele, mas pelas pessoas encapuzadas.
O Tenente Mahatman não fez parte da operação, essas pessoas encapuzadas são o Capitão Wellington e o Soldado Torres, ambos da P2 do 10º BPM; inclusive quem algemou o acusado foi o próprio Capitão Wellington. Vejo que agiram de má-fé e continuam agindo. Por um erro que cometeram, estão, agora, prejudicando e podem prejudicar mais ainda o Tenente Mahatman, que é inocente.
A droga foi comprada por um conhecido do Soldado Torres a pedido dele ao próprio Léo, um dia antes da operação. Este soldado sempre anda com uma mochila nas costas, onde ele carrega um “kit”, e nenhum oficial o questiona a respeito do conteúdo da sua mochila. Esta foi a última apreensão de traficante que houve aqui em Palmeira.
No e-mail que enviei a vocês, anteriormente, falei sobre a prima deste soldado, que se chama Elizangela, que é esposa do traficante de peso que restou na cidade (para que o amigo leitor fique a par do que está sendo dito clique aqui). Ela tem muita importância para o tráfico, pois, além de ser o elo de ligação com a PM, quando os traficantes não atuam por qualquer motivo é ela quem age pelos comparsas.
Por favor, juntem uma informação a outra, reflitam e divulguem, um inocente pode ser considerado culpado e isso não pode acontecer. Estou fazendo a minha parte.
Atenciosamente, um leitor.


Homenagem da PMAL aos seus Soldados

Hoje, 25 de agosto, é o Dia do Soldado. Como não poderia deixar de ser, o Comando da Briosa rendeu honras aos seus valorosos soldados. Confiram:

Aos nossos respeitados comandantes, os nossos sinceros agradecimentos por fazer de nós o que hoje somos.

“Topado” de problemas

Depois de tantas denúncias de perseguição, assédio moral e violação de direitos humanos praticados contra o Capitão Rocha Lima, agora a casa (dele) caiu de vez. Foi preso em flagrante após cometer vários crimes. Reproduzimos abaixo uma matéria sobre o assunto, que foi publicada no site da Gazetaweb:
Capitão da PM é acusado de atirar na porta de nora de delegado | Antônio Marcos da Rocha Lima foi preso após ser flagrado urinando em público no bairro da Serraria, em Maceió
O capitão da Polícia Militar Antônio Marcos da Rocha Lima foi preso, na madrugada desta quinta-feira (23), depois de ter sido acusado de ter efetuado 18 disparos de arma de fogo contra o portão da casa de Daniela Cristine da Fonseca Omena, de 32 anos, que é nora do delegado da Polícia Civil Angélico Farias de Mello. Apesar da acusação, a prisão só ocorreu horas depois, quando ele foi detido no bairro da Serraria por porte ilegal de arma de fogo.
Segundo Daniela, ela estava na sua casa, situada no Povoado de Barra Nova, em Marechal Deodoro, região metropolitana de Maceió, quando o acusado chegou efetuando os disparos. Ainda conforme a vítima, após atirar 18 vezes, o militar deixou o local em um Citroen C4 Pallas, cor prata e placa MUX-9911.
Horas mais tarde, o capitão foi preso em flagrante pela Polícia Militar no bairro da Serraria, próximo a um posto de combustíveis situado entre a Avenida Menino Marcelo, conhecida como Via Expressa, e o Conjunto José Tenório, depois que populares acionaram a polícia e informaram que o oficial apresentava sinais de embriaguez e que teria abaixado a roupa e urinado diante de todos. Na oportunidade, as testemunhas relataram ainda que o acusado estava com a arma em posição ostensiva.
O capitão foi detido e levado à Central de Polícia de Maceió, onde foi atuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. Sua pistola Taurus calibre .380, com capacidade para 19 munições, das quais 11 estavam intactas, foi apreendida. Em seguida, ele foi entregue à Polícia Militar, para permanecer recluso na Academia da PM, no bairro do Trapiche.
O Instituto de Criminalística foi acionado para periciar a residência de Daniela Fonseca, no Povoado de Barra Nova.
Esta não é a primeira vez em que Rocha Lima é acusado de envolvimento em atos ilícitos. Ele já foi alvo, inclusive, de processo de expulsão da Polícia Militar, mas acabou mantido na corporação por decisão judicial.
E agora, Rocha, vai dizer o quê?


PMAL: Instituição excelente, Cmtes miseráveis!

Olá amigos do BRIOSA EM FOCO, estou lhes escrevendo para contar a história do meu tio (por motivo da minha segurança, mesmo sendo civil, me identificarei como o “último do forte”, pois sei que alguns PMs são implacáveis com aqueles lhes denunciam). Bom, disto isto passo a lhes contar a história do meu velho tio.
...Ele ingressou há mais de 20 anos na BRIOSA PMAL e conta que quando assentou praça, os soldados velhos iam para a reserva como soldado e quando alguns tinham sorte um comando abençoado mandava para o curso de Cabo, e em seguida para a reserva.
Em 2000, com o advento da lei Paulo Nunes (muitos ingratos não reconhecem a importância do político Major Paulo Nunes nessa conquista da dignidade do soldado), meu tio foi convocado, por antiguidade, para o curso de Habilitação de Cabos – CHC, concluiu o curso e foi promovido a Cabo em março de 2003.
Em 2005, com advento de outra lei que criou o Curso de Formação de Praças (CFP), para soldado iniciante, e o Curso de Formação Complementar para Praças (CFCP), para soldados e cabos antigos habilitando-os a mais uma graduação, meu tio foi convocado, então em 2008, para o CFCP, que o promoveria – enfim – a 3º sargento (como ele é modesto, não quer mais que isso, pois para quem passou 20 anos como soldado e está há 09 como cabo, 3º sargento é a coroação da sua carreira na BRIOSA PMAL). No mais, só lhe resta aguardar a tão esperada reserva remunerada.
Pois bem, meu tio concluiu o curso em 03.07.2009, com formatura de túnica e tudo mais, só que não foi promovido porque o comando alegava não haver vagas. Entretanto, como entender que o comando convocou policiais para um curso se não tinha vaga para promover os concluintes? Amigos, meu tio foi obrigado a comprar uma túnica e todos os uniformes de sargento (calça, camisa, camiseta, gandola, calção, meia, coturno, sapato e outros), gastou dinheiro com formatura, expôs os parentes ao ridículo e no final não foi promovido.
Reuniram-se os concluintes e foram falar com o Coronel Damo Sena, então Comandante Geral, que aceitou os argumentos, mas disse que eles tinham que convencer o Coronel Luciano, o terrível (ao que parece era quem já comandava a PMAL), que era assessorado pelo bajulador Major Moab, que fora enfático em dizer: PROCUREM A JUSTIÇA OU VÁO PARA A RESERVA COMO CABOS.
Nesse período havia um parecer seboso da PGE que dizia que o policial promovido em caráter precário não ocupava vaga... E os cabos tentaram ser promovidos com esse argumento, mas o comando mais uma vez fora terrível e disse que o parecer só servia para oficiais. Os prejudicados denunciaram, então, o ocorrido ao Ministério Público e a PGE, mesmo contra vontade, mudou o seboso parecer passando o PM promovido em caráter precário a ocupar vaga (conferir no BGO nº 055, de 23.03.2011, pág. 48), ou seja, o comando ao invés de promover os cabos a 3º sargento preferiu mudar o parecer e prejudicar também os oficiais.
Nesse ínterim, mudou o comando, e o Coronel Dalmo Sena, que não resolvia nada, entregou a cadeira para o ex-estafeta do Collor, o Coronel Dário, que log depois repassou para p Coronel Luciano, o terrível, que oficialmente a assumiu, mas se limitou simplesmente a auxiliar o Coronel Dário. Agora assumiu o Coronel Dimas, que se apresenta como alguém bastante educado, de fino trato e que nunca diz “não” na sua frente, mas ao que parece também não tem muito interesse em resolver o problema da promoção do meu tio, que após três anos aguardando sua promoção teve vários problemas de saúde, ficou depressivo, agindo de forma agressiva com familiares e amigos e inclusive no trabalho.
Resultado: o velha guarda foi afastado, assim como outros colegas, de suas funções por conta da sua depressão, além do desarranjo financeiro por conta dos gastos que teve durante o curso e com a formatura. Hoje, está desacreditado com os comandos que passaram, principalmente o Comando do Coronel Luciano, o terrível, e com o atual comando que nada faz para promovê-lo. Resta dizer que meu tio serve há quase 30 anos na corporação e tem de ingressar na justiça para ter um direito garantido.
A mesma situação ocorreu com 40 alunos do Curso de Habilitação de Oficiais Especialista e Administrativos (CHOEA), que também iniciaram o curso em 2009 e, não tendo vagas para promovê-los, agora a PMAL, através dos seus “assessores”, mudou a lei para promovê-los (Lei nº 7.372 de 03.07.2012 – BGO 127 de 06.07.2012). Criou-se 40 vagas para 2º tenente QOA e vai promover os 40 no dia 25/08/2012, enquanto que os velhos cabos ficam a mercê da caridade de algum juiz que entenda pelo direito à promoção, pois enviar requerimento solicitando a promoção a CPOP (composta pelo Coronéis Dimas, Mario “Menino”, Sandro e Ricardo) é perder tempo, além de ver a fragilidade, pouco conhecimento e a falta de humanidade dos integrantes dessa comissão, pois estes só dizem “não ter vagas”, além do que não têm nem um ressentimento em mandar o cabo com trinta anos de serviço para a reserva na mesma graduação, enquanto que quase todo mês, mesmo sem ter vaga, a PMAL promove Tenente-Coronel ao posto de Coronel, a exemplo dos casos recentes como o do Coronel Gonzaga, Coronel Dogival e Coronel Williams Marcelino, fora outros que já estão engatilhados.
Para o meu tio o único consolo é o de desabafar aqui no BRIOSA EM FOCO um pouco da sua mágoa, não com a PMAL, mas sim com os comandos desumanos, e também saber que sua denúncia no MP ajudou a modificar um parecer seboso da PGE que só servia para promover oficiais, onde para as praças não tinha nenhuma valia (conferir no BGO nº 055, de 23.03.2011, pág. 48). No mais, resta dizer que meu tio está superando essa situação e há de superar totalmente quando estiver na reserva, o que será logo.
 Hoje quando se fala em PMAL, seu pensamento é: “os coronéis miseráveis, que só pensam em si, na sua ganância, se autodestruirão. Aproveitem enquanto podem, pois na reserva não valerão o que o gato enterra” (salvo aqui as exceções, pois existem coronéis com qualidade administrativa e de bom caráter).
PS: A opção para ocultar a identidade dos PMs envolvidos nessa história foi pura e simplesmente para protegê-los de perseguições, pois são todos pais de família e resta pouco tempo para a tão esperada reserva, e, como é sabido, alguns coronéis – e tantos outros oficiais – quando sentem-se feridos, acuados, ou simplesmente contrariados, tornam-se algozes implacáveis.


Falta de Educação

Há algumas décadas atrás, quando o Ensino Médio não era “pensado” por metas e de fato os governos se preocupavam com a qualidade do ensino, era comum que os alunos das escolas públicas participassem de projetos para descobrir novos talentos. Durante muitos anos milhares de talentos foram descobertos assim, ou seja, após a realização de testes que avaliavam as aptidões em diversos assuntos acadêmicos.
Eu mesmo participei de alguns desses projetos, onde numa das vezes me pediram para que eu expressasse meus planos, esperanças e sonhos para o futuro. O que eu não sabia era como nossas vidas mudariam por conta do tipo de formação que recebemos. Aliás, nenhum dos meus colegas de ginásio poderia imaginar que viveríamos o suficiente para testemunhar o descaso do governo (leia-se, do Estado) com o Ensino Público; atualmente em estado calamitoso.
Digam o que disserem, acredito que a formação escolar (seja em escolas civis ou até militares) é fator preponderante no desenvolvimento do indivíduo enquanto ser social. Contudo, e essa é conclusão, independente da formação recebida, quando o indivíduo não tem personalidade ou escrúpulos pouco importa a formação que ele tenha recebido – será movido por egoísmo, indecências e uma rotina vulgar. E os exemplos dessa afirmação são vastos.
Pensando assim, não seria nenhuma surpresa saber que um indivíduo inescrupuloso, ocupante de um cargo de destaque em nosso Estado, tenha agido de forma sorrateira visando afastar da sua concorrência uma pessoa que até o governador reconheceu as virtudes.
Explico: sabe aquela denúncia contra o Superintendente da Polícia Civil? Aquela de tortura... Sabemos que teve o dedinho do Senhor Dário, o César, botando álcool na fogueira, para queimar ainda mais o Delegado Paulo Cerqueira. E a razão é bem simples: o Dr Cerqueira estava cotado, por sinal, muito bem cotado, para, em uma possível queda do Dadá, assumir a SEDS!
Eis que Dário, o astuto, tira uma carta da manga e atiça o Dr Gilberto Irineu, advogado responsável pela Comissão de Direitos Humanos da OAB/Alagoas, a prosseguir com a denúncia. Resultado? Mais um adversário queimado e mais um tempinho no cargo de Secretário de Segurança Pública. Por falar no Gilberto Irineu, sabe-se que durante o período em que Dário esteve à frente do Sistema Prisional o referido advogado “solicitou” (e foi atendido) que alguns dos seus indicados fossem contemplados com cargos comissionados nos presídios ou então com cargos de “prestadores de serviços” (agentes penitenciários não concursados).
Especulações de minha parte ou não, fato é que o Dr Paulo Cerqueira estava com moral, pois colocou quem ele quis nos setores estratégicos da PCAL. O que provavelmente incomodou a Dário. Infelizmente não estamos na Inglaterra, muito menos temos por estas bandas aqueles famosos tabloides que checam a veracidade de qualquer informação. Pois se assim o fosse, não seria surpresa caso o sigilo do celular do Dário fosse quebrado e, “curiosamente”, encontrassem várias ligações entre Dário e o Irineu (e entre o Dário e o procurador que ofereceu a denúncia). Lembrando que na Assessoria do MP tem um fiel cão de guarda e bajulador do Dário e do Coronel Luciano, o esquecido Coronel Pinheiro, que pode ter tido algum papel nessa denúncia contra o delegado.


O tráfico de drogas em Palmeira dos Índios

Venho através deste e-mail relatar um fato, dentre tantos outros lamentáveis, que vem acontecendo no 10º Batalhão, sediado em Palmeira dos Índios.
O serviço de inteligência do 10º BPM é composto por policiais que estão sendo muito inteligentes em suas ações, mas, em benefício próprio. No ano passado, 2011, havia quatro líderes do tráfico de drogas na região, que viviam se digladiando na cidade pelo controle da venda de entorpecentes.
Através do serviço de inteligência três deles foram presos (Léo, Sereia e Zé Mago). No entanto, restou um, o mais perigoso e influente de todos e que agora domina sozinho, com sua equipe, o crescente tráfico na região. Como todo rei possui uma “rainha”, não poderia deixar de ser diferente com o rei do tráfico de Palmeira...
Pois bem, a “primeira dama” do tráfico palmeirense é prima legítima de um dos componentes da P2. Esse pessoal (os traficantes) transita pela cidade como se fossem cidadãos de bem, abastecem suas bocas de fumo o dia todo, todo dia, como se estivessem vendendo banana na feira e a polícia não faz nada.
Enquanto isso, a criminalidade cresce na região, todos os dias há homicídios, roubos e furtos, principalmente, com o envolvimento de crianças e adolescentes envolvidas com o tráfico; e o Comandante do BPM, o Tenente-Coronel Nascimento, ainda tem a petulância de ir à imprensa local dizer que “a cidade nunca esteve tão tranquila”. Então, deixo a seguinte pergunta para os leitores de Briosa em Foco refletirem: “por que será que este traficante ainda não foi preso, como aconteceu com os demais?”
Atenciosamente, um leitor.


Valorização

Temos quase dois meses de implantação do “maravilhoso” Plano Nacional de Segurança, o que não significa muita coisa. A verdade por trás de toda essa ação midiática é que muitos crimes ainda acontecem, muitos homicídios vêm sendo “apagados” das estatísticas oficiais, como os assaltos a lotéricas e, principalmente, bancos e correios; algo que continua a todo o vapor no interior do Estado. Mas o nosso super governador teima em dizer que “o plano está surtindo o efeito desejado”.
A manipulação dos números é de acordo com os interesses eleitoreiros do governo. Se os índices caem, o governo aponta o sucesso do plano, se os índices aumentam, para a pior, fala-se que ainda é muito cedo para se perceber a mudança.
Muito tem gasto em propaganda, mas muito pouco é investido no agente de segurança pública. Desde a implantação do plano, não surgiu um mísero projeto para beneficiar a tropa alagoana; tropa esta cansada, explorada e mal paga. Enquanto que os FNs ganham quase 7 mil reais em diárias para gastar com farras e bebedeiras nas cidades de Arapiraca e Maceió, assim como nas famosas praias do nosso litoral, nossos policiais são humilhados sistematicamente pela política de arrocho salarial implantada pelo Governo Téo.
A chegada da Força Nacional só aumentou ainda mais a revolta da PMAL, pois deixou bem claro a falta de compromisso e consideração do governo e da SEDS para com os seus policiais. Para a tropa de Alagoas, serviço atrás de serviço, sem direito a folga e horas extras, sempre com a desculpa de se sacrificar para conseguir reduzir os índices de violência que assombram a sociedade. Já para os FNs, operações de blitz, que apreendem as perigosas motocicletas com o licenciamento atrasado e que colocam em risco a população alagoana. Sem contar que essas operações da Força tem hora para começar e hora para acabar, pois eles não podem exceder as horas diárias, que perfazem exatamente 6 horas por dia. Vejam bem: os nossos salvadores, enviados pelo governo federal, não trabalham mais do que seis horas diárias. Se em uma operação, o horário se estender um pouco mais, os FNs começam a reclamar, entram em suas viaturas e voltam para a base para descansar.
Talvez seja por isso que desde a chegada dessa tropa estranha não tenhamos ouvido falar de nenhuma operação importante desencadeada pela FN que tenha resultado na apreensão de traficantes, homicidas, ladrões de bancos e outros meliantes de grande periculosidade. A verdade é que a FN chegou em Alagoas, com essa “nova forma de atuar” (conforme disse a Secretária Nacional Segurança Púbica), para curtir umas férias em nossas praias e ganhar polpudas diárias (diárias esta que são negadas a grande parcela da PMAL) e se der, querer desmoralizar PMs, BMs e PCs alagoanos. Explico: já recebemos diversas denúncias do porco tratamento dispensado pelos FNs contra integrantes das nossas polícias e bombeiros.  Constrangendo nossos irmãos em abordagens e mostrando todo o barbarismo dessa força exógena.  “Baiano”, “paraíba”, “ralé”, “cabra da peste” e outros comentários sobre nordestinos, são algumas palavras proferidas por alguns integrantes da FN no momento das abordagens, isso tudo gera ainda mais revolta dentro da caserna.
Se hoje a Força Nacional fosse embora do Estado de Alagoas, não faria falta nenhuma no combate à criminalidade. Falo isso com total convicção, pois faço o desafio ao governo que mostre as grandes operações e prisões que essa FN realizou durante todos esses meses que tivemos a Força Nacional em nosso Estado.
Por outro lado, a tropa alagoana continua trabalhando mesmo com todas as deficiências impostas pelo governo. Falta de viaturas, falta de armamento, falta de combustível, alimentação inadequada, falta de uniforme e, a mais gritante, falta de efetivo para dar combate à criminalidade.  E o governador e a SEDS têm que dar o braço a torcer, pois se em algum dia, os índices de criminalidade diminuírem, isso será única e exclusivamente causado pelo bom trabalho de sua tropa, essa mesma tropa tão maltratada pelos gestores.
Quanto ao “novo” Comandante Geral, não foi possível ver nenhuma mudança significativa quanto à postura de lutar pela tropa. Coronel Dimas, saia de seu gabinete, vá visitar sua tropa que se encontra abandonada pelo interior, vá verificar as condições de trabalho nos BPMs da capital. Converse com os praças e com os oficiais subalternos e intermediários, pois serão esses policiais que poderão fazer algo pela sociedade. Busque melhorias salariais e equipamentos. Enquanto o senhor não fizer isso, estará incorrendo nos mesmo erros do Luciano, que saiu do comando como o pior comandante que a PMAL já teve. Coronel Dimas, como o senhor vai querer ser lembrado?

E para concluir o raciocínio, a solução de Alagoas não virá de fora, está aqui dentro: A TROPA. Que precisa apenas ser valorizada.


Projeto de Lei que fixa Carga Horária

Há quase um ano recebemos de uma das nossas associações o seguinte e-mail:
Militares entregam projeto de lei que fixa carga horária da categoria
Representantes da Associação dos Subtenentes e Sargentos Militares de Alagoas (ASSMAL) irão protocolar no Gabinete Civil do Governo, no Comando Geral da PMAL e em todos os gabinetes dos deputados estaduais um projeto de lei que fixa uma carga horária para policiais e bombeiros militares de 40 horas semanais.
O projeto permite ainda a adequação e compensação das escalas para os militares universitários com o intuito de valorizar, qualificar e motivar o profissional.
A carga horária irregular dos militares é um dos grandes problemas das corporações. Hoje, os militares cumprem escalas de serviço de até 64 horas semanais. Os comandantes de Policiamento da Capital e Interior submetem os militares a escalas desumanas sem direito a descanso digno.
De acordo com o artigo 7º da Constituição Federal, é direito de qualquer trabalhador urbano ou rural uma jornada de trabalho de no máximo 44 horas semanais.
“A Constituição Federal é clara ao dizer que as leis do país, independente quais sejam elas, se submetem a todos. Os estatutos e regulamentos - em hipótese alguma - podem ferir alguns artigos da CF, tornando-se nulo qualquer regulamento, lei ou estatuto que o faça”, explicou o presidente da ASSMAL, sargento Teobaldo de Almeida.
Para os policiais de Alagoas, o Governo não aposta na modernização das policias Civil e Militar. Faltam investimentos em estruturas modernas para o atendimento ao cidadão e condições de trabalho para os agentes da segurança pública.
Nos estados vizinhos – Sergipe e Pernambuco – a segurança pública passou por uma evolução. Sergipe é o estado nordestino que mais investiu em segurança além de ser referência nacional na política salarial dos policiais e bombeiros. Já em Pernambuco, a tropo foi motivada com incentivos financeiros e escalas dignas. Com o tempo e reformulação das policias, os índices de violência diminuíram nesses estados.
Em Alagoas, a situação é diferente. A violência aumenta a cada dia e os profissionais não são valorizados. Nas corporações, os problemas administrativos – como baixo efetivo – são refletidos na tropa, que abre mão de sua qualidade de vida e de sua família para corrigir os erros da administração e suprir as carências de 10 anos sem investimentos.
“Não temos uma política de valorização. A polícia pode até ser mais equipada do que quando o atual Governo assumiu. Mas não é mais a mesma, pois não temos uma carga horária justa. Não podemos ir para reserva ao término dos 30 anos, que não seja pela via judicial. Os cursos de aperfeiçoamento estão sendo suprimidos. Não temos alojamentos dignos nas unidades. Éramos a 3ª polícia mais bem paga do Nordeste e hoje, as remunerações não condizem com a responsabilidade, perigo e esforço da função que exercemos”, disse Almeida.
De lá prá cá, pelo que sabemos (e todo mundo tem visto), não houve – por parte de nenhuma das associações, muito menos da autora da proposta – cobranças de respostas quanto ao que fora apresentado. E para que esse projeto não continue esquecido em alguma gaveta, se é que ele ainda existe, estamos publicamente cobrando empenho da ASSMAL no sentido de esclarecer para a tropa como está o andamento do referido projeto de lei(?).
Caso os leitores, alguns deles já descabelados de tanto esperar que algo de bom aconteça na PMAL, queiram obter respostas diretamente do Sargento Teobaldo de Almeida (Presidente ASSMAL) sobre qual o andamento não apenas desse, mas de outros projetos, caso existam, procurem-no através do telefone 8844-0283, ou então escrevam para sassmal@yahoo.com.br (ASSMAL).



Tenente Mahatma: o garoto problema!

Que o Tenente Mahatma está passando de levar uma cipoada, disso não resta dúvidas. Mas será que dessa vez a (única) sindicância que ele responde vai dar em alguma coisa? Essa pergunta é bem sugestiva, pois o “desenrolado” tenente, o filho que o Tenente-Coronel Nascimento não teve, tem sido “favorecido” de todas as formas, tanto na função que desempenha como também no que se refere aos processos disciplinares (e até mesmo judiciais) que poderia responder.
Em meio às inúmeras “situações” que esse tenente tem criado, sabe-se que recentemente ele tratou mal um aposentado do DNOCS, de 90 anos de idade, dentro do 10º BPM, que tinha ido pagar o guincho (da máfia do guincho) para liberar a moto do seu neto que tinha sido recolhida em uma blitz realizada pelo referido tenente.
Sobre esse fato, o que pouca gente sabe é o tenente levou uma lição de moral do aposentado, que foi escorraçado do BPM pelo referido oficial. Só que o Diego Mahatma não contava com a astúcia do aposentado, que procurou o promotor Rogério Paranhos, da Comarca de Palmeira dos Índios,  para prestar queixa. Resultado: o tenente levou um aperto e repassou o aperto para a tropa, que não tem nada haver com seus “desenrolos”.
Mas o promotor não ficou apenas nos apertos: ele determinou, para o (Tenente)Coronel Nascimento, a devolução de taxas do guincho (por falta de licitação) e o fim das blitz onde o alvo era arrecadar fundos para “o bolso dos oficiais” e não se tinha interesse de procurar armas e drogas até a regularização da licitação do guincho.
Resumindo: nunca mais na cidade foi visto um circo daqueles que reunia todo o efetivo de serviço do dia, junto com a SMTT, deixando a cidade desprotegida, no qual o Tenente Mahatma dava a sua “assessoria remunerada” (bico).
Apesar do fim das blitz, engana-se quem pensa que a mamata acabou. Quem chegar na sala do Departamento de Trânsito do 10º BPM, “liderada” pelo Tenente Mahatma, irá e encontrar, colado no birô, num local escondido, os dados da conta que ele passa para as pessoas depositarem o valor de R$ 80,00 reais por cada veículo apreendido. Assim que o depósito é feito, logo em seguida deve ser entregue o comprovante de deposito feito na conta da empresa JBR, ocasião em que o veículo é automaticamente liberado sem que nada passe pelo DETRAN, como diz a lei!
OBS: o valor cobrado pelo guincho é de R$ 80,00 reais para cada moto, ou seja, basta botar 15 motos em cima do reboque que isso (15X80) dá R$ 1.200,00, numa só viagem de 5 minutos. Detalhe: o guincho pertence a 3 irmãos, que são primos do Tenente Mahatma, sendo que dois desses irmãos são praças: o Rodolho, de 2006, e o Bruno, de 2010 (JBR GUINCHO = J-B-R Junior-Bruno-Rodolho). Os dois praças são lotados no 3º BPM (endereço da empresa: Avenida Miguel Correia de Amorim, nº 1.458, Arapiraca-AL, CEP: 57305-670‎).
Aproveitando a nossa informação, vamos reproduzir uma matéria que saiu no Minuto Palmeira dos Índios, onde o nosso personagem é acusado de abuso de autoridade. Vejam:
PMs serão investigados por “plantar provas” contra palmeirense
Elizângela diz que policiais do BPM de palmeira dos índios “plantaram” provas contra seu marido.
Um tenente lotado no 10º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Palmeira dos Índios, ganhou destaque nas páginas dos jornais do Estado de Alagoas acusado de abuso de autoridade. A denuncia foi feita pela Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Seccional Alagoas. O Tenente Mahatma comandou sete abordagens policiais ao vendedor autônomo Carlos Leandro, que pode ter sido vítima de um falso flagrante. a esposa da vítima relatou, na denuncia entregue ao Comando da PM, que a acusação por abuso de autoridade motivou a perseguição a Carlos.
No mês de agosto do ano passado Carlos passou a ser vítima constante de abordagens policiais, a partir daí começou o pesadelo, segundo relatos da família. Cansado por ter sido abordado por sete vezes, a vítima resolveu fazer uma denuncia por abuso de autoridade. “Carlos acreditava estar sendo perseguido por mahatma”.
Um suposto mandado de busca e apreensão a sua residência teria sido expedido no dia 30 de novembro. O fato fez com que Carlos fosse abordado mais uma vez no centro da cidade, e em seguida levado para casa. “eles vieram e revistaram a casa toda. pediram nota fiscal de tudo, e eu ia mostrando todas. depois, chegou um pessoal encapuzado que entrou no meu quarto, trancou a porta. em seguida, apareceu a droga em cima da cama (300 gramas de maconha). eu me revoltei e meu marido também, porque não somos disso. tudo que temos conseguimos com o nosso trabalho. já são oito meses de sofrimento. queremos justiça e que isso se resolva”, desabafou Elizângela Fernandes da Silva, esposa da vítima. Carlos Leandro acabou sendo preso e há seis meses está no Presídio Cyridião Durval.
O Advogado Gilberto Irineu, da Comissão de Direitos Humanos da OAB, solicitou que sejam feitas investigações em Palmeira dos Índios. “solicitei do comandante uma nova sindicância para apurar essas questões das abordagens e dos fatos ocorridos”, garantiu.
O Comandante do Bpm do município, Coronel Nascimento, foi procurado pela reportagem do Minuto Palmeira para falar sobre o caso, mas seu telefone móvel estava fora de área ou desligado.
Fonte: Minuto Palmeira dos Índios (clique aqui)
Diante do exposto, cada um que tire as suas conclusões. Resta agora esperar que o MP e a Corregedoria da PMAL apurem estas informações.


Guarnição da bef

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