O suicida de Dário César

Senhores responsáveis pelo Briosa em Foco, na matéria “Topado de problemas” (clique aqui) os senhores encerraram o texto deixando no ar uma pergunta direcionada ao Capitão Rocha Lima. Diante do exposto, solicitamos que seja publicado o texto que segue anexo, bem como as fotos e o vídeo. Desde já agradecemos a atenção dispendida.
Oficial da PM corre risco de praticar suicídio
Capitão é um dos cerca de sete mil militares que apresenta problema grave de saúde mental
Preso na Academia da Polícia Militar, no bairro do Trapiche da Barra, em Maceió, o capitão da Polícia Militar (PM), Antônio Marcos da Rocha Lima, ainda não recebeu a visita de nenhum médico da corporação, mesmo considerado uma pessoa com problemas graves em sua saúde mental.
Rocha Lima é um dos militares de Alagoas que luta contra o alcoolismo e doenças psiquiátricas, especialmente a depressão e a ansiedade. Somente em 2010 a Polícia Militar (PM) de Alagoas concedeu, através de seus médicos, 6.738 licenças médicas. O número representa quase todo o efetivo da PM no estado, que é de 8.025 homens.
O Centro de Assistência Social da Polícia Militar atende casos menos urgentes e faz encaminhamento dos pacientes psiquiátricos à rede pública de saúde. Mas o caso envolvendo o Capitão Rocha Lima, estranhamente, de acordo com familiares do policial, não é acompanhado pelo Centro.
Rocha Lima foi preso na última quinta-feira (22), após uma séria de denúncias. Primeiro ele deflagrou diversos tiros de pistola na casa do delegado da Polícia Civil (PC), Angélico Farias, na Barra Nova, município de Marechal Deodoro, Região Metropolitana de Maceió (RMM). Na sequência o oficial teria sido visto urinando, ainda armado com a pistola, em via pública, no bairro da Serraria, em Maceió, onde foi preso.
O Comando da Polícia Militar, através do major Amorim, da assessoria de comunicação da corporação, informou na última semana que Rocha Lima está preso sob a acusação de porte ilegal de arma, pois quando foi preso ele apresentava sinais de embriaguez e portava uma pistola.
Rocha Lima, tido por muitos colegas militares, como um dos melhores policiais que a PM tem para o trabalho de policiamento de rua, vive a cerca de um ano afastado de suas funções devido a sucessivos atestados psiquiátricos.
Debilitado emocionalmente, Rocha Lima enfrenta sua “exclusão” das ruas – decisão do Comando da PM – como uma sentença de morte.
Na opinião do advogado Tales Azevedo, que defende o oficial, todo o problema foi causado pela falta de medicamentos psicotrópicos, ministrados a seu cliente, mas que há cerca de dois meses, não tem acesso aos remédios Zylinox de 10 ml e Rivotril suspensos pelo Governo do Estado.
“O Capitão Rocha Lima passa por um sério tratamento psicológico e estranhamente o Estado suspendeu esses medicamentos”, disse o advogado.
Segundo Tales Azevedo o incidente iniciado na Barra Nova, foi em decorrência de uma crise nervosa ou surto.
“Desde o ano passado meu cliente faz tratamento ambulatorial e está afastado de suas funções na Polícia Militar, que injustamente o retirou do trabalho operacional, para lhe impor o serviço burocrático no hospital da corporação. Isso o deixou deprimido. Na quarta-feira a noite ele foi conversar com o amigo dele, o delegado Angélico e quando chegou à frente da casa, teve um novo surto”, relatou Tales.
“Ele tem constantes visões. Vê pessoas o seguindo, tem fortes dores de cabeça, pesadelos todas as noites, típico de uma pessoa em depressão por lhe roubarem o que mais ele é focada, que é o policiamento de rua”.
Outro advogado do capitão, Antônio Andrade, foi mais enfático e em entrevista exclusiva ao EMERGENCIA190 traçou o perfil fragilizado do cliente.
“A saúde mental do Capitão Rocha Lima se encontra extremamente fragilizada, pois, em razão dos problemas com o álcool e com a voraz perseguição administrativa no âmbito da caserna, ele desenvolveu sérios transtornos emocionais, com abruptas variações, além de uma frequente síndrome do pânico”, disse o advogado.
“A imagem que a sociedade tem do Rocha Lima é a de um homem forte, musculoso, de presença que impõe respeito. Eu, porém, vejo um homem sofrido, fragilizado, desamparado por muitos e tremendamente adoentado. Alguém que, por vezes, liga para mim chorando, quase sempre angustiado pela sensação de impotência e pelo fato de ser constantemente preterido em seus sonhos e ideais profissionais. Percebo que ele tem buscado mais do que a palavra de um profissional do direito, mas um conforto através de uma palavra de sabedoria”, completou ele.
Antônio Andrade comentou sobre os motivos das constantes licenças psiquiátricas, que segundo ele, já extrapolaram.
“Quero que saibam que esse histórico de licenças psiquiátricas já extrapolaram o período de um ano e, se o lapso não é muito maior, é porque, até mesmo contrariando orientações de familiares e amigos, o Rocha Lima tem buscado evitar sua reforma, pois, seu sonho, desde a infância, é atuar como militar de carreira. Quando conversamos com os pais dele ou mesmo quando podemos ver fotos da família, tomamos conhecimento de uma criança que, admirando a brilhante carreira que seu pai exerceu na Polícia Rodoviária Federal, desencadeou em seu íntimo o desejo de ser um militar e de servir ao povo alagoano com bravura e afinco”.
“Todavia, a patologia tem se agravado, de modo que nossa maior preocupação, nesse instante, já não é mais com a carreira, nem com a possibilidade de reforma, mas com o bem estar psíquico do Rocha Lima”, confirmou Antônio Andrade.
Parentes e amigos do oficial, ouvidos pelo EMERGENCIA190, diante do quadro psiquiátrico de Rocha Lima, admitem que ele corre risco de morte. Todos chamam a atenção da possibilidade do militar tirar a própria vida.
A possibilidade de suicídio, na opinião do advogado do capitão pode ser uma “válvula de escape” do cliente diante de seu quadro mental.
“Acredito que essa resposta depende de um parecer técnico de um psiquiatra. Porém, numa visão leiga, posso dizer que vejo um universo sombrio, pois é notório o agravamento do quadro de instabilidade emocional, as variações de comportamento, os sintomas da síndrome do pânico. Enfim, o temor existe e sei que ele é real, pois, as conversas com meu cliente revelam um espírito abatido e um desequilíbrio visível. Nessas circunstâncias, o suicídio passa a ser uma válvula de escape, uma alternativa verdadeiramente considerada”, respondeu Antônio Andrade.
Rocha Lima tem sido excluído de atividades de policiamento ostensivo por decisão do Comando Geral e até seu nome deixou de figurar no quadro de acesso para as promoções pelo fato de responder a Conselhos de Justificação, argumentação, que segundo seus advogados, não procede.
O primeiro caso que levou o oficial ao Conselho foi uma acusação produzida há mais de 10 (dez) anos, a qual gerou processo criminal, onde Rocha Lima respondeu a ação penal na 2ª Vara Criminal de Maceió e foi absolvido por sentença transitado em julgado.
Como detalhe, no ano passado o Comando determinou a reabertura do caso, sob o argumento da separação das instâncias judicial e administrativa, fazendo com que este fato, que não mais constava nas certidões que eram emitidas pela Corregedoria da PM, passasse a figurar como um Conselho de Justificação pendente, levando seus advogados a invocar o Tribunal de Justiça (TJ) de Alagoas.
“Isso não procede, pois já houve decisão definitiva sobre o caso, ademais, ainda que a esfera administrativa, num afã perseguidor e voraz, quisesse condenar, a punição disciplinar já estaria, há vários anos, prescrita. A perseguição que podemos identificar no segundo caso é ainda mais intensa, pois, diz respeito a fatos que partiram de denúncias ‘produzidas’ por um ex-informante da PM na região de União dos Palmares e São José da Laje, as quais resultaram numa prisão temporária decretada em desfavor de Rocha Lima, pela 17ª Vara Criminal, motivo que levou o Comando da PM a determinar a instalação de um Conselho de Justificação, embora, à época, sequer houvesse processo judicial, o que contraria as disposições da lei regente do Conselho de Justificação. Instalado o Conselho, os três oficiais nomeados fizeram um excelente trabalho de investigação, tendo confirmado que não houve a participação do oficial investigado nas acusações imputadas, de modo que o consideraram apto à permanência nos quadros da briosa PM, todavia, sugeriram punição disciplinar leve pelo fato de o oficial justificado haver andado com o tal ex-informante”.
“Discordando do parecer final do Conselho de Justificação, o Comandante Geral da PM se posicionou contrário aos autos e ao próprio Conselho, tendo enviado o processo disciplinar para o Egrégio Tribunal de Justiça de Alagoas, a fim de que fosse determinada a perda da farda e a exclusão do serviço ativo da PM, pleito que, à unanimidade de votos foi indeferido, uma vez que a Câmara Criminal acompanhou, integralmente, as conclusões do Conselho de Justificação, tendo mandado aplicar sanção disciplinar de natureza leve, porém, o Comando Geral desrespeitou a decisão judicial e aplicou a sanção mais grave que existe na esfera administrativa antes da demissão, que é a pena de prisão, fato que resultou, no ano de 2011, na ordem judicial de prisão do próprio Comandante Geral da PM. Ressalte-se que a decisão da Justiça prevaleceu – punição disciplinar de natureza leva –, porém, o preço para o meu cliente foi muito alto, pois, as perseguições tornaram-se mais evidentes”, relatou um dos advogados do oficial.
Um coronel – comandante de um dos batalhões da PM e com quem Rocha Lima já trabalhou, definiu a situação como atípica.
“É a mão do Estado sendo usada de modo indevido para destruir uma vida, atormentando-o, matando os sonhos de um oficial que sempre amou a farda e viveu em torno dessa vocação”, desabafou o coronel, que pediu para não ter o nome revelado.
Rocha Lima se encontra em um pequeno quarto na Academia da PM, onde tem recebido apenas visitas de familiares e dos poucos colegas de farda que podem ter contato com ele.
Alcoólico assumido e em tratamento, o oficial tem demonstrado um nervosismo acima do normal e algumas vezes é flagrado conversando, demoradamente, com pessoas criadas em sua imaginação.
“Já presenciamos ele brigando com a própria sombra e até pedindo socorro depois que achou que viu um fantasma querer matá-lo”, disse um parente de Rocha Lima.



25 comentários :

Alguém que deseja a morte de Dário, o César disse...

Senhores, boa noite.

Gostaria de esclarecer que no dia 25 de agosto de 2012 foi promovido o Capitão Ironildo na vaga de antiguidade, que por direito pertence ao Capitão Rocha Lima. Se os pilares que regem a Polícia Militar são a hierarquia e a disciplina, a antiguidade do Capitão Rocha Lima tem que ser respeitada.

Todos nós somos testemunhas que o Capitão Rocha Lima vive sofrendo perseguições psicológicas, coações e ações que tem provocado transtornos diversos na corporação, os quais tem levado o capitão a surtar de forma inconsciente; algo que o levou a ser tratado por transtorno bipolar, síndrome do pânico, e tudo isso atestado pelo médico psiquiatra e pelos médicos da própria PMAL.

Como já foi dito em outra ocasião, a Polícia Militar vive um caos, vive um momento de grande crise, onde sua tropa, desde o Soldado até mesmo alguns oficiais superiores são perseguidos e humilhados.

Dário César tem um perfil maligno e não acredita em Deus.

Anônimo disse...

que nada ,esse capitão agora tá sofrendo na pele o que ele já havia plantado antes e de doido ele não tem nada ,só tá querendo se livrar da expul~so .ele deve pagar pelas badernas e crimes que ele aprontou,só andava com chumbetas armados aterrorizando os cidadões de bem.agora doido?faz bem dário cesár expulsa esse bandido que o cel rocha colocou no curso de oficial pela janela ,pois não tem capacidade nem pra ser soldado

Anônimo disse...

companheiros milicianos. com o objetivo de salvar uma alma (sebosa) gostaria de lançar uma campanha humanitária:
Já que o zeloso capitão depende do estado para tomar seus remédios vamos doar um (só um mesmo)comprimido mandando-o lá para a Academia. Eu vou mandar o meu amanhã mesmo.

Anônimo disse...

Eu também tô com problemas com essas escalas desumanas que não podemos nem cochilar nas madrugadas é só patrulhar e proteger nessa desgraça de Rp e quando saio do serviço não dá força nem de ir pra viração... Já pedi pra sair dessa desgraça mas o comandante não libera e acho que se me liberar vai me dar banguela pra o interior. MILITARISMO é isso.

Anônimo disse...

Manda 1080 pra ele... E pra ter certeza que vai dar certo, manda uma dose cavalar.

Anônimo disse...

... NÃO PODEMOS ESQUECER QUE, PRINCIPALMENTE PARA OS PRAÇAS, UMA DAS PRINCIPAIS CAUSAS PROPOSITAIS DO GOVERNO, EM RELAÇÃO AO STRESS DOS POLICIAIS, É A FALTA DE 3.600 (TREZ MIL E SEISCENTOS) SOLDADOS NO SERVIÇO ATIVO DA PMAL, FATO QUE FAZ OS POLICIAIS EXISTENTES TRABALHAREM DOBRADO E SEM A COBERTURA DEVIDA. E É PROPOSITAL PORQUE O GOVERNO TINHA A OBRIGAÇÃO DE ABRIR CONCURSO IMEDIATO PARA SUPRIR AS 3.600 VAGAS, SE TIVESSE INTERESSADO EM RESOLVER ESTE PROBLEMA. MAS CERTAMENTE NÃO VAI FAZER PORQUE ALÉM DE ÉPOCA DE ELEIÇÃO, ALEGA QUE O ESTADO NÃO TEM DINHEIRO PARA PAGAR TAIS POLICIAIS , E MUITO MENOS DEMOSTRA PREOCUPAÇÃO COM A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DOS POLICIAIS ALAGOANOS. É LÓGICO QUE ESTOU ME REFERINDO QUE O RECRUTAMENTO DE SOMENTE MIL POLICIAIS É O PALIATIVO INÚTIL, PORQUE TODO DIA SE APOSENTA POLICIAL NA PMAL, REVOLTADO COM UM GOVERNO QUE NÃO PROMOVE E NÃO INSENTIVA QUEM REALMENTE TRABALHA, E QUE NÃO ESTÁ PREOCUPADO EM FIM , A MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA DE SEUS POLICIAS E SUA S FAMILIAS.

Anônimo disse...

RESULTADO DO DITO ACIMA. DESMOTIVAÇÃO GENERALIZADA. ALTOS ÍNDICES DE DISPENSA MEDICA, GREVE BRANCA ...... RESULTANDO ASSIM, ASSOCIADOS A OUTRAS QUESTÕES SOCIAIS, NA FALTA DE SEGURANÇA PUBLICA PARA A POPULAÇÃO DO ESTADO.
ATÉ OS PRÓPRIOS COMPANHEIROS COM 05 OU 10 ANOS DE SERVIÇO, JÁ ESTÃO CANSADOS DE MAUS TRATOS, DE ESCALAS ABUSIVAS, ETC.

Anônimo disse...

Capitão é levado a erro por conta de 'Estado Democrático'

Advogado Tales Azevedo afirma que Rocha Lima foi novamente vítima de crise nervosa (Emergeêcia190)

Sedado e no aguardo de sua liberação, por parte da Justiça, o capitão da Polícia Militar (PM) de Alagoas, Antônio Marcos da Rocha Lima, preso na madrugada desta quinta-feira (23), foi vítima de uma crise nervosa.

A informação foi do advogado do oficial, Tales Azevedo, em entrevista ao EMERGENCIA190. Segundo ele todo problema foi causado pela falta de medicamentos psicotrópicos, ministrados a seu cliente, mas que há cerca de dois meses, não tem acesso aos remédios, suspensos pelo Governo do Estado.

“O capitão Rocha Lima passa por um sério tratamento psicológico e estranhamente o Estado suspendeu esses medicamentos”, disse o advogado.

Segundo Tales Azevedo o incidente registrado na noite da quarta-feira (22), na Barra Nova, município de Marechal Deodoro, foi em decorrência de uma crise nervosa. LEIA AQUI

“Desde o ano passado meu cliente faz tratamento ambulatorial e está afastado de suas funções na Polícia Militar, que injustamente o retirou do trabalho operacional, para lhe impor o serviço burocrático no hospital da corporação. Isso o deixou deprimido. Na quarta-feira a noite ele foi conversar com o amigo dele, o delegado Angélico e quando chegou à frente da casa, teve um novo surto”, relatou Tales.

“Ele tem constantes visões. Vê pessoas o seguindo, tem fortes dores de cabeça, pesadelos todas as noites, típico de uma pessoa em depressão por lhe roubarem o que mais ele é focada, que é o policiamento de rua”.

Após o incidente na Barra Nova, Rocha Lima ia para a residência do pai, localizada na Avenida Rotary, em Maceió, quando equipes da PM, o detiveram.

Seu advogado desmentiu a informação que o capitão urinou em via pública e mostrava acintosamente sua arma.

“Tudo isto é mentira. O capitão ia para casa depois do incidente na casa do amigo e parou no caminho para comprar um sanduiche. Foi ai que os militares, que já o perseguiam, chegaram e lhe deram voz de prisão”, revelou o advogado.

Tales também fez questão de esclarecer que o cliente não estava embriagado e que em nenhum momento foi feito exames que comprovasse que ele havia ingerido bebida alcoólica, como foi dito por alguns policiais. Ele também esclareceu que o militar tem porte e posse de arma de fogo, que é de sua propriedade e que a versão que Rocha Lima não pode andar ou portar arma, é uma grande mentira.

Rocha Lima, segundo o advogado, foi autuado na Central de Polícia, pelo crime de disparo em via pública.

Anônimo disse...

Conversa fiada do cancro! Quantas vezes eu sd PM, fui injustiçado na PMAL, não me deixava ficar em lugar algum. Sempre mexendo comigo nas escalas e nunca fiquei doido. Isso é balela de oficial e advogado sem argumentos.Agora mesmo, com 28 anos de serviço, sou graduado e não me deixam mais de um mes em uma cidade...ora bolas, vão se lascar cambada de imbecís, ou seja, advogado e oficial operacional...kkkkkkkkkk

Anônimo disse...

Quer dizer que todas as minhas punições são culpa do Governo que mim levou a erro por conta de 'Estado Democrático'!, pois agora vou botar pra quebrar no Governo e ainda vou pedir indenização por danos morais, KKKKKKKKK.

Anônimo disse...

kkkkk. crise nervosa aonde, esse maloqueiro, fez baderna toda a noite, deflagrando 18 tiros na porta de um cidadão delegado, depois foge da barra nova, e vai para o seu reduto, aonde aterroriza toda a população, colocando o bilau para fora, na frente de todos, ameaçando a quem de direito, dando um banho de cerveja no oficial de serviço, e ainda vem dizer que Dario o Cesar, está o perseguindo, vai a merda capitão bandido... seja homem, deixe de ser maloqueiro, ta se escondendo atrás de atestados médicos, para se livrar das acusações imputadas a ti, maloqueiro... a resposta de Deus é esta, ele tarda mais não falha... até mais imbecil.... Sargentão

Anônimo disse...

Capitão Rocha Lima é muito desenrolado. Tá dando uma de doido para escapar da expulsão. Esse advogado dele, Tales Azevedo, se não me falha a memória, é Delegado aposentado, que também deu uma de maluco para fugir de investigações, pois quando trabalhava no sertão transportava maconha e motos roubadas e desmontadas no porta-malas do seu carro. ME ENGANA QUE EU GOSTO!

Anônimo disse...

Ô BEF parece que vcs participaram da solenidade de promoções dos PMs hoje de manhã e estão tomando cachaça, por favor tire essa materia que a cara desse sujeito ja estar dando vontade de vomitar.

Anônimo disse...

CAPITÃO BANDIDO!!!! É REINCIDENTE!!!! MALAQUEIRO !!!! TEM QUE SAIR PARA DAR VAGA A OUTRO NO QO!!!! SE É DOIDO MANDE ELE COMER MERDA!!!!!

Anônimo disse...

o hospicio mais indicado para mandar este cidadão,hospital psiquiatrico das tamaneiras no recife

Mãe da garota que ele estuprou disse...

Esse Rocha Lima é um safado, viciado em drogas, ladrão e muito cínico. Tem q pagar pelos crimes que comete. Chega de passar amão na cabeça desse delinquente. O pai dele é o principal responsável por tudo q esse delinquente faz, pois sempre acobertou as safadezas do filho. Cadeia nesse vagabundo é pouco.

Anônimo disse...

Vejam o que diz o texto acima:

"Na opinião do advogado Tales Azevedo, que defende o oficial, todo o problema foi causado pela falta de medicamentos psicotrópicos, ministrados a seu cliente, mas que há cerca de dois meses, não tem acesso aos remédios Zylinox de 10 ml e Rivotril suspensos pelo Governo do Estado."

Ora, o cara anda num Citroen C4 Palas e não tem dinheiro para comprar o Rivotril que custa em média de R$10,00 a R$ 15,00 a caixa. Isso é desculpa para boi dormir, ele está querendo é ir para reserva remunerada como louco. Será que esse rapaiz é besta?

Anônimo disse...

E ELE NÃO E DOIDO????? PRA QUE QUER SER PROMOVIDO?????

Anônimo disse...

O SALÁRIO D UM CAPITÃO NÃO DAR PARA ELE COMPRAR ESSES MEDICAMENTOS NÃO É???? CONTA OUTRA HISTÓRIA, POIS ESSA JÁ ESTAR CANSANDO HÁ TODOS NÓS BRIOSIANOS!!!!!

Anônimo disse...

Esse advogado tá parecendo mais um psiquiatra, entende tudo d doenças mentais, vai procurar outro cliente e pára d defender esse tal d ROCHA LIMA; q fica inventando histórinhas (fábulas) d lobo mal e chapeuzinho vermelho.

DARTH WEIDER. disse...

DARTH WEIDER ORDENA;
-DEIXEM O LEX LUTOR EM PAZ!E O PUNHETEIRO TAMBÉM!

Papai Noel existe disse...

Mal entendido leva capitão da PM para a prisão

Por: Antonio C Melo

Um mal entendido. Assim foi definido o incidente registrado na residência do empresário Alex Farias, na noite do último dia 23 de agosto.

O problema envolveu o capitão da Polícia Militar (PM) Antônio Marcos da Rocha Lima, inicialmente acusado de ter deflagrado mais de 15 tiros, de pistola, no portão da casa do delegado, na Rua Santa Luzia, no Povoado Barra Nova, em Marechal Deodoro, Região Metropolitana de Maceió (RMM).

Na residência, na noite do fato, estavam o empresário e a mulher dele, Daniele Cristiane da Fonseca que foi até a Central de Polícia, onde denunciou o oficial, preso horas mais tarde, no bairro da Serraria, parte alta de Maceió.

Em entrevista ao EMERGENCIA190 Alex Farias revelou que tudo não passou de um mal entendido.

“O capitão Rocha Lima é nosso amigo há aproximadamente 20 anos. Naquela noite eu estava dormindo em meu quarto e minha mulher estava na Internet, quando me acordei com o barulho dos tiros. O barulho foi enorme e eu me tranquei no quarto com minha esposa que estava apavorada”, disse Alex.

“Sem saber o que estava acontecendo liguei para a Polícia relatando o fato, mesmo sem saber o que ao certo tinha acontecido e somente uma hora depois, quando vi as cores do giroflex dos carros da PM, é que eu e minha mulher saímos do quarto. Foi ai que uma vizinha falou pra gente que viu o capitão Rocha Lima chegando de carro e batendo em meu portão, depois disso ela afirmou que entrou e momento após ouviu os tiros. Na verdade nos precipitamos em acusar o capitão que é nosso amigo particular”, complementou Alex Farias.

O empresário falou ainda, que tomado pela informação errada, procurou a Polícia e denunciou o oficial, que quando já preso, na Academia da PM, relatou a verdadeira história.

“Quando Rocha Lima chegou à minha casa notou que estava sendo seguido por um Sentra preto, que ficou parado próximo de minha residência com os faróis ligados. Minutos após dois homens desceram e foram em direção a ele que notou que os desconhecidos estavam armados. Temendo ser uma emboscada o capitão sacou de sua arma, mas antes disse foi surpreendidos pelos tiros, passando a reagir. Foram muitos e muitos tiros e depois disso os homens foram embora e o capitão decidiu sair do local temendo o retorno dos desconhecidos”, afirmou o oficial.

Alex Farias ressaltou ainda que tem visitado o capitão e sente a aflição da família em tentar recupera-lo. Rocha Lima enfrenta um quadro de doenças psiquiátricas, especialmente a depressão e a ansiedade.

“Hoje, depois de todo acontecido, percebo que os tiros no portão de minha casa realmente podem ter sido deflagrados pelos suspeitos”, concluiu o empresário.

Segundo o advogado do militar, Tales Azevedo, seu cliente está “abandonado” na Academia da PM e se não fosse a família e os amigos, algo bem pior já teria acontecido.

“Desde o ano passado meu cliente faz tratamento ambulatorial e está afastado de suas funções na Polícia Militar, que injustamente o retirou do trabalho operacional, para lhe impor o serviço burocrático no hospital da corporação, o deixando deprimido. Imagine um ser humano que enfrenta constantes fortes dores de cabeça e pesadelos as noites. Isso é típico de uma pessoa em depressão por lhe roubarem o que mais ele é focada, que é o policiamento de rua”, declarou o advogado.

Tales Azevedo também revelou, com exclusividade para o EMERGENCIA190, que a Polícia já tem informações de quem seriam os dois homens que deveriam matar o capitão.

“Tempos atrás Rocha Lima prendeu dois bandidos que viviam infernizando a comunidade da Barra Nova. Um se chama Erivelton, que é conhecido pelo apelido de Veto e o outro é um tal de Rodrigo Fonseca. O capitão reconheceu todos dois como sendo os homens que desceram do Sentra e partiram para matá-lo”, concluiu o advogado.

Bruno Soriano disse...

Dizem que "agosto é o mês do cachorro louco", se isso verdade ou não, fato é que o mês de agosto não é um mês muito bom para o Capitão Rocha Lima.

Há um ano, exatamente no mês de agosto, eu recebi de uns amigos policiais uma informação. Para ser mais exato, era uma denúncia contida aqui neste blog (concebido por militares alagoanos), onde era relatado vários casos envolvendo supostas irregularidades no tocante à Polícia Militar de Alagoas. Hoje, mais uma vez, repasso o link do texto, pois o que está acontecendo com o Capitão Rocha é merecedor da atenção dos colegas jornalistas.

http://briosaemfoco.blogspot.com/2011/08/capitao-esta-correndo-perigo.html

Anônimo disse...

Flagrantes na Central de Polícia serão filmados
Decisão, que não agrada Defesa Social, deve reforçar envolvimento de suspeitos em crimes

Duas decisões do Conselho Estadual de Segurança (Conseg) de Alagoas devem alterar os procedimentos dos flagrantes realizados na Central de Polícia, em Maceió e Arapiraca e dos exames de corpo e delito no Instituto Médico Legal (IML) da Capital.

Os flagrantes, de acordo com o que foi decidido, após inspeção de integrantes do Conseg que estiveram na companhia do juiz Mauricio Brêda, da 17º Vara Criminal de Maceió, na Central de Polícia durante este final de semana, passaram também a serem gravados em vídeo e não somente em papel.

Nesta segunda-feira (10) à noite o próprio magistrado acompanhado da delegada Luci Mônica, da Diretoria de Estatística e Informática, vão estar presentes na Central de Polícia para ‘inaugurarem’ o recurso audiovisual durante os depoimentos de suspeitos.

O juiz esclareceu que este recurso já é adotado pelo Poder Judiciário e pelo Ministério Público Estadual (MPE) e que não há razão para que a Polícia Civil também não faça pois além de todas as vantagens assegura a fidelidade dos depoimentos.

Mas a delegada pondera. "Da forma que é feito hoje, nós imprimimos seis cópias do flagrante e encaminhamos para vários órgãos. Com o audiviosual teremos que mandar cópia dos DVDs e um breve relatório", argumentou Luci Mônica.

A outra decisão dos conselheiros é em relação ao local dos exames de corpo e delito. Os exames deverão ser realizados no Hospital da Polícia Militar (HPM) de Alagoas, que funciona ao lado do quartel geral da corporação, no Centro.

Na reunião desta segunda-feira também foi decidido negar o pedido do capitão PM Rocha Lima para retomar o direito de portar arma de fogo. No último dia 23, o oficial - que já chegou a enfrentar processo de expulsão da PM - foi preso depois de efetuar disparos em direção a residência de um filho de um delegado de PC e urinar em local público no bairro da Serraria, em Maceió.

Anônimo disse...

Sou Ateu e tenho um senso de justiça muito aguçado.
Dário Cesar não presta. Mas seu caráter não tem a ver se ele não acredita em deus ou não.

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