“Topado” de problemas

Depois de tantas denúncias de perseguição, assédio moral e violação de direitos humanos praticados contra o Capitão Rocha Lima, agora a casa (dele) caiu de vez. Foi preso em flagrante após cometer vários crimes. Reproduzimos abaixo uma matéria sobre o assunto, que foi publicada no site da Gazetaweb:
Capitão da PM é acusado de atirar na porta de nora de delegado | Antônio Marcos da Rocha Lima foi preso após ser flagrado urinando em público no bairro da Serraria, em Maceió
O capitão da Polícia Militar Antônio Marcos da Rocha Lima foi preso, na madrugada desta quinta-feira (23), depois de ter sido acusado de ter efetuado 18 disparos de arma de fogo contra o portão da casa de Daniela Cristine da Fonseca Omena, de 32 anos, que é nora do delegado da Polícia Civil Angélico Farias de Mello. Apesar da acusação, a prisão só ocorreu horas depois, quando ele foi detido no bairro da Serraria por porte ilegal de arma de fogo.
Segundo Daniela, ela estava na sua casa, situada no Povoado de Barra Nova, em Marechal Deodoro, região metropolitana de Maceió, quando o acusado chegou efetuando os disparos. Ainda conforme a vítima, após atirar 18 vezes, o militar deixou o local em um Citroen C4 Pallas, cor prata e placa MUX-9911.
Horas mais tarde, o capitão foi preso em flagrante pela Polícia Militar no bairro da Serraria, próximo a um posto de combustíveis situado entre a Avenida Menino Marcelo, conhecida como Via Expressa, e o Conjunto José Tenório, depois que populares acionaram a polícia e informaram que o oficial apresentava sinais de embriaguez e que teria abaixado a roupa e urinado diante de todos. Na oportunidade, as testemunhas relataram ainda que o acusado estava com a arma em posição ostensiva.
O capitão foi detido e levado à Central de Polícia de Maceió, onde foi atuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. Sua pistola Taurus calibre .380, com capacidade para 19 munições, das quais 11 estavam intactas, foi apreendida. Em seguida, ele foi entregue à Polícia Militar, para permanecer recluso na Academia da PM, no bairro do Trapiche.
O Instituto de Criminalística foi acionado para periciar a residência de Daniela Fonseca, no Povoado de Barra Nova.
Esta não é a primeira vez em que Rocha Lima é acusado de envolvimento em atos ilícitos. Ele já foi alvo, inclusive, de processo de expulsão da Polícia Militar, mas acabou mantido na corporação por decisão judicial.
E agora, Rocha, vai dizer o quê?


8 comentários :

Anônimo disse...

Verdadeiro lixo

GRUPO DE PESQUISA EM SEGURANÇA PÚBLICA - GPSEG disse...

Esse é o ano em que podemos mudar tudo de ruim.

Cabo Juruna - Parte 01 disse...

Mais de dois meses da morte de um abnegado policial militar e até agora nada foi feito em prol de sua morte. Diante disso, resta apenas a confirmação: “Quando a vida de um policial é ceifada pelos bandidos, só quem lembra é a família e alguns amigos”...

Policial morto no Pilar investigava políticos e empresários, diz parente

O trabalho de investigação sobre o crime organizado e o tráfico de drogas pode ter sido o motivo do assassinato do cabo da Polícia Militar de Alagoas Paulo Sérgio dos Santos Oliveira, morto a tiros na madrugada do último dia 04 numa emboscada no posto de combustíveis onde trabalhava como segurança, em Chã do Pilar, região metropolitana de Maceió. A vítima teria descoberto o envolvimento de policiais, políticos e empresários da região no mundo do crime.

Paulo Sérgio era policial há 20 anos e lotado na 4ª Companhia Independente de Atalaia, mas há oito meses não usava a farda. Ele havia sido promovido para o departamento de inteligência da corporação e se dedicava exclusivamente à investigação do crime organizado em Pilar. Desde então, o militar vinha sendo alvo de diversas ameaças de morte e por isso a família, que agora com medo vive em São Paulo, acredita que o crime tenha sido uma queima de arquivo.

A denúncia sobre o motivo do homicídio, formalizada por um dos irmãos da vítima, José Carlos dos Santos Oliveira, foi encaminhada ao Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), do Ministério Público, e à Ouvidoria-Geral do Ministério da Justiça, que se comprometeram em dar celeridade nas investigações. No documento, os parentes citam nomes de supostos envolvidos no assassinato.

“Meu irmão tinha contato direto com a Força Nacional e com o trabalho de investigação descobria pontos de tráfico, aonde a polícia ia em seguida fazer as apreensões. Isso começou a pesar contra ele, porque as pessoas queriam matá-lo. Eu pedi para ele deixar essa função, mas ele não queria e dizia que tinha nomes de políticos, empresários e até policiais que participavam do mundo do crime organizado e tenho a certeza de que foi por este motivo que mandaram executar meu irmão”, desabafou José Carlos.

Por conta das novas funções dentro da corporação, Paulo Sérgio precisou adotar algumas medidas de segurança em sua residência, dentre elas a blindagem.

Troca de plantão e a morte

Um dos fatos que causa estranheza para o irmão é que Paulo Sérgio não deveria estar trabalhando naquele dia. Segundo ele, o militar recebeu uma ligação de outro policial (que também fazia bico como segurança no posto) pedindo que fosse para o serviço em seu lugar. O cabo foi trabalhar por volta das 19h e por volta de 1h da madrugada recebeu um telefonema.

“Segundo minha cunhada, esse policial ligou para meu irmão que irmão estava deitado e tinha o costume de tirar o colete a prova de bala e os pentes da pistola (uma glock .40). Quando os assassinos chegaram, pediram água para o radiador do carro e foi neste momento que meu irmão foi atingido por disparos efetuados por um dos criminosos”, afirma José Carlos.

Toda a sistemática do crime pode ser constatada pelas imagens de seis câmeras de segurança instaladas no posto de combustíveis e que já estão em posse da Polícia Civil. No vídeo é possível ver a dupla chegando ao local e, segundo uma análise do parente, Paulo Sérgio os parece os reconhecê-los. Sem iluminação, o policial utiliza sua pistola que possui uma lanterna acoplada e inesperadamente é atingido pelos disparos efetuados por um dos assassinos.

A vítima ainda consegue atirar contra a dupla que foge. Um deles é atingido e Paulo Sérgio ferido fica caído no chão. Instantes depois, uma viatura da polícia chega ao local, mas é tarde e a vítima já está em óbito. Até o momento, ninguém foi preso e as investigações sobre o crime prosseguem na delegacia do Pilar.

Continua...

Cabo Juruna - Parte 02 disse...

Falhas na perícia e desconfiança da mulher do militar

No dia do assassinado, apenas a pistola da vítima foi recolhida por peritos, o que a família considera uma falha. Os dois aparelhos celulares de Paulo Sérgio não foram apreendidos para quebra de sigilo telefônico e seguem com a esposa do militar assassinado, identificada como Flaviana Acioli Oliveira. Mas o foco da família seria outro equipamento, que pode ser a chave para a solução do crime.

“Um computador que era utilizado para trabalho pelo meu irmão deveria ter sido recolhido pela polícia, isto porque nele constavam diversas fotos e dados de bandidos de alta periculosidade e pessoas que eram alvo de investigação. O equipamento estava na casa dele e minha cunhada apagou todas as informações que estavam nele. O computador deveria ter sido apreendido pela perícia, mas isso não aconteceu”, relata José Carlos.

Para a família, Flaviana Acioli deve ser investigada. Isto porque, parentes do militar afirmam que ele o traía e que ambos não mantinham um bom relacionamento matrimonial. “Ele me contou que já não viviam bem. Visitei meu irmão em abril deste ano e escutei ela dizer que ‘em junho se livrava dele’. Não sei o que quis dizer com isso, mas tenho certeza que ela sabia o que estava para acontecer com ele”, denunciou o parente, afirmando que a cunhada tem depoimento agendado com Gecoc.

Família ameaçada no enterro volta para São Paulo

A despedida do irmão assassinado traz outros traumas aos parentes. Vindos de São Paulo, local onde residem há algum tempo devido à onda de violência em Alagoas, para o enterro, os familiares não puderam ficar muito tempo na sua terra natal, Pilar. Isto porque, ao desembarcarem no município foram ameaçados e praticamente ‘expulsos’.

“No dia do enterro, esse policial que também trabalhava como segurança no posto chegou para nós disse que já havia alertado meu irmão que o trabalho que vinha realizando era muito perigoso, que estava mexendo com gente poderosa e com isso arrumaria muitos inimigos. E foi isso que aconteceu. Fomos embora de Alagoas e não voltaremos mais nunca”, disse.

O medo agora é que o pai da vítima seja alvo da quadrilha de criminosos que age no Pilar. Ele ainda reside no município.

Nota de esclarecimento do IC

A Direção do Instituto de Criminalística em relação à matéria publicada na manhã de hoje, 18, no portal de conteúdo noticioso Cadaminuto, intitulada “Policial morto no Pilar investigava políticos e empresários, diz parente”, precisamente no intertítulo: “Falhas na perícia e desconfiança da mulher do militar”, esclarece que:

Diferentemente do que afirmou a família na frase: “Os dois aparelhos celulares de Paulo Sérgio não foram apreendidos para quebra de sigilo telefônico”, a apreensão e encaminhamento de aparelhos telefônicos celulares para serem periciados competem à autoridade policial, que os envia ao Instituto de Criminalística juntamente com a autorização judicial para quebra de sigilo telefônico e posterior exame pericial.

Que em relação à afirmação do irmão da vítima José Carlos, o qual relata na entrevista que “O computador deveria ter sido apreendido pela perícia, mas isso não aconteceu”, esclarecemos que a equipe do Instituto de Criminalística realizou a pericia no local do crime e que objetos que não estão com a vítima nesse local devem também ser encaminhados para a perícia pela autoridade policial juntamente com a autorização para a quebra de sigilo de dados. Pois como, o próprio irmão afirmou na entrevista, o computador não se encontrava na cena do crime, e sim na residência da vítima.

Por fim, esclarecemos que não houve falha na perícia de local de crime e que a atual direção do Instituto de Criminalística, trabalha buscando sempre o melhor desempenho de suas equipes na prestação de serviços realizados a sociedade Alagoana.

Anônimo disse...

AGORA SEI PQ ELE ESTAVA REVOLTADO E SAIU DISPARANDO PARA TODOS OS LADOS, É PQ NÃO FOI PROMOVIDO E NUNCA SERÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

TEM PRESO MILITAR QUE ESTAR RECEBENDO VISITA DE "AMIGAS" NO LOCAL ONDE ESTA CONFINADO. E SEGUNDO OS INFORMES, O LOCAL ONDE AS "CONVERSAS" SÃO FEITAS É ATRÁS DOS CARROS.

OBS: O CURIOSO É QUE O DIÁLOGO ENTRE OS INTERLOCUTORES É QUASE SEMPRE "VAI, VAI, VAI... UI, UI, UI... AHHH...". O DETALHE É QUE ISSO ACONTECE COM A CONIVÊNCIA DO DIRETOR DO LOCAL ONDE ONDE O PRESO ESTAR. QUEM SERÁ ESSE PRESO?

Anônimo disse...

E o pior é que esse cara ainda vai ser o comandante da PMAL... Acham isso impossível? Veja o exemplo de nossa presidenta: foi assaltante de banco, terrorista, assassina, sequestradora, etc.

Anônimo disse...

o anônimo você esqueceu de dizer que ela foi uma subversiva,e ainda dizem que no brasil teve ditadura tu acha

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