Policial é preso por afirmar que “não é menino”

Antes de falarmos sobre o assunto que é o título dessa postagem convidamos os leitores que dizem – nos comentários das nossas postagens – que “perdemos o foco”, que “somos um blog de fofocas”, que “não apresentamos coisas que sejam de interesse da tropa”, que “não tratamos de questões salariais”... Que façam uma releitura das nossas postagens, em especial as de janeiro deste ano (o que fez com que o Coronel Luciano enviasse ofícios para a PGE solicitando providências em relação ao que estávamos instigando a tropa a fazer), assim como as de meados do segundo semestre do ano passado, para confirmar que sempre estivemos voltados para os anseios da tropa, conduzindo uma bandeira de lutas e reivindicações que poucos seriam capazes ou estariam dispostos a conduzir.
Sabemos o quanto somos indesejados por isso... Mas continuamos firmes e dedicados ao propósito de tentar melhorar a nossa corporação a cada dia. E se às vezes fazemos isso através de postagens que soam como fofoca, saibam de uma coisa: nós apenas reproduzimos para um grande público o que é de conhecimento de um pequeno grupo.
E a finalidade de fazermos isso, em meio à nossa bandeira de lutas, é justamente coibir a continuidade do comportamento revelado (o que, na maioria das vezes, surte efeito). Nesse sentido, vamos revelar uma fofoca, ops, uma informação que foi enviada para o nosso e-mail, sobre algo que aconteceu em Novo Lino.
“Senhores, o Soldado Lúcio, lotado na 2ª Cia/IND em Novo Lino, foi preso na manhã de hoje por ter dito algo ao 1º Tenente Luciano, lotado na mesma Cia, que não gostou da afirmação do soldado, que teve posto em dúvida a veracidade de suas palavras. No caso, o soldado teria afirmado ‘não ser menino, para estar com mentiras’, e isso foi o bastante para o mesmo fosse punido com seis  (06) dias de prisão.
Ressalte-se que o Soldado Lúcio estava destacando na cidade de Campestre quando recebeu a ligação do oficial que perguntou ‘se o seu companheiro havia chegado’, ocasião em que o soldado lhe informou que ‘sim’. Diante dessa afirmação o oficial mandou que ele passasse o telefone ao referido policial, então o soldado disse que ‘não seria possível, pois o seu companheiro não estava no GPM e a guarnição estava em ronda’. O oficial, demonstrando não ter acreditado na informação recebida, mandou que o subordinado retornasse a ligação (do telefone do GPM).
O soldado, por ter sua palavra posto à prova, afirmou ‘não ser menino para estar com mentira’, e isso foi o bastante para que ele fosse punido com seis dias de prisão.
É inaceitável que fatos como esse venham acontecer. Como se já não bastasse o dia a dia dos policiais que estão na linha de frente no combate à criminalidade, os mesmos ainda têm que conviver com as injustiças cometidas por alguns que fazem da nossa Policia Militar um dos piores lugares para se trabalhar. Um lugar onde a grande maioria dos policiais são mal remunerados, desmotivados, usam estrutura logística e física sucateadas, subordinados a superiores hierárquicos que na grande maioria das vezes desviam a finalidade da Polícia Militar quando se tornam subservientes ao poder de políticos, ou então de suas próprias ambições. Em meio a tudo isso, ainda querem dedicação da base, ainda querem uma polícia nos moldes do regime ditatorial (voltada para o Estado) em um país que se coloca como democrático.
A livre manifestação de pensamento e expressão não deve ser confundida com desobediência, desrespeito e desordem.”
A punição está contida no BGO nº 184, de 27 de setembro de 2012 (páginas 28 e 29).



26 comentários :

Centurião disse...

Senhores, o nome do oficial que desconfia da palavra dos subordinados é:

LUCIANO (ROGÉRIO) BATINGA DA SILVA

Ou seja, é uma mistura de

LUCIANO Antônio da Silva
com
Gilmar José BATINGA DA SILVA

P.Quem.o.P.

Anônimo disse...

pistola nele

Anônimo disse...

Quando falo que esse militarismo é seboso, aparecem os comentários de derrotados e adestrados que me criticam... Enquanto não se acabar com esse militarismo sanguinolento, ordinário, mesquinho, humilhante, demagogo, ditatorial e anti-ético não seremos considerados gente de verdade e concursado nunca, seremos tratados como serviçais e empregadinhos de oficiais... Temos que colocar de uma vez por todas na cabeça desses oficiais medíocres que somos concursados e ralamos pra estar aqui.

GRUPO DE PESQUISA EM SEGURANÇA PÚBLICA - GPSEG disse...

Mais uma FALTA de VERGONHA da GESTÃO TÉO VILELA, POLICIAIS CIVIS com direito à progressão automática (leia-se: promoção) estão tendo que se humilhar ante a SEGESP ou buscar por "PEIXADA" para obtenção de um DIREITO! Atenção, Ministério Público, faça valer a LEI!

Vejam o motivo da revolta:

"Caros colegas policiais civis,

Muitos de vocês talvez não tenham conhecimento do que está acontecendo, no que diz respeito a nossa progressão para a classe 'C'. Bom, fui admitido na Polícia Civil no dia 19 de julho de 2002, por esse motivo no dia 20 de julho de 2012, dei entrada na minha progressão, através do processo 20105-003555-2012.

Venho acompanhando semanalmente o meu processo e tenho percebido uma lerdeza por parte da SEGESP. Meu processo chegou a 'Assessoria Técnica do Gabinete' na SEGESP no dia 05/10/2012, e de lá não sai nem tão cedo.

Passei então a verificar se nossos colegas também estavam passando por isso, foi quando descobri que ao menos outros dois colegas, que tinha dado entrada em seus processos depois de mim, já tinham suas progressões sido implantadas.

Procurei então o SINDPOL, através do vice-presidente Edeilton. Edeilton me informou que teria uma reunião com o secretário de Gestão Pública, na sexta-feira 19 de outubro, e que colocaria o assunto em pauta. Não muito satisfeito, resolvi então procurar o pessoal da Assessoria Técnica do Gabinete da SEGESP. Dei uma de desentendido, procurando saber sobre o meu processo, e lá me informaram o que eu já sabia, inclusive que meu processo se encontrava naquele setor.

No início, os funcionários da Assessoria Técnica do Gabinete da SEGESP me informaram que era o trâmite normal, mas levaram um susto quando eu mostrei os relatórios dos processos da também policial Luiza Blatter (filha do promotor Ciro Blatter – processo 20105-003779-2012) e do Washington Luiz (setor de licitação da PC – processo 20105-003654-2012), os quais deram entrada em suas progressões em data posterior a minha, no entanto já teriam suas progressões sido implantadas, inclusive com valores retroativos.

Os funcionários da Assessoria Técnica então consultaram o sistema da SEGESP, e me informaram que os processos desses policiais sequer passou por aquele setor, indo direto para o gabinete do secretário, o que é estranho. Fui ainda informado, pelos técnicos da Assessoria Técnica do Gabinete da SEGESP, que os mesmos não têm ideia de quando nossos processos sairão daquele setor, pois não foram instruídos para isso.

Liguei então para o Paulo, gerente de pessoal da PC, onde fui informado que o mesmo já teria entrado em contato com o SINDPOL, para que eles fizessem algo para que a nossa progressão saísse, mas, fiquei sabendo através de outro colega nosso, que também procurou o Paulo, e foi aconselhado que se o colega tivesse um 'peixe', que corresse atrás por ele, só assim a progressão seria implantada.

Interessante é que a progressão é um DIREITO NOSSO, não estamos pedindo favor a filho da puta nenhum, se preenchemos os requisitos, é nosso direito ascender para a Classe 'C'. O que percebo é que esse governo, no que diz respeito aos nossos benefícios, só tem complicado a nossa situação. Peço então aos nossos colegas que estão na mesma situação que eu, que corram atrás, não de 'peixe', mas de seus direitos, como peço também aos nossos diretores, Dr. Paulo Cerqueira, Dr. Carlos Reis e outros, que de alguma forma nos ajudem.

Abraço,..."

josehilton andrade disse...

Não é menino mesmo não,se fosse menino não seria preso! então deve ser homem,e se for homem mesmo da um corretivo no tenete.esse tenente luciano já pagou 10 pra mim no 9ºbpm

Anônimo disse...

isso é um safado esse tenente quem é que nao conhece ele desde atalaia que ja roubaram uma pistola no serviço dele la para ele responder um IPM porque ele tava querendo aparecer demais, ate os oficiaS A MAIORIA NÃO GOSTAM DELE TEM QUE METER É A PISTOLA NELE... SAFADO SE ORIENTE

Sócio da ASSOMAL disse...

Nota da CNCG - Conselho Nacional de Comandantes Gerais

Srs Comandantes Gerais:

No último dia 15/10, realizou-se em São Paulo, nas dependências da Assembleia Legislativa, uma audiência Pública, com a finalidade de ser apresentado um Projeto de Lei de iniciativa popular, através da elaboração de um abaixo-assinado, aumentando penas, agravando e tornando hediondos os crimes praticados contra agentes da lei (policiais, bombeiros, membros do Ministério Público, Juízes, Promotores, Guardas Municipais, servidores do judiciário, defensores públicos, agentes, guardas prisionais), no Código Penal.

Na audiência pública, cuja iniciativa foi do Deputado Major Olímpio Gomes, da qual participamos como Presidente do CNCG-PM/CBM, ficou definido que, pela iniciativa do nosso Conselho, a campanha se estenderia às outras Corporações Militares Estaduais.

Desta forma solicito aos Senhores Conselheiros que divulguem e incentivem a participação de todos os integrantes (familiares e conhecidos também) das respectivas corporações no citado abaixo-assinado, pelo link http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=REAJABRA, uma vez que é necessária a coleta de 1 milhão e 400 mil assinaturas, ou seja 1% do eleitorado nacional distribuído por pelos 05 (cinco estados com não menos que 3/10 por cento dos eleitores de cada um deles).

Respeitosamente,

Nazareno Marcineiro Presidente do CNCG - PM/CBM

Anônimo disse...

Caro companheiro;

Não discordo de você estar revoltado com uma série de fatos que ocorre na nossa corporação. Tão pouco discordo de notícias que publicam documentos e embasam o que estão denunciando.

O que critico e discordo na maioria das vezes, são "notícias" - que a meu ver continuam sendo fofocas- que não apresentam nenhum documento comprobatório.

Como por exemplo a denúncia de que um determinado TC estaria, no dia das eleições, comprando votos em um interior. Em comentário postado por um militar que trabalha no BPE, este referido TC passou o dia das eleições no interior desta unidade no Jacintinho. Ou seja, é uma "notícia" contra a afirmação de um militar que estava lá, dizendo o contrário. É ou não é fofoca????

Não nego que este blog tem e poderá ter muito mais função social e de utilidade aos militares. Quanto as matérias que buscam uma melhoria da nossa classe (militar. Seja oficial ou praças), é justamente isso que eu e pelo que escuto nas unidades, uma boa parte dos militares querem ver neste blog.

Pois se isso continuar a ser uma prática rotineira deste blog, acontecerá o que tenho ouvido falar continuamente sobre as associações militares. Que se acomodaram e não fazem mais nada de efetivo pra buscar uma melhora para nossa classe. Este blog, infelizmente somente servirá para sorrirmos, debocharmos de alguns companheiros citados aqui e ficarmos comentando na surdina sobre as "notícias" publicadas aqui.

Já que este blog tem uma função jornalística, de informação, que hajam com a mesma ética imposta aos jornalistas. Publicando matérias que possuam embasamento. Com documentos, fotos ou vídeos que comprove o que se publica. Como de fato já aconteceu em algumas matérias anteriores.

E o que gostaríamos de ver com mais frequência aqui. Digo como militar e usuário deste.

Espero ser compreendido. As críticas são em busca de um meio de comunicação melhor com objetivos bem definidos.

Grato pela atenção!

Anônimo disse...

Só mais um detalhe...

Coisas que não são ditas:

Quando se fala do fim do militarismo, o que ninguém publica-se é que o fim do militarismo significa apenas a criação de um estatuto ou um código de ética próprio. Não sendo mais utilizado o Regulamento Disciplinar que tem o seu modelo baseado no Exército Brasileiro.

Não imagine que a hierarquia e a disciplina iram se acabar não. Se tá imaginando isso, acredito que o melhor pra você é fazer este próximo concurso da Policia Civil. Pois mesmo que o militarismo acabe, ainda teremos os coronéis comandando, os oficiais e as praças se subordinando a eles...

A própria constituição assim define as polícias militares. Baseadas na hierarquia e na disciplina. E força auxiliar do Exército, devendo para tal estar adestrada para esta função.

Portanto, o fim do militarismo talvez não seja o que o senhor imagina.

A Greve Branca CONTINUA disse...

Número de assaltos a ônibus volta a crescer em Maceió

Além de enfrentar ônibus superlotados e sucateados, os passageiros do transporte público de Maceió têm sido surpreendidos com uma onda de assaltos nos últimos meses. Em menos de 20 dias, o Tudo Na Hora reportou mais de dez casos de violência – entre trocas de tiros e assaltos à mão armada – ocorridos dentro de coletivos que circulam na capital alagoana.

No último dia 11, um homem invadiu um ônibus na Garça Torta e atirou na cabeça de um passageiro. No Benedito Bentes, no dia 24 de setembro, outra tentativa de homicídio foi registrada: criminosos conseguiram deflagrar quatro tiros contra o jovem Franz Wagner Carlos de Almeida, de 24 anos, que precisou ser levado às pressas ao Hospital Geral do Estado.

Leia também: Ladrões assaltam mais um ônibus em Maceió e colocam polícia em alerta

Conforme dados obtidos pela reportagem, ocorreram 56 assaltos em coletivos da empresa Real Alagoas de janeiro até outubro de 2012. Em ônibus da São Francisco, a polícia afirmou que foram cerca de 120 ataques desde o início do ano, sendo que, nos últimos meses, foram 24 em agosto, 18 em setembro e cinco até agora em outubro. Desde janeiro deste ano, 25 ônibus da empresa Tropical foram invadidos por criminosos.

Os números e a ousadia dos criminosos preocupam o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Alagoas (Sinttro), que culpa o governo pela falta de segurança nos coletivos. “Temos recebido informações de muitos trabalhadores que a quantidade de roubos aumentou. Com isso, a gente percebe a fragilidade na segurança pública. Se existisse policiamento ostensivo, isso não ocorreria”, defende Ronaldo Leopoldino, secretário-geral do Sinttro.

O sindicalista afirma que os assaltos a ônibus se intensificam à medida que se aproximam as festas de fim de ano. Após receber dados anuais de todas as empresas concessionárias de ônibus de Maceió, o Sinttro irá cobrar do governo soluções para a violência que assusta motoristas, cobradores e passageiros do transporte público.

“Vamos pedir uma reunião com o secretário-chefe do Gabinete Civil, Álvaro Machado. Nós já havíamos solicitado ao Estado para colocar policiais à paisana dentro dos ônibus, mas já disseram que isso não seria possível”, afirma Ronaldo Leopoldino.

A polícia, por sua vez, afirma fazer o possível para reduzir os ataques a ônibus e ainda culpa as empresas pela ausência de medidas que auxiliem a inibir a violência nos coletivos.

O comandante de Policiamento da Capital, Gilmar Batinga, afirma que a Polícia Militar tem feito operações pontuais nas linhas críticas e horários que registram um maior número de ocorrências. Mas ele sustenta que muitos assaltos não são informados ao CPC, o que dificulta o trabalho para inibir os crimes.

“O único banco de dados é o telefone 190 e muitas vezes, quando ocorre um assalto, o motorista ou cobrador somente presta queixa. Mesmo assim, com os dados que recebemos, nós fazemos um mapeamento para deflagrar operações pontuais”, reforçou.

Segundo ele, houve uma reunião com as empresas de ônibus, quando ele assumiu o CPC, para discutir medidas para garantir a segurança dentro de coletivos. Muitas das propostas feitas pela polícia – como instalação de cofres e banco de pânico nos ônibus, implantação de sistema de videomonitoramento e ainda a criação de cartões para usuários comuns – não foram adotadas pela grande maioria das concessionárias.

A polícia descarta a possibilidade de ter policiais à paisana nos coletivos, medida que foi implantada em São Paulo para abortar ataques. Para Gilmar Batinga, o policial disfarçado não consegue evitar o assalto e uma reação poderia colocar em risco a sua vida, assim como a dos passageiros e do próprio assaltante.

Anônimo disse...

Na PMAL quem busca por seus direitos fica logo conhecido por macetoso, por doido, por polêmico, até pelos coelgas de mesma patente. É difícil aceitar que quem quer seus direitos sejam respeitados é uma pessoa de bem, que quer que o que está errado no sistema mude, para seu benefício e para o benefício coletivo.

E quando estamos dispostos a isto, começamos a receber primeiro críticas, depois ameaças, depois transferências, tudo para intimidar. Foi o que aconteceu com o colega Sd Velames, que ao começar a enfrentar o SISTEMA começou a receber fortes represálias, sendo transferido, sendo abertos dezenas de PDO´S, Sindicâncias e respondendo vários IPM´s só por ter lutado pelos seus direitos, que são os direitos de todos nós.

Recentemente foi publicada sua reforma com proventos proporcionais, ou seja, vai receber apenas por 10 anos de policia ou seja, aproximadamente seisentos reais. Como um pai de família vai poder suster os alimentos e necessidades básicas de sua família com um salário destes? Este foi o preço pago por enfrentar o SISTEMA que atulamente gere o Estado de Alagoas. Vale salientar que o soldado Velames quando entrou na PMAL gozava de perfeito estado de saúde, realizou testes psicológicos, psiquiátricos e neurológicos para ingressar na PMAL e agora por ter enfrentado o sistema, ter adoecido enfrentando o sistema, merece receber apenas isto do Estado?

Sabemos que o Soldado Velames vai dar a volta por cima e reverter a situação, pois é profundo conhecedor da área jurídica, mais isto vai tomar tempo, dinheiro e enquanto isto segue desmoralizado e perseguido por este comando perseguidor dos que buscam seus direitos.

Lembrem-se, esta situação poderia ou poderá acontecer com voce um dia, portanto antes de tecer críticas, vamos lutar para que isto não aconteça mais nem com o soldado velames e nem com você.

DisCRENTE disse...

Tudo isso por uma coisa simples: o militarismo levado ao extremo acaba com o diálogo entre as pessoas. Se esse tenente, que era um 'simples' civil há pouco tempo, não tivesse incorporado o autoritarismo, ao invés da autoridade, teria resolvido tudo isso com uma simples conversa. Já que não foi possível, o próprio oficial que assina embaixo mandando apurar a parte (ao que parece é um capitão), poderia ter resolvido no diálogo. Agora, vem uma pergunta simples: com tanta coisa pra se resolver na PM, pq um oficial fica tão preocupado com o atraso de um cabo? Qual a relevância do interesse público desse comportamento? Quando o tenente atrasar algum dia, vai esperar de seu superior a compreensão que ele próprio não teve com o cabo e com o soldado. Precisamos dar atenção a coisas maiores, e usar a cabeça melhor... as picuinhas são para os medíocres!

Anônimo disse...
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Anônimo disse...

Falou e disse meu velho!

Anônimo disse...
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Anônimo disse...

Comissão começa a investigar supostas irregularidades em concurso da PM

Procurador do MPC diz que será solicitada ainda a perícia nos envelopes

Foi iniciada a investigação sobre o concurso da Polícia Militar de Alagoas, que teve suspensa a divulgação do resultado para soldado combatente depois da denúncia de candidatos sobre suposta irregularidades. Os trabalhos estão sendo conduzidos por uma comissão composta por membros do Ministério Público de Contas, Ministério Público Estadual e Defensoria Pública.

De acordo com o procurador do MPC, Rafael Rodrigues de Alcântara, será solicitada ainda a perícia nos envelopes supostamente violados e candidatos serão ouvidos. “Os trabalhos estão em andamento. Vamos tentar cumprir dentro do prazo”, reforçou.

O prazo a que se refere o procurador do MPC é da divulgação do resultado do concurso, previsto para o dia 19. Para o cargo de soldado (oficial combatente continua valendo) não vai mais acontecer no dia 26 deste mês como estava previsto inicialmente. A medida foi tomada após candidatos denunciarem supostas irregularidades.

A decisão pela prorrogação veio durante a reunião, na semana passada, no MPE, com representantes do MPE, MPC, das secretarias de Gestão Pública, da Defesa Social e da Cespe, responsável pela realização do concurso.

Os candidatos denunciaram que envelopes contendo os cadernos de provas chegaram violados em alguns locais de aplicação dos exames. Em nota divulgada à imprensa, o Centro de Seleção e Promoção de Eventos (CESPE/UnB), negou irregularidade.

GRUPO DE PESQUISA EM SEGURANÇA PÚBLICA - GPSEG disse...

O PROGRAMA SEGURANÇA EM DEBATE, SERÁ EXIBIDO NESTA TERÇA-FEIRA, DIA 23/10/12, ÀS 19H30, NO CANAL 16-TV FAROL (TV ABERTA), NO QUAL SERÁ ENTREVISTADO:

Delegado Federal OMAR GABRIEL HAJ MUSSI, Superintendente da Polícia Federal em Alagoas

Para quem é assinante da Net, este programa será exibido no Canal 09 (Sem decodificador) ou no canal 08 (Com decodificador).

Existirá reexibição deste programa amanhã, quarta-feira, às 19h30.

Policial Civil disse...

“Foda-se, quem manda aqui é a gente”, diz Força Nacional a policial civil que foi preso

Abuso de autoridade, desrespeito, tortura. Assim foi entendida a ação, considerada truculenta, da Força Nacional (FN) cuja vítima foi um policial civil alagoano. Ele foi algemado, teve os punhos feridos e foi levado na viatura para a Central de Polícia simplesmente porque se negou a colocar as mãos na cabeça, mesmo após se identificar e entregar a pistola à guarnição.

A prisão ocorreu no sábado quando o policial e familiares estavam em um churrasquinho. Alguém teria denunciado que havia no local um homem armado. O agente da Polícia Civil, ao retornar do banheiro se deparou com um militar da FN, aos gritos, perguntando se as motocicletas estacionadas eram deles.

“Na mesma hora coloquei as mãos para o alto, disse que era policial civil e que ia pegar a carteira funcional para apresentar. Falei também que estava armado e que iria entregar a pistola. Coloquei a arma em posição de segurança, tirei o carregador e a entreguei aberta ao policial da Força Nacional. Mesmo assim, depois de tudo, ele exigiu que eu colocasse as mãos na cabeça e indaguei por qual motivo, já que havia entregado os documentos e a arma”, afirma o policial que pediu ao Correio de Alagoas para não ser identificado com medo da reação dos visitantes.

A situação ficou ainda pior quando foi informado de que iria ser conduzido até a Central de Polícia. O policial perguntou se iria em seu carro, mas ouviu de um capitão a determinação de que iria algemado na viatura. Durante o percurso o telefone celular do agente tocou e ele não teve permissão para atender. Eram os familiares.

“Em frente à Central eles me torturaram. Faziam que iam tirar as algemas e colocaram minhas mãos sobre umas bolsas fingindo que iam abri-las, fazendo um movimento que acabou machucando os meus punhos causando inchaço e vermelhidão como vocês podem ver. Quando tentei conversar com os policiais fazendo com que enxergassem que estavam errados , a resposta foi ‘foda-se, quem manda aqui é a gente’. Ainda por cima, uma policial mandou que olhasse para ela que iria tirar a minha foto algemado. Perguntei qual o interesse e ela disse que era porque queria e pronto”, relata o agente diante do presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sindpol), Josimar Araújo.

Quando o policial desceu da viatura tiraram as algemas e durante o depoimento não teriam mencionado o que fizeram. “Inclusive disseram que pediram o bafômetro e é mentira, eu só estava bebendo água e coca-cola”, afirma o policial. Também, conforme a lei, só é submetido ao teste do etilômetro o condutor de veículo em movimento.

“As minhas prerrogativas não valem nada? Valem e têm de haver respeito da Força Nacional à sociedade alagoana”, fala revoltado o policial alagoano.

Na manhã desta segunda-feira (22), o policial procurou o Sindpol e foi recebido pelo presidente Josimar Araújo.

“Já são vários casos dessa natureza. Com policial civil é mais um que ocorre com abuso de autoridade. A Força Nacional prova que os seus policiais não têm compromisso com a sociedade alagoana , muito menos com os membros da polícia local. O Sindpol acompanhará e dará toda a assistência tanto na representação jurídica quanto cobrará providências ao delgado geral Paulo Cerqueira para que seja feito o inquérito e identificadas as duas guarnições”, enfatiza Josimar.

Em seguida, ele ligou para o delegado-geral e este mandado o agente ir até a sede para prestar depoimento. O policial foi acompanhado pelo vice-presidente Edeilton.

O Correio de Alagoas manteve contato com o comandante da Força Nacional e este afirmou que se pronunciará por meio da assessoria da Secretaria de Defesa Social (Seds). Contado ao oficial sobre a situação e os depoimentos do policial civil, ele assim se manifestou: "as coisas chegam distorcidas pra vocês e o caso já foi passado para assessoria que divulgará nossa postura". o único policial das guarnições da FN identificado foi o sargento Nilson Gonçalves.

Fonte: Correio de Alagoas

Anônimo disse...

A desmilitarização NUNCA VAI ACONTECER pois está na Constituição Federal, para isto só se mudar a constituição. A ONU solicitou recentemente a presidente DIlma e a resposta foi esta, está prevista e determinada na Constituição Federal, portanto só se mudar a Constituição, o que não irá ocorrer, então não percam tempo falando disso, Polícia Militar está previsto na Constituição Federal e sempre irá exisitir, ou se muda de emprego ou aguenta. O Que pode mudar é melhorar o tratamento e tornar o militarismo mais humanizado, através de denuncias quando houver excessos, estes sim DEVEM SER DENUNCIADOS.

PM. disse...

ANÔNIMO ACIMA É DAQUELES OFICIAIS QUE PENSAM QUE AINDA SÃO COMO OS DE ANTIGAMENTE QUE NA POLICIA SÓ ENTRAVA ANALFABETO E RECEBIA ORDENS ATÉ PRA LAVAR CARRO DE OFICIAL E QUE ERAM DESPEDIDOS POR QUALQUER OFICIALZINHO QUE ENTRAVA PELA JANELA.OS TEMPOS MUDARAM FILHINHO,TODO MUNDO QUE ESTÁ ENTRANDO TEM CURSO SUPERIOR E FEZ CONCURSO PRA ESTAR AQUI,NÃO ENTROU PELA JANELA COMO MUITOS DOS SENHORES.VOCÊS NÃO MANDAM MAIS EM NADA,VOCÊS DELEGAM OBRIGAÇÕES E SERVIÇOS,CLARO,COMO QUALQUER GERENTE DE EMPRESA,MAS MANDAR...ISSO ACABOU FAZ TEMPO.AGORA CARO HIPÓCRITA,A CANETA QUE VEM PODE VOLTAR ACOMPANHADO COM UMA NABA DESTE TAMANHO!CUIDADO,AGORA EXISTE LEI.

Anônimo disse...

O que não podemos é ficar calados diante de tantas injustiças. já se foi o tempo do subordinado aguentar calado, humilhações cometidas por alguns oficiais que se acham mais homens por terem algumas estrelas nos ombros. Parabéns ao Briosa em foco, por disponibilizar esse espaço aqui temos voz e vez.

Anônimo disse...

Esse tenente é um safado que gosta de aparecer ninguém gosta dele até os tenentes. E o interessante é que o mesmo antes estudava para PADRE, isso mesmo o mesmo estudava teologia, eu acho que essa revolta dele foi poque ele foi bolinado. kkkk

Anônimo disse...

manda esse tenente vir trabalhar aqui em União!!!

GRUPO DE PESQUISA EM SEGURANÇA PÚBLICA - GPSEG disse...

Como prevíamos, a Força Nacional, integrada por diversos componentes da Força pública de outros Estados, mas igualmente mal capacitada, extrapola suas condutas, deixando de lado preceitos de cidadania, inicialmente com integrantes da sociedade civil, não policiais, e agora burlando a URBANIDADE que deve ser inerente ao policial quando pratica uma "abordagem" a policiais locais. Estopim MUITO perigoso!

Anônimo disse...

A palavra dos praça não vale nada!
a do oficial é de Rei.

indignação total!

Anônimo disse...

Precisamos lutar e não baixar a cabeça. Devemos buscar ser tratado como profissionais que somos, independente de classe ou patente, deve ser respeitada acima de tudo a dignidade humana!

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