Duas Polícias

Senhores responsáveis pelo Briosa em Foco, antes de deixar o meu comentário quero dizer que sou Oficial da PMDF, mas nem por isso deixo de dar-lhes os parabéns pela produção desta página e, mais que isso, pela coragem em oporem-se ao sistema.
Confesso que conheci esta página por intermédio do Comandante da minha Unidade, o qual, temendo a implementação de uma página como esta aqui no DF, recomendou que tratássemos bem aos nossos subordinados, e que apresentássemos sugestões no sentido de fazer com que o subalterno não tenha do que reclamar da Corporação; e caso tenha, que não seja assim de forma tão efervescente, tal qual vocês demonstram.
E o motivo de tamanha preocupação é simples: aqui é a capital do país, e tudo de negativo que ocorrer no seio castrense da Polícia Militar do Distrito Federal certamente vai respingar no governo distrital e principalmente no governo federal, o que certamente iria se propagar para as demais unidades da federação – sendo motivo de grande preocupação para ambos, ainda mais nestes tempos de Copa das Confederações e Copa do Mundo.
Dito isto, fazendo um paralelo entre as belas histórias dos contos de fadas e a realidade da(s) Polícia(s) Militar(es), gostaria de lembrar que toda história, por mais bonita que seja, tem sempre um outro lado, o lado que não é apresentado, mas que nem por isso deixa de existir ou tenha menos importância.
Então, deixando a ficção de lado e voltando para nossa realidade, quero esclarecer que hoje no Distrito Federal temos duas policias distintas: uma – composta pela grande maioria dos policiais – que está quase parando e faz somente o necessário para não ser punida, e outra – a minoria, óbvio – que continua correndo atrás, vibrando, prendendo marginais, fazendo o que sempre fez. E é exatamente esta outra que é apresentada midiaticamente para a sociedade.
Ambas tem seus motivos e suas alegações, ambas dependendo da luz que chega estão corretas e erradas, mas essa diferença só apresenta um vencedor: nosso algoz.
O policial que está com o freio de mão puxado o faz, pois não aguenta mais ter que tirar serviços voluntários e bicos para complementar sua renda, e isso não é porque quer gastar mais do que ganha, mas porque o que ganha está se defasando todo ano, sem reposições. O policial que está parando o faz porque há dois anos atrás recebeu treze promessas e nenhuma delas foi cumprida.
Mas entendo que o principal motivo para o Papa Mike que está em operação padrão fazer (ou melhor, não fazer) o que faz é motivado pelo fato de ser a única maneira de expressar sua insatisfação. Nós não podemos nos sindicalizar, não podemos fazer greve, e qualquer reunião é monitorada por comandantes. Onde está o país livre e democrático? O policial que age desta forma não está errado, ele está lutando da forma dele por uma policia melhor que o valorize e o respeite.
Do outro lado da moeda temos os colegas que continuam caçando, fazendo o que sempre fizeram e sempre prazer ao fazer: retirar marginais das ruas. Os combatentes não estão satisfeitos em serem preteridos por outras categorias ou até mesmo com o descaso do governo, mas está no sangue a luta contra o marginal, mais do que um serviço, caçar vagabundos é uma paixão. Este policial também não está errado em agir como age.
O caçador não consegue ver um “peba” e virar as costas, isso custaria a ele semanas de terapia, frustração e revolta. O policial que patrulha as ruas está na maioria das vezes limpando a cidade em que mora. O caçador não vai parar de pegar marginais porque fazem chacota de suas ações, assim como um fumante não para de fumar por reclamações de terceiros, ele só para quando quer.
Mas se ambos estão certos e errados em alguns aspectos, o que fazer? Qual caminho seguir? Desde sempre o caminho mais fácil para conquistar é dividir, e hoje é o que temos, uma tropa dividida. Enquanto xingamos uns aos outros, nossos gestores acham graça e continuam a nos dominar como sempre fizeram. A forma de mostrar força e nos organizando, decidindo nosso futuro em consensos democráticos, não apenas com gritos de ordem.
Não sei vocês, e em que unidades trabalham, mas nunca (e não tenho dois anos de PMDF), quando entrei de serviço, encontrei um desses supostos lideres ou até mesmo deputados ou mesmo representante de associação perguntando se tinha alguma sugestão ou reclamação. Perguntando se estou satisfeito ou se tenho condições de serviço. Quem sabe atitudes como essas sejam um começo para uma nova forma de contestação. Quem sabe assim tenhamos uma tropa unida e que se manifeste como um só corpo. Assim seremos levados a sério.

17 comentários :

Anônimo disse...

13 promessas = PT
Parabéns pelo texto. Uma coisa é certa: enquanto não houver unidade, não haverá respeito à classe.

Anônimo disse...

Briosa em foco quebrando as barreiras do Estado de Aladroas! Os organizadores dessa pagina podem informar qual é o atual alcance desse Blog? Está sendo acompanhado por policiais de outras unidades? Academicos acompanham? Politicos tem conhecimento? Seria bom saber qual o alcance aproximado das informações postadas por este blog.

Cel R/R disse...

Essas duas polícias do DF é exatamente a cara da PMAL.

Anônimo disse...

É O QUE DÁ COMPANHEIRO QUANDO SE É GOVERNADO POR SUBVERSIVOS,VIVEMOS EM UMA LIBERTINAGEM NÃO EM UMA DEMOCRACIA,O SENHOR ACHA ONDE VIVER EM UM PAIS ONDE CORRUPTOS DEITAM E ROLAM,GAYS,LÉSBICAS TÊM MAIS DIREITOS DO QUE O CIDADÃO DE BEM E A JUSTIÇA E NADA É A MESMA COISA,SÓ UM GENERAL PARA DA JEITO NESSE PAIS DESMORALIZADO.

Anônimo disse...

IML registra 13 homicídios em Alagoas nessa Sexta-Feira da Paixão Somente na região metropolitana de Maceió, 8 pessoas foram mortas em menos de 14 horas

Em uma Sexta-Feira da Paixão (29) violenta, 13 pessoas foram assassinadas em Alagoas, segundo relatório divulgado pela Perícia Oficial do Estado. Somente na região metropolitana de Maceió, oito pessoas foram mortas em um intervalo de menos de 14 horas. Outras quatro tentativas de homicídio foram registradas no mesmo dia.

Na capital, foram registrados seis assassinatos. Já em São Miguel dos Campos, duas pessoas foram mortas. Os outros casos aconteceram nos municípios de Marechal Deodoro, Boca da Mata, Pilar, Junqueiro e Taquarana.

Entre as vítimas está Selma Roberta da Silva, de 34 anos, que foi morta a facadas na Cidade Universitária, localizada na parte alta de Maceió. Quem acionou a polícia para informar sobre o assassinato foi a própria acusada. Maria Betania Soares, de 40 anos, abordou uma viatura da PM para relatar que havia atingido Selma com uma facada no peito.

Já no município de Junqueiro, uma criança de oito meses foi morta ao ser jogada no chão pelo próprio pai, segundo a Polícia Militar. O pequeno Valério Meneses da Silva chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu pouco após dar entrada na Unidade de Emergência do Agreste.

As outras pessoas assassinadas nesta sexta-feira foram: Antônio Siriano de Barros, de 39 anos; Edson Ferreira Caetano, 24; Jamerson Moraes Silva, 22; Luiz Eduardo Da Silva, 35; Ednilson Xavier; José Roberio Santos da Silva, 32; Thiago Rocha da Silva, 25; José Fábio da Silva, 26; Célio dos Santos Souza, 20; Jailson Santos Costa, 27; e um homem identificado apenas como Nivaldo.

Já as tentativas de homicídio registradas na região metropolitana de Maceió foram contra: José Ernandes Leite Carvalho, de 30 anos; Adriano Marcolino Lins, 24; Claudemir dos Santos; e uma mulher identificada apenas como Margarida.

Fonte: Gazetaweb

PMAL disse...

Ao comentarista que perguntou sobre o atual alcance do Briosa em Foco...

Para que você tenha uma noção dessa informação clique aqui.

Anônimo disse...

Passei na eletrobras e me livrei desta instituição que muitos teimam em dizer que não, mas é FALIDA. Não remunera bem os PM ( principalmente os que estão na rua: sd, cb e sgt), são tratados pior que bichos ( os cães do BOPE são mais bem tratados com comida boa e até descanso), deveria ter e não tem ADICIONAL NOTURNO, PERICULOSIDADE, HORAS-EXTRAS, PLANO DE SAÚDE, ETC...

Anônimo disse...
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Edivaldo Júnior disse...

O que você faria com R$ 1 bi? E governo, o que fez?

Não sei você o que faria com R$ 1 bi. Eu certamente não estaria trabalhando hoje se tivesse pelo menos 1% dessa grana.

Mas e o governo do estado, o que faria com R$ 1 bi? E se esse dinheiro todo fosse apenas para investimentos na área social? Já imaginou quantos benefícios?

O Estado, como registrei aqui essa semana, está contraindo um novo empréstimo com o BNDES, de R$ 612 milhões. A primeira parcela já foi depositada. Outro empréstimo de US$ 250 mi (mais de R$ 500 mi), já autorizado pela Assembleia, está em negociação com o BID.

Somou? Dá R$ 1,1 bi? Mas não é dessa grana, do dinheiro que ainda será gasto, que estou falando. A pergunta é o que o governo fez? Lembra?

Vamos relembrar: no dia 3 de janeiro de 2010 (não por coincidência ano eleitoral) o governo anunciou “Alagoas tem R$ 1 bilhão em investimentos na área social”.

Veja o que diz a matéria da Agência Alagoas: “Teremos, a partir de 1º de janeiro, R$ 1 bilhão em caixa para investimento. São recursos que Alagoas nunca viu e que são fruto da credibilidade que o Estado conquistou com o ajuste fiscal e a reestruturação do Estado. Terminamos o ano muito gratificados por este trabalho e com muita disposição para que em 2010 possamos levar adiante todo esse canteiro de obras em que Alagoas está se transformando”, assinalou o governador Teotonio Vilela.

O governador explicou a origem dos recursos: Empréstimos junto ao BNDES no valor de R$ 249,6 milhões e Banco Mundial de R$ 342 milhões, recursos do Fecoep, na ordem de R$ 111 milhões, do PAC, do Projeto Geração Saber (em parceria com o Ministério da Educação e as Nações Unidas de R$ 214 milhões).

E também o destino, ou seja, como os recursos seriam aplicados: “Além da capitalização do Fundo Previdenciário, os recursos disponíveis vão possibilitar a realização de obras importantes: toda a duplicação da AL-101 Sul (Maceió — Barra de São Miguel); a duplicação da AL-101 Norte (Maceió — Barra de Santo Antonio), a rodovia ribeirinha do Baixo São Francisco (Penedo a Piranhas), e mais: reforma de todas as delegacias de Maceió, construção de escolas, quadras poliesportivas e continuidade das obras do Canal do Sertão — que já tem 75 quilômetros prontos”.

Os recursos do BNDES (Programa Emergencial de Financiamento) só poderiam ser utilizados para despesas de capital (planejamento e a execução de obras e a compra de equipamentos). Já o empréstimo do Banco Mundial, iria beneficiar 1,5 milhão de pessoas de baixa renda. “Este programa do Banco Mundial é um ponto de inflexão para o Estado. Ele permitirá os primeiros passos para criar um ambiente de redução da pobreza e para alcançar nosso pleno potencial de crescimento”, confirmou Teotonio Vilela.

Fiz questão de verificar, pessoalmente, o andamento das obras e serviços anunciados no pacote de R$ 1 bilhão.

A duplicação da AL 101 Sul foi concluída, embora para isso o governo tenha esperado a liberação de recursos federais e tenha “tomado” empréstimo ao Detran.

Afora isso não consegui encontrar a rodovia ribeirinha, não vi a duplicação da Alagoas 101 norte (nem um metro pronto até agora), nenhuma escola nova (isso para não falar da lambança que foi a reforma das escolas no ano passado), nem quadras poliesportivas.

O Canal do sertão continua sendo construído – mas com verbas do PAC.

E as delegacias? Fui em algumas e falei com um policial, contei que estava procurando encontrar uma delegacia reformada: “eu desafio o governador a mostrar uma reforma de delegacia que ele fez aqui em Maceió ou no interior”.

É isso. Até porque ficou difícil checar a outra informação, a de que 1,5 milhão de alagoanos pobres seriam beneficiados com projetos de inclusão social.

Essa é eu fico devendo. Mas você pode ajudar: se tiver conhecimento de como esse dinheiro mudou para melhor a vida dos alagoanos mande um email ou comentário que eu publico.

R$ 1 bi: você viu? Eu, não.

Anônimo disse...

é por isso e outros motivos, que voto com o sgt brás, para quer possamos melhorar nossas policias, e unirmos cada vez, não existi bope, rp, rpmon, todos somos iguais, todos dão o mesmo sangue, e pra que, uns terem vantagens (dinheiro) e outros não, sgt brás para deputado estadual, vai mudar essa concepção medilcre, atenciosamente cb costa

Anônimo disse...

é por isso e outros motivos, que voto com o sgt brás, para quer possamos melhorar nossas policias, e unirmos cada vez, não existi bope, rp, rpmon, todos somos iguais, todos dão o mesmo sangue, e pra que, uns terem vantagens (dinheiro) e outros não, sgt brás para deputado estadual, vai mudar essa concepção medilcre, atenciosamente cb costa

Agenário Velames disse...

Anota aí, e avisa a quem de direito o que eu penso (ultimamente) sobre a Polícia Militar de Alagoas:

“O dito popular ‘casa de ferreiro, espeto de pau’, descreve com perfeição a situação da Polícia Militar do Estado de Alagoas. Embora a entidade tenha por missão a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através do policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública, com base na hierarquia e na disciplina (conforme norma insculpida na Constituição Federal), seu nível interno de democracia é bastante duvidoso, para não dizer deplorável mesmo. E as constantes anulações de punição infligidas normalmente aos praças, por conta de ‘vícios’ e/ou ‘ilegalidades’ – praticadas inicialmente por quem preside os procedimentos ilegais, e posteriormente pelo chefe da disciplina da unidade, e por fim o respectivo comandante da mesma –, associadas ao sistema ditatorial vigente, sob o suposto manto da hierarquia e da disciplina, são uma boa prova do quanto a briosa instituição castrense precisa evoluir para assegurar internamente o que tem por missão nas ruas. Talvez esteja faltando um pouco mais de coragem para que os punidos busquem o amparo judicial assegurado na Carta Magna, ou talvez esteja faltando só algum tipo de controle por parte do Parquet (Ministério Público), a quem compete a fiscalização e o controle externo da atividade policial. De uma forma ou de outra, entre hipocrisia e impunidade, esta última certamente deve ser o maior combustível dessa casa de ferreiro, que por hora identificamos como Polícia Militar de Alagoas.”

Anônimo disse...

boas colocações, Velames. você vai ser candidato a presidente com o Abdi?

Agenário Velames disse...

O texto acima é de minha autoria, mas não fui eu quem o colocou aqui. Ainda assim, obrigado pela consideração.

Quanto às Eleições da ACS, eu faço parte de um grupo que tem como cabeça de chapa o Cabo Abdi.

O que não quer dizer que não possamos coligar com o alfabeto inteiro, desde que o Abdi seja o presidente.

Por falar em ACS, eu pedi desligamento da ASPRA-AL. Motivo: No dia 20 de novembro, após as eleições da ACS, eu revelo! Por hora digamos que tenha sido por motivo particular.

Anônimo disse...

POLÍCIA MILITAR É A MESMA COISA EM QUALQUER LUGAR NO BRASIL. EM RELAÇÃO AO ALCANCE DESTE BLOG, TOMEI CONHECIMENTO QUE: DEPUTADOS, JUÍZES, PROMOTORES, ADVOGADOS, SECRETÁRIOS DE ESTADO, DELEGADOS, OFICIAIS DE POLÍCIA, ENTRE OUTROS, SÃO ASSÍDUOS DE CARTEIRINHA NO BRIOSA, O MOTIVO, SABER SE O NOME DUMA DESSA FIGURAS FORAM CONTEMPLADAS NUMA MATÉRIA. A SABER, ATÉ NO EXTERIOR (STATES) EXISTE QUEM ACESSE ESTE BLOG. FELICIDADES.

Anônimo disse...

cinco presidentes* foram se alistar
queriam a reeleição só para mamar

a tropa cansada disse "cheguem pra lá"
queremos gente nova pra nos representar

*SoAres, Simais, Teobaldo, Alberto, FraCoso

ASCOM da PMAL disse...

Comando se reúne com Associações militares para tratar de assuntos referentes à Corporação

A reunião entre as representações de militares da reserva e da ativa com o comandante-geral, na tarde desta terça-feira (02) foi considerada produtiva. Em discussão foi colocada uma pauta de reivindicações que visam benefícios para todas as patentes, priorizando a Lei de Promoção e a jornada de trabalho, num primeiro momento, bem como o realinhamento salarial.

As lideranças apresentaram ao Comando vários pontos que defendem e que querem debater para se chegar a um consenso a exemplo do serviço extra voluntário, o Código de Ética da corporação, acesso à primeira graduação, AL Previdência, entre outros. Porém, para qu e não houvesse um atropelo, todos concordaram em expor e discutir imediatamente o que estaria incomodando mais a tropa, requerendo, portanto, mais urgência.

No tocante ao realinhamento, na tabela proposta pela Secretaria de Gestão Pública (Segesp) até abril de 2014 juntando os 3%, o IPCA e o realinhamento, um cabo passaria a receber R$ 2.870,00. Os militares rejeitaram e, somente com o IPCA e os 3% já agora em maio estarão com esse mesmo valor em salário.

O comandante também achou viável debater a Lei Orgânica e se prontificou a discutir com os policiais a questão relativa à licença especial. Duas comissões foram criadas com o intuito de dar celeridade às avaliações e aos debates entre as associações e o comando. Os policiais lembraram a importância de se ter acesso ao comandante para discutir problemas relacionados à base.

“O líder da tropa é o comandante. Se tiver um comandante que diga vamos puxar isso aqui, a gente vai até o fim. Esse momento é importante porque, ao contrário do comandante anterior, o senhor nos recebeu e se dispôs a intermediar as coisas. Esperamos que resulte em êxito”, afirmou o cabo Wagner Simas.

O coronel Dimas entende que a grande dificuldade era a separação da tropa. “Tudo se complicava porque existia o grupo dos oficiais e o grupo das praças. Pensamos, como uma instituição pode crescer se ela não pode aproveitar o que cada um tem de melhor? Temos que criar dentro da corporação um clima para evoluir, aqui não existe o que serve e o que não serve. Todos têm algo para contribuir e temos de agregar valores. Trabalhamos em prol da corporação e mostrando para a sociedade a nossa competência. Ninguém trabalha para o comandante, se tiver pensando assim e fazendo, está errado”, lembra.

E continua: “Não posso evoluir,, fazer nada sem discutir. Independentemente dos posicionamentos que tomaram ou que tomam. Eu não posso levar o posicionamento das associações para o campo pessoal. Todos nós acertamos e erramos”, concluiu o comandante.

Para discutir a Lei de Promoção foram indicados o sargento Ramalho, do Corpo de Bombeiros, o cabo Wagner Simas, da Aspra, sargento Teobaldo, da Associação dos Subtenentes e Sargentos (Assmal) e o major Fragoso, da Associação dos Oficiais Militares (Assomal).

A comissão para encontrar alternativas com o Departamento de Pessoal, juntamente com o coronel Albino, para as licenças especiais, jornada de trabalho e outros é formada pelo sargento Teobaldo, o subtenente Edvaldo e o cabo Filho.

Os militares expuseram para o coronel Dimas que está havendo disparidade no tocante às licenças causando desvantagens a alguns batalhões. “Antes não havia regra, agora é feito um estudo para que não haja injustiças, vamos fazer uma reavaliação e levar à mesa para discutir”, afirma o coronel. Ficou acertado que, por conta da data já marcada pelo Governo do Estado para a apresentação das propostas militares, dia 13 de maio, as discussões ocorrerão em sequência, todas as terças-feiras entre o comando e as lideranças militares.

Com Correio de Alagoas

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