Sempre houve rebeldes e transgressores

A quem interessa o fim do Briosa em Foco? É fácil saber:

No princípio dos tempos, os inquisidores eclesiásticos do século XVI já não queiram mais saber de se ocupar com as bruxas. E isto se deve a nomeação pelo papa da época de um cardeal embaixador na Espanha, que viu como funcionava a inquisição e percebeu que este era um meio eficaz de verticalizar o serviço do rei, dedicado a converter em cinzas a todos os dissidentes perigosos para a coroa e em particular, todos aqueles que introduziam a desordem com ideia de liberdade de crença – um perigo potencial.

Pois bem, tal cardeal com a morte do papa foi eleito para seu lugar e voltando a Roma, para assumir a sua função, copiou a Inquisição Espanhola para combater a todos aqueles que não o respondiam. E não faltavam fogueiras humanas e nem tampouco silêncio de todos.

Sem embargo, nem todos estavam loucos nesse tempo, pois houveram autores que escreveram sobre – e contra – essa prática. Um jesuíta chamado Friedrich Spee publicou em 1631 um livro exclusivamente destinado a destituir o mal que se apoderara da Santa Sé, sobretudo a legitimação de lançar-se às fogueiras mulheres acusadas por bruxaria. Como era natural, e prudente de sua parte, publicou o livro anonimamente e sem a licença e nem tampouco conhecimento de seus superiores, pois certamente serviria de alimento para o fogo papal.

Percebem alguma semelhança conosco?

Quase 400 anos se passaram e nós, do Briosa em Foco, bradando contra as ilegalidades e contra o que consideramos a “Nova Inquisição Espanhola”, que lança às fogueiras da morte em números acentuados fazemos o mesmo que Spee fez no século XVI, nos valemos do anonimato, e por isso somos impiedosamente caçados. Para aqueles que se locupletam do poder, não poderia haver nada mais perfeito do que o fim do BEF – o único periódico que relata a sujeira que tentam esconder debaixo do tapete.

Interessante é que em todas as épocas houveram transgressores e estes são enigmáticos: Como surgem? Por quê alguém desafia o poder e os valores (ou a ausência destes) dominantes a um custo de graves riscos? Há os que pensam que a rebeldia é ensinada para crianças e que esta manifesta-se com maior incidência na fase adulta, mas isso é uma corrente psicanalítica, por certo.

O que aconteceu com Spee e conosco (que há três anos decidimos por conferir publicidade aos desfeitos que ficavam acobertados pelos portões da caserna), é que para Friedrich visualizar a confissão de Bruxas haviam-no chocado tanto que seus cabelos esbranquiçaram prematuramente. Conquanto que a nós, militares que fazemos o BEF, verificar e muitas vezes palpar a imoralidade praticada dentro de nossa instituição por aqueles que deveriam moraliza-la nos fartou. Cansamos de brutalidades e irregularidades, bem como dos ilícitos que éramos testemunhas e decidimos contar a sociedade através do nosso blog, sem pudor e sem esquecer nenhum detalhe e nem adjetivo.

E é por isso que nos odeiam e nos querem ver calados.

Pensamos humildemente: se o poder não serve ao que se pretende, posto que não consegue combater o verdadeiro inimigo da sociedade (o criminoso), não lhe legitima usar-lhe internamente para compelir através do mal aqueles que deveriam ser apoiados para tornar Alagoas um lugar melhor para aqueles que aqui vivem.

Nos perguntávamos em nossas conversas às escondidas – Eu, Major Monteiro, Soldado Anna e o Tenente Stive – como era possível sucederem-se em nossa tropa (com a conivência dos principais gestores) aberrações e barbáries. Em primeiro lugar nos perguntávamos como haviam tantos amadores no comando, locupletando-se de forma parasitária sem nada retornar de bom ao público, tanto interno quanto o externo. Os coronéis, e nisso incluam-se os que foram à reserva e hoje integram a Defesa Social do Estado, oficiais superiores e subalternos furtavam descaradamente. Algumas praças cometiam crimes comuns sem serem incomodadas e a ignorância, a desinformação e a desídia nos pareceu uma constante interna.

Lançamos e mantemos o BLOG com o compromisso de expor as mazelas de nossa corporação, externando as nossas mais pútrefas vísceras, pois não podemos compactuar com um Secretário de Defesa Social incompetente, bandido e mal intencionado, que desvia dinheiro público em contratos fraudulentos de locação de viaturas; com um Comandante Geral igualmente bandido (seria um fator genético predominante à família Barros Cavalcante?) e hipócrita, que ainda não fez o favor de devolver ao erário as diárias que surrupiou do Estado de Alagoas no ano de 2011, quando viajou para o Estado do Rio Grande do Sul e deslocou-se ao Estádio Beira Rio para assistir uma partida de futebol com o nosso dinheiro, quando deveria estar numa palestra sobre policiamento comunitário; com comandantes de unidades que arrecadam “mensalinho” achacando comerciantes e empresas das cidades do interior e capital; aos subcomandantes de unidade que são capazes de furtar até caixões para locupletar-se; aos oficiais de unidades que arrecadam com multas de trânsito, apreensões de veículos e prestação de serviços irregulares de segurança; aos assassinos e traficantes que empesteiam a nossa duo-centenária Tropa de Tiradentes.

E ante às 31 mortes em Alagoas e o discurso oficial interno aos corredores de que a principal medida a ser tomada por estes é a descoberta e o fim do Briosa em Foco o quanto antes, vamos sobrevivendo como a última linha da moralidade interna corporis, e como o exemplo vivo da incompetência da SEDS e de seus asseclas continuamos aqui, firmes e fortes, denunciando autoridades incompetentes, para o desespero da cúpula e do governo estadual:



É amigos, o BEF ainda dará muita dor de cabeça a estes corruptos. Sobretudo enquanto estes não modificarem as suas posturas e continuares a cometer desmandos.

Entretanto, é imperioso que nas próximas eleições façamos nossa parte, pois...

...precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

11 comentários :

Anônimo disse...

kkkkkkkkkkkk, para aqueles seguidores do sargento brás, o cara ta pra morrer, e ainda voltou ao trabalho, ai é ser muito burro ou idiota ? vai para casa desancar, a policia fica e vc morre brás, vai pensando que esses safados de oficiais vai ligar para voce, coloca atestado mano................., agora se vc melhorar e mostrar que está bom, ai sim voto contigo para depuatdo

Anônimo disse...

cada vez mais me sinto 10motivado em trabalhar estou de lts e vou permanecer por um bom tempo

Anônimo disse...

Nós somos Anonymous
Nós não esquecemos
Nós não perdoamos
Aguardem!

Anônimo disse...

Bandidos assaltam fazenda de políticos e comerciantes em Alagoas

A polícia alagoana tem investiga as ações de um grupo de bandidos que vive praticando assaltos a mão armada – alguns com o uso extremo de violência – que tem atacado comerciantes e fazendeiros de propriedades rurais nas regiões do Sertão e Agreste de Alagoas.

A última vítima foi o ex-prefeito de Traipu, Marcos Santos. Os bandidos – cerca de 15 – teriam invadido a fazenda do político na madrugada desta terça-feira, 2, de onde mantiveram os empregados da casa como reféns. Do local foram levaram dinheiro e aparelhos eletrônicos. O valor estimado do roubo chega a quase R$ 25 mil.

De acordo com funcionários da fazenda - o prefeito e a família mão estava no imóvel - os bandidos chegaram ao local em três veículos e usavam armas de grosso calibre e se esconderam por trás de balaclavas. O que tem chamado a atenção da polícia é que de acordo com relatos das vítimas, os bandidos usam luvas.

Fonte: Emergência 190.

Coronel "da oposição", reproduzindo texto do Edivaldo Júnior disse...

Porque a segurança não funciona em AL? “Falta comando”

Os números revelados hoje pelo Gazetaweb mostram um aumento do número de homicídios em março deste ano. Isso para não falar no aumento dos assaltos e de assassinatos à luz do dia em lugares inimagináveis como o estacionamento da prefeitura de Arapiraca ou a orla da Pajuçara, em Maceió.

Diante deste cenário, com o visível recrudescimento da violência, é de se perguntar o que há de errado com a segurança de Alagoas e se o plano Brasil Mais Seguro falhou?

Ontem conversei com Francisco Tenório. Goste ou não dele, pense você o que pensar, mas uma coisa é inegável: “Chico” conhece de segurança – por dentro e por fora.

Deputado federal pelo PTB, delegado da Polícia Civil, Tenório diz que nem nenhum plano vai funcionar enquanto o sistema de segurança alagoano não tiver comando: “hoje todo mundo manda na segurança. Juiz manda em delegado, Gecoc, Conselho de Segurança. Há muita interferência e nenhum apoio”, enfatiza.

De acordo com Chico, a existência de outros problemas – como a falta de estrutura, as péssimas condições das delegacias, os baixos salários são agravantes: “não se faz segurança desse jeito, com todos dando palpite. Os delegados não tem o menor estímulo para trabalhar, o policial trabalha com receio de ser punido”.

Também não ajuda em nada, avalia o deputado, vários comandos diferentes dentro da Polícias Civil e Militar. “É preciso repensar esse modelo, do contrário a segurança vai continuar do jeito que está”, diz o deputado.

Agência Alagoas disse...

Lei Estadual vai punir pessoas que passam trotes para Samu, CB e PM

O governo do Estado instituiu um grupo especial de trabalho para elaborar a proposta de regulamentação da Lei nº 7.389/12, visando cobrar ressarcimento àqueles que passam trotes para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Polícias Civil e Militar de Alagoas, além do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas. Por meio do decreto, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (2), o Executivo estadual irá responsabilizar àqueles que acionam indevidamente os serviços públicos de urgência e emergência, muitas vezes acarretando na falta de atendimento para quem realmente precisa.

De acordo com a publicação, o grupo de trabalho será formado por integrantes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), Procuradoria Geral do Estado (PGE), Polícia Militar de Alagoas (PM/AL), Corpo de Bombeiros de Alagoas (CBM/AL), Polícia Civil e Superintendência de Proteção e Orientação ao Consumidor (Procon). O representante da Sesau ficará encarregado pela coordenação geral do Grupo.
Depois de nomeados, os representantes dos órgãos terão 60 dias para apresentar uma minuta de regulamentação da Lei ao Executivo. Ela deverá, entre outras coisas, dispor sobre o ressarcimento ao Estado, que deverá ocorrer “via cobrança na fatura de serviços telefônicos, por despesas decorrentes do acionamento indevido dos serviços telefônicos de atendimento a emergências, envolvendo remoções ou resgates, combate a incêndios ou ocorrências policiais” , informa o decreto.

Ainda de acordo com decreto, as Polícias Militar e Civil, Sefaz, PGE, CBM/AL e Procon devem encaminhar, em um prazo de 48 anos, contados a partir desta terça-feira (2), as indicações de seus representantes para integrar o referido grupo de trabalho. As atribuições dos integrantes do grupo de trabalho não implicarão em recebimento de qualquer remuneração adicional e serão prestadas sem prejuízo das tarefas próprias dos cargos ou funções de seus integrantes.

“Esta publicação representa uma iniciativa positiva para reforçar todo o nosso esforço de punir, conforme a Lei, quem faz trote não só para o Samu, mas para os demais órgãos”, destaca a diretora de Assistência Pré-Hospitalar da Sesau, Maria Aparecida Auto.

Anônimo disse...

ao anonimo acima:

é por isso e outros motivos, que voto com o sgt brás, para quer possamos melhorar nossas policias, e unirmos cada vez, não existi bope, rp, rpmon, todos somos iguais, todos dão o mesmo sangue, e pra que, uns terem vantagens (dinheiro) e outros não, sgt brás para deputado estadual, vai mudar essa concepção medilcre, ninguém falou que o sargento brás ta doente , alguém ouviu isso ?
atenciosamente cb costa

ASCOM da PMAL disse...

Entrevista com o comandante do policiamento da capital, coronel Neuton Bóia

O coronel Neuton Bóia assumiu nesta última terça-feira (02) o comando de policiamento da capital em substituição ao coronel Gilmar Batinga. O nome do mais novo comandante foi publicado na segunda-feira (1), no Boletim Geral Ostensivo n° 059.

Neuton Bóia, que até então estava na função de comandante de outro grande comando da corporação, no caso o CPAI-II, responsável pelas Unidades que realizam o policiamento na região agreste e do baixo São Francisco, tem 28 anos de carreira na Polícia Militar e sua formação no curso de oficial ocorreu na Academia Militar do Paudalho, localizada no estado de Pernambuco, entre os anos de 1986 e 1988.

Além do CPAI-II, o coronel Neuton teve a oportunidade de comandar o 6º BPM, sediado em Maragogi, o Batalhão de Polícia Rodoviária e o Batalhão Ambiental. Na condição de oficial subalterno e intermediário, passou por unidades de área e especializadas, a exemplo do 5º BPM e do antigo Choque, atual Bope.

Confira abaixo a entrevista concedida à Assessoria de Comunicação da PMAL:

O senhor vem de um grande comando, no caso o CPAI-II, responsável basicamente pelo policiamento da região agreste e baixo São Francisco, nesse sentido, há alguma inovação ou experiência a qual pretende trazer para o CPC?

É necessário fazer um comando participativo, onde haja uma maior integração entre os comandantes de Unidades e SubUnidades com este Comando, seguindo as diretrizes do policiamento ostensivo. Pretendo também incentivar e ampliar a confecção do Termo Circunstanciado de Ocorrência, o qual apresentou grandes resultados nas Unidades do CPAI-II.

Um grande avanço conquistado no comando do coronel Gilmar Batinga foi a atualização das estatísticas e mapeamento das áreas abrangidas pelo CPC. Nesse sentido, o senhor pretende dar continuidade a este avanço?

Com certeza. Atualmente a região metropolitana já está toda mapeada, com os pontos críticos traçados e pré-determinados, inclusive com os horários de maior incidência criminal, além do tipo de delito mais comum por região, por isso vamos utilizar esta ferramenta para melhor direcionar o efetivo proporcionando maior sensação de segurança à população.

Com relação as ações do programa “Brasil mais seguro – Alagoas”, o senhor pretende desenvolver ações específicas de segurança pública no sentido de otimizar o policiamento, não só na periferia da capital alagoana, mas também nos demais municípios que o CPC abrange?

Continuaremos a executar as ações do programa, porém será necessário um enfoque maciço na área de inteligência, de forma integrada com ações da Polícia Civil e Força Nacional, tendo por objetivo dinamizar o emprego do efetivo na ponta de linha, a fim de que ele não seja empregado aleatoriamente no terreno, possibilitar também o estreitamento dos laços com os órgãos que compõem a segurança pública do estado.

Quais são as suas expectativas e metas no comando do CPC?

Primeiramente aumentar a ostensividade nos bairros onde a violência é latente, de acordo com a visão estratégica do CPC, tais como o Jacintinho, Benedito Bentes, Cidade Universitária, Santos Dumond, Clima Bom, Village Campestre, Gama Lins, Vergel do Lago, Vale do Reginaldo, municipios que fazem parte da grande Maceió como Pilar, Rio Largo e Marechal Deodoro, utilizando as OPMs de área, unidades especializadas, com o apoio da demais forças de segurança. Outros pontos que considero fundamentais são: a otimização do emprego do efetivo; a política de valorização dos policiais que estão na atividade operacional; emprego do efetivo administrativo em ações operacionais; manter e apoiar em sua doutrina o policiamento comunitário a ronda cidadã, tendo em vista o modelo de aproximação da PM com a comunidade, e como já citado investir no serviço de inteligência integrado.

ASCOM da PMAL disse...

Comando se reúne com Associações militares para tratar de assuntos referentes à Corporação

A reunião entre as representações de militares da reserva e da ativa com o comandante-geral, na tarde desta terça-feira (02) foi considerada produtiva. Em discussão foi colocada uma pauta de reivindicações que visam benefícios para todas as patentes, priorizando a Lei de Promoção e a jornada de trabalho, num primeiro momento, bem como o realinhamento salarial.

As lideranças apresentaram ao Comando vários pontos que defendem e que querem debater para se chegar a um consenso a exemplo do serviço extra voluntário, o Código de Ética da corporação, acesso à primeira graduação, AL Previdência, entre outros. Porém, para qu e não houvesse um atropelo, todos concordaram em expor e discutir imediatamente o que estaria incomodando mais a tropa, requerendo, portanto, mais urgência.

No tocante ao realinhamento, na tabela proposta pela Secretaria de Gestão Pública (Segesp) até abril de 2014 juntando os 3%, o IPCA e o realinhamento, um cabo passaria a receber R$ 2.870,00. Os militares rejeitaram e, somente com o IPCA e os 3% já agora em maio estarão com esse mesmo valor em salário.

O comandante também achou viável debater a Lei Orgânica e se prontificou a discutir com os policiais a questão relativa à licença especial. Duas comissões foram criadas com o intuito de dar celeridade às avaliações e aos debates entre as associações e o comando. Os policiais lembraram a importância de se ter acesso ao comandante para discutir problemas relacionados à base.

“O líder da tropa é o comandante. Se tiver um comandante que diga vamos puxar isso aqui, a gente vai até o fim. Esse momento é importante porque, ao contrário do comandante anterior, o senhor nos recebeu e se dispôs a intermediar as coisas. Esperamos que resulte em êxito”, afirmou o cabo Wagner Simas.

O coronel Dimas entende que a grande dificuldade era a separação da tropa. “Tudo se complicava porque existia o grupo dos oficiais e o grupo das praças. Pensamos, como uma instituição pode crescer se ela não pode aproveitar o que cada um tem de melhor? Temos que criar dentro da corporação um clima para evoluir, aqui não existe o que serve e o que não serve. Todos têm algo para contribuir e temos de agregar valores. Trabalhamos em prol da corporação e mostrando para a sociedade a nossa competência. Ninguém trabalha para o comandante, se tiver pensando assim e fazendo, está errado”, lembra.

E continua: “Não posso evoluir,, fazer nada sem discutir. Independentemente dos posicionamentos que tomaram ou que tomam. Eu não posso levar o posicionamento das associações para o campo pessoal. Todos nós acertamos e erramos”, concluiu o comandante.

Para discutir a Lei de Promoção foram indicados o sargento Ramalho, do Corpo de Bombeiros, o cabo Wagner Simas, da Aspra, sargento Teobaldo, da Associação dos Subtenentes e Sargentos (Assmal) e o major Fragoso, da Associação dos Oficiais Militares (Assomal).

A comissão para encontrar alternativas com o Departamento de Pessoal, juntamente com o coronel Albino, para as licenças especiais, jornada de trabalho e outros é formada pelo sargento Teobaldo, o subtenente Edvaldo e o cabo Filho.

Os militares expuseram para o coronel Dimas que está havendo disparidade no tocante às licenças causando desvantagens a alguns batalhões. “Antes não havia regra, agora é feito um estudo para que não haja injustiças, vamos fazer uma reavaliação e levar à mesa para discutir”, afirma o coronel. Ficou acertado que, por conta da data já marcada pelo Governo do Estado para a apresentação das propostas militares, dia 13 de maio, as discussões ocorrerão em sequência, todas as terças-feiras entre o comando e as lideranças militares.

Com Correio de Alagoas

ASCOM da PMAL disse...

Comando se reúne com Associações militares para tratar de assuntos referentes à Corporação

A reunião entre as representações de militares da reserva e da ativa com o comandante-geral, na tarde desta terça-feira (02) foi considerada produtiva. Em discussão foi colocada uma pauta de reivindicações que visam benefícios para todas as patentes, priorizando a Lei de Promoção e a jornada de trabalho, num primeiro momento, bem como o realinhamento salarial.

As lideranças apresentaram ao Comando vários pontos que defendem e que querem debater para se chegar a um consenso a exemplo do serviço extra voluntário, o Código de Ética da corporação, acesso à primeira graduação, AL Previdência, entre outros. Porém, para qu e não houvesse um atropelo, todos concordaram em expor e discutir imediatamente o que estaria incomodando mais a tropa, requerendo, portanto, mais urgência.

No tocante ao realinhamento, na tabela proposta pela Secretaria de Gestão Pública (Segesp) até abril de 2014 juntando os 3%, o IPCA e o realinhamento, um cabo passaria a receber R$ 2.870,00. Os militares rejeitaram e, somente com o IPCA e os 3% já agora em maio estarão com esse mesmo valor em salário.

O comandante também achou viável debater a Lei Orgânica e se prontificou a discutir com os policiais a questão relativa à licença especial. Duas comissões foram criadas com o intuito de dar celeridade às avaliações e aos debates entre as associações e o comando. Os policiais lembraram a importância de se ter acesso ao comandante para discutir problemas relacionados à base.

“O líder da tropa é o comandante. Se tiver um comandante que diga vamos puxar isso aqui, a gente vai até o fim. Esse momento é importante porque, ao contrário do comandante anterior, o senhor nos recebeu e se dispôs a intermediar as coisas. Esperamos que resulte em êxito”, afirmou o cabo Wagner Simas.

O coronel Dimas entende que a grande dificuldade era a separação da tropa. “Tudo se complicava porque existia o grupo dos oficiais e o grupo das praças. Pensamos, como uma instituição pode crescer se ela não pode aproveitar o que cada um tem de melhor? Temos que criar dentro da corporação um clima para evoluir, aqui não existe o que serve e o que não serve. Todos têm algo para contribuir e temos de agregar valores. Trabalhamos em prol da corporação e mostrando para a sociedade a nossa competência. Ninguém trabalha para o comandante, se tiver pensando assim e fazendo, está errado”, lembra.

E continua: “Não posso evoluir,, fazer nada sem discutir. Independentemente dos posicionamentos que tomaram ou que tomam. Eu não posso levar o posicionamento das associações para o campo pessoal. Todos nós acertamos e erramos”, concluiu o comandante.

Para discutir a Lei de Promoção foram indicados o sargento Ramalho, do Corpo de Bombeiros, o cabo Wagner Simas, da Aspra, sargento Teobaldo, da Associação dos Subtenentes e Sargentos (Assmal) e o major Fragoso, da Associação dos Oficiais Militares (Assomal).

A comissão para encontrar alternativas com o Departamento de Pessoal, juntamente com o coronel Albino, para as licenças especiais, jornada de trabalho e outros é formada pelo sargento Teobaldo, o subtenente Edvaldo e o cabo Filho.

Os militares expuseram para o coronel Dimas que está havendo disparidade no tocante às licenças causando desvantagens a alguns batalhões. “Antes não havia regra, agora é feito um estudo para que não haja injustiças, vamos fazer uma reavaliação e levar à mesa para discutir”, afirma o coronel. Ficou acertado que, por conta da data já marcada pelo Governo do Estado para a apresentação das propostas militares, dia 13 de maio, as discussões ocorrerão em sequência, todas as terças-feiras entre o comando e as lideranças militares.

Com Correio de Alagoas

Anônimo disse...

É tudo mídia, deputado, no PMAL não presta pra nada, só tem PMs heróis mas são velhos, doentes, mal remunerados, tristes, decepcionados, vivem a todo momento com medo de punições, estão desgastados, desestimulados, sem norte nenhum por causa desse governo... E se essa polícia parar, o caos vem.

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