Ressocialização dos Dependentes Químicos

Não faz muito tempo, trouxemos uma série de postagens sobre alguns assuntos comentados nos bastidores do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL). E dentre tais assuntos, como não poderia deixar de ser, o alvo era a cúpula da segurança pública (especificamente os senhores Dário César Cavalcante, Luciano Silva e, mais recentemente, o irmão do primeiro, Dimas Cavalcante).

Semana passada, assim que souberam – pelos policiais lotados no TJ/AL – que os irmãos Cavalcante, Dário e Dimas, gostavam de aparecer publicamente tomando “providências” bem geladas, mais uma vez os desembargadores resolveram manifestar-se sobre esse fato. E assim, como quem dá um soco com uma luva de pelica, aproveitaram um projeto-piloto do Conselho Nacional de Justiça (que por sinal é identico ao sonho adormecido do Desembargador Tutmés) e chamaram Dário César para conversar sobre “a ressocialização dos dependentes químicos”.

E para rechaçar eventuais dúvidas quanto à legitimidade da ação, isto é, para que depois ninguém venha dizer que esse ou aquele desembargador está agindo com pessoalidade, o encontro foi oficializado e ocorreu entre o Presidente do TJ/AL, Tutmés Airan, e o secretário de Defesa Social, Dário César.

Oficialmente, foi divulgado que o desembargador e o secretário discutiram os detalhes da implantação de um centro para tratamento de dependentes químicos... Através de um projeto-piloto que está vinculado às ações do programa Começar de Novo, do CNJ.

Diante do exposto, a julgar pela forma como as nossas autoridades costumam apresentar-se em público, em explícita situação crônica de dependência química, acreditamos que a mensagem transmitida ao secretário foi bem clara. Principalmente depois que o Desembargador Tutmés afirmou que a proposta (do CNJ) é “vencer a dependência química através do trabalho”. Logo, é de se concluir que o Secretário de Defesa Social e o Governador do Estado deveriam trabalhar mais, para beber menos.

Sensível à mensagem do desembargador, o secretário ratificou a importância do projeto: “Com a possibilidade de tratamento, o cidadão recupera a possibilidade de ser respeitado na sociedade alagoana”.

Dario Cesar também confirmou a intenção de oficializar apoio ao projeto, sendo ele mesmo um dos matriculados no programa. Eis a razão pela qual os técnicos da Secretaria de Defesa Social (SEDS) se reuniram com assessores do Presidente do TJ para discutir meios de oficialização da parceria, necessária à viabilidade do centro de recuperação.

Antes de terminar a reunião, o Desembargador Tutmés Airan também expôs o projeto a representantes de outras secretarias do Poder Executivo estadual. “A sociedade precisa encontrar alternativas aos que querem se livrar da dependência química”, pontuou o desembargador, que já expôs esse projeto à Associação Alagoana de Magistrados (Almagis).

Vocês precisam eleger um Deputado Estadual para representar os seus interesses!

10 comentários :

Velha Guarda disse...

Oh, aaaah
Bebo: cachaça!

Profissão copo na mão
Provador de caninha,

Esse é um "dom"
Que eu tenho de família

kkkk

Nunca antes um coronel da PMAL foi tão desmoralizado e ficou por isso mesmo. E olhem que quem criou o Briosa Em Foco foi Dário César, quando extinguiu o antigo jornalzinho da PMAL, O Miliciano.

Ah, que saudade dos dinossauros...

Anônimo disse...

Dr Júlio, qualquer hora dessas seu lava-jato será visitado...

Anônimo disse...

Por isso, e outras coisas, nosso Estado esta nesta fase negra de podridão, senhores isso é uma vergonha.

Anônimo disse...

Primo do Governador é preso após dirigir embriagado
Policiais da guarda do Palácio teriam tentado fazer colegas desistirem da prisão
Katherine Coutinho, com Fernanda Ferreira Um primo do governador Teotônio Vilela Filho foi preso na noite desta sexta-feira (24) após ser flagrado dirigindo embriagado na Jatiúca. Informações da Polícia Militar apontam que Leonardo Pernam Tenório estava dirigindo de forma perigosa na Avenida Álvaro Otacílio.

Segundo oficiais do 1° Batalhão da Polícia Militar, uma guarnição abordou Leonardo e percebeu sintoma de embriagues, o que fez com que solicitassem um exame de bafômetro, que o acusado se negou a fazer. Em virtude disso, ele foi conduzido à Central de Polícia, localizada no bairro do Prado, em seu próprio veículo, uma Land Rover branca, placa OHJ-0140/Maceió, uma vez que se negou a entrar na viatura.

Os PMs afirmaram ter sido abordados por policiais que fazem a guarda do Palácio, que ficaram sabendo da prisão. Os colegas teriam pedido para os PMs relevarem, justamente por conta do parentesco de Leonardo com Teotônio Vilela.

O acusado foi ouvido pelo delegado plantonista da Deplan I, Leonardo Assunção. O secretário chefe do Gabinete Civil, Álvaro Machado, e o secretário estadual de Comunicação, Rui França, foram à Central de Polícia acompanhar o caso.


E AGORA GOVERNADOR?????

Anônimo disse...

NÓS QUE NÃO ATESTAMOS ESSES FALSOS LÍDERES (SGT TEOBALDO, MAJ FRAGOSO, Cb SIMAS, Cb SOARES, ETC) GOSTARIAMOS DE SOLICITAR AO BRIOSA EM FOCO QUE COLOCASSE NO ROL DE DEPENDENTES ESSES FALSOS LÍDERES. NÓS APROVEITANDO ESSE ESPAÇO QUEREMOS CONVIDAR OS SENHORES ASSOCIADOS DA ASSMAL A SE FAZEREM PRESENTES NA ASSEMBLÉIA GERAL DO DIA 29/05/2013 - ÀS 14H00 (QUARTA-FEIRA) NA SEDE DA ENTIDADE, POIS TAL ASSEMBLÉIA TERÁ A FINALIDADE DE DÁ NOVA REDAÇÃO A ALGUNS ARTIGOS DO ESTATUTO, BEM COMO SOLICITAR DA ASSEMBLÉIA APROVAÇÃO DE UMA TAXA PARA CONSTRUÇÃO DE CHALÉS EM MARAGOGI/AL - TERRENO PRÓPRIO DA ENTIDADE. SUA PRESENÇA É DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA. QUANTO A POSIÇÃO DE NÓS QUE NÃO ATESTAMOS ESSES FALSOS LÍDERES QUEREMOS DIZER QUE SOMOS CONTRA A QUALQUER DOAÇÃO DO ASSOCIADO PORQUE ENTEDEMOS QUE ARRECADAÇÃO DA ENTIDADE É SUFICIENTE. QUANTO A MUDANÇA NO ESTATUTO NO QUE SE REFERE A SEPARAÇÃO DO CONSELHO FISCAL COM ELEIÇÃO PRÓPRIA TAMBÉM SOMOS CONTRA. FORA TEOBALDO! FORA TEOBALDO! FORA TEOBALDO! A POLÍCIA FEDERAL VAI ENTRAR NO CASO. NOS AGUARDE! NOS AGUARDE! NOS AGUARDE!

Anônimo disse...

QUE TAL COMEÇAR COM PRIMEIRO PACIÊNTE DROGADO,SUGESTÃO COLOQUEM LOGO O CARA DE BURACO OU QUEIJO SUIÇO DO GOVERNADOR PARA SE TRATAR NESTE FAMIGERADO CENTRO DE APOIO.

Anônimo disse...

a violência urbana cresce assustadoramente, podem mudar quantos secretários quiserem, que o sistema não muda, o que temos é que lutar por nossos interesses, em prol das policias civil, militar e bombeiros, se quiserem ter um bom nome representando nossos interesses, basta escolher o sargento braz do copom, homem decente e inteligente, que nunca ouvi falarem tão do senhor. sua camisa visto há 03 meses, e espero que o senhor realmente seja nosso candidato. atenciosamente cb oliveira

Um Amigo disse...

“Segurança é feita de ação e sensação”. A frase é do secretário de Defesa Social, Dário César. Com base nas palavras do secretário, se ‘segurança é ação’, valem os dados publicados pelo Estado, que dão conta da redução do índice de criminalidade, em Alagoas, entre 10% e 15%, e 20% em Arapiraca. Garante o Estado que os números são reflexos do plano piloto Brasil Mais Seguro, do governo federal, que em junho completa um ano de implantado em Alagoas.

Mas se “segurança é sensação”, é imprescindível registrar que diversos setores da sociedade não “sentem” a criminalidade diminuir. Pelo contrário: de abril até agora, Alagoas registrou episódios violentos como invasão e assaltos a residências; invasão e assaltos a bares e restaurantes, na chamada parte nobre de Maceió, entre as orlas de Ponta Verde e Pajuçara, e viu um homem caído assassinado, em plena Av. Amélia Rosa.

Os números da própria Defesa Social dão conta de que, com o fechamento do boletim de abril, 759 pessoas foram assassinadas em Alagoas. Para tentar diminuir a 'sensação' de medo da sociedade, a Segurança Pública realizou pelo menos quatro operações denominada Sensação no último mês em Maceió e cidades do interior como Arapiraca.

Somente em um fim de semana de abril, por exemplo, a própria estrutura de segurança do Estado divulgou que houve oito mortes em menos de 24h no Estado; a média diária de homicídios é de 6,33, enquanto que a média de todo ano de 2012 foi de 5,97. Para conversar sobre o assunto, Dário César recebeu a reportagem do TNH1 na Secretaria Estadual de Defesa Social (Seds).

Assaltos e invasões a casas – “O problema disso é que a população está presa ao que acontece hoje. Porque quem disse que no ano passado os assaltos também não aconteceram ou com mais frequência? A memória das pessoas é a recente, é a atual. Por isso afirmo que segurança pública é ação e sensação. Temos aí um problema estrutural, que é alagoano, e um problema conjuntural, que é do Brasil”.

Violência em bairros nobres – “Quando acontece isso na periferia, ninguém observa, mas quando atinge outras camadas da sociedade, em bairros de ricos, as pessoas reclamam, a mídia aumenta a repercussão. Em Alagoas, há muita gente do ‘quanto pior melhor’. Não quero dizer com isso que não é um problema da segurança pública. Mas só com polícia não vamos resolver a questão. Não é possível fazer só polícia ostensiva, tornar o estado policialesco”.


Veja o restante a seguir...

Um Amigo disse...

Controle da situação – “O que não aceito é pegar fatos pontuais e querer fazer disso o todo. Você acredita que eu penso ser normal haver oito mortes em menos de 10 horas? Para provar o que afirmo, em 13 de maio do ano passado foram 23 mortes em um dia”.

Corredor Vera Arruda – “Quando falamos na morte do médico no corredor Vera Arruda, chama muito atenção porque foi em uma área nobre, chama mais atenção do que na periferia. Porém, em locais que não são os chamados nobres, as mortes estão presentes todos os dias e não se dá o mesmo destaque. O que o Estado está fazendo é trabalhando para diminuir os índices de criminalidade”.

Brasil Mais Seguro fracassou? – “O Brasil Mais Seguro foca principalmente nos crimes contra a vida, em homicídios, não em furtos ou roubos. Eu não posso comentar o que esse ou aquele parlamentar comentou [deputado Jeferson Morais afirmou no plenário da ALE que o plano federal fracassou em Alagoas]. Nas palavras de quem quiser, o Brasil Mais Seguro é mal-executado. Mas digo que o programa é que o Alagoas precisa, é um programa estrutural, que possibilita a existência de uma delegacia que apure somente os homicídios. O Brasil Mais Seguro está firme, dando resultados. Foram 12 anos de curva ascendente nos assassinatos. Com o Brasil Mais Seguro isso baixou em 13%, e a própria presidente Dilma Rousseff nos parabenizou”.

Operação Mar Azul sem prisões – “Não era operação de mandados de prisão e apreensão. A proposta era mostrar a ostensividade. A questão era fazer o bandido ver que ele não vai poder andar, cometer o crime sem ser notado ou abordado. Ela cumpriu o objetivo, que era ser mesmo ostensiva. A maneira como agimos será repetida em outras operações, que naturalmente não serão divulgadas. Reconheço que essas ações deveriam ser mais constante, mas operações daquele tipo causam sentimento agradável no começo, mas depois passam a incomodar o cidadão. Polícia perto incomoda, e longe faz falta”.

Prender não dá sensação melhor – “A operação não foi feita porque fui cobrado. Acontece que estamos prendendo gente todo dia e a população não vê as ciosas por esse lado. Então pensei que poderíamos mostrar a força da segurança pública nas ruas, dando também um recado para os bandidos, de que não estamos alheios”.

Críticas de Elisabeth Carvalho – “Não perco meu sono com críticas de quem quer que seja porque se o governador Teotonio Vilela me convidou, é porque confia em mim. Quando vou dormir, eu penso que se não fizesse tudo o que faço pela segurança, a coisa estaria bem pior. E isso me dá força para seguir na minha função, que não é fácil. A crítica, de alguma forma, me constrói, enquanto o elogio pode me corromper”.

Bandido bom é bandido morto? – “Em Alagoas há pessoas saudosistas do tempo em que valia o dito ‘bandido bom é bandido morto’. Pergunto: essa postura diminuiu a criminalidade? Claro que não. Quem é jovem não deve ter visto a época em que famílias tradicionais e poderosas em Alagoas matavam, mandavam matar e tudo ficava por isso mesmo, porque eram os bons, eram fortes e impunes. Essa postura é que deve deixar de existir. Nós trabalhamos também nesse sentido”.

Mudança de leis – “A segurança pública ou o secretário não podem ser responsabilizados por tudo de mal que existe no mundo. A Justiça passou 17 anos para julgar um caso [PC Farias], 15 anos com o da Ceci Cunha, e permite que pessoas que foram presas, cometeram crimes, passem a assumir vagas na política e integrem Comissão de Justiça. E isso é inadmissível. Temos que enfrentar todos esses problemas e deixar de achar que a polícia é a responsável por todos os males. Isso é hipocrisia”.

Anônimo disse...

Fugindo um pouco do tema gostaria de tirar uma dúvida com o Dr. Júlio.
Se não me engano foi aberta uma sindicância para apurar o "sumiço" de um notebook pertencente a carga da corregedoria aos cuidados do Ten Cel Everaldo. Mas furto (sumiço) não é crime, e crime não é apurado por IPM.

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