O marketing da Segurança Pública de Alagoas

Os índices da criminalidade em Alagoas podem ainda estar longe de uma significativa redução, mas com certeza o marketing que a Secretaria de Segurança Pública, por intermédio da secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki, está fazendo em cima da suposta redução impressionou o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Que ofuscado pelo que lhe está sendo apresentado, está vindo a Maceió amanhã para repactuar o Programa Brasil Mais Seguro. E o Governador Téo Vilela, prevendo que mais investimentos federais possam ser feitos na Segurança Pública do Estado, o que servirá de combustível para sua campanha ao Senado, comemora essa grande possibilidade:

“Eu acreditava que a renovação deste plano já estava perdida, porque gastamos todo o dinheiro da Segurança e o secretário se mostrou ineficaz em combater a criminalidade com os recursos que sobraram, o que fez com que chegássemos ao patamar da média mensal de 188,25 assassinatos, ou melhor, de crimes violentos letais intencionais (CVLI). Contudo, graças à exitosa habilidade midiática que o Secretário Dário César tem, em mascarar a verdade, fizemos milionários investimentos em publicidade e isso compensou, pois apresentou para a sociedade uma redução significativa nos indicadores da violência”, disse com leniência o governador que administra o Estado de costas para o povo, mas sempre atento aos problemas dos usineiros.

O presidente do CONSEG, Maurício Breda (juiz improvisado como técnico de segurança pública, que acha que sabe tudo de polícia), por sua vez, aproveitou o momento para reafirmar diversas vezes que os índices de criminalidade estão diminuindo em Alagoas com a implantação do programa. “Eu acompanho as estatísticas todos os dias”, afirmou. “Há redução concreta nos crimes em Alagoas. Por isso não aceito que acusem o Plano Brasil Mais Seguro em Alagoas de ser uma balela. (...) Fico chateado, não me conformo e não aceito quando dizem, através de uma parcela da mídia, que o plano não está funcionando. Sem ele seria muito pior, o plano criou um novo paradigma. Hoje temos equipamentos que há um ano nem sonhávamos ter, e outros vão chegar”, revelou.

O Governador Téo Vilela não confirma, mas assim que os recursos do Governo Federal forem disponibilizados o Estado vai comprar mais armas da Empresa Taurus (os mesmos modelos que estão sendo desprezados pelas demais PPMM) para as polícias civil e militar nos próximos meses. Só não se sabe a razão de mais armas, pois os novos soldados somente estarão aptos a servirem à sociedade depois de formados, o que levará um ano após o início do curso de formação; além do que, quase 10% do efetivo da Polícia Militar está de LTS, outra parte está de férias e o restante da tropa não tem como trabalhar, haja vista que as viaturas não estão condições; fato esse que também acontece na Polícia Civil, sendo que naquela polícia além destes fatores ainda existe um detalhe: os policiais civis não tem como saírem das delegacia, pois ainda continuam tomando conta de presos.

Em resumo: mesmo em tempos de mobilizações “vem pra rua”, onde a tônica dos protestos gira em torno do descaso estatal para com a sociedade e os “desvios” praticados pelos representantes do povo (através dos seus planos, seus projetos, suas campanhas publicitárias), a vida humana é o que menos importa.

Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Desrespeito Estatal

Em meio às mobilizações da sociedade Brasil à fora, clamando por moralidade, respeito às leis e à sociedade, dente outras reivindicações, aqui em Alagoas, mais uma vez a CESP/Unb, organizadora do Concurso da Polícia Militar (2012), juntamente com outros responsáveis, quer seja no governo ou na própria PMAL, pela divulgação e celeridade do certame, deixam a desejar. E o governo, por sua vez, em suas milionárias campanhas publicitárias, ludibria a sociedade afirmando que os novos policiais já estão sendo preparados para combater a criminalidade.

Acontece que, no tocante à convocação dos novos soldados, a falta de informação é o que reina. E, com isso, infelizmente centenas de candidatos ficaram reféns do descaso dessa cúpula nojenta. Isso porque, os prazos divulgados no edital não foram cumpridos, a exemplo de outros Estados.

Dito isto, pergunta-se: em que outra unidade da federação o CESP/Unb realizou concurso público para Polícia Militar, tal qual realizou aqui? Resposta: Em nenhum outro lugar!

Nos demais Estados, sempre que é realizado esse tipo concursos público, ou seja, concurso para a função policial, o mesmo é executado e finalizado em seis, sete meses, no máximo. Enquanto que aqui no Estado de Alagoas, estamos às vésperas de completar um ano da realização do concurso. E a julgar pelo que estamos vendo e pelo que conhecemos dos nossos governantes, e da atual cúpula, certamente esse será o primeiro aniversario de uma longa jornada. Pois um ano não será o bastante para ter todas as suas etapas realizadas, visto que até hoje os candidatos ao cargo de soldado combatente esperam a divulgação do resultado provisório da avaliação medica.

Não sabemos quais os reais fatores que levam tanto o gestor público quanto os governantes a agirem com tamanha morosidade. Contudo, a julgar pelo clima politiqueiro que sempre envolve concursos de grande expressão, a exemplo do concurso para Polícia Militar, deixamos no ar a pergunta: será que tamanha morosidade não está relacionada com o ano eleitoral que se aproxima?

Senhores, lembrem-se que, quando da primeira campanha para o governo do Estado, o governador Téo prometeu a investidura de 1.000 novos policiais por ano... Sendo que agora o que se vê é a atual “dificuldade” de empossar os atuais mil do último concurso, sem contar no cadastro reserva que se forma.

Inobstante a isso, um outro assunto é de grande preocupação: no caso, as baixas decorrentes das aposentadorias. O atual governo finge não ver (mesmo porque ele só tem mais um ano e meio), e o atual Comandante Geral, o Coronel Dimas (o “ofuscado”), não gosta nem de tocar no assunto, mas fato é que a convocação dos 1.000 novos soldados deste concurso não suprirá a lacuna decorrente das aposentadorias nos últimos dois anos. E mesmo que sejam convocados mil policiais pelos próximos quatro anos, ainda assim não atingiremos o contingente estipulado na LOB da PMAL. E foi o Dário César, quando da sua passagem pelo cargo de Comandante Geral da PM, quem disse: “hoje contamos com uma tropa velha, doente, que está às vésperas da aposentadoria”.

No próximo dia 20, por volta das três horas, no entorno da Praça do Centenário, em Maceió, a população alagoana irá se mobilizar e clamar, novamente, por segurança, saúde, educação, etc. Na ocasião, os candidatos do último concurso se farão presentes, mais uma vez, cobrando a nomeação, não apenas porque foram aprovados no concurso, mas também porque estão ávidos para darem a sua contribuição para a construção da nossa sociedade. Porém, como não nenhum tipo de notícia é prestada quanto à convocação dos soldados, como não julgamos que o governo e o comando estão agindo com um total descaso com os futuros policiais?

Tentamos saber com os nossos contatos quando é que, se é que existe alguma previsão exata, os novos soldados iniciarão o curso de formação, e a resposta foi evasiva: a prioridade agora é a convocação da primeira turma do Curso de Formação de Oficiais (CFO). Por falar nisso, cabe observar que mesmo os candidatos do CFO tendo feito o concurso na mesma data que os candidatos do Curso de Formação de Praças, o futuros oficiais já estão prontos com resultado final (para o cargo de oficial) divulgado só esperando o início das aulas.

Por todo o exposto, pode se dizer que: enquanto os rumos da convocação dos novos soldados está aí, preso pelas suas teias burocráticas, e emperrado pelos interesses pessoais politiqueiros, as pessoas estão morrendo, sendo assaltadas em plena luz do dia, crianças estão sendo violadas, e Alagoas está apenas acendendo uma vela para uma dela.
Resta aos pobres “monges candidatos”, fazer a única coisa que têm feito desde o inicio:  meditar e exercitar uma virtude que muitos não sabiam que possuíam, a paciência.

ASS: Toda a população alagoana e todos os futuros policiais que estão fora das ruas!

Ofuscado

Assaltos, sequestros, arrombamentos a estabelecimentos bancários, estupros, depredação e arrombamento de escolas, etc., tudo isso (em grande escala) já faz parte do cotidiano do alagoano há muito tempo, mas parece ser um fato típico para os gestores da segurança pública alagoana. E grande parte da sociedade atribui tais ocorrências à falta de policiamento, bem dizer “da ausência da polícia”.

Enquanto isso, o Comandante Geral, o Coronel Dimas, quando não está circulando em sua lancha mar ou rios a fora, está por aí tomando todas com o seu irmão, Dário César, esquecendo-se da segurança pública. Por conta disso, uma “fonte” palaciana revelou que o Chefe do Gabinete Militar, o Coronel Luciano Silva, está sendo cotado para substituir o Coronel Dimas no “relançamento” do Plano Brasil Mais Seguro – que vai ocorrer agora em julho.

“O Coronel Luciano fez uma boa gestão. É claro que houveram erros e acertos em seu comando, mas ele sabe perfeitamente onde errou, e sabe muito bem o que deve ser feito com uma nova oportunidade. Todos sabem que o Coronel Luciano deixou o Comando da Polícia Militar por questões políticas e pressões internas, mas agora ele está com uma boa imagem perante estes grupos, ao contrário de antes. Além do que, devido a sua bagagem como comandante, ele apresenta o perfil mais qualificado para os projetos do governo nos próximos meses. Tenha certeza que sua indicação goza de grande simpatia, ainda mais devido à gestão ofuscada do Coronel Dimas”, disse a fonte.

Em recente reunião entre o Comando da Polícia Militar e um grupo de professores, o diretor de uma escola arrombada (oito vezes somente este ano) comentou para a imprensa que está cansado de participar de reuniões infrutíferas com o Comando da PM. Ele disse que se não fosse as luvas diferenciadas que o Comandante Geral ostenta nos ombros, não saberia distingui-lo dos demais oficiais presentes à reunião, devido a sua “invisibilidade”.

O Coronel Dimas, por sua vez, ao saber desse fato, tratou de reunir-se com os Comandantes de Batalhões onde existem Bases Comunitárias de Segurança (BCS), e com membros do Núcleo de Policia Comunitária, para “estabelecer diretrizes”, ou seja, dar aperto e cobrar mais empenho do policiamento, numa típica “mijada” (lembre-se que o mijo sempre desce a escada).

“Todos as Unidades, nas pessoas dos seus comandantes e comandados, precisam se envolver, pois quando a sociedade é molestada quem responde não é a Polícia Militar ou os policiais que estão nas ruas, e sim a minha pessoa”, disse o coronel Dimas ao completar que outras reuniões acontecerão visando uma maior efetividade nas ações da Polícia Militar.

Só que aí tem um problema: o Coronel Dimas não pode jogar para a tropa o resultado da sua gestão ofuscada, marcada apenas por resultados pífios ou catastróficos, bem como não pode exigir que a tropa cumpra o seu mister, quando ele, a maior autoridade da nossa Polícia Militar, não faz as vezes de Comandante Geral, nem muito menos dá o exemplo. Por falar em exemplo, que moral o Comandante Dimas tem para cobrar algo dos subordinados ou falar de “Polícia Comunitária”, quando ele mesmo – locupletando-se de diárias – foi para um Congresso de Polícia Comunitária, no Rio Grande do Sul, e deixou de assistir as palestras do curso para ir ao Beira Rio, antigo estádio do Internacional, para assistir Inter X Santos?

É por essas e outras que estamos batendo na tecla:

Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Coautora do assassinato do Cabo Da Silva

As investigações que visam prender todos os integrantes da quadrilha responsável pelo assassinato do Cabo José Wellington da Silva, já deram o primeiro resultado. Neste domingo, dia 9, os abnegados policiais da 5ª CIA/Ind. conseguiram localizar a safada mulher que deu a ordem para o seu comparsa atirar no cabo.

Maria Flaviana dos Santos (“Flavinha”), 21, foi presa na Avenida São José, no bairro Poeiras, em Marechal Deodoro. Ela, tentando dar uma de esperta, quis convencer os policiais que era “de menor” e se chamava Fernanda (“Fê”). Mas no final acabou confessando que faz parte de uma quadrilha, que é formada por vários bandidos de alta periculosidade; e, sem nenhum remorso, assumiu ter mandando seu “amigo” matar o Cabo Da Silva.

Depois de algum tempo “conversando” com a bandida, a surpresa maior foi quando – de forma fria – Flaviana relatou outros crimes que ela e seu bando já praticaram, entre eles o que vitimou o tenente da reserva, Manoel Cavalcante da Silva (que foi executado dentro de um ônibus)...

Agora que já pegamos a pessoa que “vai transmitir” a mensagem, falta “encontrar” o restante dessa quadrilha.

Precisamos eleger um Deputado Estadual que defenda a legitimidade das nossas ações!

Cabo Da Silva (outra estatística...)

Mais um policial militar foi assassinado. Dessa vez, foi o Cabo José Wellington da Silva, que era lotado no Batalhão Ambiental. Ele foi assassinado durante mais um assalto a transporte alternativo no Estado, mesmo não tendo esboçado nenhum reação. Durante o assalto a sua arma foi levada pelos assaltantes.

De acordo com os passageiros que estavam na van, ele foi assassinado por um trio (dois homens e mulher participaram) durante o assalto. Sendo que antes do assassinato o motorista foi obrigado a entrar em uma estrada secundária, no canavial, onde percorreu muitos quilômetros.

Após os disparos, os criminosos recolheram pertences dos passageiros e fugiram. Como o Cabo Da Silva ainda estava com vida, os próprios passageiros começaram a prestar socorro a ele, que ainda chegou com vida ao Hospital Geral do Estado (HGE), mas faleceu logo depois.

A família do cabo, desolada, desabafou:

“Até agora não apareceu ninguém dos Direitos Humanos, nem da OAB, nem um Coronel da Polícia para perguntar como estamos. Mas se fosse o meu irmão que tivesse matado um bandido desse estava tudo mundo aqui para afirmar que ele não era preparado...”.

A gente sabe que muito do que está acontecendo é fruto da falta de uma política de segurança pública séria, com profissionais qualificados e vocacionados com o seu mister, bem como da falta de investimentos em setores prioritários, como, por exemplo, a educação e a própria segurança pública, dentre outros. Mas nem por isso a gente vai aproveitar o momento, com a morte de um companheiro, para fazer as devidas cobranças ao governo, mesmo porque a gente sabe que não surtiria efeito algum.

A gente sabe que nada do que for feito, seja individualmente ou até mesmo no âmbito corporativo, vai amenizar a dor da família, mas ainda assim, como no caso do Soldado Valter Sá (outro policial que foi assassinado em uma van, com um tiro na cabeça), bem como no caso do Tenente Manoel Cavalcante (que foi assassinado dentro de um ônibus, também com um tiro na cabeça), uma coisa é certa: vamos agir, seguindo os nossos instintos mais primitivos, da mesma forma como fizemos pelos irmãos de farda citados. Vamos em busca de justiça! E no final, como sempre, vamos deixar alguém – o menos culpado – para contar a história aos demais.

A propósito, agora restam apenas dois envolvidos no assassinato do Cabo Da Silva (um já era).

Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Oportunistas

Recentemente foi aprovada no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas uma indicação de autoria do Deputado Estadual Jeferson Morais (DEM), que sugere ao Governo do Estado uma mudança na estrutura organizacional da Polícia Militar (art. 17, da Lei nº 6.399, de 15 de agosto de 2003 – LOB da PMAL), através da criação da função militar motorizada para policiais militares e bombeiros.
Através da proposta do deputado, policiais militares e bombeiros condutores de viaturas, motos e embarcações passarão a receber gratificações, o que, noutros termos, corresponde ao devido reconhecimento da importância da função.
Na prática, se esse projeto for aprovado acreditamos que isso irá resolver um grande problema para as instituições militares, pois atualmente a maioria dos militares que desempenham a função de motorista o fazem a contra gosto, pois não recebem qualquer incentivo por isso, o que frequentemente resulta na prisão de algum militar por insubordinação.
E já que o assunto é mudança na legislação castrense, o Cabo Simas, que cada vez mais anda ofuscado perante a tropa, preocupado com a sua carreira política, tem procurado contornar essa situação fazendo “articulações” e aparições midiáticas, tratando de diversos temas de interesse da tropa.
Sendo assim, não faz quinze dias ele apresentou ao governador um projeto para alterar a Lei de Promoções, através do qual o interstício da promoção de Soldado para Cabo deveria ser reduzido de 10 para 5 anos (60 meses), e o de Cabo para Terceiro Sargento de 5 para 3 anos (36 meses).

Paralelo a isso, o Cabo Simsa tem procurado se reunir com os representantes de diversos sindicatos (a exemplo do Sindpol, Sinteal, Urbanitários, Sindsmejal, Sindvigilantes, Sindnutri e Sindbancários). A “desculpa”, para reunir-se com os representantes de outras categorias, tem a ver com o momento: “a avaliação do índice inflacionário (IPCA), autorizado pelo governo como reajuste e aprovado pela ALE no percentual de 5,83%, que ficou abaixo da deflação real e sem a aplicação do ganho real”.
A meu ver, e eu posso até estar errado, o Cabo Simas coligou com os políticos errados, e age mais errado ainda quando ignora os representantes das demais associações militares. Inobstante a isso, se realmente houve-se interesse dele em fazer coisas relevantes pela Tropa, e não em prol de si mesmo, ele as teria feito quando teve oportunidade, ou seja, quando de sua passagem pela ACS, e não agora quando a sua importância e utilidade é menor que a das mercadorias de resto de feira.
Ainda relação à passagem do Cabo Simas pela ACS, há quem diga que por ele não “gerenciar” grandes cifras atualmente, como fazia outrora, aja vista que entidade por ele presidida não arrecada tanto assim, está depressivo agora resolveu investir na TELEXFREE (clique aqui).
E para que depois ninguém venha dizer que estamos inventando coisas tendenciosas contra o Simas, encerro esta postagem com a seguinte informação:
BGO nº 096 de 23 de maio de 2013
IV - Corregedoria Geral
a) Seção de Polícia Disciplinar
1. DESIGNAÇÃO DE OFICIAL
1.1. Portaria nº 045-Sind-CG/Correg., de 21.05.13
O Cmt Geral, no uso das atribuições que lhes são conferidas, de acordo com o artigo 14, § 1º, I, do RDPMAL, aprovado pelo Decreto nº 37.042, de 06.11.1996, designa o Maj QOC PM mat. 82154 José Daniel de Lima Neto para através de Sindicância apurar possível transgressão disciplinar entre os anos de 2008 a 2010, atribuída ao Cb PM mat. 78009 Wagner Simas Filho, Adido Especial à CCSv/Ajd. Geral, à época Presidente da Associação de Cabos e Soldados da PM e CBM/AL, por suposta administração fraudulenta (não prestação de contas) e desvio de recursos financeiros para a ASPRA em 2010, conforme Requerimento firmado pelo Cb PM mat. 77467 José Soares Cordeiro, Presidente da ACSPMCBM/AL, e Ata da 1ª Assembleia Geral Extraordinária da ACSPMCBM/AL. Conduta, abstratamente, prevista nos artigos 33, 34 e 35 da Lei nº 5.346/92 (Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Alagoas) c/c art. 31, inc. XXVII, e art. 32, inc. XIX, XXV, XLV e LVIII, do RDPMAL.
Em consequência, o Sindicante compareça à Seção de Polícia Disciplinar da Corregedoria, no prazo de 48h, para recebimento da Portaria e demais documentos, ficando desde já orientado que o(s) Sindicado(s) deve(m) estar acompanhado(s) do(s) respectivo(s) defensor(es), em conformidade com a Portaria nº 001/2000-ASS-CG, de 04 de janeiro de 2000, e com a NP nº 146/12-CG/CORREG, publicada no BGO nº 088 de 10/05/2012, páginas 11 e 12.
Em resumo é mais ou menos assim: “a criatura devorou o criador” (isso porque, o Cabo Soares era o Secretário Geral da ACS, no período dos desvios, aprovando tudo o que Cabo Simas, presidente, fazia; sem falar, que ele mesmo, o Soares, assumia a presidência da entidade sempre que o Simas se afastava).
Eis mais uma razão para defendermos a tese que:
Precisamos eleger um Deputado para representar os nossos interesses!

“Falta de Interesse da Corporação”

Senhores, em nome de todos os integrantes do Briosa em Foco, venho convocar a comunidade policial (amigos e familiares, bem como os leitores deste blog) a colaborar com “a realização do sonho do Soldado Wistefânio”, que pratica Tae-kwon-do (arte marcial coreana) e pretende disputar os Jogos Mundiais de Policiais e Bombeiros (Word Police and Fire Games), que vai acontecer entre os dias 1º e 10 de agosto deste ano, em Belfast, na Irlanda do Norte.

Entenda o porquê dessa convocação

O soldado, que é lotado no BPRp, solicitou uma ajuda financeira à Diretoria de Finanças da Polícia Militar porque, como profissional amador, não está conseguindo patrocínio para disputar os Jogos Mundiais de Policiais e Bombeiros, na Irlanda do Norte, mas a solicitação de custeio foi indeferida sobre os argumentos de que “não havia previsão legal para tanto”, bem como “que não era de interesse da corporação”.

Diante disso, o Soldado Wistefânio resolveu buscar ajuda perante a imprensa, ocasião em que revelou que já tem 65 títulos, sendo três internacionais. E que devido ao seu desempenho foi convocado para representar o Brasil na disputa mundial, mas não teve apoio do Governo Estadual – este mesmo que gasta milhões com publicidade enganosa.

Numa de suas entrevistas à imprensa, Wistefânio Mota disse que “Isso é um sonho, uma conquista pela qual batalho há 20 anos”. Que comprou a passagem aérea no cartão de crédito de um amigo pelo valor de R$ 5.000,00 e, agora, está procurando apoio para arcar com a despesa. “Consegui um albergue para me hospedar, que custa R$ 100,00 a diária. Serão 12 dias de hospedagem. Além disso, gastei R$ 456,00 com a taxa de inscrição nos Jogos”. E já prevendo que talvez não consiga a ajuda de que tanto precisa para custear as despesas, o soldado colocou o seu carro à venda.

A Polícia Militar e a Guarda Municipal

A Prefeitura de Maceió, em contra partida, quando procurada pela Inspetora da Guarda Municipal Simone Maria Alves, que também participará do mesmo evento que o Soldado Wistefânio, não criou embaraços ou inventou desculpas financeiras ou normativas: liberou R$ 5.330,00 para que a sua servidora participasse do evento e, visando um melhor desempenho da inspetora, ainda ajustou a sua escala para que ela pudesse treinar.

A Associação de Cabos e Soldados – ACS

A ACS, entidade que representa os Cabos e Soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, segundo alguns militares integrantes da ROCAM, é sabedora da situação do Wistefânio, mas porque gastou uma certa quantia com os militares do BPRp e o próprio batalhão, e porque o seu presidente está em campanha para manutenção do seu grupo à frente da entidade, alega que não tem um centavo. Razão pela qual o seu presidente colocou um “aviso” na porta da sua sala com a seguinte mensagem: “Estão suspensas toda e qualquer ajuda financeira por tempo indeterminado”.

Do que se deduz que: dinheiro para umas coisas a ACS não tem, mas para outras até que sobra. A propósito, Cabo Soares, para quem estava recebendo metade do salário há dois anos atrás, por conta dos empréstimos e das pensões alimentícias, “bonito carro”.

Diante do exposto, convocamos aos amigos leitores, e em especial a comunidade policial, que ajude, que colabore com “a realização do sonho do Soldado Wistefânio” (contato: [82] 8878-2874 ou 9304-6926).

Eis mais uma razão para defendermos a tese que:

Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Guarnição da bef

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