Casa de Torturas

Se fôssemos enumerar os diversos fatos corriqueiros na corporação (Polícia Militar do Estado de Alagoas), um assunto não poderia deixar de ser citado: ASSÉDIO MORAL COM TORTURA FÍSICA E TORTURA PSICOLÓGICA! Fato mais que corriqueiro dentro da PMAL. Também pudera: o que podemos esperar de uma instituição cujo Quartel do Comando Geral fica sediando em um antigo presídio onde era praticada toda adversidade de sorte?
Quem pensa que os tempos de tortura acabaram no Brasil está tremendamente enganado. Os métodos apenas foram aprimorados e estão latentes dentro da Polícia Militar de Alagoas.
Dito isto, vejamos o que a Lei n° 9.455, de 07 de abril de 1997 constitui como crimed e tornura:
“Constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental; Submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo.”
Nesse sentido, são causas de aumento da pena as consequências em relação ao cargo, função ou emprego público. O crime é inafiançável e não passível de graça ou anistia, devendo a pena ser cumprida em regime fechado, salvo a hipótese do artigo 1º, § 2º, desta lei, que impõe uma pena inferior àquele que se omite em face da tortura de terceiro.
Trocoando por miúdos, podemos assim exemplificar: quando um oficial, sabendo que seu subordinado sofre de algum tipo de doença que possui algum tipo de restrição física, e mesmo assim impõe que ele se apresente para cumprir aquele serviço, que no momento é insalubre para sua saúde, está se impondo o SOFRIMENTO FÍSICO, e quando existe IMPOSIÇÃO AO SOFRIMENTO FÍSICO É CARACTERIZADO A TORTURA FÍSICA.
Quando um oficial humilha seu subordinado, perseguindo-o, dando-lhe gritos ou falando em tom de ironias, constrando o subordinado publicamente, dizendo-lhe palavras do tipo “se não aguenta, peça baixa”, está praticando tortura psicológica.
Esse tipo de perseguição, conforme reconhece a medicina, causa problemas ou transtornos psicológicos ou psiquiátricos, os quais, sendo comprovados por algum médico psiquiatra ou psicólogo (sim, psicólogos), restará COMPROVADO A PRÁTICA DE TORTURA PSICOLÓGICA.
Mas, será que somente os exemplos citados acima é que caracterizam a tortura psicológica? É obvio que não! Se o militar vive sendo transferido imotivadamente (“banguela”), sem nenhum motivo plausível, ou sob a justificataiova de “necessidade do serviço” (art. 17, do Decreto nº 33.376, de 09 de março de 1989), ou se você é colocado sempre em SERVIÇO DE GUARDA (punitivo), ou de extra (nos finais de semana ou em jogos) isto também se caracteriza TORTURA PSICOLÓGICA.
Tortura Psicológica é um tipo de agressão que visa primeiramente afetar o indivíduo psicologicamente, ficando a violêncioa física em segundo plano. É uma violência que ocorre sempre em uma relação desigual de poder, em que o agente exerce autoridade sobre a vítima, sujeitando-a a aplicação de maus tratos mentais e psicológicos de forma continuada e intencional.
A forma como é feita a tortura psicológica não provoca dor física em nenhum momento, mas a humilhação, o estresse e a amgústia causada pode deixar cicatrizes psicológicas permanentes. Pessoas que sofrem a tortura psicológica muitas vezes precisam de tratamento para poder superar o trauma. Caso não seja tratado de forma adequada, pode levar ao suicídio ou afastamento da sociedade.
Tanto a TORTURA FÍSICA quanto a TORTURA PSICOLÓGICA devem ser denunciadas ao Ministério Público do Estado de Alagoas, para que este tipo de práticas – nocivas e imorais – não se perdurem em pleno ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO. Lembre(m)-se sempre que no artigo 5°, da Carta Magna, está todo o regramento jurídico dos Direitos Humanos; e que vocês, militares, também estão incluídos na Carta Magna.
Portanto, se por um lado os militares têm deveres e obrigações, por outro existe os seus direitos. E quanto a isso, vocês não podem ficar omissos. Dizem que o anonimato é a arma dos covardes, nós preferimos acreditar que as denúncias (qualquer que seja a forma) sejam a melhor arma contra a opressão. Por isso, denunciem!
Os casos comprovados de tortura física ou psicológica, nas organizações militares, geram indenizações por Dano Moral e Existencial em torno de R$ 50 mil a um milhão de reais (dependendo da comprovação do dano e sequelas). Pesquisem o tema nos Tribunais de Justiça dos Estados, onde existem dezenas de jurisprudencias, sendo que a melhor confirmação disso que agora falo está no STJ e no STF.
Em resumo, podemos até concluir reconhecendo que estes valores são substanciais, em relação ao dano provocado, pois não pagam o sofrimento da vítima e os danos à sua saúde, mas, com certeza, dá uma boa sensação de alívio. No mais, melhor que ter o sofrimento decorrenta da tortura reconhecido e compensado finaceiramente, é ver que, aos olhos do direito penal, os autores da tortura também podem ser devidamente punidos.
Eis mais uma razão para que eu reafirme:
Vocês precisam eleger um Deputado Estadual para representar os seus interesses!

36 comentários :

Anônimo disse...

A Justiça Federal em Alagoas (JFAL) condenou a União Federal ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 70.000,00 a um jovem ex-integrante do Exército em Alagoas, bem como determinou a sua imediata reintegração ao posto militar, com a sua reforma por invalidez e o pagamento dos soldos atrasados.

Segundo o juiz federal da 1ª Vara, André Luís Maia Tobias Granja, o autor comprovadamente adquiriu patologias (esquizofrenia paranóide e traumatismo do nervo radial ao nível do antebraço) incapacitantes para o serviço militar e trabalho em geral, desencadeadas e agravadas em razão de assédio moral cometido ao longo de dois anos por um capitão do exército e de mau funcionamento do serviço médico da corporação.

A sentença baseou-se em laudo de médico perito do juízo, que identificou péssimo prognóstico, afirmando que a “patologia tem um caráter recorrente, progressivo e deteriorante, estando sujeito a episódios agudos apesar do tratamento contínuo”.

“Além do mais, tais conclusões encontram-se em perfeita harmonia com os pareceres das juntas militares acerca da precariedade do estado de saúde mental do autor, bem como com os documentos que instruíram a inicial (fls. 32/107), que demonstram a ocorrência de várias tentativas de suicídio, surtos psicóticos e internações para tratamento psiquiátrico, entre outras ocorrências”, disse André Granja.

O magistrado ainda apontou que “o serviço médico militar da União não funcionou, porquanto, em face da extrema rigidez própria da hierarquia militar, exercida em jovens com os traços de suas personalidades em formação, era de esperar-se um acompanhamento médico minimamente eficiente, de modo a determinar o encaminhamento a especialista, quando presente qualquer indício patológico mental”.

Desde meados de 2007 até o início de 2009, o autor foi submetido a severas humilhações e perseguições por parte de um capitão do Exército, que o obrigava a executar operações incompatíveis com a sua graduação de 3º sargento, como pintar o muro do quartel em 24 horas, lavar banheiros e fazer faxina geral, dobrar o serviço por falhas na execução de faxina, além de vetar sua participação em cursos de formação e em campeonatos de judô, modalidade em que se destacava.

Segundo André Granja, as testemunhas confirmaram a ocorrência de toda sorte de perseguições, tendo inclusive ambas afirmado que as mudanças no comportamento, de quem antes era considerado um líder na corporação e em artes marciais, só começaram a manifestar-se após a chegada do referido capitão, o qual anunciava não gostar de atletas e dispensava ao autor tratamento público desrespeitoso e ofensivo, impedindo-o sem motivos de participar de campeonatos de artes marciais e obrigado-o a desligar-se do curso de operações especiais do BOPE, faltando apenas quatro dias para o término.

Com o assédio moral sofrido, o seu rendimento caiu, surgindo um quadro depressivo, o qual se agravou bastante com a continuidade das perseguições e humilhações, culminando, em 27/04/2009, com a ocorrência de surto psicótico e tentativa de suicídio que lhe deixaram graves sequelas, não mais podendo realizar movimentos normais com o braço e antebraço esquerdos.

De acordo com o juiz federal, além dos danos à imagem e à auto-estima, houve também danos irreversíveis à sua saúde, cuja gravidade sentenciou o jovem autor ao fim prematuro de sua vida profissional, social e afetiva, daí ter fixado R$ 70.000,00 por danos morais.

A sentença determina ainda que seja oficiado o Ministério Público Federal, para apurar a responsabilidade criminal e por improbidade administrativa do capitão do Exército, bem como o comando do Exército Brasileiro no Estado de Alagoas, para que se empreenda as medidas necessárias a apurar a responsabilidade administrativa do capitão da corporação.

Fonte: Ascom Justiça Federal/AL

Anônimo disse...

A Justiça Federal em Alagoas (JFAL) condenou a União Federal ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 70.000,00 a um jovem ex-integrante do Exército em Alagoas, bem como determinou a sua imediata reintegração ao posto militar, com a sua reforma por invalidez e o pagamento dos soldos atrasados.

Segundo o juiz federal da 1ª Vara, André Luís Maia Tobias Granja, o autor comprovadamente adquiriu patologias (esquizofrenia paranóide e traumatismo do nervo radial ao nível do antebraço) incapacitantes para o serviço militar e trabalho em geral, desencadeadas e agravadas em razão de assédio moral cometido ao longo de dois anos por um capitão do exército e de mau funcionamento do serviço médico da corporação.

A sentença baseou-se em laudo de médico perito do juízo, que identificou péssimo prognóstico, afirmando que a “patologia tem um caráter recorrente, progressivo e deteriorante, estando sujeito a episódios agudos apesar do tratamento contínuo”.

“Além do mais, tais conclusões encontram-se em perfeita harmonia com os pareceres das juntas militares acerca da precariedade do estado de saúde mental do autor, bem como com os documentos que instruíram a inicial (fls. 32/107), que demonstram a ocorrência de várias tentativas de suicídio, surtos psicóticos e internações para tratamento psiquiátrico, entre outras ocorrências”, disse André Granja.

O magistrado ainda apontou que “o serviço médico militar da União não funcionou, porquanto, em face da extrema rigidez própria da hierarquia militar, exercida em jovens com os traços de suas personalidades em formação, era de esperar-se um acompanhamento médico minimamente eficiente, de modo a determinar o encaminhamento a especialista, quando presente qualquer indício patológico mental”.

Desde meados de 2007 até o início de 2009, o autor foi submetido a severas humilhações e perseguições por parte de um capitão do Exército, que o obrigava a executar operações incompatíveis com a sua graduação de 3º sargento, como pintar o muro do quartel em 24 horas, lavar banheiros e fazer faxina geral, dobrar o serviço por falhas na execução de faxina, além de vetar sua participação em cursos de formação e em campeonatos de judô, modalidade em que se destacava.

Segundo André Granja, as testemunhas confirmaram a ocorrência de toda sorte de perseguições, tendo inclusive ambas afirmado que as mudanças no comportamento, de quem antes era considerado um líder na corporação e em artes marciais, só começaram a manifestar-se após a chegada do referido capitão, o qual anunciava não gostar de atletas e dispensava ao autor tratamento público desrespeitoso e ofensivo, impedindo-o sem motivos de participar de campeonatos de artes marciais e obrigado-o a desligar-se do curso de operações especiais do BOPE, faltando apenas quatro dias para o término.

Com o assédio moral sofrido, o seu rendimento caiu, surgindo um quadro depressivo, o qual se agravou bastante com a continuidade das perseguições e humilhações, culminando, em 27/04/2009, com a ocorrência de surto psicótico e tentativa de suicídio que lhe deixaram graves sequelas, não mais podendo realizar movimentos normais com o braço e antebraço esquerdos.

De acordo com o juiz federal, além dos danos à imagem e à auto-estima, houve também danos irreversíveis à sua saúde, cuja gravidade sentenciou o jovem autor ao fim prematuro de sua vida profissional, social e afetiva, daí ter fixado R$ 70.000,00 por danos morais.

A sentença determina ainda que seja oficiado o Ministério Público Federal, para apurar a responsabilidade criminal e por improbidade administrativa do capitão do Exército, bem como o comando do Exército Brasileiro no Estado de Alagoas, para que se empreenda as medidas necessárias a apurar a responsabilidade administrativa do capitão da corporação.

Fonte: Ascom Justiça Federal/AL

Anônimo disse...

A hierarquia e a disciplina, portanto, são os dois sustentáculos da gloriosa Polícia Militar do RN, mas existe uma ameaça invisível que consegue pôr abaixo estes dois preceitos. Estamos falando do assédio moral. Este câncer nas relações profissionais é capaz de causar inúmeros danos psicológicos aos que dele são vítima e é caracterizado por uma conduta abusiva de superiores que se utilizam de sua condição de chefia para marginalizar e constranger subalternos.

Assédio moral foi o motivo que fez o soldado PM Radmak Caetano ajuizar uma ação contra o Major Cícero Francisco Cardoso atual subcomandante do 6ºBPM em Caicó. O simples fato de um subordinado entrar com uma ação contra um superior é um perigoso sinal que as relações de cordialidade, confiança, respeito e cooperação que devem existir em qualquer grupo estão enfraquecidas. Na PM esses paradigmas têm que funcionar perfeitamente, já que o êxito da atividade policial exige obrigatoriamente um grupo coeso com respeito e confiança mútua entre seus membros.

O Fato que motivou a ação na justiça começou a ser perpetrado no dia 26 de maio de 2009 quando o denunciante, Soldado Radmark Caetano, fora acionado para atender uma ocorrência no bairro João XXIII em Caicó. Chegando lá, deparou-se com outro soldado que se dizia em uma diligência. Este último, então, começou proferir palavras de baixo calão contra o soldado Radmak, pedindo para ele se ausentar imediatamente do local. Segundo o denunciante, a confusão teria ficado só entre estes dois PMs caso o então, à época, capitão Cardoso não tivesse tomado as dores do outro soldado que interferiu no trabalho do soldado Radmak.

Após esse fato, o major Cardoso, segundo o autor da petição, o haveria insultado dizendo que o militar não era homem e que queria ficar debaixo da asa do pai a vida inteira, já que o pai do soldado Radmak era subtenente da Reserva Remunerada.

Ainda segundo o denunciante, o atual subcomandante do 6º BPM teria dito que o soldado não era homem para trabalhar na rua e conseqüentemente ordenou sua retirada do serviço de escala nas ruas de Caicó, determinando que o colocasse na guarda do 6º BPM.

A partir disso, o Soldado Radmak começou sentir ansiedade e uma sensação de baixa-estima achando-se degradado no ambiente de trabalho, com sua dignidade e integridade psicológica ofendidas. Depois desse fato, o militar não foi mais o mesmo. Tinha constantes picos de pressão alta e passou a tomar, por ordem médica, remédios de uso controlado.

“Nunca mais fui o mesmo. Não consigo esquecer as humilhações a que fui submetido no 6ºBPM. Não tenho raiva do major Cardoso, mas espero sinceramente que a justiça consiga reparar esse dano e que isso me devolva à tranqüilidade para exercer minhas funções como militar da PM/RN”, confidenciou o soldado Radmak Caetano.

Seja qual for o resultado dessa disputa jurídica, onde está em jogo o resgate da honra e dignidade de um policial que como qualquer cidadão tem o direito de sentir-se ofendido, ela poderia ter sido evitada se conceitos de urbanidade, lealdade, confiança, camaradagem e respeito tivessem sido observados. Não é preciso ir muito longe para encontrar alguém que siga preceitos como estes que acabamos enumerar. Dentro da própria PM há um militar que consegue sintetizar tudo isso e deveria servir de exemplo para todos os demais. Seu nome: coronel Francisco Araújo, Comandante Geral da PM. Um homem correto, urbano e cordial com todos os seus subordinados, talvez pelo seu brilhante profissionalismo e por ter vindo de origem humilde, ele mais do que ninguém sabe que nenhum equipamento ou armamento, por mais moderno que seja, substitui o bom militar e que policial nenhum exerce bem sua importante e complicada missão se não fizer parte de um grupo coeso, leal, solidário e com um alto espírito de respeito e confiança entre seus membros.

Anônimo disse...

Tenentes querem indenização de capitães condenados por abuso sexual e maus-tratos no Piauí

As tenentes Adriana Dorta Monteiro do Nascimento e Leucy Jane, vítimas de assédio sexual e maus-tratos irão impetrar ações cíveis na Justiça contra os capitães que foram condenados anteontem pela Justiça Militar e atuaram como seus instrutores na Academia da Polícia Militar de Parnaíba (345km de Teresina) solicitando indenizações por danos morais e materiais. Em uma decisão histórica, a juíza da 9a- Vara Militar, Valdênia Marques, condenou ontem, dia 28, por assedio sexual e maus-tratos seis capitães – Carlos Henrique Teixeira da Silva, Danilo Palhano de Alcântara, Jairo Henrique Melo Castelo Branco, Jairo Oliveira, Rildo da Silva Aguiar e Marcos Vinícius de Araújo Sales, com penas entre nove a sete meses de detenção.



O capitão Marcos Vinícius de Araújo Sales foi condenado por maus-tratos, não por assédio sexual. Os capitães foram condenados por episódios ocorridos em 2000 na Academia da Polícia Militar.



A capitã Elizete da Silva, da Polícia Militar, informou que não é tenente e que na época não foi vítima de assédio sexual, mas como trabalhava na Academia de Polícia Militar de Parnaíba viabilizou, cumprindo apenas meu dever, as denúncias por parte das alunas, verdadeiras vítimas dos crimes cometidos.



“Não posso deixar de registrar meus mais elevados elogios ao Jornal Meio Norte por levar a público a notícia, posto que, há oito longos anos esperamos o resultado desse processo e sem dúvida a repercussão da pena é uma das mais eficazes formas de inibir fatos dessa natureza, nao só no seio militar, como também nas demais profissões. Hoje sentimo-nos com o coração aliviado, porque vimos que a Justiça existe, às vezes tarda, mas não falha”, falou a capitã Elizete da Silva.



O corregedor-geral auxiliar da Polícia Militar, coronel Jaime Oliveira, informou que dos seis capitães, apenas um foi condenado exclusivamente por maus-tratos.



O coronel Jaime Oliveira disse que os capitães estão recolhidos no Quartel do Comando da Polícia Militar, por força do Código de Processo Penal Militar e assim que termine o prazo de oito dias, quando será feita a leitura da sentença definitiva, os oficiais serão ou não recolhidos à uma unidade prisional.



Anteontem, a juíza Valdênia Marques leu a sentença provisória e na terça-feira da próxima semana vai ler a sentença definitiva.

“Na terça-feira, a Justiça Militar vai decidir pelo destino dos militares se ficarão em unidade prisional ou passarão cumprindo a pena na obrigação de ir ao juiz e se recolher todos os dias durante a noite no Quartel da Polícia Militar”, declarou o coronel Jaime Oliveira.

Anônimo disse...

RESPONSABILIDADE CIVIL. DANO MORAL. ASSÉDIO MORAL. EMPREGADO. TRABALHADOR QUE PERMANECE POR 3 ANOS SOFRENDO DESRESPEITO E HUMILHAÇÃO DOS SEUS SUPERIORES NO AMBIENTE DE TRABALHO. INDENIZAÇÃO ARBITRADA EM R$ 55.000,00. CCB/2002, ART. 186. CF/88, ART. 5º, V E X.
«O assédio moral envolve uma situação prolongada no tempo, que se configura a partir de atitudes reiteradas de desrespeito, desprezo e humilhações. Inequívoco o abalo psicológico provocado sobre o trabalhador quando este permanece durante quase 3 anos sofrendo desrespeito e humilhações de seus superiores no ambiente de trabalho. Tal conduta configura assédio moral, que devido à ação reiterada no tempo, ocasiona inequívoco dano à saúde psicológica da vítima

Anônimo disse...


O Assédio Moral na PM, só acontece porque os militares em geral colocaram nas suas cabeças que não podem perder o empreguinho e ficam com medo de serem demitidos. O que o militar deve fazer é tratar o colega independentemente do posto ou graduação de igual para igual. Usar a CF e fim de papo. PM é muito medroso e não são ousados. Não fique preocupado, faça a sua parte porque todos nós somos servidores do povo.

Anônimo disse...

Funcionário será indenizado em R$ 100 mil após humilhações e acusação de ‘corpo mole’ quando estava internado em hospital

Um gerente de uma empresa de crédito de São Paulo receberá R$ 100 mil de indenização da empresa após ser humilhado constantemente pelo seu chefe, sendo chamado de burro e incompetente até mesmo na frente de clientes. O funcionário foi alvo de reclamações inclusive quando esteve internado num hospital, quando foi demitido e acusado de estar fazendo “corpo mole” para não trabalhar. Após ser despedido, ele entrou com um processo trabalhista, e o caso foi considerado assédio moral.

No julgamento de agravo de instrumento da empresa pela Terceira Turma, o entendimento foi de violação a princípios como o da dignidade da pessoa humana (artigos 1º, inciso III, e 170, caput) e da valorização do trabalho e do emprego (artigos 1º, inciso IV, e 170, caput e inciso VIII, da Constituição da República). Por maioria, o colegiado TST decidiu não aceitar o recurso da empresa e entendeu que o Regional se pautou em parâmetros justos para a aplicação de R$100 mil de indenização por assédio moral.

Anônimo disse...

A 4ª vara do Trabalho de Porto Velho/RO considerou procedente ação ajuizada por trabalhadora contra a Oi - 14 Brasil Telecom Celular S/A. A empresa foi condenada pagar indenização de mais de R$325 mil por dispensa discriminatória e assédio moral.

Ao ajuizar a ação, a autora alegou ter sido vítima de assédio moral por parte de superiores hierárquicos, fato confirmado pelo relato das testemunhas. Segundo depoimentos, um dos gerentes falava que os resultados ruins eram culpa da autora, sem levar em consideração as especificidades do Estado.

Anônimo disse...

O Banco Santander (Brasil) S/A foi condenado ao pagamento de indenização por dano moral a uma empregada gaúcha que foi assediada moralmente pelos chefes, ao lhe cobrar metas excessivas, usando palavras e expressões constrangedoras e humilhantes. A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho considerou desproporcional o valor da indenização de R$ 20 mil, arbitrado pelo Tribunal Regional da 4ª Regional (RS) e o majorou para R$ 100 mil.
Na reclamação, ajuizada em 2010, a empregada informou que foi dispensada sem justa causa, após 20 anos de trabalho na empresa. Afirmou que foi muito pressionada e humilhada nos últimos cinco anos, quando exerceu a função de gerente adjunto de agência, administrando carteira de clientes, vendendo serviços e produtos e participando de campanhas promocionais. Contou que as tarefas eram orientadas mediante metas a serem atingidas e determinadas pelo banco e que seus superiores exigiam o cumprimento dessas metas, sob pena de demissão, "nem que fosse necessário rodar bolsinha na esquina", destacou a trabalhadora.

Reconhecendo o assédio à bancária, o juízo condenou a empresa a pagar-lhe indenização por dano moral, no valor de R$ 300 mil. O Tribunal Regional confirmou o assédio, mas reduziu o valor da indenização para R$ 20 mil. Inconformada, a empregada recorreu ao TST, argumentando que se tratava de "ofensa gravíssima, com comprovados danos de ordem psicológica e culpa do empregador" e que a redução da indenização correspondia a mais de 90% do valor arbitrado em primeiro grau.

Ao examinar o recurso na Sétima Turma, a relatora ministra Delaíde Miranda Arantes (foto) observou que o Regional noticiou o assédio moral praticado pela empresa, "consistente no excesso da cobrança de resultados, pelo uso de e-mail, com mensagens periódicas informando a evolução das metas de cada empregado e inclusive, com ameaças verbais do preposto de demissão, por ocasião das reuniões coletivas ou individuais".

Assim, avaliando que o valor do primeiro grau foi exorbitante e que o do Tribunal Regional foi desproporcional, a relatora majorou a indenização para R$ 100 mil, esclarecendo que a jurisprudência do Tribunal "vem se direcionando no sentido de rever o valor fixado nas instâncias ordinárias a título de indenização apenas para reprimir valores estratosféricos ou excessivamente módicos", como foi o do caso.

O valor foi arbitrado levando-se em conta a gravidade do dano, a culpa do ofensor, a capacidade econômica das partes e o caráter pedagógico da condenação, bem como a reincidência do banco. "Há nesta Corte inúmeros precedentes envolvendo casos similares, em que foi caracterizado o assédio moral decorrente do abuso do poder diretivo, alguns deles envolvendo prática de situações vexatórias e humilhantes, além de pressão para o cumprimento de metas", destacou a relatora.

Anônimo disse...

O assédio moral consiste na violência psicológica extrema a que uma pessoa é submetida pelo empregador, por um chefe ou mesmo por um colega de trabalho. É a tortura psicológica destinada a golpear a autoestima do empregado através de métodos que resultem em sobrecarregá-lo de tarefas inúteis, sonegar-lhe informações ou não lhe dar trabalho, deixando-o na inação, cujo efeito mais relevante é o direito à indenização por dano moral, eis que mina a saúde física e mental da vítima”.

Assim entendeu a relatora do acórdão, desembargadora Aurora de Oliveira Coentro, para manter a decisão da 40ª Vara do Trabalho, que julgou procedente o pedido de indenização por dano moral, ao ter sido provado que a instituição bancária passou a praticar atos de retaliação, transferindo o reclamante para local insalubre, impondo-lhe a execução de trabalho incompatível com sua qualificação profissional e função de auxiliar administrativo.

Após retornar à empresa, em decorrência de liminar proferida em Ação Civil Pública, o trabalhador passou a desempenhar atividades como rasgar papel, separar documentos (mofados), e fazer brochuras.

“As atitudes cometidas pelo reclamado, ora recorrente, ferem a honra e a dignidade do trabalhador, configurando o assédio moral, figura odiosa e repelida pelo direito do trabalho”, afirmou a relatora.

Em seu recurso, a empresa sustentou que não havia provas que o local de trabalho, no subsolo da agência, fosse insalubre ou não apresentasse condições normais de trabalho. Ela argumentou ainda que as tarefas exercidas no Núcleo de Triagem eram compatíveis com as funções atribuídas ao autor, não eram humilhantes e nem causavam ofensa à honra ou à dignidade do autor, pois envolviam separação, análise e conferência de formulários.

Para a 2ª Turma do TRT/RJ, restou demonstrado o dano moral sofrido pelo autor. Assim manteve o valor da indenização fixada na sentença em R$ 80 mil, por atender o princípio da razoabilidade. (Fonte: TRT RJ)

Anônimo disse...

Uma ex-funcionária do Banco do Brasil, que foi vítima de assédio moral por parte do gerente de uma agência em Cuiabá (MT) para cumprir metas, receberá indenização por assédio moral. A decisão foi da Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que não conheceu do recurso de revista do banco.

Segundo a petição inicial, a trabalhadora informou que sofria pressões por parte do gerente e de seus prepostos para atingir metas determinadas pelo Banco do Brasil. Ela relatou que o gerente lhe tratava de forma autoritária e desrespeitosa.

A ex-funcionária alegou ainda que, ao perguntar para o gerente sobre qual lugar ela ocuparia após a reforma promovida na agência, ele teria respondido que: “se dependesse dele, ela deveria ficar no banheiro”. Ela relatou que tais tratamentos lhe causaram profundo desgosto íntimo que culminaram em sério comprometimento de sua saúde psíquica, levando-a a se afastar do trabalho.

Diante disso, ela propôs ação trabalhista contra o banco, requerendo, entre outras verbas, uma reparação por assédio moral. Ao analisar o pedido, o juízo de primeiro grau condenou a empresa ao pagamento R$ 50 mil de indenização. Inconformado com essa decisão, o banco recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (MT). A trabalhadora, por sua vez, também recorreu ao TRT, insatisfeita com o valor da indenização, que considerou baixo.

O TRT manteve a sentença que reconheceu o assédio moral e, quanto ao valor da indenização, aumentou para R$ 100 mil. Segundo TRT, as testemunhas ouvidas no processo indicaram que o gerente do banco, ao cobrar as metas, constrangeu e ofendeu verbalmente a trabalhadora, extrapolando os limites do poder diretivo, levando-a a um clima de tensão extrema e insegurança permanente.

Conforme relata o acórdão do TRT, uma prova testemunhal que prestou serviço terceirizado à agência disse ter ouvido o gerente dirigir-se à empregada com palavras de baixo calão, bem como gesticulado e batido na mesa, apontando o dedo para a trabalhadora.

O banco interpôs recurso de revista ao TST, sob o argumento de que a trabalhadora não comprovou, de forma suficiente, o constrangimento e o sofrimento sofridos, capazes de ensejar indenização. Alternativamente, pediu a redução do valor da reparação.

O relator do recurso na Terceira Turma, ministro Alberto Bresciani, considerou correta a decisão do TRT. Para ele, a sujeição da ex-funcionária a tais práticas comprometeu a sua imagem perante os colegas de trabalho, desenvolvendo um sentimento negativo de incapacidade profissional.

Alberto Bresciani ressaltou ainda que, segundo a doutrina, o assédio moral provoca danos os mais variados à saúde da vitima, que passa a ter pesadelos, pensamentos repetitivos e baixa auto-estima, por exemplo. Nesse contexto, explicou Bresciani, incumbia ao empregador respeitar a consciência do trabalhador, zelando pela sua saúde mental e liberdade de trabalho, abstendo-se de práticas que importem exposição a situações vexatórias e degradantes.

Assim, a Terceira Turma, ao seguir o voto do relator, decidiu, por unanimidade, não conhecer do recurso de revista do Banco do Brasil, mantendo-se, na prática, a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (MT) que aumentou o valor da reparação à ex-funcionária. (RR-143400-27.2008.5.23.0002) (Fonte: ACS/TST)

Anônimo disse...

Recentemente, em novembro do ano passado, uma jornalista ganhou na Justiça uma indenização de quase 200 mil Reais por ter comprovado que sua ex-chefe a agredia com insultos e comportamento agressivo, sendo chamada frequentemente de incompetente e irresponsável, chegando a adoecer, antes de se demitir. Parece desproporcional o valor, ante as pequenas condenações que vemos em casos de dano moral, mas mostra-se como uma nova tendência na Justiça brasileira, principalmente a Trabalhista: de considerar o porte da empresa ofensora como base à condenação. Essa mudança na Justiça Trabalhista é muito importante, já que passamos de valores baixos, capazes de serem até ridicularizados pelo ofensor, para valores mais altos, a bem da verdade, justos para quem é ofendido em sua honra e integridade. A humilhação de se ver humilhado no trabalho ou ser constrangido perante os colegas de trabalho, com a colocação de apelidos, pedidos infames, xingamentos, enfim, métodos fora do bom senso, geram danos morais ao ofendido. Mas o fato não cinge-se à valores. É a honra da pessoa que está em jogo. E honra vale muito. Vale porque não se constrói um caráter da noite para o dia, não se vira uma pessoa íntegra sem mais nem menos: é preciso ter honra. E quando há violação da honra, o ofensor deve ser exemplarmente punido: pela ofensa que fez e para que sirva de exemplo para outros ofensores.

Anônimo disse...

Tortura é só se for com humanos, e PM não é humano, já está mais que provado, Até o cachorros do canil do BOPE são mais bem tratados do que nós PMs: tem folga, comida de qualidade, descanso, carinho, escala desestressante, cuidados, e aposentadoria compulsória.

Anônimo disse...

CORNOEL REFORMADO - O problema que quando acontece com um de nós, principalmente PRAÇAS os "companheiros" diz que o praça tá com macete. Um exemplo foi o soldado Velames, lutava por direitos dele e da classe de praças, era constantemente humilhado, ridicularizado e teve problemas psicológicos, ESTRESSE FUNCIONAL, que é uma DOENÇA. Os seus próprios colegas o ridicularizavam e criticavam perante a TROPA. No meu caso fui maltratado na Academia e depois dela. Quando defendia um praça que estava certo, eu era posto de lado, quando me negava a punir um praça, era transferido e também ridicularizado, quando tomei partido de praça perante o Coronel Pimentel, passei anos sem ser promovido. Recentemente fui para a reserva, como tenente coronel e deveria ter tido coragem de enfrentar OFICIAIS que tem no sangue o desejo insano de sempre prejudicar os praças e também quem tem apenas uma função inferior a eles. UM CONSELHO PARA OS PRAÇAS, SE UNAM, SE SOLIDARIZEM COM OS COLEGAS. NÃO OS CRITIQUEM POIS VOCES PERDEM FORÇA E É NISTO QUE OS OFICIAIS SE SEGURAM, NA DESUNIÃO INTERNA DE VOCES.

Anônimo disse...

MUITO BOM !!!!!!!!! o texto.

Anônimo disse...

Tivemos um caso de exclusão porque o militar saiu na mídia de maneira negativa, mesmo tendo as queixas retiradas contra ele, mas, o comando diz que ele atentou contra a honra e o pudonor militar por sair na mídia.
Então façam uma matéria mostrando que o ex comandante geral cel. Luciano atentou contra o mesmo princípio qd teve prisão decretada e até hoje não foi aberto procedimento, mostrem quantas matérias negativas o cel. dário figurou e não foi aberto procedimento. Mostrem o que é pudonor, e como é interpretado na PMAL.
PM Esclarecido

Anônimo disse...

A MAIOR TORTURA É SABER QUE ESTE BANDIDO(GOV.TEO)JUNTO COM O QUE SE CHAMA DE CUPÚLA(QUADRILHA)DEIXOU NOSSO ESTADO NAS MÃOS DO PCC,E NÃO TEMOS A QUEM RECORRER,PORQUE ATÉ EM BRASILIA AQUELA CIDADÃ DO SENASP DEVE FAZER PARTE DESSE BANDO,SÓ NOS RESTA ORAR E PEDIR A VERDADEIRA AUTORIDADE QUE É O NOSSO PAI CELESTIAL (DEUS)QUE OPERI UM MILAGRE E DESMASCARE ESSA QUADRILHA.TENTE DORMIR NO BARULHO DESSE!

Anônimo disse...

Para se denunciar o assédio moral primeiro devemos aprender a nos respeitar, a respeitar nossos companheiros. Quando um deles é vítima e bota a boca no trombone nossos próprios companheiros diz que fulano é POLÊMICO, QUE FULANO É MACETOSO, etc. Cada indivíduo tem um poder de reação diferente diante de direitos negados, diante de perseguição, diante de oficiais inescrupulosos. Devemos por na cabeça que temos que ter o mínimo de união, devemos evitar todo tipo de crítica a um companheiro da mesma classe (de praças), pois temos que nos proteger e de nos unir para sermos fortes. `Praças como Velames, como o Galdino, como o ítalo resolveram enfrentar o oficialato e tiveram como resposta perseguições, transferências, serviços extras. Estes praças, mesmo sendo perseguidos e humilhados tiveram ao menos a coragem que eu ou você não teve, lutaram para tentar melhorar não só a situação deles como a de todos os praças. O Velames está na reserva, aposentado, mais com certeza gostaria de estar na ativa, atuante, defendendo o direito dos praças, como sempre fez e na grande maioria das vezes foi incompreendido e criticado pelos próprios colegas, isso o deixou frustrado e psicologicamente abalado, desmotivado, para o trabalho e para lutar por melhorias para a tropa. O Galdino, ao que me consta teve graves problemas de hérnia de disco e sofre agora de esquizofrenia paranoide, também muito criticado e incompreendido por alguns companheiros e com certeza preferia estar trabalhando normal, pois era atuante. O ítalo continua sendo perseguido, sendo jogado processos e mais processos com intuito de prejudica-lo. Estes três praças são exemplos de praças que lutaram e lutam por melhorias para toda a tropa, para que venhamos a ter mais respeito e dignidade no trabalho, lutaram e lutam para que os oficiais tratem a todos os praças com urbanidade e que nossos direitos sejam respeitados dentro da Lei e muitas vezes lendo aqui este blog eu fico admirado como tem praças, colegas de farda que os criticam. Para mim eles são heróis, pois tiveram e ainda tem pulso e ombridade para enfrentar esta corja de oficiais que só querem mostrar serviço e subir a custa de nossa desgraça e de nosso trabalho (muitas vezes, trabalho escravo). Parabéns a todos os praças que foram vítimas de assédio moral e denunciaram e estão correndo atrás para mudar este quadro nojento que ainda existe hoje na PMAL.

Anônimo disse...

UMA VÍTIMA DE ASSÉDIO MORAL E SEXUAL

Sd Lidiane Brandão, levou um tiro do sargento Oliveira pelo simples fato dela não querer mais ele, quase morreu, se recuperou e quando estava em Novo Lino foi assediada e perseguida por este pervertido novamente, teve graves problemas psicológicos e hoje também está na reserva. Após várias denuncias que não deram em nada, este sargento foi promovido a subtenente e agora a tenente QOA, ou seja, a PMAL aplaude e promove quem é do MAL.

Anônimo disse...

A polícia Militar de Alagoas ainda vive no tempo da DITADURA MILITAR, onde quer sempre impor aos praças serviços extras não remunerados, serviços insalubres, serviços que não são da alçada e da competência da Polícia Militar (no interior fazer a segurança de boates, casas de prostituição e festas particulares como também segurança interna de jogos de futebol)mais que os oficiais por ganharem UM POR FORA submetem a tropa para estes tipos de serviço desmoralizante e quando nos negamos a ir somos punidos e perseguidos. UM VERDADEIRO ASSÉDIO MORAL

Anônimo disse...

eita, vai dar certinho para o sagento brás, ele foi torturado emocionalmente nos anos 2000., olha deputado brás, leia a matéria por completa e pegue um bom advogado.

Anônimo disse...

EXCELENTE MATÉRIA DR JÚLIO, E QDO O NOBRE FALA QUE PRECISAM ELEGER UM DEPUTADO, ESTÁ CORRETO, É POR ISSO QUE SEMPRE OUÇO E VEJO FALAR NUM SGT BRÁS, E SE O POVO FALA TANTO E BEM, É PORQUE O CARA DEVE SER BOM,VOU OBSERVAR MAIAS ALGUNS COMENTÁRIO SOBRE ESTE SGT BRÁS, E SE MIM CONVENCER SOBRE ELE, ACOMPANHAREI E PEDIREI VOTOS NO MEU TRABALHO, NÃO SOU MILITAR, MAS TENHO VÁRIOS PARENTES QUE SIM, DO ANONIMO SALATIEL, SERVIDOR DA EDUCAÇÃO ESTADUAL

Anônimo disse...

EXCELENTE MATÉRIA DR JÚLIO, E QDO O NOBRE FALA QUE PRECISAM ELEGER UM DEPUTADO, ESTÁ CORRETO, É POR ISSO QUE SEMPRE OUÇO E VEJO FALAR NUM SGT BRÁS, E SE O POVO FALA TANTO E BEM, É PORQUE O CARA DEVE SER BOM,VOU OBSERVAR MAIAS ALGUNS COMENTÁRIO SOBRE ESTE SGT BRÁS, E SE MIM CONVENCER SOBRE ELE, ACOMPANHAREI E PEDIREI VOTOS NO MEU TRABALHO, NÃO SOU MILITAR, MAS TENHO VÁRIOS PARENTES QUE SIM, DO ANONIMO SALATIEL, SERVIDOR DA EDUCAÇÃO ESTADUAL

Anônimo disse...

EXCELENTE MATÉRIA DR JÚLIO, E QDO O NOBRE FALA QUE PRECISAM ELEGER UM DEPUTADO, ESTÁ CORRETO, É POR ISSO QUE SEMPRE OUÇO E VEJO FALAR NUM SGT BRÁS, E SE O POVO FALA TANTO E BEM, É PORQUE O CARA DEVE SER BOM,VOU OBSERVAR MAIAS ALGUNS COMENTÁRIO SOBRE ESTE SGT BRÁS, E SE MIM CONVENCER SOBRE ELE, ACOMPANHAREI E PEDIREI VOTOS NO MEU TRABALHO, NÃO SOU MILITAR, MAS TENHO VÁRIOS PARENTES QUE SIM, DO ANONIMO SALATIEL, SERVIDOR DA EDUCAÇÃO ESTADUAL

Anônimo disse...

BOA TARDE GENTE,SE ALGUÉM AI SOUBER O CONTATO DO SGT BRÁS , OU ONDE ELE TRABALHA, FAZ O FAVOR DE POSTAR GENTE. PORQUE É ASSIM QUE AS COISAS ANDAM, QUERO MANTER CONTATO, E SER UM CABO ELEITORAL TAMBÉM, DO JEITO QUE TÁ,, AS COISAS TÃO RUIM, VAMOS MUDAR A CASA DE TAVARES BASTOS. COM NOVOS DEPUTADOS, INCLUINDO O SGT BRÁS

Anônimo disse...

BOA TARDE GENTE,SE ALGUÉM AI SOUBER O CONTATO DO SGT BRÁS , OU ONDE ELE TRABALHA, FAZ O FAVOR DE POSTAR GENTE. PORQUE É ASSIM QUE AS COISAS ANDAM, QUERO MANTER CONTATO, E SER UM CABO ELEITORAL TAMBÉM, DO JEITO QUE TÁ,, AS COISAS TÃO RUIM, VAMOS MUDAR A CASA DE TAVARES BASTOS. COM NOVOS DEPUTADOS, INCLUINDO O SGT BRÁS

Anônimo disse...

RAPAZ SÓ TENHO PENA DE MIN QUE SOU PRAÇA E GANHO POUCO,MAS TÊM CERTOS PM,S,QUE MESMO GANHANDO UMA RUELA GOSTAM DE MOSTAREM SERVIÇO,QUANDO DEVERIAM IR PARA AS RUAS PASSEAR E GASTAR O COMBUSTIVÉL,NÃO ARRUMANDO SERVIÇO BANDO DE BESTAS HUMANAS SE MATANDO,ENQUANTO A SOCIEDADE NÃO ESTÃO NEM AI PARA OS PM,S.

Anônimo disse...

CONCORDO COM O ANÔNIMO NO COMENTÁRIO QUE FEZ SOBRE O VELAMES, O GALDINO E O ÍTALO, TAMBÉM TEVE O ABDI QUE FOI MUITO PERSEGUIDO E O SARGENTO BRAZ TAMBÉM, NÃO TEMOS QUE CRITICÁ-LOS E SIM APOIÁ-LOS E EXALTÁ-LOS, TEMOS QUE TÊ-LOS COMO EXEMPLO, POIS O QUE DESEJAMOS SÃO MUDANÇAS PARA NOSSAS PRÓPRIAS MELHORIAS E QUANDO NÃO TEMOS CORAGEM DE FAZER ESTAS MELHORIAS, AO MENOS TEMOS QUE APOIAR QUEM LUTA POR ELAS OU AO MENOS NÃO CRITICAR QUEM QUER APENAS O BEM GERAL, TAMBÉM PARABENIZO O AGENARIO VELAMES, O WLADEMIR GALDINO, O ÍTALO, O ABDI E O BRAZ, SÃO ÍCONES DA BRIOSA POLICIA MILITAR DE ALAGOAS, QUE LUTAM PARA QUE AS MELHORIAS ATINJAM TODOS OS PRAÇAS SEM DISTINÇÃO, CONHECI PESSOALMENTE TODOS ELES E SÃO PESSOAS DE BEM, QUE NUNCA DEIXOU UM COLEGA DE TRABALHO PARA TRÁS, PELO CONTRÁRIO SEMPRE LUTARAM E LUTAM PARA QUE NÓS PRAÇAS TENHAMOS UMA MELHOR RELAÇÃO LABORAL, COM DIGNIDADE E HUMANIDADE. PARABÉNS, VOCES SÃO MEUS HEROIS E SARGENTO BRAZ, IREI VOTAR EM VOCE. PUBLICA SEU EMAIL PARA QUE OS PRAÇAS ENTREM EM CONTATO COM VPCE.

Anônimo disse...

Conheço o Soldado Galdino, embora alguns não acreditem, ele realmente está doente, com CINCO atestados de psiquiatras. Cinco atestados pois ate seus familiares demoraram a aceitar que ele tem ESQUIZOFRENIA PARANOIDE, ele chegou até a me desconhecer em uma visita que lhe fiz, achando que eu estava a mando do coronel Pimentel para lhe prejudicar. E eu sou seu amigo a mais de 15 anos, antes de entrar na PM. Todos os psiquiatras e psicólogos são unânimes em dizer eu seus laudos que teve e tem TOTAL CAUSA E EFEITO LABORAL, inclusive o tenente Psquiatra Militar Dr. Abel. Um caso comprovado de TORTURA PSICOLÓGICA que já foi denunciado e está sendo investigado pelo Ministério Público sob o processo 1141/2013. Todos os lugares que o Galdino trabalhou ele foi elogiado e quando era elogiado, era mais perseguido. Até colegas criticam ele por inveja, pois é um cara muito inteligente, com dezenas de cursos e que nunca conseguiram punir. Sempre ajudou os colegas que respondiam processos disciplinares mostrando as saídas legais. Eu mesmo consegui arquivar dois PDO que ele me ajudou na defesa. Somos todos praças e devemos sempre nos ajudar, nos valorizar e nos unir e não criticar uns aos outros.

Anônimo disse...

É ASSIM QUE SE FAZ AMIGOS, QUEM SOFREU QUALQUER TIPOS DE DANOS OU ABUSOS POR ESSES QUE ABUSAM DO PODER.
ACIONEM A JUSTIÇA, ASSIM COMO FEZ O SGT OMENA DO 4º BPM E O SD TEIXEIRA HOJE NO BPGd, QUE TIVERAM SUA LIBERDADE PREJUDICADA E A SUA VIDA EMOCIONAL DILACERADA POR UM IMBECIL DE UM CAP. DE NOME ANTÃO, QUE POR SUA VEZ NÃO PERDE POR ESPERAR O QUE VEM PELA FRENTE DA JUSTIÇA. PAU NESSES MAL FEITORES E BUSQUEM O QUE FOI PERDIDO.

Anônimo disse...

Quando o caso de TORTURA FÍSICA OU PSICOLOGICA é de um POLICIAL MILITAR CONTRA UM INDIVIDUO DA SOCIEDADE (um cidadão) os jornais dão uma enorme ênfase, notícia de primeira página e depois de páginas secundárias por dias ou semanas seguidas, mais quando a TORTURA FÍSICA OU PSICOLÓGICA é sofrida por UM INTEGRANTE DA POLICIA MILITAR, a sociedade e a imprensa não está nem aí. Por isso temos que fazer o BÁSICO, não adianta se MATAR POR UMA SOCIEDADE QUE NOS MENOSPREZA, que não fica ao nosso lado quando pedimos aumento e melhorias nas condições de trabalho, temos que apenas enxugar gelo, fazer o básico do básico. Podemos fazer 99 quando não fizemos uma vez, seremos MASSACRADOS pela sociedade, sem dó nem piedade. A sociedade nos MASSACRA sem pensar que temos mulher, filhos, pais. Simplesmente ou somos UTEIS NAQUELE MOMENTO OU TOTALMENTE DESCARTÁVEIS em outro momento. Então praças que DÃO O SANGUE NA RUA não sejam babacas, lembrem-se de MISÉRIA QUE GANHAM E DA TOTAL FALTA DE APOIO SOCIAL E ATÉ FALTA DE APOIO NA PRÓPRIA CORPORAÇÃO, operação tartaruga, atendendo as ocorrências com muita calma e sem nenhuma pressa. Não adianta, prendemos hoje e hoje mesmo o bandido se solta e ri da nossa cara. Cabeça de gelo e temos que ser frios como a Neve.

Anônimo disse...

Governo não apresenta proposta, Sindpol marca assembleia com indicativo de greve .

SIMPOL ESTÁ USANDO A VITÓRIA OBTIDA PELSO AGENTES PENITENCIÁRIOS PARA OBTER APROVAÇÃO DO SEU PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS (AUMENTO, LÓGICO).

QUANDO NÓS PMS VAMOS DEIXAR DE NOS ACOVARDAR E PARTIR TAMBÉM PARA A PARALIZAÇÃO?

Anônimo disse...

Governo não apresenta proposta, Sindpol marca assembleia com indicativo de greve .

SIMPOL ESTÁ USANDO A VITÓRIA OBTIDA PELSO AGENTES PENITENCIÁRIOS PARA OBTER APROVAÇÃO DO SEU PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS (AUMENTO, LÓGICO).

QUANDO NÓS PMS VAMOS DEIXAR DE NOS ACOVARDAR E PARTIR TAMBÉM PARA A PARALIZAÇÃO?

Anônimo disse...

Governo não apresenta proposta, Sindpol marca assembleia com indicativo de greve .

SIMPOL ESTÁ USANDO A VITÓRIA OBTIDA PELSO AGENTES PENITENCIÁRIOS PARA OBTER APROVAÇÃO DO SEU PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS (AUMENTO, LÓGICO).

QUANDO NÓS PMS VAMOS DEIXAR DE NOS ACOVARDAR E PARTIR TAMBÉM PARA A PARALIZAÇÃO?

Anônimo disse...

18 DIAS SEM PUBLICAR COMENTÁRIOS É MUITO DESRESPEITO AOS LEITORES, NÓS É QUE SOMOS BURROS DE AINDA LER ESTE FACTOIDE

Anônimo disse...

18 DIAS SEM PUBLICAR COMENTÁRIOS É MUITO DESRESPEITO AOS LEITORES, NÓS É QUE SOMOS BURROS DE AINDA LER ESTE FACTOIDE

Postar um comentário

Comente, opine, se expresse. Este espaço é seu!
Não se omita, deixe a sua participação.

Se quiser fazer contato por e-mail, escreva para contatobriosaemfoco@gmail.com

Guarnição da bef

Destaque nos últimos 30 dias

 
Meu Profile: Área Restrita - Somente PESSOAL AUTORIZADO pode ver