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A hipocrisia nossa de cada dia

Após semanas em silêncio, trabalhando em nossa revolução (de forma silenciosa), o momento de voltarmos às nossas manifestações aqui pelo BEF chegou. A razão para termos dando um tempo foi porque estávamos “estudando” o mudus operadi que vamos adotar a partir dos próximos dias.
A gente sabe que muita gente ficou chateada com a nossa ausência, e a estes pedimos desculpas, bem como sabe que muita gente também vibrou achado que tivéssemos chegado ao fim... Mas, amigos, compreendam: quase três anos falando dos problemas da nossa corporação, apontando soluções, criticando uns, mal dizendo outros, trazendo à tona a forma precária com que a Polícia Militar (e de igual modo a Polícia Civil) atua no interior do Estado, provando que a Segurança Pública como um todo é/está mal administrada, dentre outras coisas, ou seja, enchendo o saco dizendo o que todo mundo está cansado de ouvir... Tínhamos que dar um tempo, até mesmo para analisar e rever algumas coisas.
Nesse sentido, chegamos a seguinte conclusão: O Cel/RR Dário César (“ainda” Secretário de Segurança Pública) e seu irmão o Cel. Dimas Cavalcante (“ainda” Comandante Geral da PMAL), assim como o Cel. Mário da Hora (“ainda” Subcomandante Geral da PMAL), juntamente com o Cel. Luciano Silva (atual chefe do Gabinete Militar), não precisam mais da gente para revelar o quanto eles são incompetentes e malquistos; um verdadeiro retrocesso para a instituição Polícia Militar de Alagoas e a Segurança Pública em si.
Contudo, apesar dos pesares, o que a gente não entende é porque a tropa se sujeita à opressão e tirania dessa corja.
Agente vê as pessoas dizendo que deveríamos fazer “isso”, “aquilo”, que as associações deveriam fazer “assim”, “assado”, mas são essas mesmas pessoas que se sujeitam a trabalhar nas atuais escalas de serviço com “direito” a serviço extra, bem como andar em viaturas sem condições de serviço.
Todos os dias nos chegam diversas informações e reclamações que vão desde a ausência de manutenção em computadores da Corporação – ou um serviço de internet que os mantenha interligados aos sistemas de informação para que o pessoal da administração possa fazer consultas e bem desempenhar o seu mister –, passando pela ausência de uniformes para Cabos e Soldados até as famosas “parecerias”... Mas, espera aí! Como é que a Tropa se sujeita a isso tudo e ainda fica dando “um jeitinho”, fazendo as vezes do Estado ou, em conivência ou omissão, fazendo vista grossa?
A nosso ver, a Tropa também a sua parcela de culpa! Pois, a exemplo do que acontece com os famigerados serviços extras, a maioria dos policiais reclama que não recebe nenhuma remuneração por estes serviços, mas até agora ninguém não moveu nenhum Mandado de Segurança visando coibir a imposição de tais serviços, muito menos cobrou algo nesse sentido aos Presidentes das Associações.
Além disso, os mesmos policiais que reclamam que os seus superiores locupletam-se dos cargos que ocupam, são os mesmos que ficam horas e horas na Seção da Unidade olhando as redes sociais da internet ou fazendo negócios particulares no telefone institucional.
Meus caros, a Tropa reclama da falta de equipamentos que julga ser essencial para a Polícia Militar (e olha que falta equipamento mesmo), mas eu já vi muito Praça sair pra diligências desarmado. Contudo, se por um lado nem lanterna tática a gente tem... Por outro é comum vermos os nossos colegas andarem a mais de 100km/h e sem o cinto de segurança da viatura!
De um extremo a outro, se de fato existe um cunho de razão nas reclamações dos policais que não se sentem valorizados pelo seu tempo de serviço, é notório que estes mesmos policiais pouco ou nada fazem no sentido de qualificar-se profissionalmente. Então fica assim: como é que o antigo pode querer ser valorizado se ele não se qualifica, não quer fazer um curso, não quer aprender a preencher a COP (Comunicação de Ocorrência Policial), fazer um BO ou um TCO?
Depois, ainda quere “andar na janela”...
Outro ponto bem curioso é o seguinte: a Tropa reclama do planejamento “mal feito”, mas quando está na preleção do serviço e tem a oportunidade de dar uma parcela de contribuição, fica o tempo todo calada, emburrada, mal humorada e querendo que a mande logo a destino. E quando o Oficial pergunta se alguém tem sugestões, se o pessoal mais experiente gostaria de fazer alguma colocação... Todo mundo fica ca-la-do!
Procure nos jornais, rádios, sites e tudo mais: todos os dias a imprensa veicula alguma informação prestada por nós, o Briosa em Foco. A gente sabe que a forma que a gente usa aqui no BEF para tentar minimizar os problemas da nossa Corporação não é a ideal, mas o que nunca faltou na gente foi vontade de querer que as coisas positivas acontecessem, apesar dos riscos que corremos.
Por fim, concluo afirmando: Dário César, Dimas Cavalcante, Mário da Hora e Luciano Silva não me representam, pois, para mim, não são nenhum referencial. Todavia, estas não são as únicas pessoas que estão acabando com este órgão, esta belíssima instituição chamada Polícia Militar de Alagoas.
Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Reforço na escala de “Lavador de Viatura”

Enquanto a sociedade padece com a falta de policiais nas ruas, eis que os nossos gestores da coisa pública dão a sua parcela de contribuição com a má distribuição do efetivo. Dito isto, pergunta-se: você, amigo leitor, sabe quantos militares do 1º BPM são necessários para lavar uma viatura? Resposta: um sargento e dois cabos!

 

Parece piada, mas essa é uma realidade que reflete bem o que está acontecendo em todas as Unidades da Polícia Militar. Ainda no que se refere à escala de serviço para lavador de viatura do 1º BPM, observe-se que a mesma é “devidamente” assinada pelo 1º Tenente Luiz Gonzaga, o P1 do 1º Batalhão.

Imaginem quantas guarnições poderiam ser formadas se a PM, ao invés de empregar o seu efetivo na lavagem de viatura, os utilizasse na área fim. Vê-se, com isso, um verdadeiro desvio de finalidade, um verdadeiro desperdício com a mão de obra, se assim pudermos colocar.

...E ainda dizem que a escala está apertada por “falta de efetivo”.

Levando-se em conta que na área do 1º BPM quase todas as noites apenas 2 ROCOMs (Rondas Ostensivas Comunitárias) saem para o serviço, as quais fazem a área da praia completa, com esse efetivo da escala de “lavadores” poderia ser feito mais uma guarnição.

Por fim, quero fazer uma singela observação sobre algo que está acontecendo em toda a Polícia Militar, pegando por amostragem apenas o pessoal do 1º BPM. É o seguinte: enquanto está na condição de soldados e cabos, a maioria dos praças ainda trabalham no serviço motorizado, mas depois que vão a sargento, bem dizer assim que recebem promoção, acontecem o contrário, pois rapidamente eles um jeito de ir para o PO do Centro ou entram em algum tipo de escala que o tirem do serviço motorizado, como essa escala sebosa de “lavador de viatura”.

É por essas e outras que a gente defende a tese:
Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

“O próprio policial provocou essa situação”

Depois da brilhante atuação das guarnições (compostas de Praças) que conseguiram efetuar a prisão dos meliantes envolvidos na morte do Sargento Roberto Barbosa Costa, depois das críticas e das cobranças sofridas por conta da escassez de policiais e da sua incompetência à frente do Comando do Policiamento da Capital (CPC), eis que o Coronel Neuton Bóia, em nome do Comandante Geral, resolveu “mostrar serviço” atribuindo, em entrevista, a culpa do assassinato do sargento ao próprio sargento (?).
“O policial estava num local inadequado. Era mais de meia-noite e ele havia bebido. Tudo leva a crer que queriam a arma dele. O próprio policial provocou essa situação. Armou-se e voltou para o bar", declarou.
Depois dessa infeliz declaração, para não dizer outra coisa desse incompetente comandante, vou me reservar a apenas mostrar as fotos dos seis envolvidos na morte do Sargento Barbosa.

Senhores, para que outros idiotas não justifiquem a sua incompetência, atribuindo seus fracassos aos mortos, eu endosso o corro:
Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Regivânio Batista (outra estatística...)

Aconteceu novamente: outro policial militar, desta vez um reformado, foi assassinado na tarde de ontem, quinta-feira dia 1º, em Piaçabuçú, no povoado Pontal do Peba.

De acordo com as primeiras informações, o policial Regivânio Batista, de 40 anos, estava voltando para sua residência quando foi baleado por dois homens que estavam em uma motocicleta. Ele caiu, mas se levantou e tentou fugir, porém foi alcançado pelos assassinos, que dispararam mais seis vezes contra a cabeça e o tórax do policial.

Sabemos que expor a imagem do colega choca, revolta, mas o que está acontecendo conosco, é muito mais revoltante ainda e algo precisa ser feito quanto a isso. Precisamos mostrar à sociedade marginal o verdadeiro poder que a Polícia Militar tem, precisamos – independente do que seja feito pelas autoridades – dar uma resposta a esta afronta.

(...)

Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Os Coronéis do Sistema Prisional

O São João já passou, a seleção brasileira de futebol ganhou a final da Copa das Confederações, e a Superintendência Geral de Administração Penitenciária (SGAP) continua no clima junino fingindo que está “gerenciando” as quadrilhas do Sistema Prisional – que de dentro dos presídios alagoanos, ante a incompetência dos gestores do Estado, fazem a festa das facções criminosas.

E tudo continuaria assim, ignorado, se o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) não tivesse ponteado, através de estudo feito durante vistorias realizadas em 2012 e no início de 2013 (clique aqui), a influência desses líderes quadrilheiros em crimes cometidos dentro e fora do sistema penitenciário.

Ao apontar que a estrutura das penitenciarias alagoanas está entre a pior da região Nordeste, o Parquet confirma o que o Presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindapen/AL), Jarbas de Souza, vem denunciando há muito tempo, isto é, que as irregularidades ocorrem porque o sistema prisional está sendo desmontado para que o Governo de Teotônio Vilela e a gestão do Secretário Dário César, da Defesa Social, privatizem a Administração Penitenciária.

“Toda semana entra funcionário no sistema prisional. Nem sabemos quem são. Desde que os coronéis assumiram a administração as contratações ocorrem sem concurso público, à revelia da lei. Há informação de que há arma de fogo na mão de preso no Cyridião Durval”, afirmou Jarbas.

Ao que parece, o Tenente-coronel Luna, homem de confiança de Dário César, o “gestor” que se mostrou incompetente em “conduzir” e administrar o COPOM (atual CIODS) – entre o final de 2008 e o início de 2009 –, mostrou-se bem à vontade trabalhando com os presos que “administra”.

E tamanha foi essa afinidade, essa identificação do TC Luna como Superintendente Geral das quadrilhas dos presídios de Alagoas, que tanto os presos quanto os servidores que trabalham nos Sistema Prisional passaram a chamar o sistema de “Zorra Total”. Mas se por um lado essa referência pitoresca tem cunho pejorativo, principalmente por parte da sociedade, por outro ela fez um sistema prisional inteiro “sorrir”.

Como o Brasil é o país da inversão de valores, isso porque o preso tem direito a receber R$ 915,00, um drogado tem direito a R$ 1.350,00, enquanto o trabalhador tem que ralar o mês inteiro para receber R$ 678,00 (fora os descontos), eis a razão de o Tenente-coronel Marcos Sérgio, após as apresentações das quadrilhas juninas (compostas por presos, diga-se), em uma festa organizada pela SGAP, no final do mês passado, ter agradecido a presença de todos, em especial das quadrilhas “juninas”, afirmando que “o trabalho de manutenção da cultura que os presos desenvolvem é muito importante para a preservação da cultura alagoana”.

Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Cabo Da Silva (outra estatística...)

Mais um policial militar foi assassinado. Dessa vez, foi o Cabo José Wellington da Silva, que era lotado no Batalhão Ambiental. Ele foi assassinado durante mais um assalto a transporte alternativo no Estado, mesmo não tendo esboçado nenhum reação. Durante o assalto a sua arma foi levada pelos assaltantes.

De acordo com os passageiros que estavam na van, ele foi assassinado por um trio (dois homens e mulher participaram) durante o assalto. Sendo que antes do assassinato o motorista foi obrigado a entrar em uma estrada secundária, no canavial, onde percorreu muitos quilômetros.

Após os disparos, os criminosos recolheram pertences dos passageiros e fugiram. Como o Cabo Da Silva ainda estava com vida, os próprios passageiros começaram a prestar socorro a ele, que ainda chegou com vida ao Hospital Geral do Estado (HGE), mas faleceu logo depois.

A família do cabo, desolada, desabafou:

“Até agora não apareceu ninguém dos Direitos Humanos, nem da OAB, nem um Coronel da Polícia para perguntar como estamos. Mas se fosse o meu irmão que tivesse matado um bandido desse estava tudo mundo aqui para afirmar que ele não era preparado...”.

A gente sabe que muito do que está acontecendo é fruto da falta de uma política de segurança pública séria, com profissionais qualificados e vocacionados com o seu mister, bem como da falta de investimentos em setores prioritários, como, por exemplo, a educação e a própria segurança pública, dentre outros. Mas nem por isso a gente vai aproveitar o momento, com a morte de um companheiro, para fazer as devidas cobranças ao governo, mesmo porque a gente sabe que não surtiria efeito algum.

A gente sabe que nada do que for feito, seja individualmente ou até mesmo no âmbito corporativo, vai amenizar a dor da família, mas ainda assim, como no caso do Soldado Valter Sá (outro policial que foi assassinado em uma van, com um tiro na cabeça), bem como no caso do Tenente Manoel Cavalcante (que foi assassinado dentro de um ônibus, também com um tiro na cabeça), uma coisa é certa: vamos agir, seguindo os nossos instintos mais primitivos, da mesma forma como fizemos pelos irmãos de farda citados. Vamos em busca de justiça! E no final, como sempre, vamos deixar alguém – o menos culpado – para contar a história aos demais.

A propósito, agora restam apenas dois envolvidos no assassinato do Cabo Da Silva (um já era).

Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

“Falta de Interesse da Corporação”

Senhores, em nome de todos os integrantes do Briosa em Foco, venho convocar a comunidade policial (amigos e familiares, bem como os leitores deste blog) a colaborar com “a realização do sonho do Soldado Wistefânio”, que pratica Tae-kwon-do (arte marcial coreana) e pretende disputar os Jogos Mundiais de Policiais e Bombeiros (Word Police and Fire Games), que vai acontecer entre os dias 1º e 10 de agosto deste ano, em Belfast, na Irlanda do Norte.

Entenda o porquê dessa convocação

O soldado, que é lotado no BPRp, solicitou uma ajuda financeira à Diretoria de Finanças da Polícia Militar porque, como profissional amador, não está conseguindo patrocínio para disputar os Jogos Mundiais de Policiais e Bombeiros, na Irlanda do Norte, mas a solicitação de custeio foi indeferida sobre os argumentos de que “não havia previsão legal para tanto”, bem como “que não era de interesse da corporação”.

Diante disso, o Soldado Wistefânio resolveu buscar ajuda perante a imprensa, ocasião em que revelou que já tem 65 títulos, sendo três internacionais. E que devido ao seu desempenho foi convocado para representar o Brasil na disputa mundial, mas não teve apoio do Governo Estadual – este mesmo que gasta milhões com publicidade enganosa.

Numa de suas entrevistas à imprensa, Wistefânio Mota disse que “Isso é um sonho, uma conquista pela qual batalho há 20 anos”. Que comprou a passagem aérea no cartão de crédito de um amigo pelo valor de R$ 5.000,00 e, agora, está procurando apoio para arcar com a despesa. “Consegui um albergue para me hospedar, que custa R$ 100,00 a diária. Serão 12 dias de hospedagem. Além disso, gastei R$ 456,00 com a taxa de inscrição nos Jogos”. E já prevendo que talvez não consiga a ajuda de que tanto precisa para custear as despesas, o soldado colocou o seu carro à venda.

A Polícia Militar e a Guarda Municipal

A Prefeitura de Maceió, em contra partida, quando procurada pela Inspetora da Guarda Municipal Simone Maria Alves, que também participará do mesmo evento que o Soldado Wistefânio, não criou embaraços ou inventou desculpas financeiras ou normativas: liberou R$ 5.330,00 para que a sua servidora participasse do evento e, visando um melhor desempenho da inspetora, ainda ajustou a sua escala para que ela pudesse treinar.

A Associação de Cabos e Soldados – ACS

A ACS, entidade que representa os Cabos e Soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, segundo alguns militares integrantes da ROCAM, é sabedora da situação do Wistefânio, mas porque gastou uma certa quantia com os militares do BPRp e o próprio batalhão, e porque o seu presidente está em campanha para manutenção do seu grupo à frente da entidade, alega que não tem um centavo. Razão pela qual o seu presidente colocou um “aviso” na porta da sua sala com a seguinte mensagem: “Estão suspensas toda e qualquer ajuda financeira por tempo indeterminado”.

Do que se deduz que: dinheiro para umas coisas a ACS não tem, mas para outras até que sobra. A propósito, Cabo Soares, para quem estava recebendo metade do salário há dois anos atrás, por conta dos empréstimos e das pensões alimentícias, “bonito carro”.

Diante do exposto, convocamos aos amigos leitores, e em especial a comunidade policial, que ajude, que colabore com “a realização do sonho do Soldado Wistefânio” (contato: [82] 8878-2874 ou 9304-6926).

Eis mais uma razão para defendermos a tese que:

Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Missão dada, missão cumprida!

O CRB consagrou-se bicampeão alagoano sobre o maior rival, mas nem assim passou a ser o maior campeão estadual de Alagoas. Mesmo sendo praticamente o jogo de uma única torcida, o efetivo policial foi surpreendente. O Subcomandante Mário Menino botou pra empenar sacrificando mais uma vez a tropa e não poupou nem a burocracia. Dito isto, pergunta-se: O que justifica tamanho empenho em prover policiamento num evento privado, em detrimento do restante do Estado?

A julgar pela pompa que o Governo do Estado e a imprensa estão fazendo sobre a competição, pode-se afirmar com convicção que não se via uma festa tão grande assim desde que a Presidente Dilma esteve por aqui (para fingir que inaugurou o Canal do Sertão) e desde que o Téo Vilela foi reeleito governador. Por falar em Dilma, dizem que sempre que ela vem a Alagoas ela traz o seu fuzil de estimação (aquele que ela roubou do Exército, quando era terrorista) para se proteger da criminalidade local, pois não acredita nos dados apresentados pelo governador (que diz que a violência no Estado está diminuindo), ainda mais por ele ser do PSDB – partido que pleiteia a sucessão presidencial.

Ainda no Estádio Rei Pelé, em meio à empolgação dos regatianos após o jogo, que invadiram o campo para comemorar o título junto aos seus ídolos, uma figura passou a ser destaque perante a torcida, sendo, por certo momento, tão festejada quanto os protagonistas da conquista do Galo Praiano, o Tenente-coronel Do Valle; que mandava soltar os torcedores que eram capturados após a invasão do campo. Segundo um colega meu, que acompanhou de perto toda essa situação ao lado de uma Pfem (cuja função era carregar uma prancheta e nada mais), o Comandante do Valle, feliz da vida, ao avistar o BOPE “chegando” junto em quem invadia o campo dizia: “Guerreiro, solte o torcedor. Tá querendo arrumar serviço, é?”

Diante dessa situação, a cada invasor que o BOPE prendia após grande perseguição vexatória, o que era motivo de vaias da torcida e gritos de “Olé!”, o Comandante Do Valle chegava junto e mandava soltar, no que era ovacionado: “É batatinha! É batatinha! É batatinha!” Foi preciso que o Comandante Lucena, outro que também invadiu o campo, chegasse junto ao Comandante Do Valle e lhe desse uma sugestão ao pé do ouvido para que o espetáculo ficasse somente entre a torcida e os jogadores.

O Presidente do CRB, aproveitando a euforia, ainda tirou o seguinte sarro com o cunhado azulino: “E o campeão quem é? É o Clube de Regatas, Batinga. É o Clube de Regatas, Batinga!” Mas Batinga estava longe desse evento. Aliás, o Batinga anda distante de tudo quanto é evento social ou que envolva a segurança pública. Dizem até as más línguas que ele mal sai de casa. Talvez esteja arquitetando algum tipo de “retorno”.

E a torcida do Galo até agora está em estase, comemorando. E provavelmente ficará assim por muito tempo, ainda mais quando sabe que pode contar com o apoio da Briosa Polícia Militar. “Realmente, a Polícia Militar está de parabéns. É esse o comportamento que a gente espera da nossa polícia”, disse um torcedor regatiano.

Empolgado com os elogios que a Tropa Miliciana está recebendo da imprensa, o Comandante Geral, o Coronel Dimas, resolveu transformar isso em elogio através da seguinte “pérola”:

“A Polícia Militar foi bem representada pela sua Tropa, presente no Estádio Rei Pelé, quando da final do Campeonato Alagoano de Futebol, razão pela qual, em reconhecimento ao empenho, desprendimento, capacidade de iniciativa, aptidão intelectual, solicitude e profissionalismo no cumprimento de suas obrigações funcionais, demonstrando, sobretudo, admirável comprometimento para com os serviços que lhe são atribuídos, refletindo-se nas atividades confiadas, na habilidade de trato com o público, bem como na sistematização, elaboração de técnicas que a cada dia somente otimizam o bom andamento do serviço, cuja metodologia empregada garante celeridade e eficácia no atendimento das ocorrências aos cidadãos requisitantes, ressaltando-se, nesse aspecto, a atenção e a agilidade no atendimento ao público em geral, oferecendo a orientação mais correta e direcionada ao fluxo perfeito dos atos policiais no âmbito interno e externo, em reconhecimento aos elogios que a caserna conquistou, e por tudo que disso pode resultar, concedo ao Tenente-coronel Do Valle, Policial Militar detentor das qualidades acima citadas, considerado um modelo de caráter profissional e, por tal motivo, louvo, e torno pública esta justa e corretamente citação, a qual, no uso das atribuições que me são conferidas pelo artigo 11, inciso I, artigo 99, inciso I, e artigo 100, do RDPMAL (aprovado pelo Decreto nº 37.042, de 06 de novembro de 1996), transformo em elogio individual!”

Pena que nada disso possa ser convertido em QSJ ao agraciado, para que de fato pudesse valer alguma coisa, porque mesmo diante de tantas palavras bonitas, nada ameniza as coisas mordazes que são ditas sobre o Comandante do Valle e sua querida “Fa-mília” em certas salas do Comando Geral, onde o que menos importa é a criminalidade.

Bem, voltando ao nosso jogo da vida...

Em uma coisa temos que concordar: Alagoas está, sim, vermelha! Mas é do vermelho do sangue das vítimas de tanta violência e tantos assassinatos! E nesse jogo, onde todos nós somos perdedores todos os dias, só quem está comemorando alguma coisa é o hipócrita do Governador!

Precisamos eleger um Deputado Estadual para nos representar...

O Comandante Do Valle

“Vivemos de conversas vãs, de pessoas que utilizam a Polícia e os números para fazer política suja, muitos se aproveitam dos números do analfabetismo para manipular números e fatos, dessa opinião pública burra de educação e cultura.”

“DEPOIS DE UMA TEMPESTADE, VEM SEMPRE OUTRA! Quem gosta de paz e descanso vai ser Padre e não POLÍCIA... Aqui o bicho pega irmão, CAVEIRA!”

(Tenente-coronel Do Valle)

Que o Tenente-coronel Do Valle é combatente e operacional, disso não temos dúvidas. E quem acompanhou as operações policiais na área da sua Unidade nos últimos dias, pode perceber o quanto ele é um Comandante que trabalha com disposição ao lado da tropa. No entanto, partindo da premissa de que ele nem sempre é bem assessorado – ao mesmo tempo em que queremos alertar sobre uma falha que ainda pode ser corrigida, desde que ele queira –, hoje vamos revelar algo que aconteceu no 4º BPM, o Batalhão do Comandante Do Valle.

Um comandante de uma das Bases Comunitárias (da região de Maceió) informou-nos que um sargento saiu do Comando da Base em que trabalhava, no 4º BPM, simplesmente porque denunciou ao Doutor Maurício Brêda o descaso dos delegados com os militares que apresentam ocorrências na Central de Policia, assim como as dificuldades encontradas com as mazelas locais, bem como com a sociedade (que boa parte das vezes mais atrapalha a polícia que ajuda).

O militar em questão, que foi destituído da função, é o Sargento Miranda, que devido à falta de respeito como estava sendo tratado pelas autoridades, e porque reclamou da sociedade e fez a denúncia da falta de empenho dos demais órgãos – o que prejudicava o desenvolvimento das atividades diárias na filosofia do policiamento das Bases Comunitárias –, foi interpretado de forma totalmente equivocada pelo Major Alexandre, que chamou o Miranda e os demais comandantes de Base, e, sem maiores explicações, reclamou asperamente com os mesmos sobre as suas reivindicações, sendo que, além de proferir ameaças gratuitas perante todos que estavam presentes, ainda fez ver o peso do seu cargo e de sua patente.

E foi o peso de uma a patente que, de fato, tirou o Sargento Miranda. Isso porque algumas pessoas incomodadas com o Sargento Miranda, “solicitaram” do Comandante do 4º BPM o seu afastamento. E apesar da resistência do Tenente-coronel Do Valle (homem de bem), obrigaram-no a tirar o sargento da base.

O que pouca gente sabe, é que esse mesmo Sargento Miranda era constantemente elogiado pelo Major Alexandre, e por conta de um comentário do Juiz Maurício Brêda, segundo o que próprio major revelou para a tropa, “tinha que tirar o sargento de lá porque ele estava fazendo política.

Segundo o depoimento de um graduado que conhece o Sargento Miranda, a situação é revoltante:

“Não só conheço bem o Miranda, como compartilhei com ele diversas opiniões em reuniões no núcleo [da Base]. Ele foi um batalhador por aquela base. Todo e qualquer lugar onde andávamos víamos os comentários positivos pelo belo trabalho que ele vinha realizando, e agora, resultado, o juiz fala e ‘eles’ [o Comando do 4º BPM] cumprem sem dar explicação de nada, sem nem ao menos defender o subordinado. Eu me sensibilizei com o Sargento Miranda e toda essa situação, porque ele realmente é um homem batalhador e o que ele fez e faz pela polícia, no seu trabalho, duvido que lá no 4º BPM encontrem um que faça exatamente o que ele vinha fazendo em relação à comunidade. Parabéns, amigo, estou com você. Só estou ainda à frente dessa mentira toda (rotulada de ‘filosofia comunitária’) por conta de alguns privilégios. Porque senão, jamais atuaria nesse tipo de policiamento. Por mim, toda ocorrência do Loteamento Durville deveria ser resolvida pela Central e não pela Base, porque não vale à pena a gente se dedicar, se envolver, sem ter uma contrapartida, que é o apoio. Em 13 de outubro de 2011 eu prendi um mala armado no Durville e, depois do que passei, pra mim chega.”

Embora pareça sem sentido, ou carregado de revolta, o depoimento acima chama a atenção para a seguinte constatação: o policiamento das bases comunitárias não é aplicado conforme a filosofia desse tipo de policiamento, a razão principal é a ingerência que ele sofre. E foi exatamente por isso que, pelo 1º BPM, o Sargento Bitencourt, da Base do Vergel, embora estivesse fazendo um belíssimo trabalho junto à comunidade, foi “substituído”.

A nosso ver, o Comandante Do Valle deveria tomar partido pelo(s) seu(s) subordinado(s), principalmente quando os mesmos estão com razão. Em todo caso, querendo o Do Valle chegar ao real motivo da substituição do Sargento Miranda, isto é, ao seu pivô, basta consultar as ligações telefônicas arquivadas na Central Integrada de Operações da Defesa Social (CIODS) onde um cidadão de nome Fábio (do Osman Loureiro), apresentando-se como “primo legítimo” do Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz Maurício César Brêda Filho, Presidente do Conselho Estadual de Segurança Pública (CONSEG), conforme ele faz questão de deixar claro, alegando ter “pessoas suspeitas nas imediações da sua residência”, solicita periodicamente a presença do policiamento no local para fazer rondas e abordagens – sendo que, na verdade, o que ele quer é exclusividade no policiamento, em detrimento da sociedade.

E foi por isso, por conta dos trotes de uma pessoa que vive “alugando” a polícia, pela bajulação de um major que vive fazendo reunião sem resolver nada, e pela falta de apoio do seu comandante que o Sargento Miranda se envolveu nessa situação.

Gostaríamos que o Tenente-coronel Do Valle atuasse nesse caso da mesma forma e com a mesma disposição como se apresenta perante a sociedade.

“DEPOIS DE UMA TEMPESTADE, VEM SEMPRE OUTRA! Quem gosta de paz e descanso vai ser Padre e não POLÍCIA... Aqui o bicho pega irmão, CAVEIRA!”

(Tenente-coronel Do Valle)

Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Corja

Quando o Governador Teotônio Vilela disputou a primeira eleição ao Governo do Estado, ele nos disse que, se fosse eleito, valorizaria a Polícia Militar, colocaria mil soldados por ano durante o período em que fosse governador. Mais que isso, ele prometeu pagar aos militares um salário justo, digno, diferentemente do que tinha feito o seu antecessor, o Governador Ronaldo Lessa.
Hoje, depois de seis anos do Governo Téo Vilela, nada disso aconteceu. Não foram contratados os mil soldados a cada ano, não formos valorizados e muito menos passamos a receber um salário justo. Em contrapartida, foi no atual governo que as escalas de serviço passaram a ficar como estão, o que é considerado por muitos o fator preponderante para os altos índices de LTS (Licença para Tratamento de Saúde). Também, o que mais poderíamos esperar de comandantes-gerais fracos, bajuladores, sem identificação com a tropa e sem personalidade?
Hoje, por conta da nossa ampla falta de representatividade, até mesmo para sentarmos à mesa de negociações com os representantes do governo nós somos humilhados. Prova disso é que ao longo dos últimos meses, durante as negociações salariais, muitas vezes o governo desmarcou reuniões, parcelou as propostas, extinguiu quinquênios, não nos tratou com isonomia em relação à Polícia Civil – que recebe, inclusive, adicional noturno.
E depois de tantas idas e vindas à SEGESP (Secretaria de Estado e Gestão Pública), depois de tantos agendamentos e reuniões com o Secretário de Gestão Pública, quando pensamos que finalmente iríamos ter uma contraproposta do Governo do Estado, eis que a resposta foi: “fica mantida a proposta que o governo fez anteriormente”, ou seja, 3% (do outro acordo que o governo ainda não cumpriu) mais 5,82% do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) deste ano.
Ainda em relação aos 3%, cabe ressaltar que os mesmos são referentes à última parcela do resíduo de 7% oriundos de um acordo, que decorreu de uma sentença judicial de 2007, que o governo estadual, depois de tanto “negociar”, dividiu em três vezes sob a alegação de que “o Estado não tinha a menor condição de assegurar de uma só vez”.
Por consequência desse impasse salarial, policiais militares e bombeiros acamparam na frente da SEGESP no começo do mês, dia 04, e voltaram a fazer o mesmo dia 18, aguardando a reunião que deveria ter ocorrido no dia 19. E por lá permaneceram até a – já esperada – confirmação de que não haveria nenhuma reunião, pois a proposta era a mesma apresentada no início do mês, dia 05.
À tarde, horário em que deveria ter ocorrido a reunião, os militares presentes na SEGESP demonstraram estar revoltados, e com os ânimos alterados decidiram partir para o prédio sede da Secretaria da Fazenda do Estado (SEFAZ) onde se concentraram e decidiram montar acampamento, e decidiram que farão protestos à porta da casa do governador.
Os presidentes das associações, “outra vez”, voltaram a cogitar aquartelamento. Contudo, a credibilidade deles, bem como as suas simpatias perante a tropa não denotam esse perigo, apesar de dezenas de policiais militares estarem à porta da SEFAZ (sem previsão de saída). E todos nós sabemos que, sem um setor jurídico forte por parte das associações, sem a devida estrutura logística e com as atuais escalas de serviço, pouca gente vai aderir a este movimento reivindicatório.
E não adianta o presidente da associação “a”, “b” ou “c” dizer que “a tropa está insatisfeita”, “que vai aquartelar”, “que vai desaquartelar”, “que vai ‘fazer barraco’ à porta da residência do Governador Teotônio Vilela”, porque tudo isso já foi dito ou feito antes e nada aconteceu.
Não custa lembrar que mais de 10 reuniões foram feitas para se discutir o nosso reajuste, e todas elas sem nenhum avanço. O governo quer aplicar um realinhamento (dividido até 2014) com percentuais diferentes, favorecendo apenas os oficiais superiores. Ademais, o governo quer extinguir os quinquênios do Cabo ao Coronel, a exemplo do que fez com os Soldados em 2012 – e tudo sob o consentimento dos presidentes das associações, a saber: Simas, Soares, Teobaldo, Fragoso. A quem (re)lançamos o desafio feito em 1º.09.11 (clique aqui): Se vocês conseguirem fazer com que a tropa pare por 24 horas, como forma de apoio a vocês, e basta apenas isso, nós fechamos este blog. Está lançado o desafio!
Enquanto isso, mesmo sendo oficial, vou continuar no meu bico (dando aperto nos malas, conforme vídeo a baixo), pois se depender desses presidentes de associações, não conseguirei pagar as contas no fim do mês.

Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!
Mas pelo Amor de Deus, Simas, Soares, Teobaldo e Fragoso, NÃO!

“Sorria”, você não está sendo filmado!

– Colocadas em locais para chamar a atenção da mídia e da elite, as câmeras de monitoramento da Secretaria de Defesa Social não garantem “segurança”.
Parece que em Alagoas a sociedade “esclarecida” é surda, cega ou louca de dar nó. Ou então adora dar uma de João-sem-braço. Ou será que ninguém ainda notou a completa balela sobre as câmaras de vídeo monitoramento aparentemente instaladas “pela” Secretaria de Defesa Social no ano passado?
Os oficiais “manda chuva” da Polícia Militar – garotos-propaganda do governo tucano de Téo Vilela – sempre deixam claro o seu desespero em agradar a mídia e/ou tentar virar os olhos da elite alagoana para suas fardas estreladas, e muitas vezes “sujas”.
Ninguém em sã consciência pode entender como os homens “técnicos” em segurança pública podem se dar ao desplante de instalar câmaras apenas nas regiões nobres de Maceió. Os oficiais responsáveis por esse ardil engabelador mandaram um recado curto e grosso para os abastados habitantes da orla e do Farol: “nós servimos a vocês; por favor, não se esqueçam da gente”.
E o governador, cacimbão, engoliu a corda. Aliás, na verdade, vindo do Dário César, o Chefe do Executivo engole tudo sem mastigar, mesmo quando há claros danos aos cofres públicos e aos interesses da população. É incrível, mas é assim. Há de ser assim até o dia 31 de dezembro de 2014, quando finalmente expira o mandato desse asno sortudo, montado até hoje em cima do nome do pai, o “menestrel das Alagoas”.
Nós vamos dar uma pequena dica onde as câmaras deveriam ter sido primeiramente instaladas. Saca só governador chinfrim:
1) CARMINHA, SELMA BANDEIRA, CIDADE SORRISO E ARREDORES; 2) CAMPESTRE, GAMA LINS E ARREDORES; 3) BOLÃO, VIRGEM DOS POBRES (GALPÃO) E OUTROS PONTOS CRÍTICOS DO TRAPICHE; 4) JACINTINHO; VALE DO REGINALDO; 5) SAÍDAS/ENTRADAS DE MACEIÓ; 6) LOCAIS COM MAIOR POTENCIAL DE INCIDÊNCIA DE TRÁFICO, ASSALTOS, ROUBOS E VIOLÊNCIA.
As fotos da postagem valem por mil palavras.
A sugestão dos lugares mais pobres não é por discriminação; é por conta da intensa movimentação de pessoas ligadas ao tráfico, da ocorrência maior de crimes de homicídio e outros delitos que engrossam as estatísticas desfavoráveis ao governo.
Esclarecimento: o discurso do governo tem sido um só: “as câmeras vão proporcionar maior segurança”. Essas afirmações são levianas e buscam engabelar os tolos espectadores da alienada e comprada mídia alagoana. Quem dá segurança são as ações acertadas da polícia e as políticas de investimento em áreas sociais críticas.
As câmeras proporcionam somente a “sensação” de segurança e podem inibir/esclarecer crimes, nunca evitá-los. Esse é mais um presente de grego do secretário Dário César para o povo de Alagoas e para o governador perna de tartaruga.
E olhe que cada câmera nos custou a nós alagoanos a besteirinha de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Por acaso você achou que Dário César colocaria câmeras tão “caras” pra vigiar bairro de pobretão e favelas “fedorentas” dominadas por criminosos? Quem pensou assim, enganou-se redondamente.
Acha mesmo que ele e seus vassalos perderiam a chance de tá posando de “competentes” para os riquinhos e as autoridades locais? No final, as câmeras vão servir apenas para bisbilhotar a vida das pessoas e para multar motoristas infratores. Até agora, nenhum crime (homicídio, tráfico de drogas, assaltos etc.) foi esclarecido ou filmado pelas milionárias câmeras.
Agravante: vai demorar muito pra se consertar esse “equívoco” cinematográfico, porque onde o governador pisa, a grama pego fogo.
O único lugar onde o Estado acertou na colocação das câmeras foi no Centro Educacional do CEPA, na Fernandes Lima. Mas aí temos um detalhe no mínimo irônico: QUEM COLOCOU ESSAS CÂMERAS NO CEPA FOI A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO; NÃO FOI INICIATIVA DA DEFESA SOCIAL.
O Secretário de Educação mostrou que, de Segurança Pública, ele entende bem mais do que Dário César (Chaves), o eternus. Tá aí uma boa ideia, governador. Vamos trocar Dário César pelo Dr. Adriano Soares. Bota o coronelão na pasta da Educação, pede pra ele ficar de boca fechada e fazer o mesmo que faz na SEDS: NADA!
Gato por lebre
Reportagens dos periódicos locais mostraram que, em verdade, muitas das câmeras de monitoramento não pertencem ao Estado, são propriedade do Município de Maceió. É isso mesmo: apesar do alarde de Dário César, a maioria das câmeras foi paga pelo erário municipal. O secretário é um mentiroso, e o governador o velho e bom demagogo incorrigível. Fazer graça com o... dos outros é bom demais.
Nem segurança ao patrimônio o Estado dá. As câmeras começaram a ser furtadas pelos criminosos, debaixo das barbas do incompetente secretário.
E EU PENSANDO QUE DESTA VEZ A COISA ERA SÉRIA... Puxa, até eu quase me deixava enganar...
Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Guarnição da bef

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